Gravatar Bem sei que este post nada a tem a ver com a MegaScore.
Mas uma vez que não consegui colocar nada no forum da mesma ficam aqui as minhas palavras de tristeza, por saber tardiamente o que aconteceu na unica revista de jogos que comprava regularmente.
Bem que andava a estranhar o motivo pelo qual ainda não tinha aparecido nas bancas, afinal tal não era costume.
Mas agora sei que os meus maiores medos eram reais.
Estive hoje no Forum da MegaScore e vi lá muitas mensagens a desejar boa sorte para os projectos que se seguem, e também são esses os meus votos.
Um abraço deste teu leitor que acompanhou a revista desde que a primeira saiu para as bancas.
Um grande abraço e boa sorte para todos os teus futoros projectos...


Gravatar A mim parece-me que o problema do American McGee passa pelos projectos dele partirem de boas ideias mas depois deixarem-se ficar por um conceito de jogo fraco ou até mesmo medíocre. Mesmo Alice era, fundamentalmente, um jogo repetitivo cujos momentos mais brilhantes sofriam com um mau design espalhado pelo resto do jogo, com demasiadas secções de plataformas a fazer as vezes de um conteúdo mais variado e o velho síndroma de "puxa a alavanca para abrir a porta". Talvez o conceito de Alice tenha sido influenciado pelos trabalhos anteriores de McGee no Doom 2 e nos dois primeiros capítulos do Quake e se assim foi é lamentável, mas mesmo que McGee tenha crescido para além das suas origens e deixado para trás essa influência, então o problema nos seus outros projectos será outro - e talvez mais grave.


Gravatar O Alice era um jogo que primava pela originalidade do visual, mas a jogabilidade era do mais comum possivel, e na minha opinião o mesmo se passa com o Psychonauts (apesar de ser um jogo muito divertido na mesma).

O McGee simplesmente foi pelo cano da mesma maneira que foi o seu antigo colega da id, o "lendário" John Romero.




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