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A noção da "mão que dá de comer" sempre me intrigou. Eu vendo o meu trabalho, ninguém me "dá" seja o que for. Essa ideia dos tadinhos dos trabalhadores, que devem estar agradecidos por terem trabalho, é do mais asqueroso que existe. Para mim, que venho dum ambiente rural de pequena propriedade, quem quer trabalhar está sempre safo; quem vive do trabalho dos outros é que pode agradecer por ter quem o faça.
Rui Baptista |
05.15.08 - 12:59 am | #
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Não considera a populaça estúpida? Eu acho que considera sim. Eu acho que considera que a populaça não sabe ler e interpretar posts como aquele ali em baixo do "Guilherme Henrique Portas", em que pela primeira vez (aqui) falou em tom desprezivo e superior da "populaça". Ai, Senhor Doutor, Senhor Doutor, não tome os seus leitores por parvos...
Anonymous |
05.14.08 - 2:47 pm | #
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Perigosíssimo enunciar estas coisas em países católicos , onde a Revolução Industrial nunca existiu e que foram "abençoados" com um precoce "multiculturalismo"...
Ah! E a latitude também não ajuda - safa-os,por enquanto,a existência do Estreito...
J.Pereira |
05.13.08 - 4:46 pm | #
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A populaça a morder nas canelas do Senhor Doutor.
Anonymous |
05.13.08 - 9:58 am | #
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Olhe, depois de ir para o caralho, vá ler John Donne e a visão do homem como Continente (até acho estranho o Pedro nunca o ter citado). E, se já leu, então volte para o caralho e para as suas merdinhas que não interessam a ninguém. Ó Pedro Arroja, você também devia ir para o caralho - tanto conhecimento e não transmitiu nenhum a este bartolo.
Pedro |
05.13.08 - 1:20 am | #
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Pa (não é pá, é mesmo pa, porque só as elites sabem escrever) começar, vai pó caralho. Apois, aqui o pai gostava de saber o que é que o senhor Joaquim fez na vida para me chamar de populaça? Obviamente, enfiei a carapuça. Discordo de si, como discordo, na maioria das vezes, de todos os filhos-da-puta. Ou, para não plagiar demasiado a Zazie, cabrõezinhos de merda como você. Como você é um idiota do caralho (de um caralho enorme), não vou argumentar consigo, vou apenas lembrar-lhe que o mundo "deve" mais ao Jobs do que ao ladrão Gates. E já que você aproveitou para dar uma aula de Economia de 10º ano, aproveito a embalagem e dou a seguinte: Os preços são estabelecidos pelo equilíbrio entre a oferta e a procura (ah o mundo dos livros é tão bonitinho) e o objectivo de uma empresa é o lucro. Vá soletre comigo: L-u-c-r-o. T.P.C (trabalho para casa): consultar o diccionário.
Pedro |
05.13.08 - 12:58 am | #
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Que m... de exemplo! Bill Gates empresário e filantropo? É um grande oportunista, isso sim, e hoje é mais um meta-capitalista em busca de eternizar um monopólio que ergueu com apoio da IBM(Outra empresa com um passado muito sujo), assustada com a ascenção da Mackintosh. Como filantropo é ainda pior. Está envolvido com a propagação do abortismo e do controlo da natalidade em todo o terceiro mundo. Uma suástica lhe ficava muito bem.
revoltado |
05.12.08 - 7:42 pm | #
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Agora até que teve graça. Não afine lembre-se do seu sentido de humor. Olhe que lá se vai o dom para tocar violino no telhdo.Já agora, você tem pernas para subir ao telhado?
Anonymous |
05.12.08 - 6:02 pm | #
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é, o avô era materno.
O ateu desconhecido é que não tem sexo mas mora lá bem dentro dos parrôtos-
zazie |
Homepage |
05.12.08 - 5:21 pm | #
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O Parrôto passa o tempo a deixar cair o avatar
zazie |
Homepage |
05.12.08 - 5:19 pm | #
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"...Do lado do meu avô paterno eram salazaristas....Do lado do meu pai eram anarcas..."
Coisa estranha. Você tinha dois pais homens? Logo a Zazie que é contra a homossexualidade. Tadinha!
Anonymous |
05.12.08 - 4:56 pm | #
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Joaquim, a Palmira e o Tim e o Dragão
Anonymous |
05.12.08 - 4:51 pm | #
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A zazie faria grande sucesso no show televisivo "malucos do riso"
Anonymous |
05.12.08 - 4:32 pm | #
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Ó zazie escusava de chamar tantas vezes pela mãe!!!
Anonymous |
05.12.08 - 3:36 pm | #
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esta versão também ficava kitsh
zazie |
Homepage |
05.12.08 - 2:47 pm | #
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Na verdade o máximo de destaque público que pode almejar com estas imbecilidades é aparecer num show televisivo como um cruzamento de professor Karamba à amaricana com Serafim Saudade reformado.
O cenário é fácil de imaginar e o título do programa também: Jaquilinárias on the roof com a música de fundo em karaoke de falsete:
Dear God, you made many, many poor people.
I realize, of course, that it's no shame to be poor.
But it's no great honor either!
So, what would have been so terrible if I had a small fortune?"
If I were a rich man,
Ya ha deedle deedle, bubba bubba deedle deedle dum.
All day long I'd biddy biddy bum.
If I were a wealthy man.
I wouldn't have to work hard.
Ya ha deedle deedle, bubba bubba deedle deedle dum.
If I were a biddy biddy rich,
Yidle-diddle-didle-didle man.
I'd build a big tall house with rooms by the dozen,
Right in the middle of the town.
A fine tin roof with real wooden floors below.
There would be one long staircase just going up,
And one even longer coming down,
And one more leading nowhere, just for show.
zazie |
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05.12.08 - 2:44 pm | #
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Olha a populaça a manifestar-se! Ó Senhor Doutor Joaquim-quinhentas-operações-à-hora, eu acho que é melhor fugir, que a populaça dá-lhe cabo do canastro.
Anonymous |
05.12.08 - 2:34 pm | #
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Eu nem vou à baila com o Modernista. Mas ele disse aí atrás uma grande verdade.
Se nós não soubessemos que o Joaquim é um pobre diabo sem qualquer poder, devíamo-nos acautelar. Porque estão aqui expressos todos os ingredientes que fazem um grande criminoso político.
E estão. A começar pelo auto-emulação, o darwinismo social; a genética de selecção do mais forte; o desprezo pela populaça ignorante; o fetichismo por mulheres de chicote que defendiam a teoria do benefício social do egoísmo; a idolatria parola pelo deus Mamon e a ainda a hipocrisia de se considerar católico.
Mas, é um facto que é inofensivo, porque não passa de uma caricatura de feira.
zazie |
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05.12.08 - 2:33 pm | #
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O pequeno filho-da-puta é sempre um pequeno filho-da-puta; mas não há filho-da-puta, por pequeno que seja, que não tenha a sua própria grandeza, diz o pequeno filho-da-puta. no entanto, há filhos-da-puta que nascem grandes e filhos-da-puta que nascem pequenos, diz o pequeno filho-da-puta. de resto, os filhos-da-puta não se medem aos palmos, diz ainda o pequeno filho-da-puta. o pequeno filho-da-puta tem uma pequena visão das coisas e mostra em tudo quanto faz e diz que é mesmo o pequeno filho-da-puta. no entanto, o pequeno filho-da-puta tem orgulho em ser o pequeno filho-da-puta. todos os grandes filhos-da-puta são reproduções em ponto grande do pequeno filho-da-puta, diz o pequeno filho-da-puta. dentro do pequeno filho-da-puta estão em ideia todos os grandes filhos-da-puta, diz o pequeno filho-da-puta. tudo o que é mau para o pequeno é mau para o grande filho-da-puta, diz o pequeno filho-da-puta. o pequeno filho-da-puta foi concebido pelo pequeno senhor à sua imagem e semelhança, diz o pequeno filho-da-puta. é o pequeno filho-da-puta que dá ao grande tudo aquilo de que ele precisa para ser o grande filho-da-puta, diz o pequeno filho-da-puta. de resto, o pequeno filho-da-puta vê com bons olhos o engrandecimento do grande filho-da-puta: o pequeno filho-da-puta o pequeno senhor Sujeito Serviçal Simples Sobejo ou seja, o pequeno filho-da-puta
II
O grande filho-da-puta também sem certos casos começa por ser um pequeno filho-da-puta, e não há filho-da-puta, por pequeno que seja, que não possa vir a ser um grande filho-da-puta, diz o grande filho-da-puta. no entanto, há filhos-da-puta que já nascem grandes e filhos-da-puta que nascem pequenos, diz o grande filho-da-puta. de resto, os filhos-da-puta não se medem aos palmos, diz ainda o grande filho-da-puta. o grande filho-da-puta tem uma grande visão das coisas e mostra em tudo quanto faz e diz que é mesmo o grande filho-da-puta. por isso o grande filho-da-puta tem orgulho em ser o grande filho-da-puta. todos os pequenos filhos-da-puta são reproduções em ponto pequeno do grande filho-da-puta, diz o grande filho-da-puta. dentro do grande filho-da-puta estão em ideia todos os pequenos filhos-da-puta, diz o grande filho-da-puta. tudo o que é bom para o grande não pode deixar de ser igualmente bom para os pequenos filhos-da-puta, diz o grande filho-da-puta. o grande filho-da-puta foi concebido pelo grande senhor à sua imagem e semelhança, diz o grande filho-da-puta. é o grande filho-da-puta que dá ao pequeno tudo aquilo de que ele precisa para ser o pequeno filho-da-puta, diz o grande filho-da-puta. de resto, o grande filho-da-puta vê com bons olhos a multipliccação do pequeno filho-da-puta: o grande filho-da-puta o grande senhor Santo e Senha Símbolo Supremo ou seja, o grande filho-da-puta.
zazie |
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05.12.08 - 2:16 pm | #
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Só filho de ressabiado mal parido é que pode falar com despeito.
Isso sim.
Por acaso até tive exemplos familiares em que a visão política era oposta e nada disso interferia com a noção que cumprir deveres é uam obrigação e não uma esmola.
Do lado do meu avô paterno eram salazaristas. E o lema sempre foi trabalhar e ser honesto. Qualquer funcionário era tratado de forma humana, como um parente afastado.
Do lado do meu pai eram anarcas. E nada disso alterava a mesma noção de ética.
O v. problema sei eu qual é. Nunca tiveram formação moral. Substituiram-na por biberons de ideologias de ressabiamentos ou de prepotências de novos-ricos.
E aí sim, aí o filho-da-puta menor é o que quer ser como o filho-da-puta maior.
zazie |
Homepage |
05.12.08 - 2:14 pm | #
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«Ora aí está. Você Zazie afinal é de famílias de patrões e por isso é que canta de galo. Mas gosta de brincar ao intelectual de cuecas rotas. Você até diz que para dar aulas qualquer trapinho chega e até podia ir de corsários.
Mesmo que pareça que o cú não tem a ver com as calças neste caso até tem. Só o filho de patrão é que pode falar assim. O filho de quem lutou pela vida e subiu a pulso,tem um esquema mental diferente.»
ò caralho, vai prá puta que te pariu.
O que eu posso é dizer que na minha família nunca houve nem ressabiamentos nem prepotências.
Se calhar isso é que v.s desconhecem.
Porque ser honesto e cumprir deveres e nunca tratar ninguém como um inferior é obrigação de toda a gente.
Não há qualquer mais valia ética por se ser patrão ou empregado.
A imbecilidade é ainda maior. Nem sequer a diferença social se faz nestes termos, quanto mais as remunerações.
E mais. Nada do que faço o devo à família. Assim como nada do que os meus têm o devem a cunhas.
Subir a pulso não é ser cagão e arrivista para depois chamar aos outros "populaça".
Sabe lá v. o que é os meus fazem ou conseguiram por mérito próprio e sem uma única ajuda uma única!
O animal do Parrôto fala pelo intestino grosso.
zazie |
Homepage |
05.12.08 - 2:08 pm | #
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A actividade empresarial como filantropia. Revolucionário. Se é que um mebro da populaça pode falar assim.... e coitado do empresário a abdicar do seu tempo de lazer a bem do interesse colectivo e da humanidade, hehehe, Eu acho que há muitos empresários a rirem-se imenso deste e de outros posts. Mas isso digo eu, que sou populaça.
Anonymous |
05.12.08 - 2:00 pm | #
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Quanto Sua Excelência o Senhor Doutor Joaquim-quatrocentas-operações-por-dia, fala em "populaça" a populaça baixa a orelhas. Ralé.
Anonymous |
05.12.08 - 1:57 pm | #
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"Eu venho de uma família onde todos eram patrões.
Mas nunca ninguém na minha família achou que fazia um favor por cumprir responsabilidades e contratos.
zazie | Homepage | 05.11.08 - 8:58 pm | # "
Ora aí está. Você Zazie afinal é de famílias de patrões e por isso é que canta de galo. Mas gosta de brincar ao intelectual de cuecas rotas. Você até diz que para dar aulas qualquer trapinho chega e até podia ir de corsários.
Mesmo que pareça que o cú não tem a ver com as calças neste caso até tem. Só o filho de patrão é que pode falar assim. O filho de quem lutou pela vida e subiu a pulso,tem um esquema mental diferente.
Anonymous |
05.12.08 - 1:57 pm | #
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O Joaquim tem toda a razão quando diz que os empresários têm de ser filantropos. Por ser empresário ele abdica do seu capital para investir em projectos que levam tempo a recuperar,ele cria postos de trabalho, ele abdica do seu tempo de lazer. Claro que ele tem a expectativa do lucro. Mas se tiver sucesso vai dinamizar a economia, beneficiando todos. A economia é uma relação de forças e vectores. A relação custo-benefício é equacionada cada vez que o empresário se dispõe a investir o seu dinheiro. O empregado apenas espera que o empresário ou o estado lhe dê emprego. E morde muitas vezes a mão de quem lhe paga o pão que ele há-de comer.
M. Santos
Anonymous |
05.12.08 - 1:48 pm | #
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Claro que a populaça discordaria. O 25 de Abril ainda anda por aí perto e as medidas do actual governo só têm inflamado o povo e a esquerda tem aproveitado bem para dinamizar manifestações.
M.Santos
Anonymous |
05.12.08 - 1:41 pm | #
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