|
|
|
Pergunta:
- Não será justo, correcto e recomendavél, usarmos de violência para pararmos o Bloco de Esterco?
Anonymous |
11.10.09 - 2:51 pm | #
|
|
portanto, não sendo liberal nem socialista, optava pela c).
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 1:38 pm | #
|
|
RA
Como se pode ver, o casamento tipificado pelo Estado só servirá para destruir a natureza e próprio sentido de uma instituição social natural.
Só existe um caminho para o conservadorismo social:
A separação do Estado dessas "instituições osciais naturais" que para poderem a sobreviver terão de reivindicar o direito a existirem e isso só será possível, por paradoxo que pareça, por defender que o Estado nem sequer tem legitimidade nem sequer qualquer função em as querer tipificar.
Porque nesse caminho vemos qual é o resultado: é o esvaziamento completo.
Em modo futurista o que consigo ver é que o Estado irá até crescentemente tomar conta das crianças.
Já o faz, dá-lhes todos os seus direitos, educação com programa por si decidido, incentivos ao primeiro emprego, etc...
Vai querer tomar conta da sua alimentação, e o que mais vier.
CN |
11.10.09 - 1:21 pm | #
|
|
O caricato é isto- chegou-se ao ponto onde bastam meia dúzia de gatos pingados para se alterar os costumes de um povo.
Anda tudo a toque de caixa desta meia dúzia.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:11 pm | #
|
|
Mas o Rui repare como até nas eleições, só pela MFL não ir atrás da cantiga, arranjaram pretexto para a chamar reaccionária.
Eu penso que é preciso, antes de mais, desmontar as agendas deles. E desmontar até o facto de nem precisarem de gente concreta dentro- ninguém viu bloqueio na ponte, feito por gays que querem casar e não podem.
É preciso ir lá aos lobbies e pegar no que eles próprios dizem. E depois ligá-los aos grupos parlamentares que têm tacho precisamente para fabricarem novas leis.
São sempre as mesmas pessoas. Até já deixei aqui o link.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:09 pm | #
|
|
Olá Rui,
Eu preferia uma "abordagem à português".
Palavra. O nosso mal é querer imitar tudo e andar a correr atrás de quem corre sem saber para onde.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:04 pm | #
|
|
Rui
Está a ver como o tema é pertinente?
Gostei de ler os comentários, porque nos ajudam a perceber melhor o que se está realmente a passar.
Gostei da abordagem que nos lembra que este processo é mais global do que local.
E da abordagem que nos lembra uma motivação "hedonista" e "egoísta" por detrás de muitas propostas apresentadas como "justas" e "igualitárias".
Quando inicialmente li o post, não pensei apenas nesta proposta específica mais recente, pensei em todas as amolgadelas e erosões de uma estrutura social e cultural. De forma sistemática.
E não é apenas pela via da lei,um processo formal digamos assim. É também e sobretudo um processo insidioso, informal.
Também não penso estar a desenvolver uma qualquer fobia ao socialismo. Já cá ando há anos suficientes (Céus!) para ter visto que há fórmulas sociais que não funcionam ou, a funcionar, é à custa de uma maioria de indivíduos que sustentam a máquina.
Mas também é certo que esta fórmula actual do socialismo é um híbrido que não se recomenda.
Já viram o "War Inc." com o John Cusack? É uma magnífica metáfora ao caos que nos espera. Se quiserem passar por lá: http://rio_sem_regresso.blogs.sapo.pt/
Os valores aqui em questão estão muito para além das "causas fracturantes", isso é o que é colocado à luz para desviar a atenção do essencial. E o essencial são os valores-base que nos caracterizam como sociedade coivilizada: a liberdade, o respeito pela vida, a justiça.
Ana Fernandes |
Homepage |
11.10.09 - 12:58 pm | #
|
|
Decisão individual numa sociedade parece-me uma utopia.
Como é possivel viver em sociedade e haver a possibilidade de cada um decidir o que melhor lhe convém?
Vejamos, a história ensinou-nos que se deixarmos algumas matérias à consideração individual, a sociedade como um todo não evolui, regride... a escolaridade obrigatória é um exemplo paradigmatico; até há bem pouco tempo deixava-se à decisão dos pais a frequencia do filho na escola; o resultado era obvio... analfabetismo; os pais preferiam que os filhos fossem trabalhar.
Foi necessaria a intervenção do estado para acabar com a decisão individual dos pais.
Fica pois claro que há muitas matérias aonde não pode haver decisão ou liberdade individual; genéricamente todas aquelas que implicam na vida de terceiros.
E depois parace-me de bom senso respeitar as tradições, ainda que que se possa evoluir. Em roma sê romano.
Pronto, se calhar fiquei traumatizado com o que me aconteceu... quando reservei um quarto num hotel; lá chegado, verifiquei que os homens andavam todos aos beijos com outros homens, de forma ostensiva, no restaurante, na piscina... achei estranho e indaguei junta da recepção... afinal de contas estava num hotel gay, sem o saber a priori, eu era o unico que trazia uma mulher.
Agora, com a aprovação destas novas leis, imagino que estas cenas vão ser comuns nos outros hoteis, sem que seja considerado um atentado ao pudor.
Tenho sempre a liberdade, de pegar nos meus filhos e ir embora.
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 10:08 am | #
|
|
Olá, Zazie, que tal esta abordagem liberal-conservadora?
RA
Anonymous |
11.10.09 - 3:05 am | #
|
|
Posso estar enganada, mas é por aqui- por esta ideia hedonista e individualista- sempre com medo de "não acompanharem os tempos" ou "não aceitarem as diferenças e mudanças" que se dá o encontro entre a "escardalhada fracturante" que toca faz de arauto dessa "mudança" (que mais não é que uma agenda) e os liberais progressistas, sejam eles quem forem.
De fora fica sempre o bom-senso e os que ainda pensam verdadeiramente no colectivo e sentem responsabilidades por este espatifar de uma boa ordem.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 2:52 am | #
|
|
Beijinho, Cirilo. Obrigada.
Deixo também uma correcção para o que a Ana Fernandes disse.
Li-a demasiado à pressa.
Ela tem razão quando mostra a falsa ideia de colectivo que a esquerda fracturante usa para fazer passar militâncias de lobby em nome de minorias.
É verdade. Por isso mesmo também se torna pertinente perceber o motivo pelo qual o consegue agora com mais facilidade.
A globalização e a UE. todos os organismos de normalização a grande escala propiciam estas contradições.
Neste caso (como até noutros em que se inclui o caos da finança) é a falsa ideia de benefício colectivo que sustenta o inverso, à custa do maior egoísmo.
São precisamente os arautos propagandistas das minorias que fazem valer o darwinismo hedonista das modas, sem as quais nem havia direitos de casal- mas sempre de colectivo e família, e muito menos poderiam passar por justiça a discriminações ou faltas de direitos.
O modo mais fácil de o desmontar é ver como chamam direito de adopção como direito a ter filhos, em função do status social que querem alcançar e nunca do terceiro termo para quem a adopção existe- a criança orfã.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 2:45 am | #
|
|
E, o problema das Anas Fernandes que temem papões socialistas em casa é este.
Enquanto temem a resistência do colectivo nacional nem se dão conta que estão a escancarar e a oferecer o que resta de liberdade nacional à socialização internacional e global.
Porque, meus caros- os sistemas neoliberais e socialistas são duas faces da mesma moeda.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:58 am | #
|
|
Além do mais, esta mania de tirar Estado às pinguinhas é uma incongruência utópica absolutamente inviável.
Nem as igrejas iam agora ter um boom de política de terra queimada, nem todas as outras questões paralelas deixavam de existir sem lei.
Há lei, e cada vez até existe tendência para leis lá longe- no cu de judas- na aldeia global dos burocratas.
Ora, a aldeia global dos burocratas foi tomada por todos estes lobbys fracturantes enquanto v.s debatiam escolas de Chicago ou Austríacas, e o resto da malta andava a apanhar bonés.
O mundo às avessas é deles. Têm os lobbys, as ONGs que ninguém mais se lembrou de deitar a mão, os dinheiros, os parlamentos, a ONU, a UE, os Tribunais Internacionais, as Asaes- em suma- a normalização.
Se isto aparece por cá é apenas por essa via- por extensão e importação de fora. porque os lobbies são poderosíssimos e estão internacionalizados.
Portanto, o gigantesco erro da moda- dos progressistas ditos de "Direita" é esquecerem-se que o Admirável Mundo Novo não é nacional- não é local- não funciona por países mas por modas de fora.
E, assim sendo, a única forma de evitar essa cilindragem é pela única resistência possível- a que ainda existe- a caseira- a nacional- a da pequena escala que é a do país e não do Internacionalismo de teorias ou globalizações de ideias.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:54 am | #
|
|
Olá Zazie.
Não posso acrescentar nada à discussão, pois tu açambarcas todos os troféus em discussão (no bom sentido).
Eu tendo a considerar-me liberal, no domínio económico até quase radical.
Mas queria dizer que é muito interessante ler-te e reflectir acerca dos teus argumentos.
Para mim és uma pessoa de discussão sempre relevante, sobretudo na perspectiva de moderar a concepção ideológica com outros aspectos mais sociais, históricos ou mesmo psicológicos, como der mais jeito.
Por isso, os meus parabéns, e que continues sempre com essa pujança toda.
Beijito
Cirilo Marinho |
11.10.09 - 1:53 am | #
|
|
Por outro lado, se o liberalismo se pretende uma qualquer ideia sobre a sociedade- e até teoriza vantagens colectivas em matéria de economia (e eu não as desprezo nesse campo, a todas, em absoluto) então também tem de ser sempre um pensamento que tem em vista a sociedade, o seu funcionamento, e o futuro.
Porque, se é apenas um estado de alma, uma pequena inclinação pessoal, até se podia chamar poesia.
E é sempre aqui que o dito cujo encalha.
Quando se mete nas leis da economia chega a esquecer que a dita cuja tem gente dentro (no outro dia a Ana Fernandes também fez esta descoberta- que afinal de contas as teorias liberais também parece que tinham algo a ver com a sociedade).
Quando se mete nos costumes e na moral- esquece que também não é coisa do âmbito privado.
Pois, se fosse tudo privado, os autores não lhe tinham chamado teoria liberal mas solilóquios.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:40 am | #
|
|
Por outras palavras- nem sei o que é isso de liberalismo já que há ismos para todos os gostos.
Mas uma de uma coisa tenho a certeza- não pode haver base católica para legitimar uma família alternativa.
Nenhuma. Ninguém que se diz católico pode desencantar justificações para se aprovar e apenas atirar com as culpas para o Estado.
Como se sem estado o problema deixasse de existir.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:34 am | #
|
|
Eu sei qual é a ideia do CN e dos anarquistas em geral.
É sempre a imagem do condomínio privado, da propriedade privada e a do direito ao ostracismo do que não se quer.
Mas, neste caso, como noutros onde podem entrar menores, eles ficam sem um único argumento moral ao validarem um mundo às avessas sem lei, para quem não tem alternativa de escolha.
E, o resultado ainda acaba por ser mais ateu e egoísta.
Se o direito a ostracizar o casal é viável como "direito de condomínio" ou de empregador (na mesma lógica que também defendia o direito ao aborto para quem quer, e o ostracismo de quem abortou para quem não quer- esquecendo o ser que foi morto sem entrar no jogo anarquista) então também é viável ser-se indiferente pela colectividade e pelos que vão apanhar com mais este capricho.
Eu admito que se defenda isto. Ali em baixo a Ana Fernandes chamou socialismo à responsabilidade.
Eu chamo apenas irresponsabilidade sem moral, a quem passa por cima destas consequências de capricho e proselitismo de lobby.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:31 am | #
|
|
E, as atribuições de parentesco não são coisas inventadas pelo Estado ou que deixam de ser problemas sociais se o Estado se colocar à parte.
O Estado mais não fez que atribuir regras às relações de parentesco.
Razão pela qual também existem proibições de idade ou de nº de parceiros a entrarem nessa base de parentesco.
E, nunca, desde que o mundo é mundo, alguma sociedade inventou essa base a partir do que não é. Nunca dois homens ou duas mulheres foram considerados pai e mãe ou marido e mulher, ou sogra e nora, ou avô e avó.
As palavras são muito importantes precisamente porque demonstram o nonsense que agora se pretende fazer passar por um "evolucionismo do casal".
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:22 am | #
|
|
Por outro lado, a partir do momento em que se inventa uma falsa realidade, também não pode haver pretexto para impedir que tentem fazer o mesmo que os casais viáveis.
E é aqui que o mundo fica às avessas porque o proselitismo da diferença nunca teve como intenção militante a auto-aniquilação.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:17 am | #
|
|
Nem é casamento- sempre foi atribuição de relações de parentesco.
E nunca poderão inventar uma palavra para um parentesco inexistente, enquanto base a partir da qual se desenvolve a família-
Só existe uma família- a biologicamente viável.
E nessa é que depois se podem incluir sexualidades diferentes; amantes de ambos os géneros e o mais que houver.
Mas nunca se poderá chamar mãe a um homem e pai a uma mulher.
Mesmo numa dita família que inventa filhos que não pode gerar- tem de existir sexos diferentes para esses filhos fornecidos de fora da instituição que querem legalizar.
Ora, assim sendo, nem sequer se pode chamar um casamento monogâmico.
zazie |
Homepage |
11.10.09 - 1:15 am | #
|
|
Carlos,
Vamos lá a ver: os liberais acreditam que da ordem espontânea nascem instituições. No caso vertente - o casamento - independentemente dele ser celebrado perante um oficial de justiça, do estado ou da Igreja, ele foi, ao longo do tempo, estatuído como um vínculo contratual celebrado entre pessoas de sexo oposto. A finalidade deste tipo de contratos - e há liberais, como o Becker, que o analisaram profundamente - está na criação de condições objectivas e subjectivas para a constituição da família e para a maximização de algumas capacidades e necessidades individuais. A isso, ao longo dos séculos, chamou-se casamento. Nunca da ordem espontânea resultou um «casamento» entre pessoas de sexo igual. Note-se que nada tenho contra a associação e a vida em comum legitimada pelo direito de pessoas do mesmo sexo. Mas não se chama «casamento». Aquilo a que estamos a assistir é à subversão de uma instituição nascida da ordem social espontânea pelo legislador. É em relação a isto que o espírito liberal deve manifestar-se, a meu ver, em comunhão com o melhor conservadorismo.
RA
Anonymous |
11.10.09 - 1:03 am | #
|
|
Caro Rui
J
á tenho escrito muitas vezes sobre esse assunto e acho que já sou acompanhado por alguns.
O único caminho eficaz e realista é reivindicar a total separação do Estado de qualquer instituição social.
O casamento deve simplesmente sair do código civil e de qualquer menção legislativa.
Utilizemos o argumento de esquerda da neutralidade do Estado em todo o seu esplendor.
Cada um que chame casamento ao que quiser e fa
ça o contrato civil que entender na sua cerimónia.
Se assim for, com toda a certeza as religi
ões poderão retomar o papel que sempre tiveram. Talvez o casamento católico passe a ser celebrado acompanhado de um contrato civil tipo aprovado pela Igreja que corresponda ao que pretende que tal seja. Talvez cada religião passe a fazê-lo também.
E este princ
Ãpio deve ser estendido a toda e qualquer instituição social que em tempos o conservadorismo pensou manter através de via legislativa a seu favor.
Mas essa guerra est
á perdida. O estado moderno de social-democracia (de direita e esquerda) é uma máquina de imposição de neutralidade e igualdade forçada.
Todo e qualquer tipo de institui
ção social vai ser destruÃda por essa máquina que se encaminha para o "Brave New World". É completamente ingénuo e irrealista pensar que vai ser de outra forma.
O único caminho liberal e conservador é:
- combater o estatismo sobre todas as formas
- reclamar o argumento que essa m
áquina ergue para se impor: a completa neutralidade de modo ao conservadorismo reclamar o direito a existência.
O Estado n
ão tem nada de se meter no casamento, ou por outra, é preciso matar o casamento civil para recuperar o casamento como instituição social espontânea.
Desta forma qualquer conjunto de dois ou mais pessoas pode "casar-se" como bem quiser e chamar-lhe o que quiser.
Se pensarmos nisso, é completamente ridÃculo a celebração de um casamento civil na presença de um representante do Estado.
CN |
11.10.09 - 12:03 am | #
|
|
voto na b e desde qua a decisão de adesão de outros seja lá ao que for não me custe dinheiro antes , durante e após. que cada um deve arcar com as consequências do que decide.
m |
11.09.09 - 11:58 pm | #
|
|
Caso Freeport
Primo de Sócrates já prestou declarações
Por Felícia Cabrita e Ana Paula Azevedo
Hoje José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, prestou declarações hoje de manhã e negou ser ele o ‘Bernardo’ e o ‘Gordo’ referidos nos emails de administradores da Freeport.
Curioso. É que o sujeito por acaso nem se chama Bernardo, nem é gordo.
Corja de aldrabões e gatunos.
Anonymous |
11.09.09 - 11:44 pm | #
|
|
A zazie já disse tudo...
Anonymous |
11.09.09 - 11:27 pm | #
|
|
Muito importante:
SÃO ROSAS, SENHOR
Isto é tudo muito divertido. Uma televisão "apurou" que a PJ apurou - com fotos ou facebook, não se sabe bem - que o dr. Vara se encontrou com o ex-sucateiro Godinho num parque de estacionamento, de carro para carro. Godinho entregou um saco com qualquer coisa a Vara, Vara olhou para dentro do saco, sorriu e foi-se embora. Chamam a isto uma notícia.
Publicada por João Gonçalves
Anonymous |
11.09.09 - 11:22 pm | #
|
|
obrigado
FV |
11.09.09 - 11:22 pm | #
|
|
Esta sociedade está podre e se calhar terá de ser tratada à lei da bala.
Além de quererem dar estatuto legal à paneleiragem, criaram uma sociedade multicultural que está a destruír a identidade nacional.
Tem de por cobro a isto.
Anonymous |
11.09.09 - 11:20 pm | #
|
|
ILGA- PMA-
«Os países europeus em que a Procriação Medicamente Assistida (PMA) está disponível para lésbicas incluem a Dinamarca, a Holanda, a Finlândia, a Suécia, a Rússia, o Reino Unido, a Irlanda e Espanha. Desde 1988 que estas técnicas estão disponíveis em Espanha para qualquer mulher maior, em bom estado de saúde psico-física, que, uma vez tendo sido prévia e devidamente informada, aceite recorrer à PMA de forma livre e consciente.
e mais direitos de adopção.
Um testemunho LGBT:
Cerca de 1 milhão de pessoas constituem famílias com base em casais ou pessoas homossexuais e seus filhos só nos EUA; em Espanha já há 10 anos que se fala do baby boom lésbico; em França, que não é pêra doce nestas questões, a APGL (associação de pais e mães G e L) é um caso de sucesso, com milhares de associados. Até em Pt, de há uns poucos de anos para cá, nós andamos a reproduzir-nos, na falta do direito de adoptar casais.
Os psico, a família alternativa e a educação sexual do futuro:
Educação sexual- Coulson: «Em Novembro de 2004, estive em Portu¬gal a estudar os materiais de educação sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado. Talvez não ha¬ja em todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers testámos nos anos 60. Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores. Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos. Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educa¬ção sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.»
Há mais e com consequências bem discriminatórias de quem fornece esta “família alternativa” e nem nome tem nela como escravo ou abelha mãe.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:17 pm | #
|
|
Ilga- uniões de facto- o que queremos
«Adopção: o direito à adopção continua consignado apenas para as uniões de facto entre pessoas de sexo diferente.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:17 pm | #
|
|
ILGA - «
«É grave que apenas um partido se lembre da existência de múltiplas formas de família que deveriam ser igualmente válidas perante a lei - e é grave que esse partido não actue em conformidade com este princípio.
É particularmente grave que nenhum partido tenha tomado em consideração a relevância da PMA para casais de lésbicas e para mulheres lésbicas. »
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:16 pm | #
|
|
Fertility Institutes- Programas de filhos para gays
filhos de transgenders
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:16 pm | #
|
|
Inseminação artificial em Inglaterra, para grupos LGBT
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:15 pm | #
|
|
Aqui uns tirados de um post:
PMA para lésbicas:
««The 'need for a father'
The present legal requirement upon fertility clinics to consider the 'need for a father' before granting treatment routinely encourages lesbians to make informal arrangements outside the safety and protection of formal healthcare. Soon, clinics will instead be required to consider the need for 'supportive parenting'. This will ensure lesbian couples are not unfairly discriminated against.
Legal parenthood
The new legislation will mean that same-sex couples, including civil partners, are legally recognised as parents of children conceived during their relationship, from the moment of conception. Currently, same-sex partners must formally apply to adopt any child born in a relationship, in order to become a parent.»
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:15 pm | #
|
|
Para a educação sexual alternativa tenho post no cocanha com links.
Para a treta do casório e filhos de gays e coisas dessas há centenas de links com no google.
Se encontrar a lista que fiz boto aqui.
Há posts com 200 comentários e são meus, phónix! v,s interessam-se tanto por estas coisas como eu por novela.
È só para a boca byte.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:13 pm | #
|
|
Uma coisa eu sei- sempre soube cuidar de mim e do que botei no mundo e nunca precisei de andar "ó tio, ó tio, o que é que hei-de fazer".
Mas fartei-me de ver gente amiga assim-no ó tio, ó tio, e agora o que faço que já deixei fazer asneira".
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:06 pm | #
|
|
Mas eu nem sei o que é isso do colectivo "os pais liberais".
Ainda bem que já não tenho prole a precisar de reunião de família na escola alternativa.
Nem sei em que lado me havia de sentar se mandassem os pais liberais para um lado e os conservadores para outro e os alternativos no púlpito.

zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:04 pm | #
|
|
Se as crianças tiverem pais que não sejam analfabetos, sim.
Se não tiverem sequer pais- e são muitos os órfãos, não.
Mas se forem bastante analfabetos cabe-lhes apenas a orientação moral e de costumes- ninguém pode ensinar o que não sabe.
Estavam os filhos tramados se apenas aprendessem com a família.
Agora filhos do padeiro, com pais que dizem que não querem influenciar cria, isso há muito.
Geralmente acabam mal influenciados por outros.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 11:02 pm | #
|
|
Vou procurar isso dos links Sempre que há debate largo-os às centenas. Os últimos larguei-os aqui quando se falou disto ou das aulas de educação sexual.
Mas, a treta da mistura do criacionismo e evolucionismo com a família alternativa servia para quê?
Para se saber se os macacos eram macho ou 2 fêmeas ou se foi partogénese de trilobite?
Eu nunca os percebo com estas perguntas descabeladas.
De uma coisa tenho a certeza- nem sequer sabem em que consistiu a história da teoria da Evolução das Espécies- um dia destes pego no De Rerum Natura e faço post a sério com comparação com o Darwin e com divergentes pelo meio- ~~
Só por aí tem nascimento de teoria a partir do mito e já conhecida na Antiguidade Clássica.
No que diz respeito ao dito criacionismo é uma macacada à americana burra- como todas elas.
Porque, se alguma coisa podia provocar ligeiro estremecimento a uma suposta originalidade Bíblica, não era a Ciência, mas a História- e o conhecimento de narrativas mais antigas da Suméria.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:59 pm | #
|
|
A pergunta é simples: quando os liberais dizem que são os pais que devem ter responsabilidade total no ensino dos filhos, é para levar até as últimas consequências?
A zazie sabe a resposta? eu não...
FV |
11.09.09 - 10:57 pm | #
|
|
Mas v. é sempre assim desbocado com perguntas disparatadas a misturar criacionismos com casamento gay?
Porque não perguntar se existe paragem dp 749 no Marquês ou entrada Sul no metro de Santa Apolónia?
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:54 pm | #
|
|
zazie,
lamento não poder estar em cima do assunto em todos os temas, o que me leva a estes descuidos, por isso agradecia os links, que me pouparia o tempo e o trabalho de os procurar. 
É precisamente para ter feedback e perceber as objecções ao que penso que comento neste blog.
Se fosse para fazer claque política comentaria maioritariamente noutros blogues.
FV |
11.09.09 - 10:52 pm | #
|
|
"...Será que se a religião for mais moderna, i. "
O que é isso de religião mais moderna? Acha que religião verdadeira é uma questão de moda? Se acha,garanto-lhe que isso não é religião, seja ela qual for.
Religião tem princípios, dogmas, seja ela qual for. O que não se enquadrar nisto, não é religião é seita.
Anonymous |
11.09.09 - 10:49 pm | #
|
|
Aliás, eu tenho posts com debates entre psicólogos sobre o assunto-
Para além dos políticos e da militância byte também existem pessoas sérias que têm estudos publicados e até existem organizações de acolhimento para essas crianças traumatizadas.
O estrangeiro tem muito mais coisas do que aquelas que v.s aprendem, às pinguinhas, por novela de pacote fracturante.
Aliás, até na blogo existem algumas pessoas decentes- por serem médicos que, apesar de militarem no BE já se afastaram desta treta do casório, precisamente por saberem que serve para dar cabo de quem nem tem idade para isso e não vota- as crianças.
Um deles foi logo o Luís Januário que até conheço e outro que não é BE e anda sempre entre carne e peixe é o Filipe Nunes Vicente que até já chegou a pedir-me documentação sobre o assunto (links que eu larguei e que ele achou pertinentes).
O resto, para fazer a onda, passo- é sempre a maioria da manada.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:46 pm | #
|
|
Olhe, se está interessado em perceber, fazia o que faz qualquer pessoa verdadeiramente interessada nas consequências de caprichos de casalinhos.
Procurava informar-se a sério antes de tomar qualquer posição.
Agora se apenas está interessado em ganhar pontos de argumento demagógico ou escolástico, boa noite.
Por mim, não alimento hipócritas.
Se quiser que lhe forneça os links (já deixei dezenas e dezenas deles) até posso fazer-lhe esse favor.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:41 pm | #
|
|
"Mas v. pergunte se achava giro chamar mãe a um gajo com barbas ou pai a uma com mamas."
Até podia chamar mãe às duas ou pai aos dois, ou chamar pelo nome, mas acho que este exercício de criatividade não me vai ajudar a perceber se é prejudicial ou não para as crianças.
Com esta conversa lembrei-me da normal defesa intransigente por parte dos liberais dos pais a educarem como querem os filhos, com as naturais consequências da tolerância ao ensino do criacionismo como alternativa científica ao evolucionismo, etc. Será que se a religião for mais moderna, i. e. educação homossexual, o liberalismo também o colocará em pé de igualdade, em termos políticos, com o restante ensino?
FV |
11.09.09 - 10:36 pm | #
|
|
Ainda que não pareça até sou muito progressista.
Farto-me de lhes dar ideias ainda mais anormais para a família alternativa.
A dos aspiradores, por exemplo- ficava linda para a Câncio que já lhes faz funeral e missa por alma nos jornais.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:34 pm | #
|
|
Mas, não se armem em idiotas a vender a banha da cobra deles, com estas alíneas onde se esconde o resto do pacote.
É isto que os lobbies querem- Fazer de quem critica e não quer este trampa, alguém que apenas age por "ódio" à
sexualidade dos outros.
Esta é a grande mentira que os faz passar por santinhos amorosos e sem nada na manga. E por gente cheia de preconceitos discriminatórios quem não os deixa "casar".
Que casem. Por estou-me nas tintas. Até podiam legalizar a zoofilia desde que com elefantes e elefantas ou animais de grande porte.
Desde que não saia daí nada, até era uma boa ideia.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:32 pm | #
|
|
E eu nem digo que não acabe a dizer isto.
Claro que não estou a pensar em me incinerar na praça pública para alertar os perigos para o futuro por causa de gente avariada.
A única coisa que já fiz e farei- é o absoluto impedimento das escolas doutrinarem as crianças com estas taras aprovadas por imbecis e doentes mentais irresponsáveis.
Mais nada.
Posso é desmontar toda a falsa bondade da questão para quem é parvo ou gosta de parecer.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:27 pm | #
|
|
Sim, tenho a certeza porque me informei e deixei aí noutros posts sobre o assunto os casos de doenças mentais e graves distúrbios de quem tem por pai e mãe dois homens ou duas mulheres.
Mas v. pergunte se achava giro chamar mãe a um gajo com barbas ou pai a uma com mamas.
Não sei. Na volta quem acha normal também é a dar para o anormal.
Ou então cagou- porque não lhe toca. E se é problema para crianças que não são suas, que se lixe.
Esta também pode ser uma posição liberal e até conservadora (admito)
Se a coisa nem vai a voto, é mesmo a única posição a tomar- que se fodam os outros desde que não me entre em casa.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:25 pm | #
|
|
Por isso é que o liberalismo é tão parecido com o marxismo- é sempre um esquema abstracto que sai dali- um substantivo colectivo fora da História.
E a única coisa que depois inventam como força motriz- como concreta e real para dar rumo a esse ente abstracto é outra abstracção ainda maior- as leis- as leis da economia- da vida, da História.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:21 pm | #
|
|
A zazie parece bastante convicta de que a adopção por um casal homossexual é prejudicial (de modo suficientemente grave para dever ser impedido a todo o custo) à formação de uma criança. Existem dados sobre isso, em países onde a homossexualidade já seja tolerada?
FV |
11.09.09 - 10:20 pm | #
|
|
b)
è outra mentira.
É mais um exemplo do mito das palavras onde um casal são sempre duas pessoas e mais nada sai dali.
a alínea b sim, é um bom exemplo da utopia liberal que também é estruturalista.
Como é que quem ainda não foi feito ou adoptado pode participar à posteriori de "uma adesão de cada par"?
Esta é a pergunta que se podia alargar à grande separação entre liberais e conservadores.
Para os liberais só existem "eus".
Para os conservadores existe sempre "História- passado e futuro" em tudo.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:19 pm | #
|
|
Mas eu nem vou repetir as centenas de comentários que já larguei com links para as fontes.
Não querem saber porque funcionam todos a toque de caixa mediática.
Portanto, que se lixe- quem quer resistir tem de se barricar deste mundo ás avessas, aceita por gente zombie que decora palavras e nem pensa nos actos e nas consequências deles.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:16 pm | #
|
|
Mas respondendo à pergunta. Tal como está colocado o problema, a resposta é trivial: é a b).
O problema torna-se mais interessante de discutir se não for trivial e se se aplicar à realidade.
Esse é o caso se só pudermos escolher entre a) e c).
Neste caso estamos perante um casamento civil que não é resultado de uma ordem espontânea, mas sim de uma tentativa de imitação/complemento dessa ordem por parte do estado. Esta instituição é artificial à nascença, pois resulta de um decreto do poder.
Em vez de mudar de uma forma subtil, muda de forma repentina sempre que é decretada alguma alteração.
Perante este cenário, não faz grande sentido ser conservador ou progressista, de um ponto de vista liberal.
Interessa saber perceber qual seria a ordem espontânea no momento actual e tentar pressionar o casamento civil para convergir com essa noção. Só depois desta análise se pode perceber se um liberal deve ser circunstancialmente conservador ou progressista.
FV |
11.09.09 - 10:15 pm | #
|
|
Sem casório não adoptam- ponto final.
Porque a adopção é determinada em função do interesse de quem perdeu pai ou mãe e não para dar a maricas ou 2 fufas, filhinhos.
Sem casório também não legalizam barrigas de aluguer- coisa que já está na calha para alteração de legislação.
E muito menos 2 fufas têm direito a inseminação artificial como se fossem homem e mulher.
E este é mais um pretexto para esta reivindicação dos LGBT.
Mas v.s vão atrás da cantiga- e a aldrabice passa.
Sempre com a estupidez de se dizer que é uma questão que apenas interessa a 2 pessoas.
Até parece que nem existe família - para além dessas duas pessoas- e nem existe futuro- para além desse acto de presente de 2 pessoas.
Bastava irem aos sites dos LGBT para terem lá a explicação do pretexto e o resto do pacote copiado do estrangeiro.
(até traduzem à letra e em mau português, tal é o efeito de catálogo de moda).
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:13 pm | #
|
|
Ceguinhos...
Claro que pode. Se não pudesse nem havia lobby.
A questão não é o casório mas a família alternativa- a adopção e inseminação entre 2 pessoas do mesmo sexo com escravo por fora do casório a fornecer e crianças a ficarem malucas.
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 10:08 pm | #
|
|
Outra coisa estranha para mim é o Rui falar do casamento civil como se fosse um bem colectivo.
Como se o estado pudesse determinar a ordem social através da mudança deste contrato.
(Vendo bem, muita gente pró-casamento homossexual pensa o mesmo)
FV |
11.09.09 - 9:56 pm | #
|
|
"transformação profunda de algumas instituições tradicionais"
Como sei que se está a referir ao casamento, não concordo que o alargamento do casamento homossexual seja uma transformação profunda.
Se há instituição, no ocidente, que evoluiu lentamente a um ritmo semelhante ao da sociedade, ao longo de inúmeros pequenos passos, foi o casamento.
O casamento começou por ser uma instituição religiosa (talvez até tenha começado antes da religião, mas adiante). Mais tarde separou-se em dois: o religioso, e o contrato civil. Apareceu a possibilidade do divórcio. O contrato civil voltou a dividir-se em dois: casamento e união de facto. Os deveres conjugais do contrato civil mudaram. A percepção social do casamento mudou.
O alargamento do casamento civil aos homossexuais não é uma grande transformação, porque o casamento não é actualmente entendido pela sociedade como uma união para a reprodução, mas sim como uma união baseada na fidelidade (até a igreja pensa deste modo, quando se trata de um casal heterossexual), e por outro lado já existe uma tolerância generalizada relativamente à união de homossexuais.
A única instituição verdadeiramente tradicional em Portugal, o casamento católico, não sofrerá nenhuma transformação.
FV |
11.09.09 - 9:49 pm | #
|
|
Rui
Numa sociedade bem organizada, seria possível, e ideal, escolher a b).
Numa sociedade a ser desmantelada pelos socialistas, valor a valor, instituição a instituição, princípio a princípio, numa verdadeira e sistemática erosão social, cultural e filosófica, só podemos escolher a c).
Se conseguiremos ainda ir a tempo de defender o essencial que nos formou como sociedade civilizada? "I hope so"...
Claro que os socialistas laicos militantes dirão que o seu objectivo é o mais nobre possível, defender a igualdade de direitos das minorias e a sua liberdade. Mas na verdade o que pretendem é desmantelar a organização social, de forma sistemática, atropelando no caminho e intencionalmente, a maioria.
É disto que se trata.
E sim, acho o tema relevante. Aliás, acho o tema mesmo fundamental.
Ana
Ana Fernandes |
Homepage |
11.09.09 - 9:20 pm | #
|
|
Ao 1) acompanhar essas intenções 2) remete para a decisão individual a adesão a cada uma delas. mas a decisão individual não se pode sobrepor aos valores... nomeadamente ao mais importante, a valor da vida humana, mas também no direito a ter uma familia natural/normal. Resumindo, ninguém está mandatado para decidir por terceiros assuntos que os afectem enquanto pessoas de uma sociedade de valores.
O problema destas democracias é precisamente esse... o espirito da manada... as pessoas apoiam, não o que pensam e sentem, mas aquilo que é suposto apoiar, promovido pela facção ideologica a que pertencem, seja esta a liberal, comunista ou socialista.
A sua pergunta encerra em si mesma aquele espirito (da manada): 'que atitude o liberal deve ter'. O liberal económico não tem que ser conservador (social)... o comunista não tem que ser ateu.
RB
Ricciardi |
11.09.09 - 8:26 pm | #
|
|
termómetro liberal
zazie |
Homepage |
11.09.09 - 8:16 pm | #
|
|
|
Commenting by HaloScan
|