sobre::fatalismos

Gravatar ótimo texto, Nina, e apaixonada pelo Machado como sou, acho que teria a mesma atitude do italiano.
Haha!
Beijos


Gravatar Tava inspirada hoje, hein?! Parabéns pelo texto leve, divertido e dramático na dose certa! Acertou em cheio!


Gravatar Que história bonita Daniele. Tem o dedo do seu amor por Machado. E ficou belíssimo. Leve suspense, mas altamente encantador pela poética da história.


Adorei.

Beijocas


Gravatar Adorei essa história sobre antiquário, acho que pq minha mãe trabalha em um e tem coisas antiguíssimas lá de valor inestimável!
Beijo


Gravatar O ruim é ver que sua história tem semelhança com a vida real, das pessoas não saberem dar o valor devido das coisas...
Bjitos!


Gravatar Queria eu trabalhar em um local tão cheio de delicadeza assim. Acho que nem tem na minha cidade.


Gravatar Hahahaha que divertido seu texto.
Adorei. Escreves muito bem menina.


Gravatar Foi mal, me esqueci de te contar, Larissa leu a carta e ficou furiosa como que você tinha escrito e mandou devolver-te a carta dizendo que não iria entregar algo tão orgulhoso e insensível e que ela viu que vocÊ não tinha amadurecido PN.Então pode ir lá essa semana para esclarecer a história.A carta está em minha mão.


Gravatar foi muito bom conhecer teu blog, gostei daqui, bom de ler, de ver, de escutar.
Tenha um belo final de semana.
Maurizio


Gravatar Aceitei o convite constante no teu perfil.
Entrei.
Gostei.
Mas tenho de sair.
Com vontade de ficar.

Beijo

JP


Gravatar Interessante ele ter deixado para tras os objetos de Sabino e Drummond... Como que diz num ato nada mais importa.

Amor por Machado sem dúvida, mas principalmente uma revolta com quem nao sabe valorizar o nosso antiquário.


Gravatar Ei, menina... tem 16 mesmo? Parabéns, escreve muito.

Abraço!




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