Mas é claro que ser empresário não é filantropia, mas gostei da visão por contrabalancear a igualmente equivocada (e estranhamente amplamente defendida) visão de que o empresario é um porco capitalista que só quer passar a mão no dinheiro do empregado e do estado, além de destruir a natureza. Acho que a segunda visão é tão, ou mais, ridícula do que a da filantropia. O empresário quer sim seu lucro, mas... o funcionário não? Ele não quer nem saber se o chefe está devendo 50 mil para os bancos e mais 50 para o estado, ele quer o dinheiro dele agora e ainda reclama que recebe pouco, e nas rodinhas de conversa fala que os "burgueses" estão agora na praia enquanto ele está aí trabalhando, sem na realidade perceber que o chefe está em situação crítica, talvez pensando em suicídio. Não estou defendendo os empresários ou dizendo que são filantropos, mas CHEGA DE BATER NELES COM IMPOSTOS ALTOS, CAUSAS TRABALHISTAS ABSURDAS, PROCESSOS JUDICIAIS, ETC, ALÉM DE DISCURSOS NEO-SOCIALISTAS, QUE LONGE DE BUSCAREM A JUSTIÇA SOCIAL QUEREM ANTES UMA GELADEIRA E CARRO NOVO BANCADOS PELOS "BURGUESES". Empresário NÃO TEM DINHEIRO, como mostra essa pesquisa, que já vi em muitos outros lugares. Se apenas 1% das empresas sobrevivem após 10 anos, ONDE ESTÁ ESSE DINHEIRO TODO?????!!!!!
Se está descontente com o sistema capitalista, ABRA UMA EMPRESA ENTÃO, já que é para ganhar dinheiro sem trabalhar... veja o que consegue.
Empresário não é filnatropo, mas que é herói é (ou talvez um tapado, que não viu as incríveis qualidades do vinculo empregatício e do serviço público). E ainda tem que ouvir desaforo de marxista.


Temos aqui, portanto, um «médico» com pouca vocação para cuidar das pessoas e das suas doenças, mas em contrapartida com muita vocação para ganhar dinheiro a «cuidar» das pessoas e das suas doenças. O juramento de Hipócrates é para o Joaquim algo de obsoleto e que deve ser substituido pelo «juramento de Adam Smith», aquele juramento que diz para se agir em interesse próprio que daí só pode resultar a satisfação dos outros.
Assim, quem tiver o azar de ser atendido pelo Joaquim arrisca-se a ter que decidir qual dos dois dedos acidentalmente cortados quer implantar - como aquele americano no filme sicko. Talvez o mais caro, porque assim o Joaquim ganha mais dinheiro... E todos ficam felizes e contentes.


Gravatar realmente... o monopólio da Microsoft e a exclusividade que conseguiram é altamente liberal...


Gravatar Joaquim, pelo que percebi já aqui, você é médico. não tem obrigação de saber isto. Mas qualquer gestor competente e consciente lhe dirá que a actividade empresarial não é filantropia.


Gravatar "Ninguém pratica filantropia sem reconhecimento"
Não é verdade. Muita filantropia é anónima. Muita mesmo. E muita da que não é anónima, dá a cara por questões práticas e de organização. A Isabel Jonet, por exemplo, tem todo o interesse, para a sua causa, de dar a cara, pedindo ajuda. E muitos aparecem para incentivar outros a dar. Evidentemente, que existem doações interesseiras. Mas isso não é verdadeira filantropia. Não confunda filantropia com lucro e actividade empresarial, Joaquim. Ser empresário não é, como é óbvio, um acto de filantropia. Isso seria o mundo de cabeça para baixo. A actividade empresarial, então, como "serviço ao colectivo", é hilariante.


Gravatar Joaquim, mas não sabe o que significa filantropia? E não sabe a diferença entre filantropia e actividade empresarial? É a primeira pessoa que conheço que confunde as duas coisas e que diz que a actividade empresarial é filantropia.


Gravatar Não joguemos com as palavras. A actividade empresarial não é filantropia e nem sequer deve sê-lo, pelo menos de um ponto de vista liberal.

Se os critérios de uma boa e sã gestão recomendam um despedimento colectivo ou o encerramento/transferência de uma empresa, isso deve ser feito, sem atentar nos danos sociais emergentes. Isso será da competência da safety net do eatado-Providência.

Claro que em ultima análise a prosperidade e a consequente resolução de problemas sociais dependem do desempenho das empresas, mais do que das medidas sociais a curto prazo. Mas não deixa de ser verdade que tal resultado é uma consequëncia indirecta da boa-gestão, que visa em primeira linha o aumento dos lucros dos accionistas.

Só que tal spill over não é imediato e universal. O facto de a Microsoft ser o que é, não impede de imediato que em Moçambique as doenças ou inundações matem milhares... ou que americanos morram por não terem dinheiro para pagar operações necessárias...

Por isso, fora da actividade económica empresarial, os Bill Gates deste mundo, como todos os cidadãos, na medida das suas possibilidades, devem, como cidadãos do mundo, patriotas e crentes, exercer também o amor do Próximo, através da filantropia ou caridade voluntária.

E se erradas interpretações do liberalismo (judaizantes ou randianas) se opõem a tal dever moral, por fundamentalismo e cegueira ideológica, o alegado "liberalismo" vai ganhar inevitávelmente má imagem...

Euroliberal


Gravatar Joaquim, acha que não?

"(...)Enough is enough. It's time to remind ourselves that anonymity is the truest expression of altruism, and to declare that, no matter how worthy the cause or large the amount, if your name has to be attached to your gift, then vanity is annulling your charity.

In his first letter to the Corinthians, St. Paul distinguishes between giving (an act) and charity (an attitude)--leaving no doubt about which matters more: "And though I bestow all my goods to feed the poor, and though I give my body to be burned, and have not charity, it profiteth me nothing." St. Paul also notes that, ahem, true charity "doth not behave itself unseemly."

The medieval Jewish philosopher Maimonides formulated, in descending order, "Eight Levels of Charity." The second most praiseworthy level is occupied by the person who gives to the poor "but does not know to whom he gives, nor does the recipient know his benefactor."

The ur-example of anonymous philanthropy is the Mellon family. In 1936, financier Andrew W. pledged $15 million and his 152-work art collection to the nation as the nucleus of a national gallery of art, insisting that it not be named after him. Forty-plus years later, his children paid for the Washington museum's $94 million expansion, named the East Building. Son Paul gave over a half-billion dollars to assorted causes--often anonymously--in his lifetime but attached his name to none of them. According to Duncan Robinson, first director of the Paul Mellon-donated Yale Center For British Art, "he wanted other people to support these institutions" and was afraid his name would put them off. So much for "leveraging."

More recently, in 1997 the New York Times disclosed that for 15 years Charles E. Feeney, who had made a fortune in airport duty-free shops, had given away over $600 million--all of it anonymously."

http://opinionjournal.com/taste/...te/? id=95000912


Gravatar Ninguém pratica filantropia sem reconhecimento. Paga?


Gravatar A verdadeira filantropia é desinteressada. Esse é o significado da palavra. O que o empresário faz, não é desinteressado. Visa o lucro. Faz isso para ganhar dinheiro, nºão para ajudar os outros. Obviamente, ganhando ele dinheiro, dá dinheiro também a ganhar aos outros. Mas o autor do post não sabe o significado de filantropia?


Gravatar Ser empresário não é filantropia pela simples razão que ninguém criqa uma empresa com o ojectivo de ajudar os outros sem obter nada em troca, mas sim o de obter (e bem) o lucro derivado da sua actividade produtiva.


Gravatar Filantropia?Curioso,nunca tinha pensado que o trabalhador era um filantropo.Na maioria das vezes,com a fal ência das empresas, fica teso e no desemprego,ao contrário do empresário que em bom tempo encheu o papo!

É só para mostrar que a ideia dá para tudo!


Gravatar O artigo de Angeles Times no que se faz referencia em anteriores comentarios sobre da Fundaçao Bill & Melinda Gates podeser achar aquí:


http://www.latimes.com/news/nati...-home- headlines


Gravatar Ui, ui, o Bill Gates tem uma Fundação filantrópica? Vai ser excomungado lá do além pela Paterson!


Gravatar E por veces esa “deslumbrante filantropía” nao deixa de encumbrir oscuras operaçoes “financieras”...

Fundación Bill y Melinda Gates

Críticas

El 7 de enero de 2007, Los Angeles Times denuncia que la Fundación de Bill & Melinda Gates invierte la mayor parte de su dinero en empresas responsables de los problemas que dicen querer resolver. En este duro artículo se repasan los principales problemas en los que interviene la Fundación Gates, citándose ejemplos de empresas en las que invierten y su supuesta influencia negativa sobre estos mismos problemas. A modo de ejemplo, The Times denuncia que la fundación donó 218 millones de dólares a combatir la polio e inmunizar contra la misma a gran parte de la población del delta del Níger. Simultáneamente, invirtió 423 millones de dólares en Eni, Royal Dutch Shell, Exxon Mobil Corp., Chevron Corp. y Total of France, compañías responsables de producir los más altos niveles de contaminación en esa misma región. Según el editorial, esta conducta podría ser explicada a partir de las exenciones de impuestos de las que la fundación estaría beneficiándose con sus donaciones.


Gravatar Na Wikipedia en espanhol vem esta anécdota histórica que tem também o seu comentario...

Historia

El término fue creado por Flavio Claudio Juliano (331/332 - 26 de junio de 363), quien fue emperador de los romanos desde el 361 hasta su muerte.

Una de las tareas primordiales de Juliano como emperador, fue la de restaurar el paganismo como religión de los romanos, en este intento imitó a la iglesia cristiana en todas sus instituciones e incluso en su doctrina, como en este caso, así acuñó el termino "filantropía" para suplir al cristiano de caridad, que formaba una de las virtudes de la nueva religión y que nunca había sido parte del paganismo como religión en Roma o en Atenas.


Gravatar O Joaquim acha que a lingoa é como uma operaçao quirúrgica de corta acá e pega-lá, sutura acolá; trae outro orgao que sustituimos por aquí e tudo bem... Em resumo, o que eu faz na wikipedia.

Alguém deverá fazerlhe notar que as palavras denotam por que tém um significado e um sentido adquiridos e assumidos pela comunidade com o tempo ou “novidoso” (por veces, varios e ambiguos). O Joaquim pretende acotalo nesta parte novidossa e “criativa” ainda que nao seia aceptada pelo resto da comunidade falante.Nada que opor a que ele tenha o seu vocabulario e domine o seu argot. Mas constatar aquí que os políticos asveces também andam nestas lerias pessoais...Outras veces mas que a parte criativa tira para a vis cómica e hilariante coisa que anda a produzir ultimamente...

Filantropia é a ação continuada de doar dinheiro ou outros bens a favor de instituições ou pessoas que desenvolvam actividades de grande mérito social. É encarada por muitos como uma forma de ajudar e guiar o desenvolvimento e a mudança social, sem recorrer à intervenção estatal, muitas vezes contribuindo por essa via para contrariar ou corrigir as más políticas públicas em matéria social, cultural ou de desenvolvimento científico. Os indivíduos que adoptam esta prática, naturalmente indíviduos que dispõem dos necessários meios económicos, são em geral denominados por filantropos ou filantropistas ("Filantrópicos", no Brasil). A filantropia é uma das principais fontes de financiamento para as causas humanitárias, culturais e religiosas. Em alguns países a filantropia assume papel relevante no apoio à investigação científica e no financiamento das universidades e instituições académicas.

Etimologia

A etimologia da palavra filantropia deriva suas raízes do grego φίλος philos (o filos), e άνθρωπος, antropos, que se traduzem respectivamente como "amor" (o "amante de", "amigo de"), e "homem" (o "ser humano"), pelo que filantropia significa "amor a humanidade".

Quando há uma falsa filantropia, usa-se a palavra pilantropia

Filantropos famosos

· Bruce Wayne
· Benjamin Franklin
· Jacob Christian Jacobsen
· Jane Addams
· Elton John
· Andrew Carnegie
· Oprah Winfrey
· Robbie Williams
· Bill Gates e Melinda Gates (Fundação Bill e Melinda Gates)
· Warren Buffet ( maior doador da história, doando 37 bilhões de dólares à Fundação Bill and Melinda Gates )
· William Wilberforce (criador do Slave Trade Act, a lei que proibiu o tráfico de escravos, e de muitas outras leis que mudariam a história da Inglaterra

PS. Tudos sabemos que o Joaquim nao tem a mínima gana de querer figurar neste listado. Mas, por favor, nao lhe reste o seu merito aqueles que lá figuram porque a sua labura e esforço lhes custou...


Aquí:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fil...ilantrop%C3% ADa

Ou aquí:

http://es.wikipedia.org/wiki/Fil...ilantrop%C3% ADa


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