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Eu consigo ter muitas sensações desagradáveis a ler Kant, mas não essa. É até bastante claro o que Kant pretende na CRPura. Em oposição os empiristas, ele pensa que nem todo o conhecimento substantivo (i.e., que não é meramente verbal ou conceptual) é *a posteriori*, dependente da experiência. Ou seja, pensa que há conhecimento substantivo a *priori*. O que pretende descobrir é como é possível esse conhecimento e quais são os seus limites. A sua resposta pode ser obscura e tortuosa em muitos aspectos, mas o problema até é bastante claro.
Pedro
Pedro Galvão |
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07.04.09 - 3:18 am | #
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Por insondáveis caprichos do "haloscan", o comentário anterior não apareceu assinado, mas era meu.
Debulhado em lágrimas, só espero que, um dia, me possam perdoar.
JVA
Anonymous |
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07.04.09 - 12:58 am | #
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E, depois, note-se o adestramento na novilíngua: o Jaquim não experimenta; o Jaquim "experiencia". Provavelmente, também não obsta, "obstaculiza"; não recebe, "recepcionaliza"; e não vê ou visiona, "visionaliza".
E o pândego do Kant é que é aldrabão.
))
Anonymous |
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07.04.09 - 12:56 am | #
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Isto, valha a verdade, já dá para tudo. É uma parada de mirabolâncias a cada segundo.
É então isto um homem de escol - ou, se fizer questão de insistir no galicismo, de “élite”. E que, pormenor pitoresco, contribui inestimavelmente para o “debate racional de ideias” e se revela radicalmente isento dos pecadilhos que, na esteira da fecundíssima doutrina arrojiana, impossibilitam o debate entre “caths”: denota, nomeadamente, um aturado “estudo prévio”, uma formidável “capacidade de abstracção”, uma “focalização” assombrosa e uma capacidade heróica de evitar a “pessoalização” e os ataques "ad hominem", bem como os “excepcionalismos & particularismos”.
Moral da história: estão verdes, não prestam.
JVA
Anonymous |
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07.04.09 - 12:44 am | #
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"hahahahahahaha"? Mas há o quê?
Isto é que é uma besta!
Anonymous |
07.03.09 - 4:56 pm | #
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"Já vos aconteceu chegarem ao fim de um livro e não serem capazes de explicar o que é que o autor pretendia? Podem experienciar essa sensação lendo:
Immanuel Kant, Kritik der Reinen Vernunft (1781)
Friedrich Hegel, Phänomenologie des Geistes (1807)
Martin Heidegger, Sein und Zeit (1927)
" Joaquim
Caro Joaquim,
Só faltou mesmo acrescentar o PA a essa lista de autores... não consigo apreender, afinal de contas, a conclusão é que ele chegou, não consigo; admito ser problema meu.
Em face da inexistencia de conclusões do próprio, eu concluí que aos povos de cultura católica apenas resta o definhamento?
RB
Ricciardi |
07.03.09 - 11:30 am | #
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Anonymous | 07.03.09 - 10:13 am | #
Este comentário é meu.
Dragão
Anonymous |
07.03.09 - 11:04 am | #
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Martin Heidegger, Sein und Zeit (1927)
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Não consegui ler o livro todo, não cheguei ao fim.
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Mas valeu a pena pela meia dúzia de pérolas que nele encontrei.
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ccz
Anonymous |
07.03.09 - 10:49 am | #
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"They say jump
Ya say how high
Ya brain dead
Ya gotta fuckin' bullet in your head"
Homem de Elite versao filosofo matarruano as quintas e side conas o resto da semana...
hahahahahahaha
Anonymous |
07.03.09 - 10:13 am | #
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Olhe, Joaquim !. Repare outra vez na mirada que lhe está a fazer o Hegel da imagem elegida para acompanhar o post. Repare em que o raparigo depois de ouvir isto e ter a escrita no seu lado que até nem parece nem irritado minimamente por nao poder intervir. Mais bem o contrario. Como que ja da por coisa feita e conhecido o texto e nem se asombra...
A olhada e como se diz, bem expresiva.Ou como se diz que as veces nos fazem os prots. Mirarnos (com evidentes racoes) por acima do hombro...
Anonymous |
07.03.09 - 7:52 am | #
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Commenting by HaloScan
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