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tanto disparate...
Anonymous |
12.10.07 - 3:18 pm | #
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"E o que ganharam os grupos "defendidos"? As mulheres tornaram-se seres confusos e sem personalidade, que agoram podem ir morrer na guerra e não tarda muito irão começar a apanhar porrada de qualquer grunho quando houver confusão numa questão de trânsito. Foram rebaixadas ao nível dos homens, em suma. E os homossexuais ganharam estatuto de fantoches mimados, os caniches da sociedade, levados ao colo pelas tias deste mundo"
Mario vai viver para a arabia saudita, para a nigeria ou mesmo para o
irao.
Um sitio onde as mulheres sejam realmente respeitadas
Che |
12.08.07 - 4:38 pm | #
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tá.beijinhos
caramelo |
12.08.07 - 12:46 am | #
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e eu que v. fosse tão putona e tão estúpida que nem ler sabe.
zazie |
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12.08.07 - 12:02 am | #
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Princípios cristãos ? Realmente, nunca pensei que a Zazie fosse tão ignorante.
Muito antes de haver cristianismo já eles haviam sido formulados. Por vários gregos, por exemplo.
Pedro Sá |
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12.07.07 - 9:22 pm | #
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e uma beijoquita. Pronto, para se fazerem as pazes
":O?
zazie |
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12.07.07 - 9:17 pm | #
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Quanto ao princípio cristão que pediste, até estranho que não o saibas. Como todos os princípios milenares que sustentam o que pode ser universalizado, é bem simples:
"Ama o próximo como a ti mesmo"
ahahah
Ou, "não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti".
Queres mais simples que isto?
Queres algo mais simple, onde entra tudo o que deve entrar, sem demagogias que se defender o respeito pelos mais velhos e pelos mais fracos.
Em sentido absoluto, sem categoriazinhas lá dentro?
Pois é, v.s são ateus, mas, se precisassem de ser consequentes e meter alguma bondade (nem que fosse para abrilhantar) nessa patuscada, bem que tinham de recorrer aos bons princípiozinhos cristãos.
São os melhores, Nunca se inventou nada mais perfeitinho. Até a leizinha veio de lá, das grandes normas religiosas.
Excepto a má-fé e a prioridade à discórdia ou a projecção de maldade nos outros.
zazie |
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12.07.07 - 8:37 pm | #
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Quanto aos despedimentos é absoluta fábula de burguezito pseudo-revolucionário que és
Pergunta a qualquer pessoa o que é preciso para ir para o olho da rua. Ou para lhe ficarem a dever pipas de massa e decretarem falências mentendo ao bolso.
Ninguém anda num trabalho a dar o cu ou assediar o próximo. Logo, não pode haver despedimentos por sexualidades.
Por acaso, num lugar onde trabalhei, já foram apanhados 2 funcionários a fazer sexo na biblioteca, eram de sexo oposto, não foi ninguem para a rua. O próprio patrão deitava a mão (e não só a tudo o que vinha à rede, e com a idade que calhava a rede deixar e, o que entrava até era do mesmo sexo).
Logo, a ficção do despedimento é mera discriminação para qualquer outro despedimento em que existam questões visíveis e não falsas, como a gayzice ou lesbianismo.
Despedem-se pessoas por ficarem grávidas, por exemplo, ou incentivam.-se abortos. Não creio que tenham inventado "fobia" para isto.
Despedem-se pessoas por serem mais velhas - os velhos são mesmo os mais discriminados nesta socieade barbie de problemas de cu e assédios de cu, desde que sejam novinhos e dêem lucro.
Não creio que tenham inventado fobia para isso- para aversão a velhos e despedimentos ou não aceitação ou prioridades a mais novos.
Posso continuar por aqui fora.
E repito-te - a velha ordem cristã não só engloba muito melhor isto tudo, como não é demagógica.
Chamar-se minoria ou maioria é demagógico. Depende do local .Se for nos teatros e as artes a maioria é homo. São eles que te despedem se não o fores, ou te colocam para trás, preferindo os novinhos homo, e os assédios. Poder é isso, sempre foi. De quem está por cima e do que mais facilmente consegue marinhar.
O homo marinha mais porque é "bem" com maior apreço, se calhar porque fodem mais, porque têm oferta de grupo, de clã maior que um simples hetero sem causa e sem clube de sexo.
Se for na linha de Sintra a maioria é preta. O risco de seres agredido por clá de preto é praticamente o dominante, porque o branco que se mistura também já +e "preto". Logo, a lei aqui devia punir duplamente a tribo xenófoba da maioria negra e não os pacíficos brancos que estão sujeitos à natural superioridade de corpanzil, naifa, e bando da tribo negra.
Podia continuar por aqui fora. Mas, como tu já disseste. Nestes casos, sejam velhinhas, sejam crianças, "que se lixem, olhem, não abram as janelas, ou então façam como eu, só andem de carro para poder falar de cor no que não me toca".
zazie |
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12.07.07 - 7:07 pm | #
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correcção:
o que eu te nego a ti ou a qualquer pessoa é a legitimidade de fazer julgamentos de carácter a qualquer pessoa que desconheces e cujos actos não confirmam o dito julgamento.
Porque, se a puta da palavra serve para tudo, então, são v.s que a estão a desactivar no sentido de crime e punição legal.
~Porque é o mesmo poder ser, lá dentro, no pensamento, nas entranhas, nos instintos e matar 20.
Ou, pelo contrário, nada disto importa, mas importa instrumentalizar ideologicamente as barreiras das bandeiras da puta das causas.
Razão pela qual ainda embirro mais com um não homo agarrado a causas de cu, só para fazer monte, que um homo sem causa, apenas a não querer ser chateado.
E, ser homo não é identidade de ninguem, Se há quem reduza a identidade a isso, então tem um problema de identidade.
zazie |
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12.07.07 - 6:38 pm | #
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Caramelo.
Não vale a pena. Tu, quando embicas para não querer entender uma questão não à volta a dar.
O que eu te nego, a ti e a qualquer pessoa, é o direito de fazer julgamentos de carácter acerca de questões que se manifestam em actos criminosos. Ponto final.
Entendes assim?
Tirando a merda dos bordões das palavras, eras tu, e todos os que papagueiam estas "fobias" obrigados a pensar do que é que estão a falar quando falam disso.
Isto, não impede que a lei, o antigo código penal, não contemplasse já (antes deste exagero desta imbecilidade de revisão, que até dá cobertura ao crime e à pedofilia, por criar clientelas protegidas e outras desprotegidas) a questão de crimes, cujo factor exclusivo se deveu a uma brutal e patológica embirração com o que é estranho e nos pode, naturalmente, biologicamente, causar repulsa.
O facto de causar repulsa (com variadíssimas intensidades) não é cultural, é natural e não é doença, é saúde. É tão natural como a atracção sexual ser dirigida a um sexo e não a outro.
A educação serve para muito. Porque serve para se controlarem e disciplinarem ou civilizarem estas questões de entranhas. E ninguém, pelo facto de lhe incomodar a homossexulidade tem de ser tratado ou muito menos equiparado a um potencial criminoso.
Porque, o que contam são os actos. E actos de crime são crime. Mas pensamentos ou pulsões de aversão não criminosas. também há gente que tem brutal aversão a gordos, ou a feios, e lá por isso, não se inventou uma fobia nem uma lei anti-discriminatória das pessoas feias. Até deve ser a discriminação natural que mais segregação provoca. Em tudo, na vida.
Os crimes são outra coisa. E até podem, nesse caso limite de violar, por exemplo, um homo, ser uma forma estranha de um homo reprimido ou com problemas por o ser (e existem naturalmente muitas pessoas que detestam ser homo, ainda que nada tenha a ver com repressaõ social, no sentido de, se pudessem não se tinham feito com essa inclinação a dar para o abjecto).
Já conheci um caso destes. De alguem que violava, em grupo, homossexuais, sem achar que o era. E era e não era. Tinha a questão mal definida. São casos extremos. Podem tratar-se, por exemplo.
O resto não vem sequer ao caso. A educação e não fazer aos outros o que não desejaríamos que nos fizessem a nós é um princípio muito mais generalista que não precisa de pides, de bófia torcionária armada em patrulha e muito, menos de lobby para voto.
Se não consegues entender isto, a culpa não é minha. também disseste ao João Miranda que a lei deve ter uma moral de acordo com a moral da maioria.
Como ele te respondeu, e muito bem, nesse caso estavam tramadas as minorias.
O que eu não suporto são escoteirinhos da trica larica ou devassa e dos processos de intenção.
E nunca quis meter-me na tua vida. Antes pelo contrário. Fiz um exercício teórico para tu perceberes que o teu critério é que obrigava a isso, a imaginarmos o que serão as vidas dos outros apenas por html.
Eu não julgo pensamentos, julgo actos. E julgo mais rapidamente os moralistas encartados que os que são saudáveis e não vivem virados do avesso.
A questão dos "ismos" foi teorizada pelo Shopenhauer. Até encontras online a explicação do erro. Foi aí que te quis levar. É um argumento de dialéctiva erística.
O que eu te disse até podia ter resumido com o meu exemplo e fazer-te a pergunta ao contrário.
Então e eu? o que achas, com esse teu critério de bruxaria de ser capaz de adivinhar homofobias. Sou homofóbica? devo ser denunciada ao Estado, á linha da denúncia?
Se quiseres digo-te ja´de mim para perceberes até onde estico a corda à questão.
Eu não tenho amigos homo. Nunca tive, desde miúda. Nem eles me procuraram. Suponho que sei o motivo. Fui criada num meio muito masculino, em cenas de lutas de zundapps gamadas e sem lugar para tricas, mariquices, ou melindres.
Qualquer flor-de-estufa ficava de fora.
Depois, sempre tive o culto da coragem e sempre tive os meus gostos por sexo oposto bem demarcado. Nada disso implica machões de tanga à Tarzan mas implica virilidade. Nunca nenhum parceiro meu teve gostos desses. E nunca vivi com nenhum homem que gostasse de assédios homo ou tivesse gostos esquisitos para essas bandas. o mesmo em relação a descendência.
Fora isso, fora a natural embirração com mariquices e inexistente atracção por mulheres, sou pessoa perfeitamente educada que só conhece um modo de lidar com quem quer que seja: em pé de igualdade. Respeito todas as hierarquias mas não olho nem de alto para baixo nem de baixo para cima.
Acho que a vida íntima não deve ser motivo de conversa. Não tenho hábito deste tipo de conversetas com ninguem. Estou até a abrir uma excepção. Nem com amigos próximos. Porque tenho um sentido de intimidade e privacidade gigantesco. O que implica não permitir demasiadas proximidades de ninguém e o inverso, em relação aos outros.
Então, como é? no teu catálogo de "descoberta à distância" sou homofóbica?
Ainda acrescento outro detalhe. Lê o último post do Dragão e vais percebê-lo. Assinava-o já, caso não parecesse brejeirice e ficar mal a uma senhora dizer o mesmo.
zazie |
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12.07.07 - 6:26 pm | #
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Era eu, o teu querido caramelo, claro.
Anonymous |
12.07.07 - 9:53 am | #
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zazie, eu juro que ainda não percebi porque estás tão zangada. E estou a falar a sério. Mas então tu, entre esses teus "valores milenares" (cum catano), não encontras nenhum que te permita condenar que se discriminem, despeçam e insultem pessoas por causa das suas orientações sexuais? Para que te servem os teus valores "universais" e, até, quiçá, cósmicos, cum diabos? E é preciso eu fazer-te um relatório circunstanciado, com nomes e moradas e números de telefone, para tu descobrires que existe homofobia em Portugal, seja na net (já que insistes tanto na net...), seja na rua? E se eu te disser que existe racismo em Portugal, também exiges um relatório policial como prova? E para que é que falas em "julgar a alma"? Mas qual alma? eu nem acredito na alma, vê lá tu. O que eu falo é no comportamento das pessoas!
Olha que tu desculpa, mas já é embirração! Já não gostas de mim, ou quê? E para que é essa cena toda do anti-fascista? Estás a fazer-me lembrar uma rábula do Herman no Herman Enciclopédia Hoje só te falhou a cena dos "jacobinos". Mas ainda não perdi a esperança.
Anonymous |
12.07.07 - 9:52 am | #
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Mário,
não faço a menor ideia de vantagens sociais. Uma coisa lhe posso garantir, acredito na vantagem pedagógica destes princípios simples, a par da maior liberdade de pensamento e desconfio, como sempre desconfiei, de tudo o que é transformado em ideologia.
Tenho o meu paraisozinho familiar e de amigos. Pelo menos, como resultado de escolhas, no que mais importa para a vida, que é círculo de quem nos rodeia, de qhem gosta de nós e do que semeamos, só tenho motivos para me sentir bem feliz.
Será mesmo a razão principal para acreditar que há que dar graças a Deus quando não nos afastamos da boa mensagem cristã.
Pode ser que exista mensagem próxima sem ser cristã, mas os valores são idênticos. Quando não são, pelos exemplos que tenho, dão muito mais dissabores a toda a gente.
zazie |
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12.06.07 - 7:32 pm | #
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nem eu nunca te falei da esquerda ou da direita e nunca aponto aqui ninguém a dedo sobre o que quer que seja. és capaz de dizer o mesmo?
Pois não, não falas directamente, mas falas em nome de anti-fascismo contra a Direita.
Não apontas o dedo, mas, pela tua lógica, ao afirmares que sabes que existem aqui, na blogosfera, potenciais criminosos (exclusivamente à custa da tal palavra homofobia- se forem criminosos contra velhinhos e velhinhas não há palavra, que se cuidem, protejam-se, não abram as janelas) estás a pedir que te obriguem a precisar.
Como é que sabes que alguém, cuja vida desconheces, é um potencial criminoso. É isto. Qual é o critério? porque é que ficas de fora dele.
Apenas isto- porque eu não te conheço e nunca fui informada que não sejas humano, de carne e osso, como toda a gente, portanto, potencialmente igual a qualquer outra pessoa. E só podia partir do princípio que também podias ser um criminoso em potência se usasse da má-fé.
Resumindo e para que se perceba a diferença entre as minhas embirrações e as tuas. E para que me critiquem se eu não for consequente e me esquecer de olhar para mim:
Eu sou pela defesa da liberdade e da impossibilidade de se julgar alguém pelo que lhe vai na alma.
Apenas defendo como valores estruturantes do ser humano, aqueles que são universais. Os milenares, os que tanto se podem aprender na Bíblia como no código de honra mafioso de filmes de série B.
Estes valores que eu defendo, têm uma base muitíssimo ampla que resiste a todas as modas do tempo, e nunca poderia ser meros preconceitos ou reservas mentais ideológicas.
Razão pela qual mudo pouco. O que penso agora, pensava em miúda, o que combati em miudita combato agora- os nomes é que mudaram. Nunca fui nem de esquerda nem de direita.
Estes simples valores que defendo têm também uma particularidade oposta aos que tu insistes em transformar no dogma bom- existem para espalhar coisas boas, felicidade, boa-fé; capacidade de desejar bem ao próximo, proximidade sempre com quem está na mó de baixo, individualismo contra matilha e coerência entre o que se defende para si e o que se defende para os outros.
Fica de fora aquilo que aqui me opôs ao que tu chamas os teus valores, por necessidade de momento- ideológica:
- O benefício da suspeição sobre outrem apenas pelo que poderá pensar, sem necessitar de actos
- a beatificação do mundo-às-avessas contra a Ordem, no sentido de tudo o que é contra-natura passar a ser sinónimo de pureza, e o oposto intolerância.
- defesa da devassa, dos processos de intenção, do gostinho inquisitorial acolitado nas matilhas das maiorias.
- justificação do Bem por meia dúzia de "ismos" da moda, onde se espartilham questões que são muitíssimo mais amplas mas não vendem voto nem têm lobby;
- Insistência na intolerância e denúncia de quem não papagueie o mesmo, como sendo um intolerante.
.............
Posso estar errrada mas os meus valores não só abrangem todos os casos específicos em que as tuas modas se podem encavalitar, como têm outra vantagem- são pacíficos, pela, pela liberdade e não precisam de arregimentar ninguém pela luta, antes pela desarmar de lutas inúteis.
Na única diferença belicosa que possa existir, suponho que também se percebe-
Eu acredito em actos individuais onde se pode arriscar a pele, mas não acredito na bondade das patrulhas da consciência alheia- das que nem sequer o exemplo pessoal oferecem.
zazie |
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12.06.07 - 7:24 pm | #
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«Eu passei-me Mário. Foi mesmo passar-me.
O que se prova que todos temos questões que não suportamos.»
Sei bem o que isso é. Sempre que faço algum comentário de indignação há sempre algum idiota que me identifica como um gajo perturbado que vem para aqui fazer terapia. Como esta gente não tem valores sólidos não sabe o que é indignação e apenas conseguem fazer diagnósticos à luz das suas limitações.
Mas a sério, zazie, há muitas boas ideias e questões a explorar que se perdem nos comentários, porque isto acaba por ser como papel de jornal que ao fim de 2 dias só serve para embrulhar castanhas. Há que começar a guardar algumas dessas autênticas pérolas.
Mário |
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12.06.07 - 2:52 pm | #
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E lá continuas tu especular sobre o que eu sou ou deixo de ser. já é mania. zazie, aqui o que interessa é o que está à vista. não te ponhas a perguntar, muito menos a adivinhar, o que sou ou o que faço. nem eu nunca te falei da esquerda ou da direita e nunca aponto aqui ninguém a dedo sobre o que quer que seja. és capaz de dizer o mesmo?
caramelo |
12.06.07 - 2:31 pm | #
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viver e deixar viver. Bastava-lhes este lema tão simples- vive e deixa viver.
É demasiado simples e não trás hipóteses de combate- não serve para propaganda.
zazie |
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12.06.07 - 2:16 pm | #
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errata na extrema direita (claro)
zazie |
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12.06.07 - 2:13 pm | #
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Porque, se eu continuasse com esta treta deste exercício caíamos numa merda e eu sei qual é: o caramelo a apontar-me a dedo pessoas que enfia na extrema esquerda, como portadoras de taras, ainda que nunca tenham feito mal a uma mosca.
Colocando-se de fora, por não ser de extrema-direita- logo, pessoa de bem, incapaz de uma maldade, puro como todos os comunistas sempre o foram, sabendo que é puro de coração, porque é puro de ideologia. Catalogando as maldades humanas apenas naquela tabela restrita da palhaçada das fobias que serve de catálogo de propaganda desta nova esquerda de passerelle.
E era mesmo obrigada a encostar-te à parede, mostrando-te que, pessoalmente, não tenho a menor prova que sejas santo, nunca dei pelo levitar. Mas prefiro gente de carne e osso, que sabe que não é santa em vez dos auto.denominados puros de alminha, mas desconfiados e perversos oscultadores de ideologias e classificadores do género humano no lado A e B. O A é o bom- o de esquerda, o que não tem agora, a pancada das fobias, dantes podia ter isso tudo, desde que denunciasse e combatesse a burguesia; o B o da Direita, que pode ser burguesa, como eles, e capitalista como eles, e ter gente de alminha negra desde que siga a tabela periódica destas pancadas fracturantes hare krishna.
zazie |
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12.06.07 - 2:12 pm | #
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Eu passei-me Mário. Foi mesmo passar-me.
O que se prova que todos temos questões que não suportamos.
Eu tenho esta: não suporto a devassa do pensamento; não suporto o instinto pidesco; não suporto os falsos bonzinhos armados em escuteiros às avessas, escuteiros de ataque de quem nem conhecem; apalpadores de alminhas; jacobinos que passam a vida a desrespeitar o sentimento religioso de cada um mas beatificam as modas partidárias; hipócritas que, se for preciso, encombrem pedofilia dos camaradas de esquerda, mas apontam a dedo um "fascista de direita" mesmo que seja pessoa de bem; escutardores e denunciadores públicos; gente que trocou o que devia ser ética aprendida desde infância por uma tabela restrita de preconceitos; hipócritas que transformam um confronto de ideias com uma luta entre inimigos; gente que se acha acima dos outros por superioridade moral mas descompõe padres; gente que faz precisamente, à escala de porteirice, o que fez a Inquisição há séculos e que, no entanto, odeia a Igreja porque a resume à Inquisição.
Fica aqui a lista para que se perceba porque é que dentro disto cabe a esquerda doentia.
De resto, não vou responder-te caramelo, porque sou tua amiga e prefiro que leias 10, 20 vezes, o que eu escrevi, penses no assunto antes de vires com merdas destas comigo e evites chatear-me. Eu passo a fazer o mesmo contigo- não te falo na Igreja nem em padres porque já percebi que há por aí um duplo às avessas.
zazie |
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12.06.07 - 2:04 pm | #
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As caixas de comentários têm um efeito de esquecimento muito rápido, por isso acho que a zazie devia fazer um apanhado das suas melhores coisas.
Mário |
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12.06.07 - 10:30 am | #
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zazie, continuas a perguntar o que é que eu sou, o que é que eu faço, etc. enfim, como se tivesses alguma coisa a ver com isso ou como se isso pudesse interessar para a conversa.
E detecta-se muita coisa pelo html, sim, zazie, a xenofobia, o racismo, a homofobia, a imbecilidade, a estupidez, a cobardia, etc.
Mas o problema não é o html, volto a dizer. O teu mundo não sei, mas o meu mundo não se resume ao html, nem de longe nem de perto. É por isso, provavelmente, que sei coisas que tu não sabes.
Pronto, como tu pedes, não terei mais a "triste ideia" de falar contigo sobre este assunto, até porque já vi que nem um nem outro aprendemos o que quer que seja sobre isto.
Anonymous |
12.06.07 - 10:08 am | #
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fónix, esqueci-me de fechar os bods
":O?
zazie |
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12.06.07 - 2:50 am | #
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Para arrumar a cena e nunca mais teres a triste ideia de te dirigires a mim com estas conversas merdosas.
Sim, merdosas, porque eu sei o que é um acto porco de abuso de um rabeta, não preciso é de padrecos hipócritas e jacobinos a darem-me missa; a acharem que topam tudo por clube, os cobardolas.
Parafraseando-te: Tantos espécimes desses que eu nãoconheço e que podem viver desde que deixem viver, caramelo, tantos, e que nunca vou conhecer ao vivo e a cores, felizmente...
Continuas a confundir tudo, é o que é. Já não te tinha informado que facciosismo hipócrita e clubista para propaganda de superioridades morais não é só bater nos que não são dos nossos, rapaz? E os insultos resumem-se a falta de educação?
Para ti resumem, foi isso que até fizeste naquela magnífica rábula quando aproveitaste a dica do PA e perguntaste se podias mandar o Rebelde para o caralho.
E sabes que mais: acho bem- os insultos resumem-se mesmo a isso, desde que estejam em pé de igualdade e os outros possam responder na mesma.
zazie |
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12.06.07 - 2:49 am | #
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Mas acredita: entre um acto, seja de que espécie for, que pode ser denunciado à polícia e quem o praticou ser penalizado por isso, e um boato, de destruição de carácter, apenas mesquinho, por suspeita, por malandrice e sacanice de facciosimo ideológico, eu não exito- o que pior é este- o que se esconde, o que ainda usa auréola, o que se faz passar pelo bonzinho e apenas é manhoso.
zazie |
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12.06.07 - 2:10 am | #
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Percebeste agora o motivo pelo qual tenho pó à esquerdalhada, sem precisar de ter pó a pessoas? percebeste que tudo se pode resumir numa palavra- cobardes?
É isto, é mais simples, não se perde tempo a separar o que é nosso e o que é deles- a merda é só uma, venha de onde vier. E. só existe merda em actos, fora isso somos todos iguais e potencialmente com os mesmos defeitos.
zazie |
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12.06.07 - 2:07 am | #
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A ver se têm estas valentias com cenas mesmo porcas como as de pedofilia. É o tens. Nesses casos falam mansinho. Desconfiam das vítimas. Essas merdas dessas vítimas são ranhosas, são putos desgraçados, não contam. Os políticos, coitados, já nem podem ser gays que os ranhosos lhes lançam calúnias. É tudo cabala, porque são dos nossos.
Mas, por html adivinham quem é criminoso, por denúncia de vítima, se o acusado for de esquerda, é cabala, é para queimar o santo do político. E aí não há fobia. Aí até há lobby da Nambla e é de esquerda.
zazie |
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12.06.07 - 2:04 am | #
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Um dia destes tenho de voltar a enfiar uma cadeira na cornadura de um novo inquisidor para aliviar
ehehehe
Podes crer. Pensava eu que já me tinha bastado abrir a cabeça um gorila e mandar um pide para o hospital.
Mas não, pelos vistos ainda os há. E andam a garimpar com cenas de cu, ainda por cima, com merdas nojentas, sem ninguém lhes ter feito mal.
Ora volta lá a repetir esta merda e atreve-te a dizer-me ao vivo que vais ver o que acontece a um bravo de um caramelo anti-fascista do século XXI
":OP
Se não fores tu, há-de ser um bloquista fanático. Só me chateia que ao vivo nunca me tenha aparecido nenhum mongo a dizer estas coisas.
É que até irrita, ao vivo calam-se.
zazie |
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12.06.07 - 2:00 am | #
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Já agora volta-me a explicar:
o que é um bufo? o que é um inquisidor? o que é um canalha estalinista? o que é um prepotente?
o que é um cobarde escondido atrás da maioria?
também consegues detectar por html?
E se detectares? o que fazes? o que se deve fazer a toda a gente que apresente indícios de ter defeitos que não suportamos?
Ora responde a isto e depois diz-me se és capaz de lhe dar uma resposta sensata, não religiosa, não pidesca, não fanática, não imbecil.
........
E responde-me mais a isto: quem decreta? quem é que passou a decretar o que são vícios intoleráveis para estigmatizar os outros?
foi por eleição? é lei divina, é moda, é uiniversal? não depende dos actos? voltamos à treta que basta achar-se que é bruxa e a bruxa vai para a fogueira?
Porque um dia fez uma macacoca e toda a gente da aldeia achou que era bruxaria, ainda que nada de diferente a outras merdas tenha resultado?
................
E se fez essa macacoa igual a milhares de merdas que outros fazem mas a que não decidiram chamar-lhe um nome mau- um pecado- um bruxedo, uma xeno ou fobia inventada agora, o que se faz? é estigmatizada? é presa? é gozada, é marginalizada? é apontada a dedo?
tem perdão? não tem perdão? preocupam-se em levá-la ao arrependimento depois do processo? antes do processo? não importa? conta para exemplo? para demarcação tribal?
para arregimentar mais inquisidores?
apenas porque sim? porque dá gozo? porque se não fez nada podia ter feito? porque se não fez ela, fez o pai dela?
porque se não fez, pode vir a fazer?
porque está na cara que pertence ao género que faz coisas más e que não são as coisas más que nós fazemos?
porque v.s são justiceiros? porque não são justiceiros mas são propagandistas hipócritas?
porque nunca ninguém lhes enfiou com uma cadeira nos cornos para aprenderem que também doi?
que até pode doer mais do que uma tal fobia de gentalha que v-s sõ pelo teclado já cheiraram que não presta?
E depois, fazem frente, têm.nos no sítio, arriscam, defendem quem precisa? ou preferem atacar em matilha, ou apenas rosnar para agradar ao bando?
Quantos homofóbicos é que comes ao pequeno almoço?
já levaste uma murraça de um deles? se levares voltas a repetir ou passas a falar mais fininho?
zazie |
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12.06.07 - 1:54 am | #
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então voltamos ao princípio: como é contigo?
Como é que eu sei os actos que fazes?
És malcriado? isso é feio. Ès malcriado em quantas variações? tens fobias onde incluir todas elas?
É pá, tenta explicar essa merda sem recorreres à palavra "homofobia" e depois explica-me, quando, em que circunstãncias específicas é que ela não pode ser perfeitamente idêntica a outro comportamento ordinário ou cretino.
Só isto.
Se me vens dizer que catalogas gente por achares que fazem parte de potenciais criminosos e que adivinhas que são por html, então eu digo que não tenho o menor indício que não entres neles.
Até porque quem mais aponta é quem mais é.
zazie |
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12.06.07 - 1:40 am | #
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zazie, eu não te falei em html. De qualquer forma, pode-se, como é evidente, ser-se homofóbico por html. Pode-se sempre ser imbecil e insultuoso por html, sabias? Eu não preciso de conhecer um tipo para saber se o gajo é xenófobo, homofobico, e imbecil em geral. Tantos espécimes desses que eu conheço por aqui, zazie, tantos, e que nunca vou conhecer ao vivo e a cores, felizmente... Continuas a confundir tudo, é o que é. Já não te tinha informado que homofobia não é só bater nos homossexuais, rapariga? E os insultos resumem-se a falta de educação? Ah, pois é! Mas é que nem duvides que todas essas merdas se resumem a falta de educação, sejam as bocas, sejam as discriminações, seja a violência física! E tudo isso são "actos" e duros como pedras, embora penses que não.
Quanto ao resto, os pretos e os brasileiros maus, que conselhos queres que te diga?.. olha, fecha bem as portas e as janelas, que isto é uma selva.
Vá, beijinho e take care
caramelo
caramelo |
12.06.07 - 12:07 am | #
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Lê, lê zazie...
Elypse |
Homepage |
12.05.07 - 6:27 pm | #
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ehehe
também me mato a rir com poesia. Uma amiga minha que é poeta até goza comigo e não me deixa assistir às sessões de leitura.
Poesia assim, é um fenómeno que me ultrapassa mas é muito divertido.
zazie |
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12.05.07 - 6:24 pm | #
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CABALA ARQUITECTÓNICA
o tempo voa
mesmo sem asas
e nós também
nas ruas
um vasto tapete de automóveis
inverte o Protocolo de Quioto
com ele e por ele nós também
bruxos e seitas
espreitam sequiosos as vítimas
a cada esquina, de um qualquer jornal,
implicitamente, através das palavras,
o significar de que algo está mal
há muito mal
mas haver tanto curandeiro e irmandades!
pior… pior só mesmo o facto de constatar:
há ainda mais estúpidos que se prestam a tais mandalas
Elypse |
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12.05.07 - 6:23 pm | #
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ahaha
uma rábula louca que o bacano do caramelo fez no Blasfémias.
ehehhee
Ele tem um sentido de humor espantoso, claro. Não é só por causa dos galões anti-fascistas em democracia que me dou com ele.
Essa parte é mais para o status
":O)))))
zazie |
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12.05.07 - 6:22 pm | #
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PArte II,5
nas ruas
são imensos os exemplos da humanidade
repare-se no “El Corte Inglés”
repare-se na sua legião de trabalhadores
… falar da escravidão para quê?!
nas ruas
o cinismo persiste
na candura inviolável dos rostos das mães
nas ruas,
de agora,
um qualquer trajecto de avião
é controlado por um inquantificável de olhares
e pela boca de um dessisado
a frase solta-se:
“Oh, shit!!!”
nas ruas
a palavra quer escrita quer falada
adulterou-se da raiz
a sua seiva já não embriaga naturalmente
estupidifica
… inglesismos, francesismos, espanholismos?!
antes foda-se, antes caralho, antes puta-que-os-pariu!…
nas ruas
palavras de merda
imagens de merda
gestos, gentes, sociedade de Merda
nas ruas
entrechocam-se culturas
nas ruas
masturbam-se olhares
nas ruas oh nas ruas
não andamos a foder
andamos a ser fodidos (percebam
Elypse |
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12.05.07 - 6:22 pm | #
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PARTE II
nos trejeitos do que resta dos rostos
espelhadas estão as arritmias
os achaques cerebrais, as dores nas costas e na cabeça
as correntes de ar provocadas pela inveja e o ciúme
… até que tropeçamos e jazemos
numa e por uma qualquer artéria
nas ruas
espectros, estendem-me as mãos
animais, prendam-me com sorrisos;
nos painéis dos políticos
a mensagem é subliminar
por sê-lo “objectiva”
nos painéis políticos
lê-se: “nós, políticos, não somos corruptos”
corruptos, os políticos, o que é isso?!
corruptos são os que trabalham
sentenciam novas leis
esquecendo-se de alertar que,
como todas as outras,
o seu objectivo não é resultar
porque a lei, saiba-se, é a corrupção
… para quê desmontar o ópio do povo?
entretanto,
toda a solidão
procura nos copos
os lábios que lhe faltam:
álcool, haxixe, coca-e-heroína – ôôôiiééé
nas ruas o que não pode faltar são as armas e a droga
nos vários hipermercados,
catedrais da extorsão,
modelo and (and? Merda!) continente
reside um apelo à escala nacional:
faça a sua doação pelos pobres
através do grupo da sonae-sgps
o Belmiro, entre outros chulos, agradece
… a sociedade do eu cedeu à do tenho!…
nas ruas
o que mais desejamos
são os refúgios, a cabala arquitectónica
Elypse |
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12.05.07 - 6:21 pm | #
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Que rábula?
Mário |
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12.05.07 - 6:19 pm | #
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De qualquer forma até concordava nas calmas com os teus exemplos, excepto o dos insultos porque se resume a falta de educação.
Era aí que eu queria chegar- só existem actos. Se não tivessem essa puta dessa palavra para usarem como arremedo ideológico eram obrigados a descrever actos.
O que era uma chatice, porque assim já não caçavam votos por palpitação nem se fazia processos de intenção, por mera pancada de superioridade moral.
zazie |
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12.05.07 - 6:19 pm | #
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vou procurar a rábula dos Founding Fathers.
";O))
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 6:16 pm | #
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o bacano do caramelo acabou por dar uma série de exemplos que contrariam tudo o que estava a dizer antes
ehehhehe
Se essa tal fobia só se manifesta em actos em que objectivamente se agride ou abusa de alguém por ter asco à cena, então, é impossível, detectar-se um homofóbico por html. Sem saber nada da sua vida, sem sequer o conhecer ao vivo.
E mais- a treta dos insultos é tão válida para o caso, como para milhares de outras embirrações que não estipularam na dita cuja doença.
Se despedirem um feio por ser feio ou velho por ser velho que doença é que é?
Se eu der uma marretada a um gajo por ele me estar a chatear e ele depois vir com a treta que é rabeta que culpa é que eu tenho do caso?
E se for rabeta a bater em homofóbica?
e se for uma dezena de pretos a apontarem-me uma naifa na linha de Sintra?
E brasileiros a arrombarem-me a janela? tenho de perguntar, caso a caso, se são rabetas e se forem tudo bem, porque eu sou homofóbica?
Só coisas que mapoquentam, ó caramelo.
Enquanto não explicares estes detalhes bem podes esperar sentado pelas perguntas indiscretas
":OP
beijinhos, meu doido. Tenho de copiar aquela rábula do Blasfémias- foi mesmo das coisas mais geniais que li em poucas linhas.
Até acho que se devia publicar um paper com ela
ahahah
zazie |
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12.05.07 - 6:13 pm | #
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Por que é que se importou a palavra "gay"? Paneleiro não serve?...
J.Pereira |
12.05.07 - 5:50 pm | #
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Interessante essa dos anti-fascistas e esquerdalhos que andam a dormir com o inimigo.
Eu tenho um longo passado de atazanar o juízo a católicos e escuteiros, mas para mal dos meus pecados nunca me acusaram de heresia. Mais tarde fui conhecendo gente de todas as esquerdas e esses é que são os verdadeiros coninhas. Ou eram, hoje é a nova direita liberal que quer esse lugar.
Mário |
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12.05.07 - 5:20 pm | #
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bem, o que mapoquenta é que tu não voltaste a sondar das minhas preferências na cama, isso é que mapoquenta.
caramelo |
12.05.07 - 4:57 pm | #
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nota: o ateu passivo é o meu amigo animal. Mas nada de más interpretações.
zazie |
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12.05.07 - 4:56 pm | #
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Agora com o bacano do caramelo falta o teste do pato. Se pusermos um pato num prato de uma balança e suspeito de homofobia do outro, qual é que pesa mais? hummmm?
E se deitarmos ao rio? o homofóbico flutua ou vai logo ao fundo?
só coisas que mapoquentam...
":O?
zazie |
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12.05.07 - 4:52 pm | #
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Mário:
Não fiz qualquer blague quando disse que há anti-fascistas que já me pediram para apagar comentários do blogue precisamente por terem aqueles desabafos.
Até lhe digo mais, como já deve ter reparado, eu dou-me com toda a gente- tenho este vício desde miúda, coleccionar amizades com patinhos feios. Aqui na blogosfera tanto tenho amigos que costumam ser classificados na extredireita como esquerdalhos; católicos de direita ou do PCP; jacobinos, um ateu militante, um ateu passivo, e mais uma série enorme de contradições.
E garanto-lhe que até há esquerdalhos que chegam a mandar-me por mail muitas cenas do lobby dos pencudos e da paneleirice.
E depois dizem que fazem isso comigo porque aos amigos nem podiam contar
ehehehe
Tenho vários postes que foram feitos a meias com valentes anti-fascistas. E são dos piores, dos mais politicamente incorrectos.
";O)))
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:50 pm | #
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Dah... 
caramelo |
12.05.07 - 4:47 pm | #
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então pá, eu assim fico preocupada. Será que sou isso? sou homofóbica? como é que posso detectar a doença?
Conta lá? também já foste e sentiste dores de cabeça, ou é coisa que dê dores nas partes gagas?
Achas que és homofóbico, ou estás seguro que nunca poderás ser porque te vacinaste?
conta lá, pá. Ainda não disseste nada. Só dizes que é uma doença pública mas não consegues mostrar como se manifesta.
Assim não vale, até parece coisa de bruxzedo obscurantista. Ou da Spanish Inquisition com as bruxas.
Dá para fazer colocar na balança com pato do outro lado? os homóbicos se forem deitados ao rio vão ao fundo e os que não são flutuam?
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:42 pm | #
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Menino Mário, perguntaram-me isto:
"O que eu te perguntei é como é que se pode saber o que é a homofobia."
Eu respondi isto:
"homofobia é..." (ler o resto do comentário)
Anda pouco atento, o menino Mário. E deixe-se lá de fazer cara de mau, que faz rir os outros meninos.
caramelo |
12.05.07 - 4:41 pm | #
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Obviamente, meninos, não existem registos exactos estatísticos sobre a homofobia, se é isso que querem saber, assim como não existe tal coisa sobre muitos fenómenos sociais, nomeadamente a ignorância sobre o significado da palavra homofobia. Mas quando crescerem, e se aventurarem, para for a do recreio e do patio infantil, vão saber que ela existe. Pronto, podem sair e até amanhã, meus queridos.
caramelo |
12.05.07 - 4:37 pm | #
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caramelo,
Você pode fazer esse teatro lá para os tolinhos do Blasfémias, porque de há uns meses para cá só mesmo os sub-nutridos intelectuais andam por lá a comentar. Mas aqui o público é mais exigente e já percebeu que você não tem nada de relevante para dizer. Você até tem muita razão no que diz, não está é a responder minimamente ao que lhe perguntaram.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 4:37 pm | #
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Não duvido, zazie. A maior parte das pessoas vê a blogoesfera como o seu momento de irrealidade, onde por um instante são corajosas e conseguem suster com bravura as suas posições. Ao vivo nem têm coragem de abrir a boca a não ser para dizer meia dúzia de coisas inócuas.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 4:33 pm | #
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”O que eu te perguntei é como é que se pode saber o que é a homofobia.
É questão do foro psíquico? é apenas questão de fantasia erótica? precisa de prática ou pode-se detectar por palpitações, por sintomas?
Como é que sabes que fulano ou sicrano é?”
Bem, meninos, sosseguem e sentem-se. Ouçam lá:
1. Quando um patrão despede um funcionário porque ele é homssexual, ou quando não o admite pela mesma razão, não tendo a orientação sexual nada a ver com as funções em causa, isso é homofobia.
2. Quando alguém bate em alguém por esse alguém ser homosexual, e por essa razão unicamente, isso é homofobia.
3. Quando alguém insulta alguém (insultar: chamar nomes, ofender a mãe, etc), isso é homofobia.
Não, não se tarta no divã do psiquiatra, como a claustrofobia, por exemplo. É uma imbecilidade não clinica.
“E como é que sabes que há em 500 pessoas ou em mil, ou em 20 ou em 10 e não sabes se existe em cada uma delas?”
I beg your pardon… não percebi a pergunta, menina zazie. Não te importas de reformular?
Ó mário, gostei dessa do "pensar sobre a essência das coisas" 
caramelo |
12.05.07 - 4:30 pm | #
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ah, e esqueci-me: esses anti-fascistas que segredam ao ouvido que já não suportam tanta panasquice de esquerda (quando, como me explicou um, os panascas até já estão no poder e podem ser de direita) também têm outra característica que não sei se caramelo tem:
ainda falam em underground. Nessas coisas que já foram bandeira de esquerda antes dela meter as pantufas e dar em reinvindicar os direitos de cu, de casório e de choco.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:28 pm | #
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Ainda que tenha de reconhecer que os valentes anti-fascistas que já me segredaram estas coisas ao ouvido, ou mesmo os que me pediram para apagar comentários não fosse o Miguel Vale de Almeida ler, não são nada burguesitos. São ainda da velha escola do sindicalismo e da guerrilha urbana.
Por isso e´que era muito útil para nós 2 e para a as massas em geral, que o caramelo nos explicasse como funciona esta cena de esquerda da fobia homo.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:25 pm | #
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Na, Mário, se fosse ao vivo o caramelinho já me tinha segredado ao ouvido o que muitos outros valentes anti-fascistas também já segredaram:
"é pá, não digas nada, mas também já não posso com esta merda da paneleirice como bandeira de esquerda. Estes gajos são mas é uns burgueses de treta".
Mas aqui não pode dizer assim. Aqui tem de responder como científico que é e anti-religioso com pó a essas merdas das confissões de carne e flagelações de purezas.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:22 pm | #
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Zazie, eu não tenho que ser homofóbico, para saber o que é a homofobia, assim como não tenho que ser diabético ou motorista de autocarros para saber o que é um diabético ou um motorista de autocarros… capice
Na, no capice. Vamos lá repetir tudo de princípio...
ahahahaha
(quanto a ménages, digo-te já: se for para aspirar a casa e limpar o pó, podemos resolver isso depois, mas primeiro está a lição)
O que eu te perguntei é como é que se pode saber o que é a homofobia.
É questão do foro psíquico? é apenas questão de fantasia erótica? precisa de prática ou pode-se detectar por palpitações, por sintomas?
Como é que sabes que fulano ou sicrano é?
Não precisas de saber individualmente porque te basta saber que há no colectivo?
E como é que sabes que há em 500 pessoas ou em mil, ou em 20 ou em 10 e não sabes se existe em cada uma delas?
Fiz-me compreender ou tenho de dar mais exemplos desbocados?
vê lá, não te acanhes. Isto aqui não é o Atlãntico ornitorrinco. Aqui podem-se dizer palavrões à vontade.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 4:19 pm | #
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Caramelo, já lhe disse que você não tem jeito nenhum para avaliar as pessoas, não quer acreditar... Mas acho que ao vivo até nos iriamos entender.
Zazie, a capacidade de pensar sobre a essência das coisas é hoje um bem escasso. Você pode estar horas a fazer as mesmas perguntas ao caramelo que ele vai sempre responder com aquelas com verdades de algibeira, sempre pela rama e irá achar que você é que não chegou ao nível de compreensão dele.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 4:16 pm | #
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”se sabes que um fenómeno social existe por causa de uma palavra”
Não. É ao contrário. As palavras é que existem por causa dos fenómenos
“como é? sabes que não és homofóbico mas consegues detectar homofobia a que distância?
virtual? sinalética? por telepatia? por confissão?”
Zazie, eu não tenho que ser homofóbico, para saber o que é a homofobia, assim como não tenho que ser diabético ou motorista de autocarros para saber o que é um diabético ou um motorista de autocarros… capice? Vem no dicionário, vem nos livros, etc, etc. (isto parece que voltámos à primária... )
“E como é que essas pessoas e tu próprio devem fazer para tirarem essa maldita fobia do corpo?
Na claustrofobia há tratamentos em que vão acompanhados do psico e enfrentam, na prática a praça pública.”
ai, ai... não percebeste mesmo o que significa a homofobia. Não, não é assim que se trata a coisa.
E continuas muito interessa nos meus gostos sexuais. O meu convite mantém-se, zazie. Informo-te já que nessa cena da “flagelação” é que não alinho. Isso é com o Mário.
Mário, você é o gajo que mais prazer dá chatear na blogosfera. Não falha e é impagável. Você é mesmo assim todos os dias na vida real?
caramelo |
12.05.07 - 4:06 pm | #
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Na, o bacano do caramelo ainda não explicou como é que resolveu o problema da fobia.
1- Tens essas palpitações fóbicas contra os outros?
2- Sabes que não tens porque és de esquerda e anti-fascista? e a esquerda e os antifascistas podem ser marrecos, cheirarem mal da boca, terem herpes, ou serem panascas mas estão a salvo das fobias de classe?
é isso?
conta lá, pá. Agora não te safas com ménages. Metes-te em teórico, desenrasca-te.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:57 pm | #
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errata :agorofobia- praça pública, claustro fechado, homo medo de ir ao cu.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:52 pm | #
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Não disfarces, ó bacano.
Eu fiz-te uma pergunta concreta :
se sabes que um fenómeno social existe por causa de uma palavra e consegues saber que uma pessoa tem essa doença porque conheces muitos sinónimos para a palavra, eu sou obrigada a perguntar-te como é que sabes de ti.
Ainda não respondeste- existem os conceitos e as práticas que lhe correspondem. Assim como existem os conceitos e os sintomas ou psiquismos que lhe correspondem.
Eu pergunto-te:
como é? sabes que não és homofóbico mas consegues detectar homofobia a que distância?
virtual? sinalética? por telepatia? por confissão?
E como é que essas pessoas e tu próprio devem fazer para tirarem essa maldita fobia do corpo?
Na claustrofobia há tratamentos em que vão acompanhados do psico e enfrentam, na prática a praça pública.
Na claustrofobia, fazem o mesmo e enfiam-nos dentro de espaços fechados, à força, até se habituarem.
Como é que fazes com a homofobia?
enfias ou deixas enfiar à força para te habituares?
Flagelas-te? para nem teres a tentação das duas coisas? tudo espírito e sem pecadilhos nos instintos?
conta lá, Verdade, como és um bacano dá para se conseguir estas explicações online.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:51 pm | #
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«Olhe, esta discussão à volta das palavras não tem sentido nenhum. O problema não são as palavras, são as atitudes que elas representam. As palavras são meras convenções linguísticas.»
Você está mesmo a leste. Você é um bom exemplo de coragem intelectual e cobardia filosófica. Ainda não percebeu, porque não quer perceber, que essas suas observações são muito básicas e para o que está em discussão nem atrasam nem adiantam.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 3:45 pm | #
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Mas, pelo que vejo, tu andas muito interessada nas minhas preferências sexuais, zazie… hhhmmmm, muito bem… olha, eu gosto de ménage à trois com gajas de mamas grandes. Se corresponderes, arranja uma amiga 
caramelo |
12.05.07 - 3:41 pm | #
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"Porque é que o caramelo não é homofóbico (o que quer que isso seja, ele sabe o sinónimo da palavra. logo há-de saber a que actos correspondem)"
Ainda não descobriste o que significa homofóbico, zazie? fónix, está dificil! 
caramelo |
12.05.07 - 3:36 pm | #
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Mário, você é muita melga, pá Olhe, esta discussão à volta das palavras não tem sentido nenhum. O problema não são as palavras, são as atitudes que elas representam. As palavras são meras convenções linguísticas. Fobia, como é óbvio, significa tanto “medo” como “aversão” e eu estava convencido de que a zazie sabia isto. Mas essa questão das fobias para aqui e para acolá não interesa grande coisa. A zazie é que foi ao dicionário e me quis lixar, toda triunfante e lampeira e de caminho ainda disse que eu podia sofrer já não sei de quê, não sei muito bem a que propósito. Eu limitei-me a informá-la do significado de fobia.
Mas pronto, olhe lá, Mário, se a definição utilizada pelos peneleirotes dos académicos de cambridge não lhe serve.- invente então uma palavra mais viril e marialva para “aversão a estrangeiros” e “aversão a homossexuais”. Eu aceito. Força: que palavra é que escolhe? Pode também não escolher nenhuma, se considerar que esse fenómeno não existe. Quanto a isto, não lhe vou pedir que experimente a “aversão a homossexuais”. É coisa que você, macho valente como é, pelo que imagino, nunca vai saber. Mas se quer saber se existe ou não “aversão a estrangeiros” (chame-lhe xenofobia ou bacalhaucomnatas), eu indicava-lhe certas latitudes…
caramelo |
12.05.07 - 3:33 pm | #
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mas o rapaz vai ao dicionário embora tudo indique que não vá aos traseiros.
Ora o que eu lhe pedi não foram sinónimos igualmente vazios.
O que eu lhe pedi foi para me explicar como é que ele sabe de si.
Porque é que o caramelo não é homofóbico (o que quer que isso seja, ele sabe o sinónimo da palavra. logo há-de saber a que actos correspondem)
É que estamos aqui a lidar com um bacano científico. daqueles que só acredita no que cheira e não consta que cheire aí.
Como também tem pó às religiões e a todas essas práticas de denúncias e perseguições, e é um valente anti-fascista contemporãneo, aguardemos pela explicação.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:27 pm | #
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Se responderes a estas 2 perguntas tenho mais uma sem precisar da puta dos dicionários.
Se tens dúvidas que, em sendo humano e não gostando de levar no cu, o que fazes para afastar de ti a tentação do desagrado?
flageslas-te 1, 2 vezes por semana ou só nos dias santos?
~hããã
Fico à espera por causa da medalha do 10 de Junho
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:24 pm | #
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Os dicionários são inclusivos. Ao fim de alguns anos incorporam todas as acepções das palavras que a sociedade lhes dá. É natural que hoje em dia "fobia" signifique para a maior das pessoas algo muito diferente das suas raízes. Na verdade, que não signifique nada de concreto, que tenha um conteúdo variável consoante as necessidades do utilizados.
Isto dá bastante jeito aos nazis do século XXI. Porque podem usar a novilíngua de forma duríssima para atacar os adversários, utilizando conotações radicais das palavras, mas se forem confrontados desculpam-se dizendo que afinal não é nada, que os outros é que têm mentes perversas e imaginam coisas a mais.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 3:23 pm | #
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ó caramelo, nem vou perder tempo com os linkes mas vais ter de me responder a estas duas perguntas:
1- Sabes que não sofres dessa coisa? como?
2- Gostas de levar no cu?
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:21 pm | #
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o meu amigo José, da GL tem como hobbie catar estas questões das palavras ligadas às ideologias.
É bem mais importante do que tudo o resto. É sempre pelas palavras que os totalitarismos se vão impondo.
Eu recuso-me a dizer neologismos.
Porque não há nada mais fácil do que decorar uma palavra, dar-lhe uma conotação maligna e nem precisar de pensar a que actos é que essa palavra se refere.
Por isso é que depois se chega a assistir a exercícios patéticos como o do Miguel Madeira na Atlântico.
Às tantas, por pura ingenuidade, e porque até é um bacano de boa-fé, decidiu fazer a pergunta alto- será que por fulano x embirrar com a homossexulidade faz dele um homofóbico?
Eu acho que vale a pena guardar-se esta pergunta que lá está e os exercícios de tentativas de resposta que se lhe seguiram.
Eles nunca tinham sequer pensado que a palavra podia ser vazia!
Que podia nem sequer se reportar a uma noção específica com determinadas características de actos.
ehehehe
É caso para se dizer que o que não dá para rir dá para chorar.
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 3:18 pm | #
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A mudança do sentido das palavras com objectivos bem definidos é apanágio da revolução. Esta treta da homofobia já teve na xenofobia um balão de ensaio. Há uns anos atrás o combate à xenofobia tornou-se num desígnio nacional. Apercebo-me agora que foi um erro não ter insistido para o uso pouco correcto do termo. Não há qualquer medo paralizante em relação aos estrangeiros, especialmente nos portugueses. Mas a aceitação generalizada de um conceito tão drástico cumpriu uma função. Criou-se a ideia de que há um racismo profundo entre nós.
É caricato serem aqueles que mais criticam os padres por incutirem sentimentos de culpa precisamente os moralistas dos tempos modernos, que fazem dos outros xenófobos ou homofóbicos até prova em contrário.
A utilização da palavra é a arma subtil dos novos revolucionários, desde há umas décadas para cá. Longe vão os tempos em que a revolução consistia na imposição pela força. Vivemos no tempo na manipulação de mentes. É caso para dizer, "olha" para o que eu digo, não para o que faço.
Mário |
Homepage |
12.05.07 - 3:06 pm | #
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Ai, menina, tu dás tanto trabalho!... O que vale é que gosto muito de ti Então, aprende lá, que eu não duro sempre (rais parta, que eu pensava que estas coisas eram do entendimento comum na civilização ocidental... ).
http://www.yourdictionary.com/phobia
http://www.thefreedictionary.com/phobia
http://dictionary.cambridge.org/...59405&
dict=CALD
http://www.bartleby.com/61/9/P02...9/
P0250900.html
http://www.wordsmyth.net/live/home.php?
script=search&matchent=phobia&matchtype=exact
http://thesaurus.reference.com/s...search?
q=phobia
http://www.wordsmyth.net/live/
ho...matchtype=exact
http://www.allwords.com/query.php?
SearchType=3&Keyword=phobia&goquery=Find+it%21&
Language=ENG
http://www.cooldictionary.com/
wo...hobia.wikipedia
Se quiseres mais, diz.
E olha lá, mas eu alguma vez te falei dos males de que sofro ou deixo de sofrer? A única coisa que eu disse é que estranhava que alguém no século XX, em Portugal (país que não se resume a um raio de vinte metros das Avenidas Novas e dos bares e saunas do Bairro Alto, ou lá como se chama isso), diga que não existe homofobia no nosso País. Chega a ser hilariante! É ou não é, ó rapariga?
Já aprendeste entretanto as várias acepções do termo fobia?
caramelo |
12.05.07 - 3:04 pm | #
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male?
pÕoo eu disse male ":O?
zazie |
Homepage |
12.05.07 - 2:54 pm | #
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Mário: empreguei o termo dialéctica no sentido da velha sofística; do engano.
...............
Mas aguardemos que o bacano do caramelo explique este importante aspecto teórico da nova luta de classes. Como é que ele sabe que não tem essa doença paralizante.
fobia, do grego= medo, pavor que paraliza e deixa incapaz de agir.
zazie |
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12.05.07 - 2:16 pm | #
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ó caramelo, o sufixo enfia-se num sítio que eu cá sei, meu patusco.
Fobia é um medo que paraliza, que torna uma pessoa inactiva. Quem sofre de claustrofobia fica paralizado de medo em espaços fechado- num elevador, por exemplo.
A fobia não se manifesta por impulso agressivo. Logo, vs. querem detectar loucuras (á boa maneira do estalinismo de Gulag- todos os dissidentes sofriam de doenças mentais) com uma doença errada.
E faço-te a pergunta básica- como é que sabes que não sofres do mesmo male?
Como é que se mede uma fobia dessas que nem precisa de actos? pelos relatos dos sonhos? por confissão? por negação? por não baterem no peito e perseguirem outros fóbicos congéneres?
Ora vê la´se consegues responder a esta para teres direito à medalha do 10 de Junho.
É que assim não vale- não penses que podes dar em grande teórico do anti-fascismo contemporãneo com questões de cu mal teorizadas.
":OP
zazie |
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12.05.07 - 2:10 pm | #
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Oh caramelo, eu não tenho pedalada para fazer coro com a zazie.
Mário |
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12.05.07 - 11:11 am | #
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Era eu, o vosso caramelo.
Anonymous |
12.05.07 - 10:34 am | #
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Vocês fazem um coro engraçado, ó zazie e Mário.
Zazie, o sufixo fobia, tanto em homofobia como em xenofobia, utiliza-se na acepção de “aversão”… enfim, mas tu não sabes isso? Queres que te explique melhor uma coisa tão básica? Passas muito tempo a falar com gárgulas, é o que é… . Vá, juizinho, meus queridos.
Anonymous |
12.05.07 - 10:33 am | #
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«A dita coragem "intelectual", na maior parte dos casos é "dialéctica".»
Um dos grandes problemas dos intelectuais é precisamente não porem em acção a velha dialéctica. Têm pavor em comparar no seu espírito várias ideias em confronto em pé de igualdade, uma vez que já estão completamente vendidos a um dos lados da questão. A única dialéctica que conhecem é uma encenação, onde de um lado colocam as suas ideias glorificadas e, do outro, as ideias adversárias deturpadas. Este tribunal tem sempre veredicto certo e seguro.
Esta gente já nem usa a dialéctica de Hegel, que apesar de não valer a ponta de um corno, está infinitamente acima das suas possibilidades intelectuais.
Mário |
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12.05.07 - 10:23 am | #
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Por isso corrigi coragem intelectual por filosófica. E quando penso em coragem filosófica não a estou a dissociar da acção, pelo contrário. É precisamente esta coragem que permite depois distinguir a coragem física da inconsciência. A meu ver, a coragem de carácter faz parte da coragem filosófica.
Mário |
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12.05.07 - 10:05 am | #
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A dita coragem "intelectual", na maior parte dos casos é "dialéctica". Uma série de emaranhados que, em muitos casos, mais não são que teias de pretextos para meras justificações pessoais.
Também se chamou agora coragem aquela palermice desbocada do Tiago. Quando, o único exemplo perto de coragem foi aquele imediatismo do RAF. O primeiro, a saída, sem perguntar quem vem atrás, sem ajustar contas, apenas porque sim. Por isso é que toda a coragem vive de inconsciência, no sentido em que não pesa consequências- nÃo escolhe o que mais pode beneficiar.
zazie |
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12.05.07 - 2:11 am | #
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Tenho grandes dúvidas. Em havendo um cataclismo e sendo necessário arriscar para salvar ou defender alguém, de que serve a "coragem intelectual"? Essa aparece no fim, a teorizar sobre o acidente.
A grande coragem implica outra coisa- a capacidade de não pensarmos na preservação e não existe nada que mais se preserve que o corpo.
Acredito noutro tipo de coragem sem ser física que e´a de carácter. E, também essa, não necessita de ser teórica, mede-se pelos actos. Pode ser uma mera resposta, um desprendimento, um risco mas nunca é palavrosa.
Por isso é que senti aquela necessidade (um tanto bacoca, diga-se) de felicitar o RAF. Gosto sempre de ver essas coisas.
zazie |
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12.05.07 - 2:08 am | #
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«A única coragem que existe é física; o resto é garganta.»
Cuidado porque há uma fronteira estreita entre a coragem e iconsciência.
Mas penso um pouco ao contrário, que a verdadeira coragem é intelectual. Melhor dizendo, filosófica, no sentido mais elevado da palavra. A coragem intelectual refere-se a uma determinada área específica que não coloca nada de fundamental em causa, já a filosofia, a verdadeira, só coloca o essêncial em causa.
Mário |
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12.05.07 - 1:41 am | #
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Basta rebentar uma bomba em Madrid ou em Londres e é ver a valentia deles.
Vivi bem essas coisas de valentias e sei que há meia-dúzia de pessoas com verdadeira coragem. A única coragem que existe é física; o resto é garganta. Por isso é que gozo com as aparições de anti-fascistas na democracia. Agora é fácil.
zazie |
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12.05.07 - 1:13 am | #
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Este anónimo que veio para aqui dizer umas alarvidades a meu respeito no fundo está a fazer uma "fézada
Rapaz, os valentes aqui são aos milhares, frente ao monitor é só heróis.
zazie |
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12.05.07 - 1:11 am | #
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Sem entrar em detalhes, posso-te garantir que isso sim, esse efeito do tacho gay a passar a perna a tudo por via ilegal já conheci. E com denúncias, escarrapachando precisamente o motivo. E eles assobiam para o lado. Ou correm com quem lhes possa tocar. Porque não há lobbie gay a depender de "lobbie hetero". Em havendo lobbie e gayzice é o 2 em 1.
zazie |
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12.05.07 - 1:04 am | #
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É capaz. Se calhar muita gente com quem nos cruzamos todos os dias descarrega virtualmente aquilo que ao vivo ainda não consegue fazer.
Agora garanto-te. Conheço o meio académico de Oxford. Aquele melro lá não tem coro. Se há coisa com que um inglês não pode é com o over acting. Se for oxfordiano, então está mesmo marginalizado. Por isso é que até me atrevi a dizer que deve ser efeito de vivência conturbada.
Ele não conseguia fazer este chordinho e ter tanta gente a chorar com ele se não fosse, cá, nem que seja por via da net.
Mas, cá, ao vivo, não fazia choradinho porque faz parte da elite. No máximo, o que podia ter era alguns olhares de lado, caso tivesse conseguido promoção à custa da dita cuja.
Como o assédio gay tem muito mais saída que o hetero, na prática, o que existem são cargos de poder tomados por eles. Por isso não choram, disfarçam.
zazie |
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12.05.07 - 1:02 am | #
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«Eles também lêem Orwell e o Admirável Mundo Novo- mas não conseguem topar o espelho.»
Pois é, incrível. Eu olho para mim a toda a hora a ver se não me torno naquilo qua mais critico. E cada vez mais penso que é esta dúvida que permite manter as pessoas na sanidade mental.
Mário |
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12.05.07 - 1:02 am | #
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A blogoesfera antecipa muitas coisas que irão ocorrer na "vida real". Até há pouco tempo esta intolerância de que falamos era para mim apenas uma realidade virtual, da net, que desaparecia quando saia da frente do computador. É um choque quando vemos os mesmos mecanismos doentios aparecerem aos poucos na vida do dia a dia. Falo, é claro, da intolerância relacionada com as novas causas progressistas.
Mário |
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12.05.07 - 12:54 am | #
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Das purgas estalinistas e das auto-críticas maoistas só conheço os relatos. Contudo, as tricas da blogoesfera são relativamente moderadas por outra razão, acho. Aqui o extermínio de carácter é limitado, não é possível ver a reacção exacta da outra pessoa. Este anónimo que veio para aqui dizer umas alarvidades a meu respeito no fundo está a fazer uma "fézada". Na verdade ele não sabe se as coisas que escreveu têm algum efeito. As possibilidades de humilhar o outro são limitadas porque ele pode sair daqui num instante. Não tenho a menor dúvida que estes nazis virtuais iriam muito mais longe se pudessem de facto humilhar os seus adversários, se pudessem fazer mesmo sangue. No fundo, o que os contém não é uma réstia de bondade mas, pelo contrário, saberem que não podem realizar o mal absoluto.
Mário |
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12.05.07 - 12:54 am | #
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Mas, como te digo, não conheço o fenómeno ao vivo. Tenho conhecimento de algumas pessoas que já falam esta novilíngua mas, actos, ou censuras, ou perseguições, não.
Eu própria sou assim tão provocadora ao vivo como aqui. E lido com eles. Nunca notei qualquer melindre.
Não sei. Como também são todos tão VIP e com tanto tacho, não se iam atrever a fazer fitas destas pela frente. Era gozo em grande. Não há gayzice pobrezinha e vitimazinha em parte alguma.
zazie |
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12.05.07 - 12:46 am | #
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Mas gosto de lhes morder os tiques. E é um facto que são copiazinha chapada de toda a velha parafrenália inquisitorial.- até com a pancada da "doença mental". Tudo isto já foi escrito. Eles também lêem Orwell e o Admirável Mundo Novo- mas não conseguem topar o espelho. Vêem tudo cor-de-rosa. Convenceram-se que é mesmo necessária estra cruzada.
Vale a pena topar os exercícios religosos da Côncio, nestas sucessivas auto-críticas aos perconceitos.
Só quem nunca leu literatura de extases da martiriologia é que não percebe que é perfeitamente o mesmo.
Ela purga-se como se purgavam as santas dos pecados. E acredita que pode tirar o demónio do corpo- neste caso os "preconceitos" até ficar só espírito, sem pecado. ;Mas, até lá, como toda a martiriologia sempre soube, há que combater as tentações,e combater os pecadores. É isso que ela faz. Ela e milhares de outros jacobinos que estão convencidos que a religião só ataca os outros. Quando a eles ataca no pior sentido que pode ter.
zazie |
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12.05.07 - 12:42 am | #
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A diferença é outra- esta treta não tem a mesma função que tinham as verdadeiras purgas estalinistas e maoistas. E nem é sombra do que foi a boa da tradição do julgamento dos pecados públicos ou das perseguissões religiosas, nesse teatro da crueldade.
Tem é outra característica mais cretina. Como é coisa frouxa, que nem precisa da menor coragem (bastava aparecer um meco com turbante à frente que estes inquisidores borravam-se todos)serve para massificação doutrinária.
Este efeito frouxo mas mais alargado é mais cretino porque sempre foi por via destas coisas moles e frouxas que se corromperam todas as sociedades.
O que é mesmo perigoso é quando estas taras entram nas escolas e passam a corromper a cabeça dos putos.
E isso já acontece la´fora. Como eu tenho a mania que o grande responsável pela expansão desta treta é a ONU ou o Parlamento Europeu- ao financiarem e darem carta branca a todos os lobbies, creio que por aí não vamos escapar. A menos que venha qualquer verdadeira ameaça bélica para limpeza.
zazie |
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12.05.07 - 12:35 am | #
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É a maior manifestação de intolerância que já vi
Isso é porque não viste nada. Se tivesses assitido à purgas estalinistas ou auto-críticas maoistas isto era mel.
É uma mera caricatura de uma longa tradição de processos de intenção. Encontras isto, a sério, porque aqui é de recreio, desde o César, às seitas, às Igrejas, aos partidos, às ditaduras, ao Kafka, aos Gulags. C'est toujours la même chanson.
Eu confesso que acho piada e gosto de observar, aqui, na blogosfera, porque o que me falta é o que tu contas, o feedback ao vivo.
Não o conheço. E acho estranho, porque até trabalho com gente jovem e num meio cheio de rabichice (a começar por quem manda). Mas não conheço isto, a não ser aqui, do mundo virtual.
Esse é o aspecto que me leva a perder tempo nesta National Geographic
zazie |
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12.05.07 - 12:29 am | #
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Zazie,
Parece-me que a moda das fobias está apenas no início. E nesta história da homofobia existe mesmo uma enorme fobia aqui presente, não a dos supostos homofóbicos mas a dos acusadores. Esta gente tem mesmo asco de quem lhes bate o pé ou simplesmente não segue os mesmos ditames que eles. É a maior manifestação de intolerância que já vi.
Tenho assistido a vários casos destes ao vivo de forma crescente. O pessoal da brigada ideológica fica em pânico quando ouve alguém dizer uma piada sobre rabetas, ou alguém que vai fumar, mesmo que para longe, ou se gosta de fast food. Olham para o indivíduo como se ele tivesse um vírus contagioso, não hesitam em lançar uma crítica moralista e mesmo em guardar certa distância física.
São estes, o pessoal da brigada ideológica, os verdadeiros homofóbicos, "homo" aqui de homem. São incapazes de aceitar os outros como eles são, têm horror às pessoas. Mais que isso, são incapazes de ver o ser humano na sua totalidade, reduzindo-o a uma abstracção certinha, e sentem que têm uma legitimidade absoluta para policiar as pessoas reais de carne e osso que se desviam dela. É isso que se vê muito na blogoesfera, uma grande falta de humanidade e propensão de reduzir o outro a nada.
Mário |
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12.05.07 - 12:12 am | #
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É curioso ver este anónimo completamente a leste, pensando que está a fazer um brilharete com a sua psicologia de adolescente e completamente previsível. Eu meti-me na peixeirada, porque com estes sub-nutridos mentais não dá para fazer outra coisa, com um objectivo: mostrar o nazismo da gentalha que defende as causas progressistas. E eles não se fazem rogados, não senhor, a sua arrogância moral é tal que não percebem quando são manipulados.
É curioso que eu nunca falei sobre a homossexualidade propriamente dita, que é assunto que não me interessa, mas apenas do gayzismo, que é um projecto iminentemente totalitarista e nazista. As virgens que se ofenderam é que mostraram os seus esqueletos no armário, e não hesitaram em me acusar pessoalmente, com todo o arsenal da destruição de carácter conhecido.
Mas essas armas só resultam com os cobardes. Hoje em dia a cobardia reina, mas eu ainda vou continuar a bater o pé a estes nazistas do século XXI. Ainda hoje dizia aos meus colegas de trabalho no almoço para aproveitarem bem aqueles momentos em que se "disparata" com rédea solta porque daqui a alguns anos estas brigadas ideológicas só vão permitir conversas inócuas em público.
Mário |
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12.04.07 - 11:47 pm | #
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Só quem, como o Mariozinho, tem algo a esconder, se dá ao trabalho de dar tantas justficações àcerca de si.
Alíás, a forma histérica como reagiu ao meu comentário é bem reveladora das suas inclinações sexuais. Em vez de se rir de uma coisa supostamente absurda, explodiu em fúria e com vontade de me dar pauladas. O Máriozinho lembra-me aquele sargento do filme «Beleza Americana», que ao mesmo tempo que transmitia a imagem de que era uma pessoa conservadora, um caceteiro, e um macho latino com aversão a paneleiros, vivia ansioso por ser enrabado.
Quanto ao facto de o Mariozinho ser um papagaio do Arroja, isso também está à mostra: basta estar atento aos conceitos-chave introduzidos pelo Arroja nos seus posts, para logo a seguir ver o Mariozinho usá-los nos seus comentários, sem acrescentar nada de relevante. «Protegido» pelos argumentos do Arroja, pode depois insultar os outros, para além de os tentar menorizar. Mas a verdade é que o Mariozinho não dá uma para a caixa...
Anonymous |
12.04.07 - 10:52 pm | #
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As aparições de anti-fascistas depois do 25 de Abril só conseguem competir em nº com os rabichas. Para calendário alternativo e laico precisavam de aumentar para o triplo o nº de meses.
zazie |
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12.04.07 - 8:19 pm | #
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Além do mais, só quem não conhece o caramelo é que não sabe porque é que lhe deu para adoptar a causa rabichal.
Ele é um valente anti-fascista. Descobriu essa vocação em plena democracia.
Infelizmente já só lhe resta tentar desencantar opressores de bichas no mundo virtual. À saída das saunas davam demasiado nas vistas, mesmo para um anti-fascista do século XXI.
Esperemos que o governo lhe reconheça os méritos no 10 de Junho.
":OP
zazie |
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12.04.07 - 8:17 pm | #
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Uma coisa é certa, ó Mário, com estas borboletas apoiantes não há falinhas mansas nem meio termo. Se não levam em força para trás estão para aí, que nem umas malucas, a difamar meio mundo e fazer intriga. São umas jaquinas por empatia.
Há que gozar e fazer em cacos e recusar esta novilíngua. Qualquer pessoa saudável deveria recusar-se a falar em fobias. Ir atrás destas palavras é o primeiro passo para o que eles querem- estigmatizar pessoas sem precisarem de explicar o que é que de mau elas fizeram-
basta-lhes dizer que são homofóbicas- o que raio é que isso signifique e com que raio de instrumento é que estes nazis o detectam.
zazie |
Homepage |
12.04.07 - 8:01 pm | #
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Mas é engraçado ver como acabou a heroica esquerda revolucionária. É lindo. Acabaram a discutir temas de cu
ahahahaha
Que grande palhaçada que havia de dar. Só mesmo barbies é que acham que a nobreza da política- se limitava a estas palpitações de causas rabichais.
Por mim, na maior. É que mais rasca que isto não pode chegar nenhuma ideologia.
zazie |
Homepage |
12.04.07 - 7:56 pm | #
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Mas eu cá também acredito que haja paneleirice por contágio. É que são mais que as mães. Esta´tudo cheio de borboletas e ainda nem chegámos à primavera.
zazie |
Homepage |
12.04.07 - 7:53 pm | #
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ainda andam com as fobias?
ahahahaha
Decoram palavras vazias e depois dizem que as mulheres é que falam muito
":O)))
que raio é uma homofobia? sabes, ó caramelo?
fobos=medo, medo paralizante. Existem fobias de espaço público e fobias de espaços fechados- agorofobia e claustrofobia. Caracterizam-se por deixar a vítma imobilizada, completamente incapaz de agir.
È isto uma fobia, ó seus papaios toinos.
Que é que isto tem a ver com o a anormalidade de empalar homossexuais, hããã?
sabes?
Não sabes, só sabes papaguear o teu ódio de estimação- os processos inquisitoriaos da boa da velha Igreja Católica. Ou então os processos de intenção estalinistas e maoistas-
detectar o que pode ir no inconsciente de alguem e mandá-lo para um campo de reeducação.
V.s os das fobias, são isso- são palermas inquisidores.
zazie |
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12.04.07 - 7:51 pm | #
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Estes anónimos vem para aquir chamar paneleiro ao Màrio!!! Logo o Mário, um verdadeiro macho latino. Sinceramente.
Bjorn Torske |
12.04.07 - 6:16 pm | #
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«Espera que o Arroja publique posts, para depois, qual papagaio, repetir (com outras palavras) as mesmas «ideias» «arrojadas».»
Mas esta parte até merece comentário, por várias razões que acabam por ser mais pertinentes do que pode parecer à primeira vista e que podem interessar àqueles que querem retirar alguma coisa útil daqui, e não estão certamente interessados em trocas de galhardetes sem justificação.
Muito antes do PA escrever sobre a homossexualidade aqui já tinha comentado o assunto n' outro blog, precisamente n' O Insurgente onde o agora caído em desgraça AAA escreve, onde repeti no essencial o mesmo que aqui escrevi, indo até mais longe. Por isso, se existisse alguém a "copiar" alguém seria o PA a repetir-me, o que não tem obviamente qualquer sentido.
Mas o que é realmente interessante é ver as reacções destes gayzistas - termo apropriado pela semelhanças óbvias com os nazis. Já na altura tive algumas reacções idênticas e não foram de homossexuais. Um indivíduo que se identificou como homossexual ficou um pouco perplexo com o que eu escrevi mas teve o bom senso (ainda há disso?) de me pedir para explicar melhor. Bastou uma curta explicação para o indivíduo mudar de opinião e até mostrar concordância parcial com o que dizia.
Por isso não tenho ilusões, o gayzismo é logo uma ameaça para os próprios homossexuais. Estas reacções anónimas de destruição de carácter, de fazer insinuações sobre o comportamento íntimo são típicas da mentalidade revolucionária, é a mentalidade nazi, dos estalinistas e guevaristas que se alegram com os tiros na nuca. E isto não são insinuações, são constatações directas e objectivas a partir do comportamento desta gentalha cobarde e mediocre. É esta gente que quer opoder para fazer um "mundo melhor" e acabar com as discriminações.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 6:15 pm | #
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Cobarde é você, como se pode comprovar pela linguagem rasca que você utiliza.
E tenho mais do que fazer do que andar à sua procura... Você é que tem de tirar esqueletos do armário.
Anonymous |
12.04.07 - 6:02 pm | #
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Anonymous | 12.04.07 - 5:10 pm |,
Vá para a puta que o pariu. É a única coisa digna de dizer a um cobarde que escreve assim.
Como não sou anónimo, pode procurar por mim e ver se sou essa pessoa que diz quem sou.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 5:52 pm | #
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Este Mário é um autêntico cromo!
Espera que o Arroja publique posts, para depois, qual papagaio, repetir (com outras palavras) as mesmas «ideias» «arrojadas».
E depois não tem nível nenhum: na maior parte dos seus comentários estão sempre presentes insultos aos outros e a tentativa de os menorizar.
Eu diria que este cromo anda muito frustrado com a sua vidinha, e que a rudeza que se encontra nos seus comentários não passa de uma forma de se liberar de fantasmas que o atormentam, e de descarregar nos outros a raiva que sente por si mesmo. Daí que não andarei muito longe da verdade se disser que este cromo já teve relações homossexuais.
Anonymous |
12.04.07 - 5:10 pm | #
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caramelo,
Não se arme em parvinho porque não tenho qualquer problema em partir a cara a um imbecil.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 5:05 pm | #
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Mário, Mário, eu estou a achar essa conversa muito paneleira... homem que é homem não fala tanto. O que eu lhe propus é irmos por ai verificar se existe ou não homofobia. E não, a homofobia não é o que você quer que seja, a homofobia é discriminação insultos despedimentos até, e porrada também, que também há, basta que seja a pessoa errada, no lugar errado.
Mário, você, decididamente, não conhece o país em que vive. Deixe-se de merdas. Você não corre ninguém à paulada, caralho, deixe-se de paleio fiado.
caramelo |
12.04.07 - 5:00 pm | #
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Já lá vai o tempo em que perdia tempo a comer caramelos.
Elypse |
Homepage |
12.04.07 - 4:54 pm | #
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caramelo,
Você quando fala de homofobia está a pensar em quê? É que para mim homofobia é querer corrigir os homossexuais à paulada. Eu à paulada só tenho vontade de corrigir sociopatas como o Daniel Oliveira, o Tiago Mendes e outros candidatos a líderes de opinião. Essa homofobia já não existe e na verdade nunca existiu, é uma ficção género TVI que engana os urbano-depressivos que avaliam a realidade não por ela mesma, nem sequer conseguem conceber tal coisa, mas pelo diz que disse, porque apenas conseguem viver um continuum de ilusões.
Agora se pensa em homofobia devido às piadas sobre panascas e sapatonas, ou por dr achar que essa gente são aberrações, então há muito homofobia. Mas essa é uma utilização da palavra demasiado lata e dificilmente justificável. Achismos e piadas não são motivos suficientes para apontar uma fobia. Se assim fosse, todos nós teríamos centenas de fobias porque todos temos muitos preconceitos dos quais, felizmente, não arredamos pé.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 4:35 pm | #
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"pior mesmo só a heterofobia"
Olha, outro! Mas onde é que esta malta vive? Mas esta gente só conhece o país de meia dúzia de blogs e bares do bairro alto? Ó santa engrácia!
Mário, come-se onde você quiser, caralho! Se o gambrinus é apaneleirado, a gente almoça na Tasca do Cardoso em Torres Vedras, foda-se Qual é a aposta que quer, vá lá? É homem para isso, ou não?
caramelo
caramelo |
12.04.07 - 4:22 pm | #
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caramelo,
Ao contrário dos totós que frequentam os blogs, eu conheço o país real. Além disso, não frequento essa paneileirice do Gambrinus.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 3:39 pm | #
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Alguns "homens" confundiram, momentaneamente, a "inversão" de papéis. Continuo na minha tese, por mais disparatada que possa parecer: a "emancipação" da mulher se não é a causa contribuiu imenso para o aumento galopante da homossexualidade dos tempos modernos. Alguns "homens" julgaram que confundindo-se se poderiam defender da mulher confundindo-a – é mais um erro.
O caso dos transexuais não deixa de ter o seu Q de espectacular – eles podem fazer delas e muito mais.
A eles só lhes falta um útero para procriar e a elas um caralho para germinar (se calhar inverti a ordem
No entanto, tudo não deixa de ter o tal efeito boomerang. Isto é cíclico – sempre foi e não creio que o deixará de ser.
Atenção: discordo, em absoluto, que a homossexualidade seja uma doença… vejo-a como um recurso psicológico, que alguns seres mais frágeis encontraram, para compensar a descompensação proveniente da adversidade de todo um sistema que se corrompeu e deturpou…
E sim, caramelo, há muita homofobia - pior mesmo só a heterofobia
Elypse |
Homepage |
12.04.07 - 3:31 pm | #
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em resposta a um post do Atlântico:
Hum…começo a comprender melhor a essência do liberalismo gayzolas, perdão, pink (está melhor assim ?): nada de valores nacionais ou universais, de narrativas normativas grandiloquentes, de verdades inabaláveis, porque tudo é relativo, todas as normas são imposturas, e devemos apenas cuidar do nosso interesse imediato e mesquinho, do nosso “clube”, metáfora para tudo o que fica compreendido num pequeno raio em torno do rabiosque de cada um, afinal o verdadeiro centro do universo à volta do qual gira tudo o que verdadeiramente importa. Em suma, depois do geocentrismo ptolomaico e do heliocentrismo copérnico temos o peidolocentrismo liberal-gayzolas, perdão, pink-liberal. Uma verdadeira e radical revolução cultural que o novo e purificado Atlântico se propõe espalhar pelo mundo…
Euroliberal |
12.04.07 - 3:30 pm | #
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"Os indícios de homofobia são quase inexistentes."
Hahahahaha, Onde, ó Mário? Onde é que você vive? Na Castro Street? Mário, agora a sério, e estou mesmo a falar a sério, você quer ir comigo conhecer Portugal, de Norte a Sul, para fazer um teste de homofobia? Apostamos um mês de almoços no Gambrinus? É homem para isso?
caramelo
caramelo |
12.04.07 - 3:22 pm | #
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«O tema é difícil, sei bem.»
Não é nada difícil. Os indícios de homofobia são quase inexistentes. Mais que isso, nunca a sociedade aceitou tão bem a homossexualidade. Mais ainda, nunca como hoje os homosseuxuais tiveram em lugares de destaque e influência. Ainda mais, os homossexuais não só não são discriminados mas têm conseguido em muitos locais formar "mafias" em que discriminam os que não são como eles.
Por isso o gayzismo é uma das grandes aberrações dos tempos modernos. Inventam inimigos e perseguições que não existem. Colocam todos sobre suspeita de homofobia até prova em contrário. Utilizam a vitimização doentia para conseguir poder. O gayzismo é apenas mais uma vertente do movimento revolucionário, que tem como o único objectivo a destruição das bases da sociedade. Utilizam hoje os homossexuais como pretexto, tal como antes utilizaram as mulheres.
E o que ganharam os grupos "defendidos"? As mulheres tornaram-se seres confusos e sem personalidade, que agoram podem ir morrer na guerra e não tarda muito irão começar a apanhar porrada de qualquer grunho quando houver confusão numa questão de trânsito. Foram rebaixadas ao nível dos homens, em suma. E os homossexuais ganharam estatuto de fantoches mimados, os caniches da sociedade, levados ao colo pelas tias deste mundo.
Mário |
Homepage |
12.04.07 - 2:49 pm | #
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Gustavão, falando apenas por mim, não vejo aqui ninguém a atacar a viadagem em si mesma, mas apenas o que você chama de gayzismo...não invente briga onde não há...
Euroliberal |
12.04.07 - 2:03 pm | #
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A solução é a abolição do estado civil !
Pedro Sá |
Homepage |
12.04.07 - 1:54 pm | #
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A culpa é das mulheres ó LG - as mães presentemente são pais (aos olhos dos filhos) logo, os pequenos crescem a querer imitar quem domina - daí até ao surto da homossexualidade foi um instante )))
Anonymous |
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12.04.07 - 1:43 pm | #
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Professor Doutor, deixe-me disser-lhe algo:
Esse debate sobre homossexualismo parece-me completamente fora de foco, e vejo que também aí em Portugal as pessoas não estão a enxergar corretamente a questão. Ora, se o sujeito quer dar 'ré no quibe' ou se a sapata gosta de 'arranhar velcro', e se faz isso entre quatro paredes, em privado, ninguém, mas absolutamente ninguém, tem nada que ver com isso. Aliás, entre quatro paredes, tirando crianças e animais, cada um sabe de si, não é mesmo? Pretender estabelecer uma crítica de comportamento ou uma crítica moral sobre a conduta de gays e lésbicas é, além de idiotice, uma danada de uma hipocrisia, porque todo mundo, note bem, TODO MUNDO, está passível de incidir em uma conduta tida por moralmente errada (lembra-se da primeira pedra? Pois é...). Noto que o homossexualismo não é crime, que o tipo penal da "sodomia" de há muito já foi retirado de nossas ordenações legais, de tal forma que resta uma questão de ordem ético-pessoal que não deve - ou não deveria - suscitar maiores aborrecimentos ao debate público. Eu, como cristão, sigo o que diz o Apóstolo Paulo: "tudo me é permitido, mas nem tudo me convém". Pessoalmente, acho o homossexualismo repugnante e anti-natural. Posso impôr esse preceito a alguém. É claro que não!!
Outro problema é o do gayzismo - ou lobby gay, como senhor diz. Aí a coisa é séria, porque a briga dessa turma não tem nada a ver com conduta sexual, não tem nada a ver com a aceitação ou não da viadagem ou do lesbianismo, a não ser apenas superficialmente. A luta desse pessoal é por poder, trata-se de uma feroz disputa de poder. Aqui no Brasil, existe até um projeto de lei no Congresso Nacional que pretende introduzir (perdão pelo trocadilho, he, he) no Código Penal o tipo penal de "homofobia". Ou seja, é um segmento da sociedade que pretende alcançar uma condição que nenhum outro segmento jamais obteve em tempo algum da história humana, a prerrogativa de se colocar acima de toda e qualquer crítica, isento de toda e qualquer reprovação. Veja: eu acho o homossexualismo repugnante. Damesma forma que o gay tem o direito de se entregar aos seus desejos sexuais, sem sofrer repressão por isso, eu tenho o direito de achá-lo repugnante. Entende? É uma via de mão dupla. Mas o que o lobby gay objetiva é a prática do homossexualismo, sem que eu tenha o mais remoto direito de criticá-lo, de achá-lo repugnante, ou que tente ajudá-lo a superar aquilo que considero uma doença do corpo e do espírito. E quer me meter na cadeia se eu expressar o meu sentimento pessoal de dó e de repugnância. É algo tão absurdo quanto monstruoso.
O tema é difícil, sei bem. O certo é que os oponentes do lobby gay forçarem baterias contra o fato da homossexualidade em si, algo que sempre existiu e sempre existirá, é rematada tolice. A disputa real é política e de poder, e é nesse nesse terreno, creio eu, que a luta deve ser travada.
Até mais.
LG
Luis Gustavo |
12.04.07 - 1:03 pm | #
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"Eu só queria que alguns abandonassem a sua visão anuscêntrica do mundo"
Apoiado!
Mas estão de fora as canciésbicas, os flauteadores, chupa-palhinhas, sondeadores e tuti quanti...
Fone-ix |
12.04.07 - 12:06 pm | #
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Uma lição de finanças ao Professor Arroja (que bem precisado está):
Money as Debt
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Diogo |
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12.04.07 - 11:25 am | #
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Um conto "natalício" ...
«When a lesbian couple asked Andy Bathie for a sperm donation, they assured him that would be the end of his parental duties.
But the women have since separated - and he is being ordered to pay for their children's upbringing.
More than £5,000 a year is now being docked from the 37-year-old fireman's salary by the Child Support Agency to support Sharon and Terri Arnold's two young children.
Mr Bathie has met the four-year-old girl and two-year-old boy just a handful of times.
The financial strain means he and his wife cannot afford to start a family of their own.
He said yesterday: "It was a very expensive favour, considering I am going to be paying until the children are 18».
(Daily Mail)
frei de jesus |
12.04.07 - 11:08 am | #
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No princípio dos anos 80 fazia parte de gang´s em São Paulo - aguentava(roubava) os "boys". Era fruto de um adolescente irreverente – uma curiosidade (o primo direito do meu pai era tão só o Director da Polícia Federal Brasileira, J. Vidal P. Fernandes).
Por essa altura, a cidade de São Paulo teria uns 14 milhões de habitantes. Houve uma sondagem para tentar determinar o número de homossexuais na mesma – recordo-me de apontarem para 3 milhões. Com frequência ia até aos salões de jogos (Fliperamas), neles não raramente era assediado. Enquanto nós, putos (14 anos na altura), jogávamos "flipers" um ou outro gay aproximava-se… não apenas com o intuito de ver, mas de tocar. Tudo era legitimado e aceite com normalidade pela restante plateia. Vivia-mos a enxotar as moscas.
Os travestis que ultimamente aparecem por cá, por lá abundavam. Durante as peladinhas (jogos de futebol) juntavam-se às grades de protecção e desnudavam os seios comprimindo-os contra as mesmas na expectativa de serem acariciados – eram uma tentação para todos aqueles jovens dos 12 aos 16 anos (a média).
As prostitutas, também não faltavam... tantas foram as vezes que me convidaram: "Vem fazer néné comigo meu bem! Vem!" Abriam os seus sobretudos mostrando a nudez – tão bela, por vezes. A maconha reinava…
Quando regressei em Agosto de 1982 a Portugal, com 16 anos, sabia que o mesmo se prestava a acontecer. Na altura, quando tentava explicar o fenómeno, do que iria suceder dentro de uma dezena de anos, riam-se.
De certa forma, por ter toda uma vivência, tornei-me uma pessoa aberta. Procuro compreender os fenómenos, por mais absurdos que me pareçam. E, apesar de ser homem de pouca fé, concordo que os casamentos entre homossexuais são uma paneleirice/putice sem dimensão.
Elypse |
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12.04.07 - 11:01 am | #
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Comentário colocado numa caixa de um blogue da direita liberal "pink"...
Nesta matéria o que há a fazer é desmascarar o proselitismo gay (tal como o feminista) e o ateísmo militante, que frequentemente lhes anda associado, como uma fausse route que dissolve a sociedade, os seus valores de integração, as suas referências culturais permanentes, a sua eficácia económica, em suma a paz e coesão sociais. Vários modelos existenciais podem coexistir, desde que a norma social não seja contestada no seu papel de norma. Se os gays não se contentam com a liberdade e garantias de não-discriminação (objectivos legítimos e já largamente alcançados) e pretendem além disso dissolver as bases da sociedade, desconstruindo todas as narrativas da norma heterossexual, essencial à subsistência e são funcionamento desta, então arriscam-se a um backlash. Basta de proselitismos da panasquice. Nada de casamentos gay. Os meros contratos de parceria (pac’s, partnerships, etc.) salvaguardam utilmente alguns aspectos legais, sem macaquearem grotescamente o casamento. E sobretudo nada de adopções por paneleirões. As crianças precisam de um referente masculino e de um referente feminino e não devem ser envolvidas em grotescas experiências de engenharia de género, para satisfazer o ego exacerbado da paneleiragem irresponsável. Fora isso, os gays devem ser respeitados e não-discriminados. Mas devem sobretudo respeitar-se a eles próprios e não andarem permanentemente a vitimizarem-se e a inventarem paranoicamente homofobias… O nosso primeiro é um bom exemplo…
Eu só queria que alguns abandonassem a sua visão anuscêntrica do mundo: devem convencer-se que a sua peidola não é a coisa mais importante no universo. E já agora, elevar a discussão política do nível escatológico ao da cabeça e das grandes e nobres causas… Posso ?
Euroliberal |
12.04.07 - 9:15 am | #
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Quero dizer: siga as pistas que a Zazie aqui deixou, não a ela, claro!
Zé Cadiabo |
12.04.07 - 1:48 am | #
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Follow the bees... folow zazie...
Zé Cadiabo |
12.04.07 - 1:46 am | #
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O PA é mesmo ingénuo, ou mal informado neste assunto. E parece nunca ter ouvido falar do lobby gay... Como ficaria surpreendido de entrasse em alguns locais da noite gay.
Zé Cadiabo |
12.04.07 - 1:43 am | #
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É a já velha expressão tão portuguesa:no recato de sua casa cada qual faz o que gosta.Mas o problema é que os gays querem casar, ter filhos afrontando bases que todos ou quase todos consideram essenciais de um modo de vida que queremos continuar a ter.
Contrariamente ao que nos querem fazer crer,o que nos querem impor é muito mais que aceitar o modo de vida gay.É querer que abandonemos o nosso.Não é disso que se trata quando se poêm em dúvida o nosso conceito de família,assente na relação de um homem com uma mulher e com o objectivo de ter filhos?
Quem discrimina quem?
Luis Moreira |
12.04.07 - 1:31 am | #
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Quem diz em S. Bento, diz em todos os lugares de poder e cargos à tabela
":O))))
Como costuma dizer o Dragão, já só faltam os parques de estacionamento gay.
zazie |
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12.04.07 - 1:21 am | #
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ehehehe
Santa ingenuidade. No Chiado... ehehhehe
eeles estão em S. Bento e o problema não é a entrada, é a saída.
zazie |
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12.04.07 - 1:19 am | #
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Commenting by HaloScan
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