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Gravatar Caro Miguel
Obrigado pelo esclarecimento


Gravatar adkalendas
Não fui capaz de ser claro. Ora aqui vai mais um pequeno esforço O que está em jogo é, na perspectiva do governo [faltou acrescentar ao texto], a simplificação de um processo administrativo que se tem revelado ineficiente e oneroso. A meu ver, terá sido esta a leitura do governo quando decidiu alterar o modelo dos concursos.

Isabel
Confesso que me deixei conduzir por uma toada sarcástica quando escrevi esta entrada. Para clarear a ideia que subjaz ao último parágrafo reafirmo a minha descrença na actual forma e organização escolar. Basta observar a dinâmica do funcionamento dos clubes escolares que cumprem zelosamente o tempo estipulado pela tutela para confirmar as minhas suspeitas. Mas a observação [num contexto limitado] vale o que vale. E as estatísticas oficiais aparecerão a divergir do que eu tenho reafirmado por aqui. Haverá casos surpreendentes de clubes do faz-de-conta que renasceram das cinzas com dois propósitos: validar a carga horária de alguns colegas, e enfeitar muitos planos de actividades.


Gravatar O argumento da estabilidade e da pedagogia serve apenas para esconder o principal e único argumento do ME: gastar menos dinheiro com os concursos. Argumentos para enganar tolos...
Quanto ao argumento do Miguel de que o que está em jogo "é simplificação de um processo administrativo que se tem revelado ineficiente e oneroso" discordo.
Os concursos funcionavam bem há muitos anos e decorreram sem grandes problemas até o Ministo Justino decidir mexer-lhes...Aí é que tudo se complicou.
Por isso, para mim, preferia os concursos tal como estavam, podendo apenas acelerar-se (agilizar-se, como gostam de dizer os políticos) os processos, o que vinha sendo feito há já alguns anos.
Agora será melhor? Duvido.


Gravatar "Ora, o que aqui está em jogo....." Haverá muitas dúvidas de que é isso que está em jogo?
Quanto ao teu último parágrafo, eu bem queria teimar que é uma visão pessimista, mas confesso que nunca me senti com tão poucos dados sobre a realidade mais geral das escolas e a minha intuição não anda muito optimista, não. Afinal, que fizeram (e irão fazer ainda mais) aos professores, que, na maioria, ainda até são os mesmos dos projectos e do encanto inicial pela profissão em que cada aluno é um e não aluno tipo?




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