Euroliberal,

Desculpe, mas o que se lê nos jornais é que os (países) grandes da UE pressinam Bruxelas para haver harmonização fiscal de modo a não perderem investimentos.

E para o Brasil não vejo desvantagem ou vantagem o fato de Portugal pertencer a UE. Praticamente, só vai bacalhau, vinho e azeite...

Cfe


Gravatar Ummmmmmm novamente.

Tudo o mundo que le este continuo repique de campana (ja sonsonete) do Joaquim "de um país menos rico que se seduziu pelos luxos de países mais ricos do que nós" invariavelmente sempre que comença o repicar um inconscientemente vai por associar com images de BMW, Luis Vuiton, Loewe e coisas assim, quando para que le habitualmente o Joaquim save que a metáfora vai por outro tipo de "luxos".

Luxos? O Joaquim fazerá bem sim poder demostrar algúm dia que estamos a falar de luxos do tipo marca "Converse"...sim ou sim?


Gravatar Ummmmmmmm

O Joaquim devería ser mais cientifico e certificar quanto é por causa do nosso ISP, do IVA, do IRC ou da cor da nossa roupa interior...

E que se for somentes por gostos da cor de roupa interior...é só fazela do gosto do consumidor. Nao estamos a falar do mercado?

Para impor gostos aos demais, ja save que issó so podem...os americanos!


Gravatar "Quando exportamos para o Brasil, os brasileiros não querem saber do nosso ISP, do IVA, do IRC ou da cor da nossa roupa interior..."

Errado. Para o Brasil (como para muitos países do terceiro mundo) a maior vantagem comercial de Portugal é exactamente integrar A UE e a zona euro. Se não fosse isso estariam muito menos interessados em investir, comprar ou vender.


Gravatar "Os novos Estados da UE recusaram-se a adoptar as políticas de elevada fiscalidade da UE e até a Irlanda já foi criticada por Bruxelas por este motivo"

Errado. A UE não harmonizou as taxas dos impostos. Isso é da competência de cada estado membro. O que é importante é que os sistemas sejam eficientes e bem oleados. Há países, como os nórdicos, sempre entre os que têm os melhores desempenhos a nível mundial, que tradicionalmente preferem níveis altos de fiscalidade. E outros que preferem a política contrária (Irlanda, bálticos, Luxemburgo, etc.) e também são prósperos. Donde se prova que a UE deixa muita liberdade aos Estados membros e que nem tods as políticas são comunitarizadas integralmente. As especificidades culturais (como é o caso dos níveis de fiscalidade e de protecção social) mantém-se. O orçamento comunitário representa apenas 1% do PIB global da UE (nos EUA: 20%). Mas onde está o papão ?

Euroliberal


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