Obrigado pelo seu comentário... volte sempre!

Detive-me na 1ª frase: "A LBSE demarca os limites da intervenção do Estado nas questões educativas." Não estando no contexto desta tua entrada, sugiro para mais tarde que se percorra a LBSE sublinhando o que não está fora dos limites da intervenção do Estado, mas sim dentro da sua responsabilidade. Porque muito do que "está na decisão dos educadores e dos professores" pode ser condicionado e até manietado pelo não cumprimento (ou mau cumprimento) do que compete ao estado.


Jorge e Manuel
Creio que o conceito de educação subjacente à orientação do nosso sistema educativo aparece reduzido à sua dimensão técnica.
"O ser professor acima de tudo" será o tal construtor de educação a que o Manel fez referência.
Creio que o desígnio que está implícito nos vossos comentários exige um professor reflexivo. No entanto, há que resolver esta aparente [?] contradição: A orientação das políticas educativas actuais apela a que o professor se empenhe numa visão estratégica para depois ter de suprimir a sua acção estratégica como consequência das acções que diminuem a sua identidade profissional. Reporto-me aos ataques permanentes à imagem social do professor.

Terei sido claro?


Ser professor acima de tudo...


Gravatar ... que tenha professores construtores da educação...




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