Ai,é um prazer estar aqui e ler um texto da minha amiga. Adoro verbos como tergiversar, versejar. Beijo, Euza.


Gravatar Nossa paciencia esgota rapidamente.
O problema é com algumas pessoas que tem paciencia demais.
Seja paciente comigo.

Beijo, sempre Loba


Gravatar Ai ai 'Euzita', tem dias que perco a paciência até comigo mesma, rss. A culpa é um fardo pesado e inútil, né?
Talvez essa impertinência com a velhice seja por não querer que ela chegue pra nós...
Carinhos querida


Gravatar Euza, não se culpe... eu ando atropelando velhinhos na plataforma do metrô... aff, eu tenho paciência pra quase nada..
Bem, este é o nosso mundo, estes somos nós.
como e quando mudaremos, não sei...
_quem descobrir primeiro conta, tá?
Sorte e saúde pra todos!


Gravatar Ah! Ninguém substitui a Euza, nem mesmo a Loba "Mas então o dia era em branco", lembrei do Geraldo: "...Se você vier, neste dia branco, se branco ele for...".
Vou (re)ler Dom Casmurro pra ficar mais perto de você...


Gravatar De minha parte jamais te condenaria, porque estaria condenando também a mim. Ando numa intolerância tão grande, até comigo mesma que preciso reaprender a paciência, deve ser a saudade de casa, só pode ser.

No mais meu beijo de sempre e desejos para vc feliz!


Gravatar Primeira coisa: apagar, ou seria ilumitar a cegueira? Segunda: torcer para chegar o dia em que o automóvel seja substituído pelo trem, ô trem bão! Terceira: esquecer que existe culpa e remorso. Quarta: cantar, quem canta... Meu beijo.


Gravatar Nem culpada nem indignada, muito bom isso. Nenhuma das duas coisas resolvem. E reconhecer o que se fez de errado é um passo e tanto para, da próxima vez, errar melhor, como dizia Beckett. Errar melhor é uma alegria a nosso alcance, viu? Beijo beijo!


Gravatar Euza,

ainda me pego impaciente para os assuntos dos mais velhos, embora hoje bem menos que ontem. É que a minha própria idade vai aumentando e me percebo cada vez mais próximo daqueles para os quais não tinha tempo.
Para mim, o fato de você perceber sua desatenção já minimiza o acontecido. E colocar o assunto de forma tão espontânea dá a oportunidade a todos nós de repensarmos nossas atitudes. Sem culpas, apenas mais humanizados.

Beijos.


Gravatar Difícil não dizer Loba! Sinto sua falta, mas te leio por aqui. E nem me diga da insensatez e da insensibilidade que por vezes toma conta de nós!!! Mas tvz seja da indignação que venha a mudança, ou o espanto necessário para gerar mudança.

Um beijo beijo.


Gravatar Oi, amiga!

Que bom te ler aqui.
Saudades!

Talvez eu esteja errada, mas sempre quando vou ao Brasil, tenho a impressão de que a vida das pessoas aí é cada vez mais corrida. A luta pela sobrevivência é espantosa. Meus amigos e familiares praticamente só trabalham. O lazer quase inexiste. Então, Euza, a tua reação é apenas consequência desta realidade. Além disso, há dias em que estamos ocupados conosco e isto também é importante. Então, não há e nem terias motivos motivos para indignação.

Abraço, com carinho


Gravatar Oi Euza.
Tamb ém pequei (peco): por vezes, mais do que gostaria, me considero o centro do universo e esqueço da atenção devida aos meus semelhantes. Acontece. Como acontece com a liberdade, o preço da solidariedade é a eterna vigilância.

Um beijo. Sucesso no processo de desindignação e reinvenção.


Gravatar Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra!
E quem já passou por isso e nem percebeu?!

Pois eu acho que você conseguiu "resgatar-se", Euza! No exacto momento em que tomou consciência da sua postura e tentou desculpar-se.

Um destes dias a história vai repetir-se e você terá ocasião para fazer diferente. São esses episódios e memória deles que nos humanizam.

Uma óptima semana, Euza!
Bjos


Gravatar Olá, Euza, amada amiga!

São três os aspectos mais evidentes que percebo nesta narrativa: a administração do tempo por conta da correria das grandes cidades; a relação humana no que se refira ao problema do outro e a velhice.
O envolvimento que temos com o trabalho profissional nos faz vê-lo como alvo principal de nossa vida e nos leva a ter atitudes mais indiferentes quanto aos problemas humanos. As grandes catástrofes, a disseminação de doenças, a violência, entre outros, passam a fazer parte de nossa vida como coisa normal, natural, nos levando a ser escravos do tempo, por conta de trabalho.
Talvez estejamos nos esquecendo de viver simplesmente. O viver simplesmente, no meu modesto modo de pensar, é trabalhar, conviver em família e em sociedade, respeitando os limites de nosso corpo, de nossa idade e aprendendo a descansar, a passear, a conviver com familiares, de forma bem natural.
A questão da terceira idade, ou, melhor idade é muito importante. Este percentual de pessoas faz parte de um nicho empreendedor emergente em nossa sociedade. Pelo andar da carruagem, muito teremos que fazer para atendermos a demanda do necessário e do mais que necessário para esta geração de pessoas. Começando por ouvi-los, não é mesmo?!
Mas, teremos de aprender, pois, também, estamos beirando estas margens de idade e, com certeza, quereremos ser bem tratados.
Muito legal este assunto.
Excelente semana a você, amiga. Saudade!
Muita paz! Beijossssssss


Gravatar Esse é o grande mal da Era Moderna, estamos todos sempre atrasados pra vida...
Beijão




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