Pensar Mangualde

O mocho diz que o eng. Agnelo pensa que o PS faz comunicados preocupado com as s/dúvidas. Dito istoe pode ser constatado, começo a pensar q/temos cá um QI demasiado elevado, género Marcelo R. Sousa, tudo sabe, tudo diz, mas com uma defeciência democrata que Oliveira Salazar não tinha. Aderente a esta espécie ...

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Se o Tribunal de Contas vier a desmontar esta mal contada história do AGRIS, muito boa gentinha vai dentro. Até houve orçamentos inflaccionados, por forma que a parcela a suportar pela autarquia ficasse oculta na parte que compete ao FEOGA? Mas estes, só os dos clientes e amigos, porque os outros (algumas JF onde não há hipóteses de o PS entrar) andam agora aflitos a ouvir as queixas e os apertos do empreiteiro. Conforme os "pombos-correio" (primos dos mochos) arrulharam aos ouvidos de uns, podiam tê-lo feito aos ouvidos de outros. Quem deitou o dinheiro fora, foi quem quis tirar dividendos políticos desta tramóia, em vez de lutar para que todo o concelho fosse contemplado. Isto é um inadmissível exercício de influência política que tem sido paradigma do reinado Sócrates. Se há influência de um só homem, se esse homem não é poder, então ele anda a corromper o poder. É, ou não é?


A propósito de falsificação de documentos, numa Assembleia Municipal animada, um vereador do PSD falsificou deliberadamente a data dum documento do delegado de saúde para enxovalhar um colega do PS acerca da qualidade da água na Cunha Baixa.
Quem foi?
Deixe lá, já estamos habituados...


Em férias, fora de casa, é mais difícil fazer actualizações.


Antes de mais, desejo-lhe umas boas férias.
Nesta história dos caminhos, encontra-se o caminho Mesquitela Mangualde, que para mim tem uma história de longa data.
Este caminho só ficou transitável, quando o Sr. César Pinto rebentou com as pedras que bloqueavam a ligação, e passados 12 anos, mais não foi feito que algumas carradas de terra e uma niveladora a empurrar a mesma terra para as valetas, que supostamente deveria limpar.
Assim que tomei conhecimento da disponibilidade de financiamento para este tipo de caminhos, que pode ser considerado caminho rural,
informei o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Mesquitela.
Após algum tempo, voltei a conversar com ele e notei que não dispunha do apoio da Autarquia para a concretização do mesmo.
A Mesquitela não foi uma prioridade para o Sr. Presidente da Câmara e foi pena.


Viva José Manuel.

Esse é que era obra a apoiar, sim senhor. Nem se pode comparar a uma série de outros que foram puro despesismo e, qiçá, clientelismo.

Mas não foi a Junta da Mesquitela uma das que teria uma "missão impossível" para realizar num fim-de-semana?
Pergunto eu, que não estou minimamente por dentro do assunto.




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