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Cruzes, Credo, que susto! Depois de uma violação à integridade física, outra violação, desta feita, à integridade psicológica?!? Então é que me dava um tranguelimangue de vez e ficava-me logo ali. Já me basta não poder ir ali abaixo ao Teatro Eunice Munoz, sem correr o risco de encontrar a dita e de pensar que estou a apanhar um susto de Halloween: trick or treat?!? Prefiro arruinar os meus ricos dentinhos a comer rebuçados!!!
Idalina Jorge |
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27.08.07 - 8:41 am | #
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Amigo Miguel discordo contigo, essencialmente porque o episodio é vândalo e não vai deixar de ser porque o ministro fez aproveitamento político. Mais esta iniciativa prejudicou os ambientalistas sérios que lutam para que não se implementem técnicas cujos estudos científicos ainda não esclareceram se são boas ou más para a saúde pública. Este tipo de atitude é vergonhosa, como é vergonhosos a forma como o bloco de esquerda através de um dos seus responsáveis (mIguel Portas) demonstra simpatia pelo acto de vandalismo. A analogia não foi feliz em meu entender e minorar o que aconteceu em meu entender é grave, ter actos daquels é estupido porque é dar argumentos (através da vitimização) aos adversários. Concordo que esses ambientalistas de meia tijela (atenção esses, não os que lutam de forma séria) sejam levados á barra do tribunal e que paguem pelo seu acto
Msousa |
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23.08.07 - 12:43 am | #
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Não podia estar mais de acordo contigo, Miguel. Sabes qual é o problema? Nem a ministra nem os professores são mediáticos! Será que também temos de chegar à violência para que nos ouçam? Não gostaria que assim fosse...
Teresa Lopes |
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22.08.07 - 5:04 pm | #
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Não é aceitável exigir da escola uma acção educativa sem legitimar e garantir a autoridade daqueles que receberam a incumbência de a concretizar. O acto educativo escolar não decorre da anuência do educando, podendo mesmo ser imposto contra a sua vontade desde que se respeite o quadro normativo vigente. Não é por acaso, salvo situações excepcionais, que o Estado exige que as crianças permaneçam na escola, até aos 15 anos. A ideia de “escola educadora” pode ser questionada e contestada. Há quem entenda que o Estado não tem de se imiscuir na educação dos cidadãos, que isso é uma tarefa exclusiva da família. Mas não irei por aqui . Por muito legítimas que sejam as diversas concepções individuais de sociedade e as diferentes visões acerca do papel do Estado, a nossa realidade é esta. É precisamente porque a educação é uma obrigação da escola, e que educar não é um acto apassivante, que é necessário reforçar a autoridade dos professores e auxiliares, dando-lhes mais instrumentos para lidar com comportamentos disruptivos, quer de alunos (agressão a colegas; agressão a professores; roubos; provocações sexuais, racistas, etc.) quer dos familiares dos alunos. Penso que o reforço do papel do professor e da recuperação da sua autoridade não pode reduzir-se à produção normativa: há que cuidar da imagem social. E aqui, concordo com o Henrique, não podemos dar tiros nos pés, o que não me parece ser este o caso.
Miguel Pinto |
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22.08.07 - 4:03 pm | #
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Vou, vou naturalmente comentar.
Estou absolutamente de acordo com a observação sobre a presença do Ministro da Agricultura, mas discordo com a comparação com os casos da integridade física dos professores.
A protecção da integridade física dos professores já foi a extremos que pretenderam elevá-la a crime público e eu não aceito isso. Trata-se de uma tentativa de sacralização da escola com estatuto de templo, onde o professor é o sumo sacerdote. Não aceito. Os professores correm tantos riscos como muitas outras profissões (estatisticamente, bem menos que um empregado de bar) e acho demagógica essa campanha pela "defesa da integridade física do professor", que procura transmitir a ideia de que os professores são umas "vítimas" nas mãos dos pais e dos alunos.
Os professores estão fartos de dar tiros nos pés e este seria mais um.
Henrique Jorge |
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22.08.07 - 12:42 pm | #
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Commenting by HaloScan
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