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Ai,é um prazer estar aqui e ler um texto da minha amiga. Adoro verbos como tergiversar, versejar. Beijo, Euza.
Francisco Dantas |
08.10.09 - 5:06 pm | #
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Nossa paciencia esgota rapidamente.
O problema é com algumas pessoas que tem paciencia demais.
Seja paciente comigo.
Beijo, sempre Loba
Paulo |
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07.08.09 - 9:53 pm | #
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Ai ai 'Euzita', tem dias que perco a paciência até comigo mesma, rss. A culpa é um fardo pesado e inútil, né?
Talvez essa impertinência com a velhice seja por não querer que ela chegue pra nós...
Carinhos querida
clarice |
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07.07.09 - 10:55 pm | #
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Euza, não se culpe... eu ando atropelando velhinhos na plataforma do metrô... aff, eu tenho paciência pra quase nada..
Bem, este é o nosso mundo, estes somos nós.
como e quando mudaremos, não sei...
_quem descobrir primeiro conta, tá?
Sorte e saúde pra todos!
Ane Brasil |
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07.07.09 - 9:08 pm | #
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Ah! Ninguém substitui a Euza, nem mesmo a Loba "Mas então o dia era em branco", lembrei do Geraldo: "...Se você vier, neste dia branco, se branco ele for...".
Vou (re)ler Dom Casmurro pra ficar mais perto de você...
Renato Couto |
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07.07.09 - 6:44 pm | #
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De minha parte jamais te condenaria, porque estaria condenando também a mim. Ando numa intolerância tão grande, até comigo mesma que preciso reaprender a paciência, deve ser a saudade de casa, só pode ser.
No mais meu beijo de sempre e desejos para vc feliz!
Boca |
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07.07.09 - 6:38 pm | #
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Primeira coisa: apagar, ou seria ilumitar a cegueira? Segunda: torcer para chegar o dia em que o automóvel seja substituído pelo trem, ô trem bão! Terceira: esquecer que existe culpa e remorso. Quarta: cantar, quem canta... Meu beijo.
Jota Effe Esse |
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07.07.09 - 3:04 am | #
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Nem culpada nem indignada, muito bom isso. Nenhuma das duas coisas resolvem. E reconhecer o que se fez de errado é um passo e tanto para, da próxima vez, errar melhor, como dizia Beckett. Errar melhor é uma alegria a nosso alcance, viu? Beijo beijo!
dade amorim |
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07.06.09 - 8:59 pm | #
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Euza,
ainda me pego impaciente para os assuntos dos mais velhos, embora hoje bem menos que ontem. É que a minha própria idade vai aumentando e me percebo cada vez mais próximo daqueles para os quais não tinha tempo.
Para mim, o fato de você perceber sua desatenção já minimiza o acontecido. E colocar o assunto de forma tão espontânea dá a oportunidade a todos nós de repensarmos nossas atitudes. Sem culpas, apenas mais humanizados.
Beijos.
Zeca |
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07.06.09 - 8:22 pm | #
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Difícil não dizer Loba! Sinto sua falta, mas te leio por aqui. E nem me diga da insensatez e da insensibilidade que por vezes toma conta de nós!!! Mas tvz seja da indignação que venha a mudança, ou o espanto necessário para gerar mudança.
Um beijo beijo.
milena |
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07.06.09 - 2:38 pm | #
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Oi, amiga!
Que bom te ler aqui.
Saudades!
Talvez eu esteja errada, mas sempre quando vou ao Brasil, tenho a impressão de que a vida das pessoas aí é cada vez mais corrida. A luta pela sobrevivência é espantosa. Meus amigos e familiares praticamente só trabalham. O lazer quase inexiste. Então, Euza, a tua reação é apenas consequência desta realidade. Além disso, há dias em que estamos ocupados conosco e isto também é importante. Então, não há e nem terias motivos motivos para indignação.
Abraço, com carinho
Ilaine |
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07.06.09 - 12:35 pm | #
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Oi Euza.
Tamb
ém pequei (peco): por vezes, mais do que gostaria, me considero o centro do universo e esqueço da atenção devida aos meus semelhantes. Acontece. Como acontece com a liberdade, o preço da solidariedade é a eterna vigilância.
Um beijo. Sucesso no processo de desindignação e reinvenção.
Jens |
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07.06.09 - 12:17 pm | #
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Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra!
E quem já passou por isso e nem percebeu?!
Pois eu acho que você conseguiu "resgatar-se", Euza! No exacto momento em que tomou consciência da sua postura e tentou desculpar-se.
Um destes dias a história vai repetir-se e você terá ocasião para fazer diferente. São esses episódios e memória deles que nos humanizam.
Uma óptima semana, Euza!
Bjos
Fernanda |
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07.06.09 - 11:04 am | #
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Olá, Euza, amada amiga!
São três os aspectos mais evidentes que percebo nesta narrativa: a administração do tempo por conta da correria das grandes cidades; a relação humana no que se refira ao problema do outro e a velhice.
O envolvimento que temos com o trabalho profissional nos faz vê-lo como alvo principal de nossa vida e nos leva a ter atitudes mais indiferentes quanto aos problemas humanos. As grandes catástrofes, a disseminação de doenças, a violência, entre outros, passam a fazer parte de nossa vida como coisa normal, natural, nos levando a ser escravos do tempo, por conta de trabalho.
Talvez estejamos nos esquecendo de viver simplesmente. O viver simplesmente, no meu modesto modo de pensar, é trabalhar, conviver em família e em sociedade, respeitando os limites de nosso corpo, de nossa idade e aprendendo a descansar, a passear, a conviver com familiares, de forma bem natural.
A questão da terceira idade, ou, melhor idade é muito importante. Este percentual de pessoas faz parte de um nicho empreendedor emergente em nossa sociedade. Pelo andar da carruagem, muito teremos que fazer para atendermos a demanda do necessário e do mais que necessário para esta geração de pessoas. Começando por ouvi-los, não é mesmo?!
Mas, teremos de aprender, pois, também, estamos beirando estas margens de idade e, com certeza, quereremos ser bem tratados.
Muito legal este assunto.
Excelente semana a você, amiga. Saudade!
Muita paz! Beijossssssss
Sonia |
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07.06.09 - 10:34 am | #
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Esse é o grande mal da Era Moderna, estamos todos sempre atrasados pra vida...
Beijão
Leandro |
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07.06.09 - 9:45 am | #
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Commenting by HaloScan
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