do barro de Adão,
do fio que as Moiras
emprestaram a Ariadne
da matéria e do sangue
de sons e mitos
teces teu poema
moldado da
tessitura
da vida.

como novo Prometheus
o artista (seja
artífice do verbo
ou da plasticidade)
ousa criar seus seres
e furtar o fogo divino
para emprestar vida
às suas criaturas -
menos que perfeitas -
mas, ainda assim,
suas.


Linda...
passando para agradecer a visita e dizer que estou me encantando em seu jardim;)
bjos


Que lindo poema. Lírica e imagisticamente rico !!
Vc é das minhas:
"Vivo
a dançar com Druidas
a ver Gnomos
num Jardim Medieval"
Um beijo, Sandra


Querida Sandra
Como é habitual maravilhosas partilhas e encantamentos da "Gata".
Um beijinho grande desde Portugal


Um poema dialoga com outro. Fazia tempo, bastante tempo que não vinha aqui. Boa semana. bj


nesse poema, inventividade, intensidade e surpresa, se articulam com maestria. a ideia do Minotauro seguindo (perseguindo a luz) através do novelo, ao invés de Teseu, é de uma felicidade tamanha, uma sacada/guinada genial! a seleção das palavras feita não pela pena, mas por estecos, aponta para seu processo criativo na construção desse belo poema. D+ da conta poeta... D+ com "D" maiúsculo. beeijo!


Druidas... Eu queria conhecer a roda sagrada de pedras em volta do Tor e ser toda emoção.
Adorei.


Vida blogueira que me perdi! hehehe...
Sucesso com o blog! :)
Beijos!


Lindo!


Maravilha de site, de blog, de poder de se expressar. Enfim, gostei demais!!!!!
Congratulações!
beijos afetuosos


Querida Sandra
Nada é intransponivel.
Venho levantar essa densa cortina e dar-te um beijo,
Lito


Bom, vim comentar aqui pq não achei onde comentar no site dos seus quadros (que são incríveis!). Parabéns pelo material e tudo de bom pra ti!




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