Descalcem aqui as meias

Gravatar Aplaudo!
Um alerta ao fim da desigualdade, ao fim da segregação.
Uma reflexão para todos!

Bjs.


Gravatar Também porque nos incomodam e perturbam e não queremos pensar nisso.

Um belíssima ilustração do tema!


Gravatar eu não estranho o seu olhar.




posso estranhar silêncios mas nunca a sua sensibilidade.


Gravatar Eu aceito verdadeiramente bem como respeito, por exemplo a simbologia da foto,
Afirmo de cabeça erguida por ter há 25 anos "uma sobrinha linda por dentro e por fora, mas que é diferente". Tem sido uma escola de vida e o que já ouvi e vi...por vezes não ando à estalada porque me domino.

Gostei muito deste teu post!


Gravatar Quando fui professor, lancei a mim mesmo o desafio de leccionar turmas que tinham alunos com necessidades educativas especiais.
Aprendi, pouco a pouco, a tentar adaptar-me às diferenças. Concordo que nem sempre é fácil. Mas, se houver em nós um pouco de sensibilidade, as coisas poderão ser menos complexas.


Gravatar A única salvação do que é diferente é ser diferente até o fim, com todo o valor, todo o vigor e toda a rija impassibilidade; tomar as atitudes que ninguém toma e usar os meios de que ninguém usa; não ceder a pressões, nem aos afagos, nem às ternuras, nem aos rancores; ser ele; não quebrar as leis eternas, as não-escritas, ante a lei passageira ou os caprichos do momento; no fim de todas as batalhas — batalhas para os outros, não para ele, que as percebe — há-de provocar o respeito e dominar as lembranças; teve a coragem de ser cão entre as ovelhas; nunca baliu; e elas um dia hão-de reconhecer que foi ele o mais forte e as soube em qualquer tempo defender dos ataques dos lobos.

Agostinho da Silva, in 'Diário de Alcestes'




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