|
|
|
-Excepcionalismo ou particularismo (argumentar com base em excepções ou casos particulares)
Não se trata de excepcionalismo, trata-se de testar a hipotese posta pelo autor.
Se a hipotese não cobre todos os casos conhecidos então não vale a pena reconhce-la como tese.
Mais se as premissas da hipotese estão erradas não vale a pena discuti-la.
Exemplos: o PA declara que a "Igreja Catolica é a mais antiga das insituições de ensino profissionalizadas" e depois suporta a sua hipotese (tese?) sobre este "facto". Ora se esta premissa é falsa (na Antiguidade Clássica já existiam diversas academias) não vale a pena sequer discutir a tese do PA, não é?
Outro caso de expcionalidade: a tese do PA é de que os catolicos são incapazes de pensamento abstracto e de grandes feitos no campo da engenharia e da ciencia, no entanto descobre-se posteriormente que alguns dos maiores potentados da industri alemã estão na parte catolica da Alemanha... ora isto parece-me detectar uma falha na tese do PA.
Rui Silva
Anonymous |
Homepage |
07.06.09 - 10:09 am | #
|
|
i "don't feed the troll"
Anonymous |
07.03.09 - 7:29 pm | #
|
|
"Vejo o debate de ideias como uma especie de masturbação, mas no orgão sexual do visinho, por mais festas que faças, nunca t vens..
Estes assuntos andam uma treta, irrelevante, isso do debate de ideias é coisa de menino mimado, com a pta da mania k é intelectual.."
Vox populi?
LG |
07.03.09 - 3:52 pm | #
|
|
Faça-lhe a ele a mesma pergunta que fez a mim:
Com que intenção bloga?
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:43 pm | #
|
|
Está aqui , ó curioso.
O Cam deu-se ao trabalho de desenvolver o que eu já tinha dito e o que o Francisco ainda tentou.
Tentar ser-se honesto com quem anda a mangar é fazer figura de urso.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:41 pm | #
|
|
Vejo o debate de ideias como uma especie de masturbação, mas no orgão sexual do visinho, por mais festas que faças, nunca t vens..
Estes assuntos andam uma treta, irrelevante, isso do debate de ideias é coisa de menino mimado, com a pta da mania k é intelectual..
Fale-se, aliás, aja-se de coisas
reais, práticas, que provoquem a mudança.., sem que os burros sequer se aprecebam...
Fico com a sensassão que o Sr. PA, de uma forma mais cuidada, subtil e a um outro nível, também cai, por vezes, nesses erros, evapora dos seus textos alguns maus aspectos de caracter que têm vindo a enumerar. A importância que dá às criticas, principalmente as ofencivas, e a necessidade que têm delas(e de as usar) para dar folgo e pujança ao assunto é um bom ex.
Há quantos séculos Portugal anda a debater ideias...
Alguem que já mandou um risco de coca ou md, vai estar a pensar na religião cmo criador das permiças do seu pensamento. E mesmo que assim o seja, que me interessa saber que ando menos correcto...
Interessava-me sim é que os intelectuais inteligentes e honestos, fossem solidários ao ponto de criaren condições para que existisse um tal movimento de ideias e uma tamanha força mobilizadora, que até aqui o ti Manel Bernardo, que é analfabeto mas um optimo contador de histórias, e o seu neto que é igualmente analfabeto mas problemático, conseguiriam ser mobilizados, e adquirir esses tais principios e ideias, tal era a força e unanimidade que elas impunham...
ATENÇÃO para isto é necessário ser-se Inteligente, Honesto, Solidário, estando munido destas 3 caracteristicas a MELHOR resposta para a grande maioria dos nossos problemas só pode ser UMA.
xico da gloria |
07.03.09 - 3:34 pm | #
|
|
É que não há um único que escape.
Se v.s não sabem é porque também só lêem o último post da primeira página.
Até aquela treta dos países prot terem tudo melhor e nos passarem à frente, já aqui foi dita ao contrário, com gráficos e estatísticas onde se pretendia provar que Portugal estava entre os melhores.
Em tudo. Procure que encontre.
Agora, perante isto a única pergunta que se pode fazer ao autor é se se trata de uma brincadeira.
De um teste para os leitores identificarem a tese a antítese.
Porque, pegando nas duas, como eu já fiz, ele não responde.
Quando afirma uma coisa, esconde sempre o oposto que já tinha dito anteriormente.
Género- Dr Jekill & Mr Hyde/Mr. Jekill, & Dr Hyde : um dia é crotestantismo de ponta, no outro patolicismo gama.
zazie | Homepage | 07.03.09 - 2:49 pm | #
-------------
Foi isto que o seu "cerebelo" não conseguiu atingir como comentário às exigências teóricas do PA.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:32 pm | #
|
|
Para si, o Populaça é que deve ser o exemplo máximo de pertinência aos posts e subtil ironia aos comentadores.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:30 pm | #
|
|
Pois, é isso mesmo. V. é tão inteligente que nem explica o que entende e não dá cavaco pelo que não entende.
Entendeu o meu post do Pinho, não entendeu?
Ou não entendeu por achar rude?
Responda lá que isto é como o algodão.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:29 pm | #
|
|
Só uma coisa, ironia costuma ter algo de subtil, e peço desculpa pela observação talvez rude, mas não parece ser (a subtileza) uma das suas virtudes.
Bem, dúvido que precise de encorajamento, mas continue a divertir-se aqui no blog.
Anonymous |
07.03.09 - 3:26 pm | #
|
|
Já lhe respondi.
Não tente nova ocasião se nesta não entendeu.
Dei a resposta em 3 formatos.
O último está no post do Pinho.
Esforce-se. Porque não vai ter nova oportunidade de eu ter pachorra para dialogar com quem nem um nick é capaz de inventar.
Como costumo dizer, até os animais domésticos dão pelo nome.
Para se chamar um cão, chama-se pelo nome e ele conhece-o.
E o Gervásio da reciclagem, idem.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:26 pm | #
|
|
O José costuma responder por outra alegoria que também nunca atingem:
"se não sabe, porque pergunta?"
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:23 pm | #
|
|
Ok, mas é pena, fiquei mesmo curioso. Talvez em outra ocasião me responda, se eu reformular a pergunta.
Anonymous |
07.03.09 - 3:23 pm | #
|
|
Faço-lhe a cortesia de responder por parábola.
Leia o meu
ultimo post acerca dos cornichos do Pinho e tem a resposta.
Duvido que a atinja- eu gosto de ironia. E a ironia não é uma forma de humor para QIs com os quais a Natureza foi uma grande calotona.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:21 pm | #
|
|
Mas quer saber o quê?
Deste post tem aí a resposta.
Dos outros idem.
Nunca comento nada que não seja assunto do post.
Está aí, se não atinge é problema seu.
Eu é que não posso operar milagres dentro da cabeça de cada um.
E nem tenho qualquer interesse em saber o que excita acerca dos meus comentários.
O que mais existe na blogosfera é gente de QI negativo que anda apenas a cheirar o próximo.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:19 pm | #
|
|
Eu estou-me nas tintas para o facto de haver gente que nem nick usa e que se confunde com todos os demais "Anonymous" que por aí andam
Mas é de bom tom que essas pessoas não tenham o desplante de pretender diálogo com quem se sabe sempre quem é.
Eu assino zazie- tenho e-mail; tenho blogue; tenho participações noutros blogues.
Nunca teria a lata de me disfarçar de Anonymous para dizer a quem sei quem é (ainda que apenas virtualmente) que queria saber mais coisinhas acerca dessa pessoa- porque sou muito curiosa.
Ora vá lá ser curiosa debaixo das saias da mãezinha.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:16 pm | #
|
|
Dado o numero elevado de comentário que faz, é seguro assumir que responderia mais rápido. O que até foi o caso.
PS: Não me vai mesmo fazer a cortesia e responder ?
Anonymous |
07.03.09 - 3:13 pm | #
|
|
Porteiras há muitas, mas é raro porteiras cuscarem-se mutuamente- na verdade, só competem pelo mesmo- por cheirar os outros.
Os que não têm a menor curiosidade na vidinha de cada um.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:10 pm | #
|
|
E, já que anda aqui para cheirar as motivações de quem comenta, colocando-se fora do jogo, pois nem se sabe a diferença entre um "Anonymous" e centenas de outros, porque é que não faz a mesmíssima pergunta aos comentadores que só cá andam para insultar?
Porque é que não pergunta ao Populaça ou à gaja da manta- cocó, ranhetas e facada, qual a motivação para apenas cá virem tentar achincalhar-me?
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:09 pm | #
|
|
http://encyclopediadramatica.com...a.com/
Anonymous - Could be me...
PS: Leva isto demasiado a sério...
Anonymous |
07.03.09 - 3:08 pm | #
|
|
Outra coisa, eu não satisfaço curiosidades de quem nem nick ou nome assina.
V. dirigiu-se a mim, sabe que eu sou a zazie, identifica-me pelo que escrevo aqui e por tudo o que tenho online há mais de 8 anos.
E v? identifica-se como para satisfazer a troca de curiosidades?
Quem é v.?
Como posso saber o que pensa?
Qual o seu blogue?
Quais os comentários que lhe pertencem, já que o "nick" é Anonymous, fornecido pelo Haloscan.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:06 pm | #
|
|
Retribuo-lho a pergunta: porque é que escreve aqui?
Eu escrevo sobre o assunto que se leva a debate e não pergunto a ninguém quais as motivações que têm para baterem palmas sem mais.
Porque é que v. escreve aqui?
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:03 pm | #
|
|
Para que não apareça a gaja da manta disfarçada e a dizer que é "ataque ao homem"- fica a explicação.
Foi o próprio PA que se expôs como modelo daquilo que depois aplica em suposta teoria social e política.
E, é ele que está no palco a despir a batina até passar para nova vestimenta mais evangélica.
E, antes que lhe digam, ataca ele os outros, fulanizando tudo, pegando nos comentários de toda a gente, para o teatro da primeira página.
Que é um teatro onde ganha sempre.
Se o exemplo não serve para corroborar a tese por acordo, serve para a corroborar por desacordo.
Está sempre ganho o jogo.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 3:02 pm | #
|
|
Zazie, tem noção que a sua conduta assemelha-se a uma caricatura saida de um dos posts do PA ?
De vez em quando, vou lendo os comentários, e acho engraçado, que os comentadores mais contrários ao que PA escreve, são aqueles que mais suportam aquilo que ele escreve. E fico mesmo na dúvida se terão consciência disso.
PS: Já agora, porque é que gasta tanto tempo aqui ?
PPS: Asseguro-lhe que são meras perguntas sem qualquer juízo de valor, cuja única motivação é satisfazer a minha curiosidade.
Anonymous |
07.03.09 - 3:02 pm | #
|
|
E já saiu mais outro.
Tudo o que nos últimos anos foi escrito como grande obra e valor superior da Igreja Católica, anda agora a ser postado como negativo, sendo superior apenas uma coisa:
A palhaçada que o PA diz, que no protestantismo não existem pecados nem código moral imposto por ninguém.
Nem imagino para que é que ele julga que existem pastores e congregação.
Como desconhece os protestantes do mesmo modo que desconhece o catolicismo, inventa.
E inventa por onde agora lhe parece convir mais- ficar livre de pecados e de ter de prestar contas ao que quer que seja.
Vai ser o evangelho do "vinde a nós do vosso bolso".
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 2:58 pm | #
|
|
Mas, mesmo para quem teme melindrar qualquer coisinha e nem quer confrontar o mestre com as suas contradições, bastava fazer como fez o Francisco quando mostrou como todo aquele post de lucros da Igreja nos mais simples serviços ou sacramentos, era mentira.
Pura falcatrua. Inventona.
Alguém debate seriamente inventonas?
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 2:53 pm | #
|
|
É que não há um único que escape.
Se v.s não sabem é porque também só lêem o último post da primeira página.
Até aquela treta dos países prot terem tudo melhor e nos passarem à frente, já aqui foi dita ao contrário, com gráficos e estatísticas onde se pretendia provar que Portugal estava entre os melhores.
Em tudo. Procure que encontre.
Agora, perante isto a única pergunta que se pode fazer ao autor é se se trata de uma brincadeira.
De um teste para os leitores identificarem a tese a antítese.
Porque, pegando nas duas, como eu já fiz, ele não responde.
Quando afirma uma coisa, esconde sempre o oposto que já tinha dito anteriormente.
Género- Dr Jekill & Mr Hyde/Mr. Jekill, & Dr Hyde : um dia é crotestantismo de ponta, no outro patolicismo gama.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 2:49 pm | #
|
|
V. pura e simplesmente apareceu agora e nem se deu ao trabalho de ir aos arquivos para ler teses contrárias sobre os mesmos assuntos.
Se o próprio não se leva a sério e brinca, dizendo num dia uma coisa e negando-a no dia seguinte, para quê responder ou pretender argumentar apenas uma das teses.
Isto é sempre frente e verso. Até acredito que o livro, quando sair, vai ter um formato original.
Dupla capa- metade tese; outra metade antítese- basta virar o livro de pernas para o ar e todos os assuntos que têm tese de frente, terão antítese, começando de pernas para o ar, a partir do fim.
zazie |
Homepage |
07.03.09 - 2:42 pm | #
|
|
Caro(a) Cam,
"A ideia base tem pernas para andar. [...] Ao esticar ao extremo essa influencia, ao reduzir essa influencia a uma visão dicotomica, acaba por cometer erros crassos." - Cam
Eu tendo a concordar com a sua afirmação pois, em minha opinião, as teses que o PA tem vindo a desenvolver são muito interessantes mas também me parece algo redutora (mas válida) a dicotomia católicos/protestantes.
Mas, infelizmente, não é esta a natureza da esmagadora maioria dos comentários. A maioria dos comentadores tende a manifestar a sua discordância do autor agredindo-o pessoalmente e emitindo juízos de valor sobre a pessoa. A ênfase da maioria dos comentários tende a estar centrada no autor e não nas suas ideias, como seria desejável e de salutar.
As atitudes destes comentadores de serviço em nada contribuem para um debate de ideias sério, racional e civilizado e tendem a afastar muitas pessoas das caixas de comentários. Eu, por exemplo, sou um dos que se auto-censuram e validam uma das teses do PA.
PS - O anónimo anterior que quer dar lições ao PA não sou eu... eu sou o da mensagem das 11:00 e que não quero dar (nem receber!) lições de ninguém. 
Anonymous |
07.03.09 - 2:18 pm | #
|
|
Mas não foi isso mesmo que acabei de fazer?
Cam |
07.03.09 - 1:18 pm | #
|
|
Lá está, se não concordam no que ele diz, porque é que calmamente e sem insultar nem provocar explicam porque ele está errado ?
Não querem dar uma lição ao PA ?
Anonymous |
07.03.09 - 12:56 pm | #
|
|
fundamentadas? Do PA? Ele raramente fundamenta o que diz. Expressa uma teoria, mas fundamenta-la é raro.
A não ser que fazer afirmações sem as provar, muitas vezes erradas, seja considerado um fundamento.
por exemplo, no post:
http://
portugalcontemporaneo.blo...mensamente.html
ele diz:
"Luz eléctrica, medicamentos, automóveis, aviões, física mecânica e nuclear, computadores, ADN, internet, democracia, liberdade económica, tudo isso, quase sem excepção, foi inventado ou descoberto nos países protestantes."
Ora em resposta a essa afirmação eu mostre-lhe que a electricidade foi inicialmente investigada principalmente nos paises catolicos, a fisica mecanica começou a ser investigada nos paises catolicos, a fisica nuclear teve uma importante contribuição de investigadores oriundos de paises catolicos e outra ainda mais importante de judeus, a genetica foi criada por mendel, um monge catolico, lembro a crucial importancia do frances e catolico Pasteur para a medicina moderna, ele fala da internet, eu lembrei-lhe marconi e a invenção do radio, atribuir a invenção da democracia ao protestantismo é uma tolice; na altura não me lembrei mas podia ter lembrado do cinema e dos irmãos lumiere, em frança... e podia continuar por aí adiante.
A fundamentação que ele faz é muito duvidosa. Faz afirmações, por vezes certas, por vezes erradas. Mas fazer este tipo de afirmações tronituantes não é propriamente fundamentar uma afirmação.
Outro exemplo é ele dizer que a esmagadora maioria do clero catolico não é fiel ao voto de castidade. Isto para sustentar que a igreja alimenta a culpabilidade dos fieis. Não prova a afirmação que faz, que pelos estudos que tenho lido não é correcta, e a sua tese, comparando a igreja catolica com o protestantismo tradicional é errada. No protestantismo, principalmente no calvinismo a culpabilidade é muito mais alimentada.
A ideia base tem pernas para andar. A religião, desde o modo como se organiza até às suas crenças basicas influencia imenso a sociedade, mesmo os que não aderem a essa fé religiosa. Mas depois ao concretizar essa ideia basilar falha por todo o lado, faltam-lhe conhecimentos e diria que lhe falta discernimento. Falta-lhe flexibilidade mental. Ao esticar ao extremo essa influencia, ao reduzir essa influencia a uma visão dicotomica, acaba por cometer erros crassos.
Cam |
07.03.09 - 12:18 pm | #
|
|
Caro PA,
Se calhar o nosso problema é simplesmente imaturidade epistimológica.
José Silva |
Homepage |
07.03.09 - 11:25 am | #
|
|
Caro anónimo, discordo da sua opinião.
Eu já sigo o PC diariamente há uns meses e, pelo que me vou apercebendo, muito poucas pessoas contradizem os argumentos e teses do PA ou dos outros autores do blog.
O que muitas fazem é emitir juízos de valor e, sobretudo, criticar o autor e não os seus argumentos.
Eu já concordei e discordei do PA. Sempre que discordei obtive respostas (ou aqui ou em novos posts) objectivas e fundamentadas às minhas questões.
---
"Que contributo dá ao debate? Quase nenhum. Não dialoga com quem o contradiz, mas derrete-se em elogios para quem o apoia." - Anonymous | 07.02.09 - 11:52 pm (http://www.haloscan.com/comments/pcontemporaneo/
1870478848345755780/#214423)
---
Anonymous |
07.03.09 - 11:00 am | #
|
|
-Falta de estudo prévio;
É para rir? O PA a criticar a falta de estudo previo! Manda mensagens atras de mensagens em que quem está minimamente informado percebe imediatamente que lhe falta muito estudo e informação sobre o assunto de que fala.
-Incapacidade de abstracção;
pois, pois, só que por vezes a abstração é tanta que perde o contacto com a realidade. Principalmente quando manifestamente o autor das teoria arrojada conhece mal a realidade. Por vezes nem parece abstração mas alucinação.
-Excepcionalismo ou particularismo (argumentar com base em excepções ou casos particulares)
O problema é que quando as excepções são multidão deixam de ser excepções.
Mas voltemos à falta de estudo previo. Ainda estou à espero do estudo que mostra que a enorme maioria do clero catolico não cumpre o voto de castidade.
Junto a esta espera os dados que mostram que na africa a implantação do catolicismo é assim tão superior à do protestantismo. De preferencia correlacionando as %s de catolicos e protestantes com a natureza catolica ou protestante do pais ex-colonizador.
Isto implica estudo, coisa que o PA não fez. Implica conhecimentos sobre o tema, coisa que o PA não tem. Conhece mal a doutrina, conhece mal a historia, conhece mal a realidade actual no terreno.
mas falta aí um 6º factor. Debater implica ouvir o outro. E o PA é quase completamente surdo. Quase, tem o ouvido filtrador, só vê aquilo que lhe parece apoiar a tese pré-concebida.
Um debate não é um dialogo de surdos e debater com o PA ou com um gravador é bastante parecido, o gravador não ouve o que dizemos, limita-se a despejar aquilo que gravou previamente, não altera o discurso seja qual for as razões que sejam invocadas pelo outro.
Mas ouvir implica ter capacidade de abstração. E a verdadeira capacidade de abstração não procura explicar toda a sociedade, com toda a sua enorme complexidade, com base apenas numa dicotomia prot/cat, procuraria dimensionar e calibrar os diferentes factores, as diferentes influencias para conseguir discernir melhor a origem das diferenças observadas. Uma explicação dicotomica, ainda por cima sendo o protestantismo profundamente diferenciado não é propriamente um exemplo brilhante de capacidade de abstração. É uma explicação fácil, um atalho para quando se conhece mal a realidade nos seus diferentes factores.
Cam |
07.03.09 - 10:09 am | #
|
|
Agora fico à espera de uma resposta.
Judas Iscariotes |
Homepage |
07.03.09 - 2:51 am | #
|
|
Querias debate? Ai o tens: Pretextos da revolução protestante e sua refutação. Retirado daqui: www.revolucao-contrarevolucao.com
Judas Iscariotes |
Homepage |
07.03.09 - 2:50 am | #
|
|
Pretexto - A Igreja Católica encontrava-se em uma fase de decadência. Os abusos proliferavam. A venda de cargos eclesiásticos, a vida de luxo em que vivia o alto clero, a corrupção de muitos prelados escandalizavam os fiéis. A reforma foi uma reação contra este estado de coisas, com o objetivo de restaurar a Igreja e restabelecer a sua simplicidade primitiva.
Refutação - Descontados todos os exageros apresentados por certos livros de História, lamentavelmente havia na época muitos abusos, e era grande a decadência dos costumes eclesiásticos. A par, aliás, de muita virtude e muita santidade. Entretanto, os historiadores modernos reconhecem que isto não foi verdadeiramente a causa da revolução protestante.
A verdadeira reforma católica, e que corrigiu verdadeiramente os abusos existentes, teve início antes de Lutero começar a difundir os seus erros. Portanto, quando explodiu a Pseudo-reforma, as condições da Igreja haviam melhorado sensivelmente. Os verdadeiros reformadores católicos já haviam iniciado a sua obra regeneradora.
Ademais, a vida corrupta de Lutero e de outros falsos reformadores desmente essa alegação, pois de fato eles contribuíram para aumentar a decadência dos costumes, permitindo a introdução do divórcio e até autorizando a bigamia, além de abolir o celibato eclesiástico.
Finalmente, o que os protestantes atacavam não eram os eventuais abusos, mas a própria instituição hierárquica do clero e o que a doutrina católica tinha de mais essencial. A doutrina de Lutero mostra bem que ele pregava uma nova religião, e não uma reforma na Igreja Católica.
Pretexto - A Bíblia, palavra de Deus, era desconhecida dos fiéis. Os padres escondiam a Bíblia, para impor ao povo simples uma religião que não correspondia aos verdadeiros ensinamentos de Cristo, e assim conservar os seus privilégios pessoais.
Refutação - Em qualquer época histórica, a Igreja recomenda aos fiéis cautela na leitura da Bíblia, dada a grande dificuldade de interpretação de certos textos.
Isto entretanto não significa que naquela época os fiéis não pudessem ler os Livros Sagrados. Muito antes de Lutero, com o desenvolvimento da imprensa, a Bíblia era largamente difundida pelos vários países da Europa. Desde o aparecimento da imprensa até 1520, surgiram 156 edições da Bíblia am latim. Para atender ao público que não entendia o latim, foram feitas numerosas traduções para a língua vernácula. Entre 1466 e 1520 surgiram 22 edições da Bíblia traduzida para o alemão. A primeira tradução italiana surgiu em 1471; a holandesa em 1477; a francesa em 1487; e a espanhola em 1485. A tiragem de cada edição variava de 250 a 1600 exemplares.
Portanto, a afirmação de que foram os protestantes que possibilitaram ao povo a leitura da Bíblia não passa de uma das muitas invenções criadas pelo ódio à Igreja Católica, sem qualquer fundamento histórico.
Pretexto - A Religião, como aliás toda a sociedade humana, é fruto da economia. As grandes transformações econômicas do século XVI tiveram grandes repercussões no terreno religioso, dando origem à reforma protestante.
Refutação - Essa tese corresponde à interpretação marxista da História. O materialismo histórico é que coloca a economia como sendo o eixo em torno do qual giram os acontecimentos humanos.
Se esta tese fosse verdadeira, a reforma protestante deveria ter estourado na Itália, que era sem dúvida a mais "avançada" região européia da época. A Itália prosperava enormemente, e seus homens de negócio manobravam grande parte da economia de então. Basta lembrar o exemplo dos Médicis, para se ter uma idéia do desenvolvimento econômico da Península. A burguesia italiana era uma das mais prósperas e importantes do século XVI. Pelo contrário, a revolução protestante encontrou seus primeiros sucessos na Alemanha, menos desenvolvida economicamente naquele tempo.
Convém lembrar ainda que os grandes homens de negócio, os que manobravam as grandes fortunas, até o século XVII eram em sua maioria católicos.
Pretexto - A reforma foi uma conseqüência da ambição dos príncipes alemães, que queriam apoderar-se dos bens da Igreja e subtrair-se à autoridade do Imperador.
Refutação - É certo que a ambição dos príncipes alemães contribuiu poderosamente para a consolidação e expansão do protestantismo, como também é certo que alguns deles procuraram tirar vantagens políticas e econômicas da luta religiosa. Mas é historicamente certo também que a maioria dos príncipes que apoiaram Lutero agiu por razões religiosas.
Além disso, a posição dos príncipes que apoiavam a revolução protestante não era tão cômoda como parece. Na Alemanha, por exemplo, os príncipes protestantes tiveram que travar uma guerra prolongada com o Imperador Carlos V. Portanto, apoiar os protestantes não era tão vantajoso assim. Inclusive corriam o risco de perderem os próprios bens, em caso de derrota.
Por outro lado, houve na mesma época príncipes católicos que, apesar de perseguir os protestantes, também confiscaram bens eclesiásticos, como foi o caso do Rei Francisco I, da França.
Pretexto - O protestantismo foi fruto da revolta das classes humildes contra as oligarquias eclesiásticas e civis dominantes na época.
Refutação - Esta tese pode ser refutada apenas pela demonstração de que havia protestantes em todas as classes sociais, desde os camponeses até a mais alta nobreza. A parte mais propulsora do protestantismo era precisamente a formada pelo alto clero, alta burguesia e alta nobreza. Basta citar o exemplo da Inglaterra, em que o Rei Henrique VIII, com o apoio do episcopado e da nobreza, levou toda a nação à apostasia.
Pretexto - O Papa Leão X, com o objetivo de conseguir dinheiro para a construção da Basílica de São Pedro, iludia o povo ignorante com a venda de indulgências. Lutero revoltou-se contra isso e procurou esclarecer o povo. Em conseqüência, foi excomungado e expulso da Igreja.
Refutação - Indulgência, no sentido mais amplo da palavra, significa perdão da culpa ou pena merecida. Em linguagem teológica tem sentido mais restrito, e significa o perdão da pena que se deveria sofrer no Purgatório pelos pecados já cometidos, e já perdoados quanto á culpa.
Deus, ao perdoar os pecados, pode reservar-lhe certa pena ou castigo a sofrer no Purgatório. Para evitar essa pena, temos dois modos: um é praticar boas obras na graça de Deus; o outro é alcançar indulgências. Por estas, a autoridade eclesiástica perdoa-nos no todo ou em parte essa pena, aplicando em nosso favor as satisfações de Cristo e dos santos.
Para lucrar as indulgências, além dos requisitos que prescreve quem as concede, é necessário estar na graça de Deus. A doutrina das indulgências sempre foi aceita e posta em prática na Igreja.
O Papa Leão X, para conseguir fundos para a construção da Basílica de São Pedro, concedeu uma indulgência plenária a quem, estando nas disposições necessárias para lucrar a indulgência, entregasse uma esmola para esse fim. Lutero, que não admitia a necessidade da cooperação do homem na obra da salvação, não aceitava a doutrina da Igreja sobre as indulgências. Pode ter havido abusos, mas foi contra a própria doutrina católica a respeito desse ponto que Lutero se revoltou.
Aliás, a "questão das indulgências" foi mero pretexto para a revolta. Vários anos antes, Lutero já defendia e propagava idéias abertamente heréticas. Por detrás da questão das indulgências estava a negação de vários outros pontos doutrinários.
Judas Iscariotes |
Homepage |
07.03.09 - 2:49 am | #
|
|
Julgas-te isento de culpa, Arroja?
Judas Iscariotes |
Homepage |
07.03.09 - 2:47 am | #
|
|
"Estes cinco factores existem porque há quem insista em contraditar as suas teorias protestantes e insultos católicos."
Pense muito bem naquilo que escreveu... e verifique se não lhe dá um pouco de comichão no cerebro.
Anonymous |
07.03.09 - 1:22 am | #
|
|
He does not debate because if he tries to debate in this blog or anywhere in Portugal , he gets attacked, his ideas get attacked and things never get anywhere, short and simple!
Jorge |
07.03.09 - 1:07 am | #
|
|
Estes cinco factores existem porque há quem insista em contraditar as suas teorias protestantes e insultos católicos.
Que contributo dá ao debate? Quase nenhum. Não dialoga com quem o contradiz, mas derrete-se em elogios para quem o apoia.
Anonymous |
07.02.09 - 11:52 pm | #
|
|
|
Commenting by HaloScan
|