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O critério deixaria de ser tão estranho se, em minha opinião, houvesse uma revitalização dos moinhos que existem no local e que há não muitos anos funcionavam em pleno.
Desta forma estar-se-ia a fomentar algo que engrandece e define um concelho, a sua cultura.
Este atractivo cultural com certeza que seria uma forma de cativar muita gente do concelho e de toda a região.
Assim sendo o tapete novo teria mais sentido.
Agora é evidente que não se compreende o critério apesar de quem vive no Coval também merecer toda a consideração, mas, teria mais sentido dotar destas condições acessibilidades muito mais utilizadas, por muito mais Munícipes, nunca descorando as acessibilidades menos utilizadas, por menos Munícipes.
Há critérios que, para quem está de fora apenas consegue perceber, como sendo eleitoralistas, isto é, fazer algo por todo lado mas como não há dinheiro, também não há critério e como o que interessa é fazer então faz-se o que custa menos.
o mangas |
13.06.09 - 11:26 pm | #
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Que não concorde que se alcatroe a estrada que circunda a barragem de Fagilde, até aceito. O eng não passa por lá ao contrário de pessoas de distritos e concelhos vizinhos. Mas que se deveria repavimentar o acesso à barragem já deverá concordar.
Fico à espera para ver, quer seja uma obra da autarquia quer seja uma obra do Divino Espírito Santo.
Mas olhe que o pó suja o verde das árvores e pelo menos elas merecem outro respeito (apesar de não votarem).
ADOLfo diAS |
13.06.09 - 11:46 pm | #
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Por isso comentei em tempos porque não pavimentar a estrada agua-levada - pedreles. Na altura o comentário foi de que as pessoas constroem uma casa no "nada" e depois querem a mesma asfaltada. mas se a mamória na falta, casas são 10. Alguma já com décadas. Tem a felmica, Azurmáquinas, e muito pó. E existe uma divida da autarquia, é que se a memória não me falha, e já la vão mais de 25 anos, as pessoas deram terrenos para alargar a via a troco de asfalto da via, foram-se os terrenos ficou o pó. Eu sempre considerei prioridade, pelo acesso às empresas ai instaladas (o minimo) e pelo ganho de km a quem passaria a usar essa via (que mesmo assim são dezenas por dia). Mas em tempos de vacas magras mais se deve levar em conta as prioridades. Não tive razão em tempos nesse comentário?.
ASC |
14.06.09 - 12:01 pm | #
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Tem toda a razão o ASC.
Não havendo dinheiro, é uma coisa.
Mas se há, então deve fazer-se o que é prioritário.
O exemplo que dei do Bairro da Fontinha, foi apenas porque fica bem pertinho da "auto-estrada" do Coval.
Podia dar muitos exemplos. A de acesso à Barragem, de que fala o "adolfo", é mais um.
Agnelo Figueiredo |
Homepage |
14.06.09 - 2:17 pm | #
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e a da quinta da sampaia também está miserável. a quantidade de moradores tal como eu que todos os dias passamos por lá é que sentimos na pele, mas enfim...
rui conceição |
14.06.09 - 5:07 pm | #
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A Quinta da Sampaia...
Mas "eu" é que moro na Sampaia!
Tanto quanto julgo saber, a requalificação da Sampaia já está adjudicada.
Mas ainda que não estivesse, não podia entrar no conjunto de alternativas ao Coval, já que o custo da obra é muito, mas mesmo muito, superior.
Agnelo Figueiredo |
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14.06.09 - 7:10 pm | #
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então mas se ja está adjudicada, para quando o inicio das obras?
e não se trata de uma alternativa, trata-se de uma prioridade para as centenas de pessoas que ali vivem e que sentem aqueles buracos diariamente como eu.
assim não ganho para amortecedores e pneus...mas como está a chegar outubro, fico mais confiante que não demore muito.
rui conceição |
14.06.09 - 8:53 pm | #
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Rácio de investimentos= (investimento+impacto ambiental )/ (utentes directos + numero empresas*10 utentes indirectos/2)
ui ui, sem saber os km asfaltados
=(investimento+ impacto ambiental)/2
no caso descrito por mim (com base em +- 3km de asfalto)
=(investimento + impacto ambiental)/(10+2*10+(50/2))
se optarmos por 1,5KM de asfalto:
=(investimento+impacto ambiental)/3+2*10(+25/2)
impacto ambiental= no segundo caso e zero, uma vez que o asfalto so beneficiara o ambiente, no primeiro, nao sei o impacto ambiental.
Obviamente a formula é empírica, mas mesmo com formulas teóricas e tiradas do nada, consegue-se tirar elações evidentes. Convido ao post de formulas que, entrando com os factores relevantes, nos devolvam valores de referência para oposição entre vários investimentos. As coisas as vezes são simples.
ASC |
14.06.09 - 8:58 pm | #
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Não sei quanto às outras porque não estou assim tão familiarizada mas que a estrada da Barragem merecia melhor tratamento ah isso merecia! Mesmo porque aquela zona foi aproveitada como área de lazer e vamos aos pulos dentro do carro e com as janelas fechadas pela poeira.
PS: Não acredito que não tenhas ido à árvore nem dar uma espiada no que se passa!
Pitanga Doce |
14.06.09 - 9:17 pm | #
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Também espero que as obras da Sampaia não tardem.
Já cá vivo há 15 anos e sempre assim foi.
Alto! Assim, não.
Já foi bem pior. Tempos houve em que a energia eléctrica chegava cá a casa através de um cabo (meu) suspenso em postes (meus) que eram troncos de pinheiro, até ao PT. E os outros moradores tinham de fazer o mesmo.
Ah! Nessa altura o Presidente da Câmara era socialista, deve dizer-se.
Agnelo Figueiredo |
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15.06.09 - 2:17 am | #
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Pitanga, a zona da Barragem é uma zona de lazer e fruição da natureza.
Não é para fazer ali uma estrada para alta velocidade.
Já mesmo assim, o Bar do Rio, onde gosto de ir, teve de construir umas lombas parte-carros por causa dos aceleras!!!
Agora imagina...
Agnelo Figueiredo |
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15.06.09 - 2:21 am | #
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Caro ASC, acho que a evidência é tanta que, neste caso, dispensa fórmulas.
No entanto, acho a ideia muito interessante.
Agnelo Figueiredo |
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15.06.09 - 2:23 am | #
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Quando o Agnelo esteve na camara e até esteve algum tempo podia ter resolvido o asfalto da sampaia ou não? Gostava que me respondesse. Obrigado.
João Cardoso |
15.06.09 - 5:24 pm | #
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Mas olha que não falei em asfalto e sim em melhor conservação. Deve haver outra maneira.
Quanto ao Bar do Rio conheci-o no último Verão e achei o lugar muito agradável.
Quanto aos motoristas, estes gajos são uns "acelerados" mesmo. hehe
boa tarde de Sol (por aqui)
Pitanga Doce |
15.06.09 - 5:25 pm | #
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Para o "João Cardoso":
O problema da Sampaia não se resolve com asfalto. Era bom que assim fosse, mas não é. Basta lembrar que já foi repavimentada várias vezes e, passado muito pouco tempo, logo voltou ao mesmo.
O problema da Sampaia resulta da autorização para construir a rua principal, actual S. João Bosco, em cima da linha de água, sem sequer ter acautelado minimamente a drenagem das águas.
Assim, qualquer tapete que se colocasse, teria o mesmo destino dos anteriores.
Foi por isso que entendemos mandar elaborar um projecto de requalificação profunda que acutelasse as diversas valências, incluindo a rede de telecomunicações (a PT ainda mantém os postes aéreos!).
Entretanto, entendeu-se que aquela requalificação deveria estender-se às zonas adjacentes, nomeadamente, as ruas da Igreja, S. Julião, Padre Bernardo, etc.
O projecto, engloba, portanto, esta vasta zona.
Só que as coisas não são assim tão simples quanto nós todos gostaríamos que fossem.
Para pôr a obra a concurso, é preciso que haja cabimentação orçamental... dinheiro... prioridades... restrições financeiras... limites ao endividamento...
Enfim, nem sempre conseguimos fazer as coisas nos prazos que idealizámos.
Contudo, uma coisa que nunca faria, seria colocar a Sampaia à frente de outras intervenções mais urgentes, pela simples razão de ser o meu bairro.
De todo o modo, a informação que tenho é a de que a obra já está adjudicada, aguardando-se que o empreiteiro inicie os trabalhos.
Agnelo Figueiredo |
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16.06.09 - 1:07 am | #
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Muito obrigado pelo esclarecimento.
João Cardoso |
16.06.09 - 3:59 pm | #
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Commenting by HaloScan
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