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Estimados(as) Amigos(as),
Hoje constitui um motivo de grande júbilo o aniversário da cidade de Jerusalém, que encontra-se indissoluvelmente associada à identidade e tradição do Povo Judeu. O Rei Davi fez de Jerusalém a capital do seu reino e o centro religioso do povo judeu em 1003 a.EC. Cerca de 40 anos mais tarde, seu filho Salomão construiu o Templo (centro religioso e nacional do povo de Israel) e transformou a cidade em próspera capital de um Império que se estendia do Eufrates até o Egito.Porém, durante séculos, Jerusalém foi ocupada por diversos invasores, alguns tolerantes e outros perseguidores: babilônios, gregos, romanos, bizantinos, árabes, abassidas, cruzados, mamelucos,turco-otomanos e britânicos. Como ensina a Sagrada Escritura: Se eu me esquecer de ti , ó Jerusalém, que a minha mão direita esqueça a sua destreza. Apegue-se a minha língua ao céu da boca, se me não lembrar de ti, se não colocar Jerusalém acima da minha maior alegria(Salmos 137: 5-6). Esse pensamento constitui fundamento da resistência judaica à dominação estrangeira e o desejo do eterno retorno à Terra Santa: no ano que vém, em Jerusalém...Jerusalém constitui referência importante para as religiões monoteístas do Cristianismo e do Islamismo, além do Judaísmo. A reconquista da Cidade Santa, num gesto de heroísmo e bravura das Força de Defesa de Israel, há quarenta e um anos, constitui um importante acontecimento não apenas para aquele país, mas para todo o mundo. Jerusalém é a capital eterna e indivisível do Estado de Israel. Mas Jerusalém, pela sua diversidade religiosa e cultural, é zelosamente protegida pelas Forças de Defesa de Israel. A existência do Estado de Israel constitui a única garantia de liberdade religiosa da Cidade Santa. Viva Israel! Viva Jerusalém!!!
Prof.Marcelo Walsh
Marcelo Walsh |
21.09.08 - 3:21 pm | #
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quando vamos acordar primos , judeus
afinal de conta vcs querem um presidente americano pra proteger israel e os muçulmanos querem um presidente americano que proteja os arabes , quando e que vamos tomar vergonha na cara e nos unirmos pra mostrar para o mundo que nos os semitas arabes e judeus somos o berço da historia temos uma cultura monoteista , desde o nosso patriarca abrao , moises , jesus e mohamad que a paz esteja sobre eles e continuamos disputando territorio , passou -se decadas , seculos e estamos ainda duscutindo quem tem por direto a terra santa ,isto que realmente os nossos antepassados deixaram para representa-los no seculo XXI , OU FOI DE ENSINAR POVOS E NAÇOES A VERDADEIRA FACE DA EDUCAÇAO , JUSTIÇA , AMOR FRATERNIDADE E IRMANDADE CRENDO NUM DEUS UNICO , SALAM
SHEIKE
ALY SALEH
SHEIKE ALY SALEH |
04.09.08 - 11:54 pm | #
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Caros(as) Amigos(as),
O Presidente George W. Bush encontra-se em fim de mandato, e provavelmente encerrando a sua carreira política. A sua gestão - como a de qualquer governante - é passível de elogios e críticas. Não há governos infalíveis. Mas os Estados Unidos, com certeza, constituem uma sólida democracia e a mais respeitável república do mundo. Fundada por grandes líderes como George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, Samuel Adams, Thomas Paine, e uma lista interminável de grandes estadistas e patriotas que construiram um admirável país. Destaquemos o papel decisivo e salutar da Maçonaria, que firmou sólidos alicerces de liberdade, igualdade e fraternidade. O Presidente George W. Bush é membro de uma das mais respeitáveis sociedades fraternais dos Estados Unidos, e que é celeiro de grandes líderes, refiro-me a Skull & Bones, da Universidade de Yale. Qual o legado deixado por George W. Bush? Independente de eventuais falhas do seu Governo - e realmente aconteceram -, o legado que ele deixa para a História é a de um líder que, no momento mais difícil dos Estados Unidos, no Pós-Guerra Fria, manteve a nação norte-americana unida e firme. Alguns podem questionar a forma como a luta anti-terrorismo foi empreendida por seu Governo, mas ninguém em sã consciência poderá deixar de reconhecer que a maior ameaça atualmente, no mundo, são os grupos terroristas e governos radicais, como o do Irã, com seu programa de construção de ogivas nuclaeares. George W. Bush, com certeza, foi um dos melhores líderes do partido republicano em toda a sua existência, desde quando fora fundado por Abraham Lincoln, o presidente que aboliu o execrável instituto da escravidão da Terra da Liberdade.
Prof. Marcelo Walsh
Prof. Marcelo Vieira Walsh |
28.06.08 - 12:05 pm | #
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Estimados(as) Amigos(as),
Hoje constitui um motivo de grande júbilo o aniversário da cidade de Jerusalém, que encontra-se indissoluvelmente associada à identidade e tradição do Povo Judeu. O Rei Davi fez de Jerusalém a capital do seu reino e o centro religioso do povo judeu em 1003 a.EC. Cerca de 40 anos mais tarde, seu filho Salomão construiu o Templo (centro religioso e nacional do povo de Israel) e transformou a cidade em próspera capital de um Império que se estendia do Eufrates até o Egito.Porém, durante séculos, Jerusalém foi ocupada por diversos invasores, alguns tolerantes e outros perseguidores: babilônios, gregos, romanos, bizantinos, árabes, abassidas, cruzados, mamelucos,turco-otomanos e britânicos. Como ensina a Sagrada Escritura: Se eu me esquecer de ti , ó Jerusalém, que a minha mão direita esqueça a sua destreza. Apegue-se a minha língua ao céu da boca, se me não lembrar de ti, se não colocar Jerusalém acima da minha maior alegria(Salmos 137: 5-6). Esse pensamento constitui fundamento da resistência judaica à dominação estrangeira e o desejo do eterno retorno à Terra Santa: no ano que vém, em Jerusalém...Jerusalém constitui referência importante para as religiões monoteístas do Cristianismo e do Islamismo, além do Judaísmo. A reconquista da Cidade Santa, num gesto de heroísmo e bravura das Força de Defesa de Israel, há quarenta e um anos, constitui um importante acontecimento não apenas para aquele país, mas para todo o mundo. Jerusalém é a capital eterna e indivisível do Estado de Israel. Mas Jerusalém, pela sua diversidade religiosa e cultural, é zelosamente protegida pelas Forças de Defesa de Israel. A existência do Estado de Israel constitui a única garantia de liberdade religiosa da Cidade Santa. Viva Israel! Viva Jerusalém!!!
Prof.Marcelo Walsh |
02.06.08 - 11:45 pm | #
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Slhalon Israel, meus irmãos;
Com o coração desejando paz para Israel.
Mas como obte-la? Quando falam de paz e não à tem! Quando o própio Israel não reconheceu o seu Messias! Mas ELE (Filho de Davi) logo virá para instaurar o milênio(tipo do reinado pacífico de Salomão),Dan 7:27,Zac 14:9.Um poucochinho mais de tempo e sucederá.Após o rapto da noiva (escolhidos), dois profetas de apoc 11(Moisés e Elias) pregarão por 3,5 anos para Israel e 144000 crerão.Dan 12:12 se cumprirá.ENTÃO HAVERÁ PAZ.A solução vem do alto.
Abençoarei os te abençoares e amldiçoarei os te amaldiçoares ó Israel.
Maurício Franco do Lago |
28.05.08 - 12:47 am | #
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Estimados(as) Amigos(as),
Shavua tov! O processo eleitoral para Presidente dos Estados Unidos, a superpotência vitoriosa da Guerra Fria, tem provocado não apenas intensas mobilizações internas naquele país, mas, sobretudo, uma forte expectativa do mundo inteiro. O status político dos Estados Unidos tornam a sua própria responsabilidade internacional considerável. Surgiu um debate estéril se tal ou qual pré-candidato seria ou não a favor de Israel. Ora, todos os pré-candidatos republicanos como democratas - incluindo Hillary Clinton como Barack Obama. A pergunta essencial é quem preencheria as qualidades essenciais para construir o futuro dos Estados Unidos. A Senadora Hillary Clinton, apesar do seu forte caráter e firmeza política, não se encontra preparada para assumir o cargo. Por sua vez, o senador Barack Obama, embora tenha desenvolvido uma camanha esforçada, não apresenta uma atitude política amadurecida. Nenhum nem outro pré-candidato democratas estão preparados para tamanha responsabilidade. Desconhecem os meandros da política externa. Até não-pré-candidatos como Condoleezza Rice e Colin Powel encontrar-se-iam muito mais capacitados, qualificados e habilitados para assumir o cargo de Presidente. No quadro das disputas para a Casa Branca, o Senador republicano John McCain, por seu perfil, histórico e programa de governo, encontra-se plenamente à altura da responsabilidade de um verdadeiro líder e estadista da mais consistente democracia liberal do mundo e da superpotência do Ocidente. Deve se recordar a tradição da sua família nas Forças Armadas em momentos decisivos dos EUA e do seu heroísmo no Vietnã, apesar das traições políticas de setores da Secretaria de Estado naquela época. Deve-se ressaltar que a outra pergunta não se apresenta de forma simplista se este ou aquele (pré-)candidato é pró-Israel. Quem tem a coragem, inteligência e iniciativa para conduzir a política externa norte-americana na conturbada região do Oriente Médio e de manter em condições mais favoráveis possíveis as relações entre EUA-Israel? Este líder é indiscutivelmente o Senador John Mccain.
Prof.Marcelo Walsh |
23.05.08 - 10:45 pm | #
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Na verdade, a íntegra do memorável discurso do Presidente George W. Bush, no Knesset, proferido no dia 15 de maio corrente, pode ser acessado, tanto nas versões em Inglês como em Espanhol, através do link oficial da Casa Branca: Link: http://www.whitehouse.gov/news/r...80515-
1.es.html
Uma ótima leitura!
Prof. Marcelo Walsh |
23.05.08 - 12:15 am | #
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Queridos Amigos,
O memorável discurso proferido pelo Presidente George W. Bush, verdadeiro estadista e líder, no Knesset, Parlamento Israelense, no dia 15 de maio último. Diante de uma platéia multiforme e atenta, do presidente Shimon Peres a simples convidados, e imprensa, elo pronuncia palavras memoráveis em apoio ao democrático Estado de Israel. O seu discurso é rico em significância histórica. Lembremos de que o líder americano graduou-se em História, pela conceituadíssima Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Ele não se limita as relações bilaterais americano-israelenses, mas aborda diversas outras questões como a importância da democracia para a construção dos direitos humanos, o papel da justiça internacional, a urgência da cultura do tolerância, o combate ao terrorismo internacional. Há muitos desafios a serem enfrentados nos próximos sessenta anos de Israel, mas o futuro pode demonstrar o caminho da vitória universal da democracia, da liberdade, justiça e solidariedade, inclusive em países em que lamentavelmente o terrorismo é financiado por megalomaníacos decreptos. Viva a Democracia e a Liberdade! Pela vitória inexorável do Direito e da Justiça Internacional! A íntegra do discurso do estadista norte-americano pode ser acessado através do seguinte link: http://www.youtube.com/watch?v=P...h?
v=PqtCYFYfTtA Os vídeos do discurso:
http://www.youtube.com/watch?v=f...h?
v=fUJSjryJSXs e
http://www.youtube.com/watch?
v=F...feature=related Vale a pena conferir! Shalom!Yom Ha'atzmaut Sameach!!!
Prof.Marcelo Walsh |
22.05.08 - 1:49 pm | #
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Queridos Amigos,
Shalom! No início do processo de Globalização, houve otimistas -de simples cidadãos a grandes líderes - que sonhavam, como o então Presidente George Hebert Walker Bush (1989-1993, com uma "Nova Ordem Mundial", na qual a paz, a liberdade e a democracia seriam plenamente reinantes. Apesar dos avanços da democracia e da liberdade em muitas partes do mundo, e também de iniciativas louváveis de paz como a do Timor Leste, ainda, em outras partes do cenário internacional, proliferam-se atos de intolerância, violências contra minorias, fundamentalismos. Nesse contexto internacional, em que a esperança e a angústia se mesclam numa terrível dialética, as Forças Armadas dos países democráticos, como é o caso de Israel, desempenham um papel fundamental. As suas funções transcendem à mera questão de preservação da integridade física do território, da segurança do país e da protação dos civis. O seu papel começa a ser remodelado. Elas devem ser consideradas, agora, também como guardiãs da democracia e da liberdade e das tradições do país. Um notável exemplo são as Forças do Armadas do Estado de Israel (conhecidas, em Inglês, como Israeli Defense Forces). As IDF são caracterizadas não só pelo seu alto grau de profissionalismo, mas também pelo elevado sentimento patriota predominante em suas fileiras. São guardiãs não apenas dos valores democráticos e liberais da sociedade israelense, mas da sublime tradição religiosa do Judaísmo. E elas carregam uma enorme responsabilidade patriótica e sagrada: proteger a Eretz Israel ou Terra Santa. Que o D'us do Patriarca Abraham abençoe esses verdadeiros anjos da guarda! Shalom!
Um Amigo da IDF |
21.05.08 - 11:06 pm | #
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Estimados (as) Leitores(as),
No fim do seu segundo mandato presidencial, o líder e estadista norte-americano George W. Bush proferiu um memorável discurso no Knesset. Sua admiração pessoal pelo sionismo e pela democracia israelense é bem notória. No entanto, o seu discurso constitui uma oportunidade para uma reflexão mais aprofundada sobre o atual cenário geopolítico do Oriente Médio e a paz e a segurança internacionais, nos próximos três ou cinco anos. Qualquer analista da conjuntura internacional sério não conseguirá esconder a sua apreensão frente ao programa nuclear iraniano e a sua grave ameaça para o Mundo civilizado. Como os Estados Unidos, Israel e todo restante mundo que venera a democracia e a liberdade reagirá a essa grave e iminente ameaça à paz mundial? Talvez, um cidadão comum desse mundo em vias de globalização ainda não tenha percebido tal perigo. No entanto, aqueles que se dedicam com profissionalismo ao estudo das Relações Internacionais, com certeza, já o perceberam. Constitui um imperativo moral de todos - líderes, intelectuais, cidadãos comuns - desenvolvermos uma intensa camanha para parar a engrenagem do caos, terror e fanatismo que vem sendo colocada em ação pelo atual regime (decrépito) do Irã. Que o mundo reaja firmemente, com base no Direito Internacional, na Diplomacia e no Multilateralismo, ainda enquanto houver tempo.
Prof. Marcelo Vieira Walsh |
21.05.08 - 12:16 am | #
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Estimados (as) Leitores(as),
No fim do seu segundo mandato presidencial, o líder e estadista George W. Bush proferiu um memorável discurso no Knesset. Sua admiração pessoal pelo sionismo são bem notórias. No entanto, o seu discurso constitui uma oportunidade para uma reflexão mais aprofundada sobre o cenário geopolítico do Oriente Médio e a paz e a segurança internacionais, nos próximos três ou cinco anos. Qualquer analista da conjuntura internacional sério não conseguirá esconder a sua apreensão frente ao programa nuclear iraniano e a sua grave ameaça para o Mundo civilizado. Como os Estados Unidos, Israel e todo o mundo que venera a democracia e a liberdade reagirá a essa grave e iminente ameaça à paz mundial? Talvez, um cidadão comum desse mundo em vias de globalização ainda não tenha pensado sobre tal perigo. No entanto, aqueles que se dedicam com seriedade ao estudo das Relações Internacionais, com certeza, já o percebeu. Constitui um imperativo moral de todos - líderes, intelectuais, cidadãos comuns - desenvolvermos uma intensa camanha para estancar a engrenagem do caos, terror e fanatismo que vem sendo colocada em ação pelo atual regime (decrépito) do Irã. Que o mundo reaja firme, com base no Direito Internacional, na Diplomacia e no Multilateralismo, ainda enquanto houver tempo.
Prof.Marcelo Vieira Walsh |
20.05.08 - 10:58 am | #
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Estimados(as) Leitores(as),
Shalom! Ainda no clima de justas e alegres comemorações dos sessenta anos de criação do Estado de Israel, devemos ter as nossas visões direcionadas ao passado, presente e futuro. Recordemos todos aqueles judeus e não-judeus, que desde as origens da Diáspora provocada pelos Romanos (no ano 70 da nossa Era), de alguma forma, alimentaram e contribuíram - com sua esperança, suor, sangue e lágrimas - para que o sonho de Medinat Israel tornasse realidade. Lembremos do presente de Israel, composto de luzes e sombras: por um lado, um sólido e democrático sistema político, uma sociedade justa e próspera e um país hi-tech; por outro lado, o perigo de grupos terroristas como Hamas e Hezbollah e do programa nuclear (armamentista) do Irã. Qual será o futuro? Ninguém dúvida do alto grau de patriotismo dos israelenses. Mas a resposta dependerá do concerto internacional entre o Estado de Israel, os Estados Unidos e todas as democracias do mundo para vencer as incertezas e ameaças que já pairam sobre um futuro próximo.
Prof. Marcelo Walsh |
20.05.08 - 10:33 am | #
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A História, como dizem os sábios, é "Mestra da Vida". A essa Dama, austera e elegante, devemos tratar com profundo respeito e reverência. Afinal, ela tem muito a nos ensinar. Os fatos históricos são singulares, porém podem haver traços de semelhanças entre o Passado e o Presente históricos. O tirano nefasto Adolf Hitler, nos anos 1930, utilizou-se de estratégias sujas, explorando a covardia de líderes como Neville Chamberlain, para conquistar - tanto no campo diplomático como no militar - passo a passo o terreno através da política de exigências absurdas na certeza de que as potências ocidentais acabariam cedendo às suas chantagens, em troca de uma enganosa promessa de paz na Europa e no Mundo. O que ocorreu em 1939? Invasão da Polônia, ocorrida não por uma pretensa genialidade bélica de Hitler, mas pela covardia do Ocidente. Início da II Guerra Mundial. Nos dias atuais, a política do Hamas e do Hezbollah é clara: através de reivindicações absurdas e moralmente inaceitáveis, destruir o Estado de Israel. A política de ceder terras por paz - por mais nobre que possa parecer - serve para pouco a pouco criar uma situação geopolítica em que a existência do Estado de Israel seria colocada em xeque mate. Não nos iludemos. Hamas e Hezbollah são liderados não por políticos quaisquer, mas por terroristas de altíssima periculosidade, e que deveriam ser processados, julgados e condenados pelo Tribunal Penal Internacional por graves crimes contra a Humanidade.
Anonymous |
17.05.08 - 5:24 pm | #
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HERANÇA
A pequena Venha-Ver, fundada em 1811 por cristãos-novos, guarda vestígios de sua origem judaica
Cidade no RN preserva tradição judaica
Uma pequena cidade perdida no interior do Rio Grande do Norte guarda vestígios da origem judaica de sua população, cujos fundadores, em 1811, eram descendentes de cristãos-novos (judeus) convertidos à fé cristã.
Mesmo cristãos, os habitantes de Venha-Ver (440 km a oeste de Natal) revelam em hábitos cotidianos uma tradição particular, transmitida há séculos de geração a geração.
A maioria dos habitantes, porém, não tem consciência da origem de seus ancestrais. Os sinais mais evidentes da tradição judaica encontrados na pequena cidade pela Agência Folha são a fixação de cruzes em formato hexagonal na porta de entrada das casas, o enterro dos corpos em mortalhas brancas e os sobrenomes típicos de cristãos-novos.
Os costumes de retirar totalmente o sangue da carne animal após o abate e de colocar seixos sobre os túmulos também podem ser relacionados à ascendência judaica dos habitantes.
Os judeus colocam seixos sobre as sepulturas com o significado de que o morto não será esquecido. Em Venha-Ver, pôr um seixo sobre o túmulo significa uma oração à pessoa ali enterrada.
O próprio nome da cidade é uma provável fusão da palavra “vem” (do verbo vir, em português) com o termo hebraico “chaver” (pronuncia-se ráver), que significa amigo, companheiro. Ou seja, Venha-Ver seria uma corruptela de “Vem, Chaver”.
Esses foram parte dos indícios relatados pelo rabino Jacques Cukierkorn em sua tese de rabinato (equivalente a mestrado) sobre a ascendência judaica entre a população do Rio Grande do Norte. A preservação de tradições centenárias entre a comunidade de Venha-Ver foi facilitada pelo isolamento do município, situado no extremo oeste do Rio Grande do Norte, nas fronteiras com Ceará e Paraíba. Só se chega ali por uma sinuosa estrada de terra.
Batentes
Para o rabino Cukierkorn, as cruzes de Venha-Ver têm sua origem na mezuzá -pequena caixinha com uma reza que os judeus fixam nos batentes das portas.
Muitas delas têm formato hexagonal, como a Estrela de David, símbolo da fé judaica. A população explica as cruzes nas portas de suas casas como uma proteção contra o mal, o demônio, a ventania e os raios. Os judeus fixam a mezuzá nos batentes para demarcar a proteção divina sobre a casa.
Na pequena localidade, os cadáveres são envolvidos em mortalhas para serem conduzidos até a sepultura. É o que determina a tradição judaica. Esse costume é explicado pelos habitantes de Venha-Ver como algo passado de pai para filho. Há um preconceito contra o uso de caixão - recentemente introduzido nos funerais locais.
Cukierkorn vê, na forma de tratar a carne animal, a presença das regras da culinária “kasher” -determinadas pelo judaísmo. Logo após o abate de um animal em Venha-Ver, os pedaços de carne são dependurados com uma corda sobre um tronco de árvore, para que todo o sangue escorra. Depo
Alan Freire de Lima |
14.05.08 - 10:08 pm | #
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As comemorações dos sessenta anos de Israel, jovem e ao mesmo tempo sólida democracia, constitui motivo de profunda alegria não apenas para os seus cidadãos e para os judeus da Diáspora, mas para todos os que amam o humanismo e os valores universais de democracia e liberdade. Essa "criança" de apenas 60 anos, teve de ser pacientemente concebida e gerada por quase dois mil anos. Por quantas vicissitudes históricas, essa gravidez teve de passar?....A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - verdadeira tragédia humana, sob os mais diversos aspectos - constituiu um doloroso parto para que os remanescentes e heróis do povo judeu pudessem construir o seu legítimo lar nacional - que encontra fundamentos não apenas na História e no Direito Internacional, mas na própria religião. Muito suor, lágrimas e sangue foram derramados para que da tênue esperança pudesse nascer a pujante potência econômica e política do Oriente Médio. Os que amam os ideiais de democracia e liberdade - que têm suas raízes na gloriosa Revolução Americana de 1776 - devem comemorar o sexagésimo aniversário de criação do Estado de Israel (Medinat Israel). Afinal, os sonhos e esperanças que motivaram a construção da sociedade e Estado israelenses são idênticos aos de qualquer democracia autêntica. Mazal tov!
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
13.05.08 - 12:14 am | #
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Uma pergunta que não quer calar: existe alguma semelhança entre a política de rearmamento da Alemanha nazista (1939-1945), do nefasto Adolf Hitler, e o programa nuclear iraniano, desencadeado a todo vapor pelo Presidente do Irã, o psicopata Mahmoud Ahmadinejad, nesses últimos anos? Ainda não se pode dizê-lo, com toda a certeza, dependerá de como o mundo reagirá ou se omitirá. Em relação ao primeiro, as grandes democracias se acorvadaram, e o demoníaco Hitler esteve livre para desencadear a II Guerra Mundial (1939-1945). E agora, como as grandes potências, sobretudo, os Estados Unidos e a União Européia, e todas as demais democracias reagirão frente às ameaças, fanatismos e chantagens do Presidente megalomaníaco do Irã?...
Anonymous |
04.05.08 - 5:13 pm | #
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Diante do programa nuclear do Irã, que vem sendo acelerado de maneira assustadora, que a Humanidade fique atenta em relação às atitudes e palavras do Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tirano megalomaníaco e psicótico. Em 14 de dezembro de 2005, por exemplo, esse homicida voltou a descreditar nesta a ocorrência do Holocausto -massacre de mais de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) pelos nazistas-- dizendo que o episódio teria sido "um mito". Não nos esquecemos de que ele, por diversas vezes, ameaçou destruir o democrático Estado de Israel. Não minizemos suas palavras nem o seu programa nuclear. Tanto Osama bin Laden (extremista sunita) como Mahmoud Ahmadinejad (extremista xiita) continuam, por vias misteriosas, a implementar o plano diabólico firmado entre o tirano Adolf Hitler e o nefasto Mohammad Amin al-Husayni (Mufti de Jerusalém), no decorrer da II Guerra Mundial. Esse plano visava não apenas a destruição do povo judeu, mas de toda a Civilização Ocidental cristã. Muito embora a teologia oficial do Islã, baseada em muitos preceitos do Judaísmo e do Cristianismo, condene atos de violência contra inocentes, e que a maioria dos muçulmanos sejam pacíficos e tolerantes, existe uma minoria de cerca de 15%, segundo pesquisa recente do Instituto Gallup, dos Estados Unidos, que representa os extremistas radiciais. Apesar das profundas divergências e competições pela supremacia do mundo islâmico travadas, a reda Al Qaeda e o regime fundamentalista do Irã têm o mesmo objetivo: destruir o Estado de Israel e o Ocidente. A respeito das negociações travadas entre a União Européia e o governo do Irã para buscar uma solução diplomática para a questão nuclear, que não ocorra um novo e ilusório Pacto de Munique (193 - firmado entre o tirano Adolf Hitler e o covarde Primeiro-Ministro Chamberlain (filo-nazista), que serviu apenas para criar condições propícias não para a Paz mundial, mas para a eclisão de um novo conflito mundial responsável pela morte de mais de 50 milhões de pessoas, incluindo os 6 milhões de judeus. Lembremos de Winston Churchill, exemplo de um verdadeiro Estadista, cujo principal lema era "Jamais ceder!".
Anonymous |
03.05.08 - 12:31 pm | #
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Estimados(as) Leitores(as),
Shalom! As tragédias humanas ocorridas ao longo da História, em diversas partes do mundo e graus de intensidade, não apenas representam uma mancha obscura na consciência humana, como trazem graves e urgentes lições. Primeiramente de defendermos o sentido de civilidade, de não sermos indiferentes à desgraça alheia e a de denunciarmos contundentemente as violações contra os direitos humanos; que são patrimônio universal da Humanidade, pois encontram suas raízes no direito natural anterior à existência do Estado e que não podem ser limitados nem desvirtuados pela diversidade cultural, mas, sim, enriquecidos por ela. Neste dia 1 de maio (em que coincidiu com o dia 27 do mês de nissan), celebra-se Iom Hashoá - Dia do Holocausto e o Heroísmo , quando se honra a memória dos 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas durante a Segunda Guerra. Sob o lema de `lembrar e recordar - jamais esquecer`, em Israel, as sirenes de alarme soam e guardam-se dois minutos de absoluto silêncio. Homens, mulheres, crianças jovens, adultos e idosos participam desse momento muito forte e profundamente triste. A razão da escolha da data está relacionada ao fim da revolta do Levante do Gueto de Varsóvia, quando pela primeira vez, um grupo de judeus confinados no Gueto, chefiados pelo jovem herói Mordechai Anilevicz, que desafiou, a partir do dia de 18 de janeiro de 1943, a tirania nazista. A revolta durou diversos dias, mas, infelizmente, acabou com o assassinato de todos os judeus habitantes daquela área de confinamento pelas malditas Waffen-SS. O século XX foi, com certeza, o período mais sangrento de toda a história humana: mais de 100 milhões de mortes desde a Revolução Bolchevique, em 1917, até o desmoronamento da União Soviética (não apenas na Rússia, mas em todos os países que vivenciaram a experiência da ditadura socialista); mais de 1,5 milhões de armênios massacrados pela Turquia (1915-1923); oito milhões de mortos durante a I Guerra Mundial (1914-191 ; outros cinqüenta milhões de mortos, incluindo os mais de seis milhões de judeus, durante a II Guerra Mundial (1939-1945); mais de um milhão de tibetanos mortos pelo Exército vermelho da República Popular da China (década de 1950); duzentos mil timorenses massacrados pela Indonésia (anos 1970); Genocídio de Ruanda: mais de 800 mil tutsi e hutus assassinados (1994). As democracias do mundo devem estar vigilantes frente ao surgimento de novos tiranos que ameaçem perpertrar novos massacres contra civis inocentes. Devemos bradar, firmes, em oposição ao genocídio contra qualquer povo! Jamais, de novo! Shalom!
Marcelo Vieira Walsh |
03.05.08 - 12:49 am | #
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Nesses dias em que se celebra a festa de Pessach, constitui a oportunidade ideal para se recordar o seu profundo significado e a sua atualidade. Qual a importância de se recordar Pessach? Pessach é uma festa ligada vinculada ao povo de Israel, tendo à frente o líder Moisés (Moshe). Um dos valores característicos de Pessach convém enfatizar, é o valor da Liberdade para o povo hebreu que vivia sob a dominação férrea do Faraó no Egito, valor tanto particular como universal. A festa de Pessach – celebrada por oito dias, quando fora de Israel, e sete, em Israel – possui, como ponto central, a realização do seder, jantar especial que, pela simbologia, conta toda a história da escravidão e da conquista da liberdade pelo povo hebreu, e que se revive de geração à geração. Lembremos também dos nomes que se atribuem à Festividade de Pessach: Chag HaPessach (Nome principal, usual e freqüente, vem do hebraico e quer dizer ‘pulou, passou’, pois D’us “passou” pelas casas dos judeus no Egito, para que não morressem seus primogênitos, uma das dez pragas do Egito (Shmot, capítulo XII, versículo 23); Chag Haaviv (A festa da primavera); Chag Hamatzot (A festa das matzot, ou pães ázimos, único alimento dos judeus, ao saírem do Egito); e Chag Hacherut (A festa da liberdade). De fato, a saída do Egito, há mais de 3200 anos atrás, marca o nascimento do povo de Israel que rompeu o jugo de escravidão e conquistou sua liberdade. Pela primeira vez na História da Humanidade, os escravos se levantaram contra seus opressores. O sublime ideal de Liberdade nasce com o povo Judeu e influenciará não apenas o seu desenvolvimento social, mas também marcará outros grandes episódios da História da Humanidade: a Revolução Gloriosa (1689); a Revolução Americana (1776); a extinção da escravidão moderna do negro africano no século XIX; a libertação das colônias da Ibero-América (incluindo, o Brasil); a vitória da democracia liberal na I Guerra Mundial (1914-191 ; a criação do Estado de Israel (1917), apesar das inúmeras adversidades da diplomacia da época; a libertação do mundo em relação à tirania do Nazi-Fascismo, encerrando a tragédia da II Guerra Mundial (1939-1945). Mas a Nova Ordem Internacional impõe, nas mais diversas partes do globo, o revitalização do ideal de Liberdade. Em Israel, solidarizemo-nos, na semana de Pessach, com as famílias e a sociedade israelenses que ainda sofrem justamente com a privação de seus entes queridos, realizada no momento em que prestavam serviços relevantes a Eretz Israel: os soldados Ehud Goldwasser, Eldad Regev, Gilad Shalit, Ron Arad, Guy Rever, Zachary Baumel, Yehuda Katz, Tzvi Feldman. Hag Pessach Sameach!
Anonymous |
25.04.08 - 11:28 pm | #
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Analisando a política internacional do Oriente Médio, no final da década de 1970, deve-se destacar a importante atuação do então Presidente Jimmy Carter na construção da paz entre Egito e Israel. O dirigente norte-americano foi o patrocinador e anfitrião dos encontros que levaram a negociação e a assinatura dos Acordos de Camp David, entre Israel, representado pelo Primeiro-Ministro, Menachen Begin (saudoso líder sionista) e o Presidente do Egito Anwar Sadat. A evolução natural foi a assinatura do Tratado de Paz Israelense-Egípcio, entre os dois estadistas, em Washington, no dia 26 de março de 1979. O papel do então Presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, foi digno de profundo reconhecimento em prol da causa da paz internacional. A conjuntura e os personagens internacionais daquela época tiveram a sua relevância, porém especificidade histórica. Anwar Sadat foi um estadista bem-inspirado que, num gesto surpreendente, visitou o Estado de Israel em 1977 para abrir o caminho da paz. Ele era um líder comprometido com o bem-estar do seu povo e com a estabilidade na região. Menachen Begin, líder histórico do sionismo, aceitou o desafio da paz. Ele também foi um notável estadista. 2008: Jimmy Carter, num esforço para construir a paz na região do Oriente Médio, empreendeu uma viagem por várias capitais árabes, entre elas Damasco, onde se reuniu com o chefão terrorista do grupo terrorista Hamas no exílio, Khaled Meshaal. A conjuntura e os personagens internacionais desse encontro, que recebeu uníssona condenação tanto por Israel como por parte dos Estados Unidos, são diametralmente opostos aos do final da década de 1970. Primeiramente, o ex-presidente Jimmy Carter desconhece totalmente o atual quadro geopolítico da região de hoje e parece padecer de um otimismo ilusório, fantasioso e suicida. Ninguém dúvida das boas intenções do ex-presidente norte-americano, mas como dizia um monge medieval, de boas intenções o Inferno está lotado. Boas-intenções, que desconheçam a diferença entre o certo e o errado, constituem verdadeiro veneno! A atitude dele não contribuiu em nada para a paz na região, apenas para a propaganda demagógica do terrorista Hamas. A ideologia e práxis política do Hamas essencialmente são as mesmas do Nazismo, e estas foram levadas às últimas conseqüências pelas terríveis Waffen-SS, do nefasto Himmler. A atitude do líder norte-americano - que há três décadas havia sido festejado por sua nobre iniciativa de paz entre Egito e Israel - causou a mais profunda indignação internacional, não apenas dos setores comprometidos na luta contra o terrorismo, mas da parte sadia da opinião pública mundial, majoritária. O ex-Presidente afirmou que “O Hamas estaria disposto a reconhecer o Estado de Israel”. Justamente o contrário! O Hamas não tem nenhum compromisso com a paz e nem com o bem-estar do povo palestino. A liderança irracional do Hamas e seus militantes têm apenas um compromisso: caos, terror, desolação, miséria. O Hamas luta dia e noite pel
Anonymous |
21.04.08 - 11:30 pm | #
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Estimados(as) Leitores(as),
As eleições dos Estados Unidos constituem não apenas o ritual mais importante da democracia norte-americana, mas, desde quando os Estados Unidos assumiram a sua condição de superpotência, no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945),também, revestem-se da maior importãncia para o rumo da Política Internacional. Normalmente, as eleições envolvem a disputa de pré-candidatos - tanto do Partido Republicano como do Partido Democrata -, que representam as mais consistentes lideranças políticas do País, de diferentes percepções e tendências ideológicas. Atualmente, a corrida presidencial está reduzida ao candidato John McCain, pelo Partido Republicano, e os pré-candidatos, Hillary Clinton e Barack Obama. Todos os três apresentam um sólido currículo político e uma longa folha de serviços prestados ao País. No entanto, o Senador John McCain, eleito pelo Estado do Arizona, apresenta todas as qualidades necessárias e encontra-se plenamente preparado para desempenhar o papel de estadista dos Estados Unidos, a superpotência do século XXI. Em relação aos assuntos internacionais, e especificamente ao instável quadro geopolítico do Oriente Médio, o senador tem uma nítida percepção da responsabilidade e missão a serem desempenhados pelos Estados Unidos. Ele também tem consciência exata da histórica e inquebrantável aliança com o Estado de Israel, o qual representa um oásis de democracia e de desenvolvimento na região. A questão do Iraque constitui um dos pontos importantes na sua agenda internacional, mas existem outras questões que devem ser levadas em consideração. Seria ingênuo limitar a a agenda do futuro presidente dos Estados Unidos a um só tema. Na verdade, os Estados Unidos têm uma agenda externa multifacetada e uma rede de compromissos internacionais em diversas partes do mundo.
Marcelo Vieira Walsh |
21.04.08 - 9:24 pm | #
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O Papa Bento XVI, em sua viagem aos Estados Unidos, visitará a Sinagoga Park East, em Manhattan, Nova Iorque, onde será recebido pelo eminente rabino Arthur Schneier. Na primeira visita papal ao estrangeiro, em 2005, Bento XVI visitara a Sinagoga de Colônia, Alemanha, que foi reconstruída após ter sido destruída durante o perverso regime nazista. O rabino Arthur Schneier, 78 anos, que viveu sob a ocupação nazista em Budapeste e emigrou para os Estados Unidos da América em 1947, é o responsável desde 1962 pela Sinagoga que receberá o Papa Bento XVI, em Nova Iorque, no dia 18 de Abril. O que se pode esperar desse encontro? Lembremos o quanto o saudoso Papa João Paulo II, paladino da paz e do diálogo inter-religioso, valorizava o entendimento, o mútuo respeito e o fértil diálogo entre católicos e judeus. Ele, assim como seu antecessor, Papa João XXIII, vivenciaram a tragédia da Segunda Guerra Mundial, na qual morreram mais de 50 milhões de pessoas, das quais mais de seis milhões de judeus. Eles não foram indiferentes. Ajudaram a salvar da persequição nazita milhares de judeus. O Papa João XXIII promoveu a Declaração Nova Aetate, do memorável Concílio Vaticano II, que inaugurou uma nova era nas relações entre católicos e judeus, apesar de séculos de desencontros e incompreensões. João Paulo II colocou em prática os princípios dessa Declaração. Agora, o Papa Bento XVI terá a oportunidade de fortalecer esse relacionamento. Um forte shalom ao Papa e ao Rabino!!!
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
16.04.08 - 2:08 pm | #
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Estimados(as) Leitores(ras),
A visita do Papa Bento XVI aos Estados Unidos apresenta múltiplos significados, não apenas para os católicos daquele país - Terra da Liberdade -, mas para o mundo inteiro. Lembremos que os Estados Unidos, desde a gloriosa Revolução de 1776, liderada por autênticos estadistas como George Washington, sempre acolheu representantes de diversos grupos étnico-culturais e religiosos. Para essas pessoas, em épocas distintas, os Estados Unidos representam um verdadeiro lar, um paraíso de liberdade e democracia, uma terra de prosperidade. Os Estados Unidos, com sua própria cultura nacional extremamente rica e diversicada, reflete também o multiculturalismo do Mundo. O papa Bento XVI e o Presidente George W. Bush constituem duas grandes lideranças políticas da Humanidade. O Papa Bento XVI é um construtor de pontes de diálogo, de entendimento e de fraternidade entre os diversos povos do mundo. Por sua vez, o Presidente George W. Bush representa um autêntico líder e estadista do Ocidente, comprometido com os mais nobres valores da democracia liberal. Ambos são grandes amigos do querido Estado de Israel. Esse encontro representa, dentre diversos aspectos, uma sublime manifestação em prol do diálogo inter-civilizacional e o repúdio mais categórico possível contra as diversas correntes de intolerância - representados pela nefasta rede Al Qaeda, Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica, e outros. Lembremos que o Papa discursará na sede da ONU, organização com existência de mais de 60 anos, que constitui o fórum multilateal legítimo para o diálogo e entendimento entre as nações do mundo. Ele também prestará a sua homenagem aos heróis e vítimas dos atentados do 11 de setembro de 2001, cujas lembranças emocionam a todos até hoje. Mais de 4000 vidas perdidas, que representam pessoas de mais de 70 nacionalidades, e de diversos credos. Os terríveis atentados foram perpetrados não apenas contra a querida nação norte-americana, mas também contra a Humanidade inteira. Prestemos a nossa devida e justa homenagem às vítimas do 11 de setembro de 2001!Shalom!
Marcelo Vieira Walsh |
16.04.08 - 1:27 pm | #
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Estimados(as) Leitores(ras),
A História é a mestra da Vida, que deve ser tratada com bastante respeito e deve ensinar-nos preciosas lições. O tirano Adolf Hitler venceu diversas eleições para o partido nazista - até a sua vitória máxima em 1933 - não porque fosse um verdadeiro líder, mas, sim, porque os bons se calaram. Ele pôde anexar a Áustria - através de manipulação da opinião pública -, invadir e anexar a Tchecoslovaquia e a Polônia, e atacar uma série de países. Como isso foi possível? Porque o mundo esteve indiferente, omisso e acovardado frente a escalada de violência perpetrada pela máquina de guerra das potências do Eixo. Os nazistas inventaram execráveis e imorais métodos de matar inocentes e chegaram a construir os campos de extermínios para matar mais de seis milhões de judeus. Por quê? Porque o mundo preferiu fechar os olhos. Quando a situação tornou-se extrema, o mundo foi forçado a reagir....Será que a comunidade internacional terá de continuar indiferente, ser omissa, acovardar-se ou fechar os olhos diante do perigo nuclear iraniano? Adolf Hitler dizia, antes de 1939, que "desejava a paz mundial"...O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, deseja "apenas" possibilitar o acesso à tecnologia nuclear para "fins pacíficos"....Qual a diferença entre os dois? Ambos são lunáticos megalomaníacos que elaboraram planos expansionistas. Ambos têm mentalidades genocidas. Ambos são impregnados de uma ideologia ultra-totalitária. A diferença reside que um está morto...ou outro continua vivo e firme no poder. As nações livres e democráticas deverão empreender uma intensa política em prol do aumento de sanções e de uma resposta mais firme diante da gravíssima ameaça do programa nuclear iraniano. Nevile Chamberlain, que constituiu um dos piores Primeiro-Ministros da História política do Reino Unido, representou a personificação do típico idiota-útil que se deixou seduzir pelo canto de sereia do Terceiro Reich. Quantos "chamberlains" estão se deixando engnar pelas mentiras grosseiras do Presidente do Irã?
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
16.04.08 - 1:27 am | #
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Amigos(as) Leitores(ras),
Shavua tov! Gostaria de parabenizar as cartas recém-enviadas e que demonstram a rica e fértil contribuição dos judeus, ao longo de um pouco mais de cinco séculos, para o engrandecimento do Brasil. Qualquer estudo social a respeito da presença judaica na formação da sociedade brasileira constatará, sem maior dificuldade, o quanto os judeus, anônimos e famosos, colaboraram com seu precioso labor, genialidade, exemplo e valores espirituais para o enriquecimento da cultura nacional, ao lado de outros legados valiosos vindo de diversos grupos étnico-culturais também presentes na formação da nossa sociedade. Deveria haver um feriado nacional (num domingo, de preferência, para não atrapalhar o ritmo da semana de trabalho), para se lembra a influência multifacetada dos diversos grupos étnico-culturais que contribuiram para a grandeza do Brasil, e prestar-lhes a devida homenagem. Shalom, a toda a querida e amiga comunidade judaica do Brasil!
Prof. Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
12.04.08 - 10:30 pm | #
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O Centro Israelita do Rio Grande do Norte celebrou Purim na sinagoga Braz Palatnik, em Natal. O serviço religioso, cujo ponto principal foi a leitura do livro de Ester, foi seguido de jantar festivo. O serviço foi liderado por João Fernandes Dias Medeiros, que tem mais de 30 anos de dedicação à comunidade judaica de Natal.
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Comentários dos leitores
sobre notícias publicadas em edições anteriores
Daniel Breda, do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco - Primeiramente, parabéns pelo trabalho realizado com tanta intensidade. Interessei-me pela disponibilidade destes textos em formato digital e gostaria de recebê-los, inclusive para incorporá-los ao acervo do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco.
Nelson Santana de Oliveira Machado - Gostaria de dar-lhes os parabéns pela ótima qualidade do jornal e pelas inúmeras atividades colocadas à disposição dos interessados. Gostaria de pedir-lhes a assinatura do jornal para que possa recebê-lo em minha residência.
Rosane Chonchol - Em relação ao querido rabino Sobel - minha opinião é a mesma de Huáscar Cahuíde Lozano. Penso que, neste momento difícil, toda nossa comunidade deveria se voltar para o lado do bem: o perdão, a compreensão e o agradecimento por tudo de bom e do melhor que Sobel fez, durante toda sua vida, perante a causa israelita e pelo Brasil. Viva Sobel ! Um Rabino e um homem dedicado!
Guilherme Benchimol Fauque - Lendo o comentário do leitor Huáscar Cahuíde Lozano acabei lembrando de algo que o prof. Angelo V. Cenci, Dr. em filosofia da Universidade de Passo Fundo (UPF), falou durante uma de suas aulas de ética: "É triste ver o que a mídia está fazendo com o rabino Henry Sobel". Realmente! Sobel contribui muito para o judaísmo brasileiro, nos trouxe grandes alegrias mas, devido a um fato parece que toda a sua contribuição em prol do judaísmo foi por água abaixo. Olham para ele e logo taxam: olha o rabino da gravata! Mas, não olham para ele e dizem: Olha o rabino que contribuiu imensamente para o judaísmo brasileiro. Como diz o leitor Huáscar, "ele tem 99% de crédito". Por que só olhar os erros, quando há muitos acertos a contabilizar ?
Haran Hossepian - Me parece que a colocação do Huáscar Lozano neste espaço, seja o mais correto, só não concordo com os 90%, pode ser revisto.
Alan Freire de Lima |
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12.04.08 - 2:34 pm | #
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CIDADE DO RN PRESERVA
TRADIÇÃO JUDAICA
Uma pequena cidade perdida no interior do Rio Grande do Norte guarda vestígios da origem judaica de sua população, cujos fundadores, em 1811, eram descendentes de cristãos-novos — judeus convertidos à fé cristã. Mesmo cristãos, os habitantes de Venha-Ver (440 km a oeste de Natal) revelam em hábitos cotidianos uma tradição particular, transmitida há séculos de geração a geração. A maioria dos habitantes, porém, não tem consciência da origem de seus ancestrais. Os sinais mais evidentes da tradição judaica encontrados na pequena cidade pela Agência Folha são a fixação de cruzes em formato hexagonal na porta de entrada das casas, o enterro dos corpos em mortalhas brancas e os sobrenomes típicos de cristãos-novos. Os costumes de retirar totalmente o sangue da carne animal após o abate e de colocar seixos sobre os túmulos também podem ser relacionados à ascendência judaica dos habitantes. Os judeus colocam seixos sobre as sepulturas com o significado de que o morto não será esquecido. Em Venha-Ver, pôr um seixo sobre o túmulo significa uma oração à pessoa ali enterrada. O próprio nome da cidade é uma provável fusão da palavra "vem" (do verbo vir, em português) com o termo hebraico "chaver" (pronuncia-se ráver), que significa amigo, companheiro. Ou seja, Venha-Ver seria uma corruptela de "Vem, Chaver".
Esses foram parte dos indícios relatados pelo rabino Jacques Cukierkorn em sua tese de rabinato (equivalente a mestrado) sobre a ascendência judaica entre a população do Rio Grande do Norte.
A preservação de tradições centenárias entre a comunidade de Venha-Ver foi facilitada pelo isolamento do município, situado no extremo oeste do Rio Grande do Norte, nas fronteiras do Ceará e Paraíba. Só se chega ali por uma sinuosa estrada de terra.
Batentes
Para o rabino Cukierkorn, as cruzes de Venha-Ver têm sua origem na mezuzá — pequena caixinha com uma reza que os judeus fixam nos batentes das portas. Muitas delas têm formato hexagonal, como a Estrela de David, símbolo da fé judaica. A população explica as cruzes nas portas de suas casas como uma proteção contra o mal, o demônio, a ventania e os raios. Os judeus fixam a mezuzá nos batentes para demarcar a proteção divina sobre a casa.
Na pequena localidade, os cadáveres são envolvidos em mortalhas para serem conduzidos até a sepultura. É o que determina a tradição judaica. Esse costume é explicado pelos habitantes de Venha-Ver como algo passado de pai para filho. Há um preconceito contra o uso de caixão — recentemente introduzido nos funerais locais.
Cukierkorn vê, na forma de tratar a carne animal, a presença das regras da culinária "kasher" — determinadas pelo judaismo. Logo após o abate de um animal em Venha-Ver, os pedaços de carne são dependurados com uma corda sobre um tronco de árvore, para que todo o sangue escorra. Depois disso, a carne é salgada — prática usual entre os judeus ortodoxos.
Cristãos-novos
Os sobrenomes mais comun
Alan Freire de Lima |
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12.04.08 - 2:19 pm | #
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Amigos(as) Leitores(as),
Consitui uma feliz notícia que o livro do Rabino Henry Sobel - Um Homem, Um Rabino - já esteja entre os dez livros mais vendidos, segundo o semanário Época. No entanto, não surpreende, apesar de o Rabino Sobel ser um das personalidades mais famosas do Brasil, como ele consegue sempre encantar a sociedade brasileira, com seu inesgotável carísma e com o seu bate-papo agradável. O livro, com certeza, apresenta, com rara transparência em obras auto-biográficas, um Homem com suas fortalezas e fraquezas. Mas um homem muito excepcional. Após a notícia do episódio de Miami ter sido amplamente divulgado - e, diga-se, com certa malícia vinda de setores mal-intencionados (e, em determinados momentos, impestiados de anti-semitismo, mal-disfarçado)-, a sociedade brasileira demonstrou forte preocupação e solidariedade para com o estado de saúde do Rabino. A sua história pessoal apresenta, acima e antes de tudo, um Homem absorto nos mais sublimes valores do Judaísmo, cujo legado espiritual foi transmitido à toda Humanidade, através do Monoteísmo. Também, um homem de sólida integridade moral e de uma consistente ética. Apesar de ser um profundo erudito da teologia judaica, consegue ser humilde para ouvir a todos, não importa a religião, condição social e origem étnico-cultural. A sua biografia pessoal e do homem público - rica, multifacedade e fértil - constitui um dos mais valiosos patrimônios da sociedade brasileira. Saiba, querido Rabino, que o Sr. tem uma legião de amigos sinceros tanto entre judeus como entre não-judeus. Parabéns!Shalom!
Prof. Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
12.04.08 - 1:09 am | #
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Lembremos o quanto o Presidente George W. Bush, além de notável líder de todo o Ocidente, é um fiel amigo do querido Estado de Israel (Medinat Israel), inclusive nos momentos mais graves da situação geopolítica do Oriente Médio. Shalom, Mr. Bush!
Anonymous |
11.04.08 - 12:54 pm | #
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Caros(as) Amigos(as),
O Presidente George W. Bush encontra-se em fim de mandato, e provavelmente encerrando a sua carreira política. A sua gestão - como a de qualquer governante - é passível de elogios e críticas. Não há governos infalíveis. Mas os Estados Unidos, com certeza, constituem uma sólida democracia e a mais respeitável república do mundo. Fundada por grandes líderes como George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, Samuel Adams, Thomas Paine, e uma lista interminável de grandes estadistas e patriotas que construiram um admirável país. Destaquemos o papel decisivo e salutar da Maçonaria, que firmou sólidos alicerces de liberdade, igualdade e fraternidade. O Presidente George W. Bush é membro de uma das mais respeitáveis sociedades fraternais dos Estados Unidos, e que é celeiro de grandes líderes, refiro-me a Skull & Bones, da Universidade de Yale. Qual o legado deixado por George W. Bush? Independente de eventuais falhas do seu Governo - e realmente aconteceram -, o legado que ele deixa para a História é a de um líder que, no momento mais difícil dos Estados Unidos, no Pós-Guerra Fria, manteve a nação norte-americana unida e firme. Alguns podem questionar a forma como a luta anti-terrorismo foi empreendida por seu Governo, mas ninguém em sã consciência poderá deixar de reconhecer que a maior ameaça atualmente, no mundo, são os grupos terroristas e governos radicais, como o do Irã, com seu programa de construção de ogivas nuclaeares. George W. Bush, com certeza, foi um dos melhores líderes do partido republicano em toda a sua existência, desde quando fora fundado por Abraham Lincoln, o presidente que aboliu o execrável instituto da escravidão da Terra da Liberdade.
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
10.04.08 - 11:35 pm | #
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Quanto tempo mais necessitará o megalomaníaco paranóico do Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para fabricar ogivas nucleares? Esse monstro terrorista significa tudo que a Humanidade considera como mais repugnante e asqueroso! Até quando o mundo ficará omisso em relação a esse louco, que foi um dos que invadiram a Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, na época da Revolução Fundamentalista? Mahmoud Ahmadinejad segue a doutrina totalitário do Nazismo sob nova roupagem. Ele aprendeu muito com a história da Waffen-SS.....
Anonymous |
10.04.08 - 8:46 am | #
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Se o tirano nefasto Adolf Hitler, Ditador do Terceiro Reich, estivesse vivo, hoje, certamente, não se cansaria de elogiar o obscuro Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad - expoente do fanatismo fundamentalista do regime totalitário teocrático -, por sua política anti-ocidental e anti-Israel (e anti-semita). O demoníaco Heinrich Luitpold Himmler, como Reichsführer-SS (que liderou a SS e a Gestapo, e foi uma figura chave na organização do Holocausto) também sentir-se-ia contente pela desejo do Presidente do Irã em tentar eliminar Israel do mapa...A II Guerra Mundial marcou a decorrocado dos regimes do Nazi-fascismo, no entanto, a ideologia totalitária vive sob nova roupagem... Ora, os setores sádios do mundo não podem ser omissos nem indiferentes às reais ameaças nucleares do Irã. Ahmadinejad deve ser pressionado, de maneira mais eficaz, para abandonar o programa nuclear do seu país. São mais de 6000 centrífugas de processamento de urânio!!! Centrífugas, que podem servir facilmente para intenções bélicas....Que o mundo reaja com coragem e dignidade frente a essa gravíssima ameaça, que paira contra o mundo livre e democrático, incluindo o Estado de Israel. Shalom!
Anonymous |
09.04.08 - 1:54 am | #
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Estimado(s) Leitores(ras) de Pletz,
Uma pergunta preemente surge: Por que o Mundo não deve calar-se em relação à cidade de Sderot? De 10 a 17 de abril, haverá uma campanha mundial em prol de Sderót e cidades ao redor: região israelense que sofreu até hoje mais de 6.793 ataques de mísseis, voltados essencialmente contra alvos civis. O evento denominado: `Semana de Solidariedade a Sderót`, está sendo divulgado pela benemértia e atuante Organização Sionista Mundial, através do Departamento de Hagshamá, e conta com o apoio da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro. Há várias formas de participar. Instituições podem acessar o site http://www.hagshama.org.il/sderot/es.asp. Cidades como Nova Iorque, Washington, Londres, Madrid, Bali e outras também foram vítimas desse terrorismo atroz vindo de grupos fundamentalistas radicais. A Humanidade deve clamar em prol do Direito Internacional, dos Direitos Humanos e da Justiça Internacional. O silêncio, a omissão e a indiferença servirão apenas como combustível da maior ameaça que paira no mundo - e que não constitui preocupação isolada dos Estados Unidos -, ameaça essa que não tem rosto, não tem hora, mas que se utiliza de instrumentos de terror semelhantes aos do Nazismo....Não nos esquecemos de que Haj Amin Al-Husseini, o então Grande Mufti de Jerusalém, tio e mentor ideológico de Yasser Arafat, e amigo do tirano Adolf Hitler, destacou uma leva de soldados palestinos para constituir a Brigada Hanzar da SS, do nefasto Himmler, para lutarem do lado da Alemanha nazista durante a II Guerra Mundial. O resultado foi o genocídio de mais de 22 mil judeus, 40 mil ciganos e 200 mil sérvios nos Balcãs. Os grupos terroristas como o Hezbolah, Hamas, Jihad, Al-Qaeda, etc. baseiam-se nessa mesma ideologia totalitária e estratégia de terror. Que o mundo inteiro esteja atento!
Anonymous |
04.04.08 - 12:33 pm | #
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Estimados(as) Amigos(as) do Pletz,
Shalom! No dia 5 do mês de Iyar do ano de 5708 (equivalente a 14 de maio de 1948, pelo calendário gregoriano), David Ben-Gurion, o Patriarca do Estado de Israel, ao iniciar o seu histórico discurso, pronuncia essas palavras ricas de significado: "A terra de Israel é o local de origem do povo judeu. Aqui a sua identidade espiritual, política e religiosa foi moldada. Aqui eles primeiro atingiram a formação de um estado, criaram valores culturais de significância nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros. Depois de serem forçosamente exilados de sua terra, o povo conservou consigo sua fé durante sua Dispersão e nunca deixou de rezar e sonhar com o retorno para sua terra e com a restauração, lá, de sua liberdade política". Quanta dor, sofrimento, exilio, perseguição, o querido povo judeu teve de aceitar no decorrer desses quases dois mil anos para transformar o sonho do retorno em uma grandiosa realidade! Num primeiro momento, deixemos um pouco de lado, a idéia amplamente aceita de que Israel constitui um oásis de democracia e bem-estar-social do Oriente Médio. Voltemos os nossos olhos paras as inúmeras gerações de fervorosos judeus, que, na Diáspora, jamais perderam a fé no retorno! Lembremos do maior líder sionista Theodor Herzl, figura histórica ímpar, homem de caráter inquebrantável, extremamente culto e um convicto humanista! Lembremos dos que tombaram vítimas da Shoah - dos mais de seis milhões de mortos dos campos de extermínio nazista -, que jamais verão a Eretz Israel. Lembremos dos sobreviventes e heróis da resistência judaica na Europa e na Terra Santa, que lutaram contra o nazismo e as tramas de árabes fanáticos. Israel foi construído pelo suor, dor e lágrimas, mas sobretudo, pela convicta esperança de homens e mulheres, anônimos ou famosos, que lutaram para que o legítimo e sagrado sonho concretiza-se na criação de Medinat Israel (Estado de Israel) e na integridade de Yerushaláyim (Jerusalém)(Cidade da Paz, em Hebraico)! É a todos essas pessoas maravilhosas e excepcionais que deve ser dirigida, primeiramente, nossa firme e respeitosa homenagem! Shalom! Mazal tov!
Marcelo Vieira Walsh |
02.04.08 - 11:27 pm | #
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Estimados(as) Leitores(ras) do Pletz,
Analisando os últimos quarenta anos da História do Brasil, vasculhando o rol das personalidades que marcaram sua época e deixaram um valioso legado, deve-se destacar a pessoa extraordinária e a valiosa atuação em prol da sociedade brasileira, que constituem os principais traços da biografia do Rabino Henry Sobel. Antes de qualquer discussão mais técnica, deve-se destacar que constitui um privilégio ímpar ser amigo de homem maravilhoso como o rabino Henry Sobel. O homem é por natureza um ser mortal; porém, quando homens excepcionais, como o rabino Sobel, surgem, acabam se imortalizando com suas incríveis obras! Não se trata de elogio gratuito ou oportunista, basta examinar, pelo menos alguns dos principais aspectos da vida do Rabino Henry Sobel, para poder se constatar, objetivamente, o quanto ele contribuiu para a defesa dos mais nobres valores do Judaísmo, da democracia, dos direitos humanos, do diálogo inter-religioso, da tolerância, da cultura, etc. Ele constitui um dos maiores patrimônios do Brasil. Todas as pessoas sensatas o reconhecem.Devemos ler a sua obra auto-biográfica, que é rica em ensinamentos. Fazemos votos pelo pleno e pronto restabelecimento da saúde do Rabino Henry Sobel. Indubitavelmente, a sociedade brasileira nutre um forte amor, respeito e admiração por esse homem espetacular, que é o Rabino Henry Sobel. Muito obrigado, Rabino! Um forte shalom para o Sr.!
Prof. Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
27.03.08 - 10:52 pm | #
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Amigos(as) Leitores(ras) do Pletz,
Recordemos que Purim tem uma significação bem maior do que a comemoração de um evento. Um homem, um judeu chamado Mordechai, fiel aos ensinamentos religiosos da Torah, se recusou a se curvar perante Haman, o qual constituia a personificação da maldade, da intolerância, da arrogância. A partir desse momento, o destino do povo judeu no império persa corria em grave perigo. A sobrinha de Mordechai, a rainha Ester, a esposa do Rei Achashverosh, que foi uma mulher excepcional, e de profunda fé, através de uma sucessão de eventos, proporcionou para os judeus uma abertura para vencerem seus opressores persas. Purim, portanto, marca o triunfo do povo judeu sobre os persas - um pequeno punhado de pessoas relativamente ao número majoritário de seus inimigos. Na Era de Globalização, novos Hamams estão aparecendo, o que exige da Humanidade uma verdadeira vígilia. Purim marca a vitória da Luz sobre as trevas dos obscurantismos, violências e ódios. De fato, Purim é considerado o dia mais feliz do calendário judaico, pois é quando se agradece a D’us pela salvação do querido povo judeu. Hag Sameach! Purim Sameach!
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
21.03.08 - 1:18 am | #
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A Opinião Pública Mundial está indignada com tão bárbaro ato de terrorismo perpetrado por palestino enlouquecido no seminário Merkaz Harav - um dos mais conceituados de Israel -, aonde pratica o seu execrável ato de violência. Os terroristas constituem uma minoria, quantitativamente, insignificante no mundo árabe islâmico. Porém, à luz do Direito Internacional, deve ser combatido. As pessoas civilizadas prestam suas profundas condolências às famílias das oito vítimas fatais e solidariedade para com toda a sociedade do querido Estado de Israel. Não se deve deixar de mencionar o importante ato de solidariedade proferido pelo Presidente George W. Bush - modelo de estadista e líder da nação dos Estados Unidos -, que,além de qualificar o atentado de bárbaro, informou ao primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, que os Estados Unidos estão firmemente ao lado de Israel.
Anonymous |
06.03.08 - 11:39 pm | #
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Estimados(as) Amigos (as) Leitores (as) do Pletz,
Gostaria de parabenizar o Pletz por ter reproduzido uma breve, porém significativa coletânia de reportagens sobre o grupo terrorista Hamas. Seriam um grupo democrático?... Seriam um grupo autônomo sem manipulação externa?... Seriam um grupo realmente preocupado com a população palestina?... As conclusões expostas pelo Pletz são significativas sobre o posicionamento da Mídia dos países arábes em:
- "Culpar o Hamas pelo sofrimento do povo palestino na Faixa de Gaza;
- "Condenar a influência iraniana sobre o Hamas;
- "Protestar contra os planos do Hamas de estabelecer um califato islâmico em Gaza;
- "Tentar provocar Israel a atacar Gaza;
- "Denunciar o golpe do Hamas contra a Autoridade Nacional Palestina".
Não são necessários muitos comentários....
Marcelo Walsh |
03.03.08 - 11:10 am | #
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Neste final de semana, a Mídia Internacional anunciou o início das operações militares do Estado de Israel no Norte da Faixa de Gaza, como uma política de defesa em prol dos seus cidadãos frente aos ataques terroristas provocados pelo Hamas. Muitos gostariam de assistir a outras manchetes: "Crianças palestinas e israelenses trocam brinquedos em gesto de confraternização"; "Cientistas palestinos e israelenses descobrem a cura de uma importante doença"; "Fechado Acordo de Livre-Comércio entre palestinos e israelense". Infelizmente, essas notícias ainda não foram publicadas...Respaldado no Direito Internacional, o Estado de Israel exercita o seu legítimo direito de defesa frente aos ataques terroristas do Hamas e de outras organizações do gênero. Em 1993, o Estado de Israel se comprometeu a negociar com os palestinos a paz. No momento da sua Independência, em 1948, o estadista carismático David Ben-Gurion defendeu a política de cooperação com os árabes (inclusive, os palestinos). O que se viu desde então foi a sabotagem sistemática e deliberada de certos países do Oriente Médio e de organizações terroristas (OLP, Hamas, Jihad Islâmica, "Mártires" de Al-Aqsa, Hezbollah, e outros) contra a política de boa-vontade do Estado de Israel (Medinat Israel) de construir a paz na região. A crise de março foi fabricada pelo Hamas, organização cuja liderança se destaca pela insanidade, desumanidade, corrupção. Os líderes do Hamas, se estivessem realmente preocupados com o bem-estar dos palestinos, teriam se desarmado e aceito os Acordos de Paz de Oslo. Enquanto houver terrorismo, não haverá paz, nem justiça na região. A Humanidade inteira reza pela Paz, Justiça e Fim do Terrorismo Palestino na região da Terra Santa.
Anonymous |
02.03.08 - 12:15 pm | #
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O mundo livre e democrático encontra-se novamente de luto. Quando algum inocente torna-se vítima fatal ou não da violência bárbara do terrorismo, o mundo inteiro deve-se colocar de luto. Nesta semana, morreu um estudante israelense da Faculdade Michlelet Sapir. Segundo experts no assunto, o terrorismo encontra origens remotas na Antiguidade, sendo alguns episódios citados das Sagradas Escrituras. Mas o terrorismo de hoje, fundamentalista islâmico (que não é religioso, e sim ideológico totalitário), minoritário e radical, encontra suas raízes na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando o obscuro Mufti de Jerusalém,Haj Amin al-Husseini, amigo do tirano Adolf Hitler, forneceu palestinos radicais para lutarem sob o emblema da Waffen-SS. Isso é fato histórico! Israel e outras partes do mundo tem sido vítimas desse terrorismo: Nova Iorque, Washington, Londres, Madrid, Bali, e outros. Esse luto deve provocar não só o respeito para com os falecidos, mas também um profunda indignação da Humanidade.
Anonymous |
28.02.08 - 9:05 pm | #
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Muitas vezes irrito-me com textos como "A DIFERENÇA ENTRE FILHOS GOIM E YIDS". Parece-me contraditório que a comunidade exija o fim de preconceitos quando textos deste tipo fazem parte do cotidiano da comunidade judaíca. Sou totalmente contra o preconceito, amo a religião judaíca, mas, às vezes a comunidade parece-me extremamente preconceituosa... Asquenazi x sefaradí x Falashas x Goim... Parece-me que a mitsvá de "Amar a teu próximo" foi esquecida... Ou será que próximo se resume à própria família, amigos e pessoas queridas? Por quê não começar com exemplos de atitudes dentro e fora da comunidade? Indago-me se o autor deste texto já teve a oportunidade de conviver com famílias italianas...
Daniela |
28.02.08 - 1:46 am | #
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Não entendo a decisão unilateral deste Rabino.
D'us participou desta forma de descriminação,por acaso?
Ninguém é tão isento de pecados que possa estar desta forma conectado com Ele para entender o que realmente diz naquela situação única.
geraldo ferreira |
27.02.08 - 5:25 pm | #
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Etimados Amigos do Pletz,
Uma nova corrente vem surgindo com força na opinião pública internacional acerca dos desdobramentos da nova Crise produzida pela organização terrorista Hamas: se o Estado de Israel teria direito de invadir a Faixa de Gaza e, restaurando a ordem, promover a segurança dos civis israelenses. Desde quando o Hamas promoveu o seu putsch fundamentalista ao poder, não existe mais paz para o democrático Estado de Israel. O Hamas propaga a sua onda de intolerância, ódio e terror contra civis israelenses. À luz do Direito Internacional, o Estado de Israel poderá empregar todos os meios necessários para proteger os seus cidadãos e fazer cessar a espiral de violência. Isso inclui, evidentemente, a possibilidade de invadir a Faixa de Gaza para prender e julgar os deliquentes e desiquilibrados terroristas do Hamas. Essa também constitui uma oportunidade para a maioria silenciosa da sociedade palestina e de seus líderes moderados afirmarem categoricamente o seu "Terrorismo, nunca mais"! Devemos lembrar que, baseados nas riquíssimas descobertas arqueológicas no solo e no subsolo da Faixa de Gaza, encontraram-se provas científicas irrefutáveis de que este território sempre esteve intrisicamente ligado ao patrimônio cultural e religioso do Povo Judeu. Essa constatação constitui uma reflexão fundamental. Devem ser buscadas novas formas de paz com os árabes residentes na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, grantindo-se os legítimos interesses de ambas as partes. Shalom!
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
27.02.08 - 3:24 pm | #
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Senhores,
Sou judeu, de familia judaica que não pratica. Fiz o Bar-Mitzva e o Brit, e nunca segui muito mais do que isso. Gostaria de saber qual sinagoga devo começar a ir, que tenha vontade e disposição para me ajudar a entender melhor os caminhos do judaísmo, pois fui ter com uma perto de Higienópolis, e, apesar de ser judeu, foi-me dito que minha presença ali poderia "incomodar" os frequentadores por ser uma sinagoga tradicionalmente ortodoxa. O que faço?
Abs
Yaron |
25.02.08 - 4:39 am | #
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Parabenizo a comunidade judaica e pletz pela defesa de seus direitos, sou solidario a causa de Israel, e acredito que em breve todas as suas tribulações terão fim, quando em fim o vosso e nosso Messias mainifestar-se em glória para defender seu povo no vale de JOSAFA CONTRA TODS AS NAÇOES DA TERRA(JESUS È SENHOR), oramos pela paz de Jerusalém
Bruno rodrigues |
19.02.08 - 12:08 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Que o mundo livre não deixe de se solidarizar com o Estado de Israel (Medinat Israel), que se encotra num contexto conturbado, provocado por organizações terroristas. Que o D´us de Abraham, Isac e Jacob abençoe e proteja o maravilhoso povo de Israel.
Atenciosamente,
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
14.02.08 - 10:09 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Atualmente, existe uma percepção errônea alimentada por setores sensasionalistas, minoritários, na Imprensa Mundial, que tentam insinuar que o fracasso ou o imobilismo do Processo de Paz, inaugurado pelos Acordos de Oslo (1993), estaria essencialmente relacionado à má-vontade do Governo de Israel em ceder aos palestinos. Nada mais falso!!! Lembrem-se dos princípios que norteiam o Estado de Israel (Medinat Israel). Embora seja um Estado laico, Israel se baseia nos mais nobres valores humanistas herdados da riquíssima Tradição do Judaísmo. Baseia-se nos valores democráticos e liberais. Israel participou do processo de paz baseado não num cálculo oportunista, mas nos valores pacifistas expressos na sua Declaração de Independência, lida por David Ben-Gurion, estadista e herói, em Tel Aviv, no 5 Iyar 5708 (14.5.194 . Eis suas palavras:"Nós fazemos um apelo - em meio ao duro ataque lançado contra nós há meses - aos habitantes árabes do Estado de Israel para manter a paz e participar da construção do Estado na base de igual e completa cidadania e através de representação em todas as suas instituições provisórias e permanentes.Nós estendemos nossa mão a todos os estados vizinhos e seus povos numa oferta de paz e boa vizinhança, e apelamos a eles para o estabelecimento de laços de cooperação e ajuda mútua com o soberano povo judeu, estabelecido em sua própria terra. O Estado de Israel está preparado para fazer a sua parte em um esforço comum para o desenvolvimento de todo o Oriente Médio".No dia seguinte, Egito, Síria, Líbano, Jordânia e Iraque uniram-se para aniquilar Israel do mapa...
Marcelo Vieira Walsh |
12.02.08 - 9:19 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Shalom! Uma gravíssima crise humanitária pode ser desencadeada em Sderot, em Israel. O mundo civilizado, que preza pela democracia e liberdade, não pode cruzar os braços diante dos ataques deliberados e sistemáticos do Hamas e outras organizações terroristas que atacam essa pequena cidade de 20 mil habitantes, ao Sul de Israel. A ameaça do terrorismo é transnacional ou seja não se retringe a este ou aquele país, mas ameaça o mundo como um todo. Lembrem-se de Nova Iorque, Washington, Aden, Bali, Madrid, Londres, etc. Se nos anos 1930 o Nazimo ascendeu ao poder na Alemanha e se expandiu pela Europa, foi porque aqueles que tinham o dever moral de denunciar e reagir, simplesmente se calaram. A História se repete em ciclos? Com certeza, não. Mas fatos do presente podem se assemelhar em menor ou maior grau com os do passado. Por isso, a História é a mestra da vida!
Atenciosamente,
Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
12.02.08 - 7:04 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Muitos analistas e mesmo a opinião pública mundial têm-se indagado por que o Processo de Paz, ianugurado em Oslo (1993), ainda não surtiu os frutos esperados. Não resta a menor dúvida de que tanto os povos israelense como o árabe residente na Faixa de Gaza e na Cisjordânia anseiam fortemente a paz. Ambos têm legítimos direitos à convivência pacífica e fraterna, à prosperidade e aos direitos e liberdades civis. Mas, em fim, por que a paz ainda não se firmou? A resposta encontra-se na atuação das organizações terroristas (como o Hamas, que delideberadamente sabotam o processo de paz. Destaquemos as acertadas palavras da Ministra das Relações Exteriores Tzipi Livni: "A comunidade Internacional deve entender que a única maneira de parar estes acontecimentos é fazer com que o Hamas entenda que Israel irá retaliar e que a comunidade internacional apóia Israel. Os palestinos não podem aceitar o Hamas como parte de sua comunidade e devem rejeitar o Hamas, porque precisam perceber que não há esperanças com o Hamas. O Hamas é inimigo de Israel, inimigo dos Palestinos e inimigo do mundo livre que busca a paz".
Atenciosamente,
Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
12.02.08 - 2:44 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Shavua tov! Gostaria de comentar brevemente a notícia do ato de heroísmo do oficial de policia Kobi Mor, que abateu um elemento terrorista na cidade de Dimona, em Israel. Que o nome desse soldado valente esteja inscrito no Livro dos Livros, pois o seu ato de coragem e de auto-sacrifício ajudou a minimizar a tragédia planejada. Que terroristas são esses que cometem um ato tão abominável? Verdadeiros hipócritas que usam o nome do Eterno em vão. Diante do Juízo de D´us, eles terão de prestar graves contas!
Marcelo Vieira Walsh |
09.02.08 - 11:37 pm | #
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Estimado Professor
Marcelo Vieira Walsh.
Fico muito contente em estar me comunicando com um professor como eu. Temos muito a conversar. Agradeço por vossas palavras dignificantes, pois, as mesmas tornam-me menos radical em relação a alguns acontecimentos desagradáveis que influenciam a humanidade. Concordo que o Senhor BAN Ki-Moon, não pode resolver sózinho as contradições de um mundo, onde algumas lideranças são o próprio terrorismo. Porém, podemos ajudá-lo com nossas posturas democráticas e mostrando ao mesmo onde se encontram as diferenças de idéias, entre estas, como vencer o mau que afeta nos dias atuais a todos os inocentes que estão envolvidos neste fogo cruzado.
Creio que discutindo todas as problemáticas de forma democrática, como fazemos no nosso dia-a-dia, encontraremos soluções para um combate eficaz contra estes exdrúxulos SENHORES DA MORTE, os quais, particularmente eu não sinto nenhum pesar quando deixam este mundo construido por nosso DEUS e por grandiosas idéias.
Cordialmente.
Antonio da Silva Ortega |
08.02.08 - 2:53 pm | #
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Estimado Sr. Antônio da Silva Ortega,
Gostaria de acrescentar, ainda em relação à questão da ONU, algumas palavras sobre a Secretaria, e, em especial, o Secretário Geral. Primeiramente, a Secretaria, segundo a Carta de São Francisco (1945), desenvolve múltiplas e diversas funções vitais para a eficácia diplomática do sistema das Nações Unidas como um todo. Nela trabalham mais de 7500 funcionários em mais de 170 países, prestando serviços relevantes. O Secretário-Geral, que encontra-se no topo da estrutura da Secretaria, é selecionado dentre os mais notáveis e experientes diplomatas, que, inlusive, detenham amplo conhecimento sobre as complexas engrenagens da Política Internacional. O atual Secretário-Geral da ONU é o Sr.Ban Ki-moon, cujo currículo de quase quarenta anos de uma compententíssima atuação diplomática, servindo em Washington,Viena e na própria ONU, constitui motivo de profundo respeito e admiração. Obteve MBA na Universidade de Havard, Estados Unidos. Ele, que vivencia questões internacionais complicadas, constitui um importante baluarte da paz, democracia e liberdade. Repito: a ONU pode eventualmente obter fracassos, mas continua obtendo, em outros momentos, grandes êxitos. O sucesso do Processo de Paz no Oriente Próximo não depende exclusivamente de uma pessoa, de um organismo internacional ou de um país, e sim de um amplo engajamento de toda a comunidade internacional. Diga-se, com toda certeza, que o Hamas, Hezbollah, e outras organizações terroristas são culpadas diretamente (e exclusivamente)- cegas seguidoras da mensagem de terror do falso paladino da Paz, o funesto Yasser Arafat - pelo fracasso de Paz do Processo de Oslo (1993). Shalom!
Atenciosamente,
Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
07.02.08 - 1:20 pm | #
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Estimado Sr. Antônio Da Silva Ortega,
Cumprimentando-o cordialmente, gostaria de tecer alguns comentários acerca da sua carta anterior. Toda e qualquer campanha democrática é legítima, como , por exemplo, a em prol da libertação dos três soldados israelenses. De fato, a ONU, que constitui uma estrutura inter-governamental complexa, apresenta não somente falhas como também grandes acertos. É verdade que a ONU, apesar de todos os seus esforços, ainda não obteve o tão almejado sucesso no processo de paz do Oriente Próximo. Porém, ao longo da sua História, a ONU apresenta extensa lista de êxitos importantes, como a ampla adesão da comunidade internacional ao Programa do Desenvolvimento do Milênio. Ressalte-se que foi no âmbito da sua Assembléia Geral que se aprovou a Resolução de Partilha da Terra Santa de 1947, que proporcionou a criação do Estado de Israel. Apesar de eventuais falhas, como em tudo que é humano, a ONU é indispensável no cenário internacional, para a paz, desenvolvimento e evolução da Humanidade.
Atenciosamente,
Prof. Marcelo Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
07.02.08 - 1:01 pm | #
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Estimado
Marcelo Vieira Walsh.
SHALOM.
Creio que chegou a hora de começarmos uma CAMPANHA DE CARTAS junto a ONU, pois desta forma o Exmo. Senhor Secretário Geral desta entidade, que lamentávelmente, defende o terrorismo contra o soberano e grandioso ESTADO DE ISRAEL, a grande herança de DEUS para o POVO JUDEU, compreenderá seus equívocos e maldades expressos nele como pessoa humana.
Da mesma forma, entendo ser possível realizarmos também uma grande campanha junto aos governos do IRÃ e SÍRIA, e mesmo do BRASIL, chamando à atenção, creio do mundo para o verdadeiro terrorismo que paira sobre nossas cabeças a todo momento. Acredito que uma CAMPANHA DE CARTAS, sempre é um excelente começo para estes tipos de pessoas, muitas delas indignas inclusive de existirem, começarão a refletir melhor sobre suas ações e idéias ultrajantes.
Muito Obrigado pela oportunidade que o Estimado Amigo me oferece para colocar uma idéia em favor da humanidade, que corre riscos de destruição pelo equívoco dos seus dirigentes.
É importante ainda uma grande CAMPANHA sobre a ridícula e farsante AUTORIDADE PALESTINA, que no fundo também defende o fim do SOBERANO ESTADO DE ISRAEL como nação do POVO JUDEU.
Cordialmente.
Antonio da Silva Ortega |
06.02.08 - 5:04 pm | #
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Estimado Antonio da Silva Ortega,
Compreendo perfeitamente a sua preocupação. Concordo que a comunidade judaica e toda a opinião pública internacional devam ser mobilizados em prol dos três corajosos soldados israelenses: GILAD SHALIT, ELDAD REGEV e EHUD GOLDWASSER. As famílias desses heróis não devem ser privadas da sua convivência. Gostaria de colocar algumas indagações para reflexões e debates posteriores: por que a ONU, tão zelosa de impor resoluções absurdas contra Israel, Estado democrático que respeita o Direito Internacional, se cala diante das evidências de vinculação - e não de meras suposições - existentes entre o terrorismo internacional e o Irã e a Síria? Por que a mídia internacional não apresenta ao mundo as prisões e campos de tortura dos grupos terroristas do Hamas, Hezbolah, Jihad Islâmicas, e outras organizações do submundo do terrorismo internacional? Por que a ONU não investiga o fato de o Hamas estar discaradamente fabricando uma crise humanitária na Faixa de Gaza, contra a população, de cujo bem-estar deveria zelar? Por que os jornalistas internacionais não param de ser referir ao Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica, etc, como "resistência" ou "militantes"? Afinal, não parece razoável, tratar "bandidos", "assassinos", "traficantes" como "bons samaritanos"!Que a comunidade internacional e os organismos legítimos - como a ONU - retirem a faixa que lhes encobre a visão face a dura e triste realidade dos fatos.
Shalom!
Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Vieira Walsh |
06.02.08 - 10:30 am | #
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Estimado
Marcelo Vieira Walsh
Estimados Amigos do PLETZ.COM
Minha atual preocupação é com a questão relacionada com os sequestros dos TRÊS SOLDADOS ISRAELENSES; GILAD SHALIT, ELDAD REGEV e EHUD GOLDWASSER, que se encontram nas masmorras assassinas do HAMAS e HEZBOLLAH, conforme é do conhecimento de todos nós, além destes grupelhos, serem financiados pela SÍRIA e IRÃ.
Minha preocupação, inclusive deve-se ao facto, pois, segundo veiculado no dia de hoje no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, empresas brasileiras diblam o EMBARGO da ONU e realizam negócios com a REPÚBLICA ISLÂMICA DO IRÃ, em particular, vendendo AÇÚCAR e CARNE, através de DUBAI, capital dos EMIRADOS ÁRABES UNIDOS, sendo a mesma do conhecimento do governo federal brasileiro.
Isto é realizar um jogo duplo. No DIA DA LEMBRANÇA AS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO, o Senhor Presidente LULA, falou que deveríamos realizar pequenos gestos contra a intolerância, racismo e anti-semitismo. Porém, o mesmo se alia a um execrável terrorista que NEGA O HOLOCAUSTO e DEFENDE A DESTRUIÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL, apoiando estes facínoras terroristas do HAMAS e HIZBOLLAH, que mantém estes heróicos soldados israelenses aprisionados e sem darem satisfações aos familiares destes militares sobre as suas situações nos carceres.
Estou preparando uma carta que pretendo encaminhar ao DEPUTADO FEDERAL, ARNALDO MADEIRA com cópia a B¨NAI B¨RITH, onde solicito encaminhamento as dignas autoridades brasileiras que mantenham em sua agenda, uma questão humanitária, afim que possamos ver o mais breve possível a libertação dos referidos soldados.
Sugiro que a COMUNIDADE JUDAICA, possa realizar manifestações neste sentido, como a realizada no dia de ontem pelos nossos irmãos colombianos, em diversas partes do mundo, exigindo a libertação dos reféns das FARC, que se encontram cativos nas selvas da COLÔMBIA, dominados por este grupelho também terrorista.
VAMOS PENSAR A RESPEITO?
Estou a disposição.
Antonio da Silva Ortega |
05.02.08 - 5:59 pm | #
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Estimado
Marcelo Vieira Walsh
SHALOM.
Foi acima de tudo, vitória da verdadeira democracia, apesar de menosprezada pelos integrantes da ESCOLA DE SAMBA VIRADOURO, que confundem a realidade, entendendo que distorcendo a História dos Povos estão realizando um grande bem a humanidade. Ajudam isto sim, a fazer a humanidade caminhar para trás, contribuindo com o retorno das bestas feras neonazistas e o terrorismo, financiado por governantes amantes do ódio, como o senhor AMADHINEJAD e JEAN MARIE LE PEN.
Porém, vamos continuar vigilantes, pois a humanidade depende daqueles que estão ao lado da VERDADE e dos DIREITOS HUMANOS.
Antonio da Silva Ortega |
04.02.08 - 11:39 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Após a batalha empreendida por diversos setores da sociedade brasileira, pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro e pelo Centro Simon Wiesenthal, o carro alegórico do Holocausto e sambistas vestidos da execrável figura de Adolf Hitler - que a Escola Viradouro desejava mostrar na passarela do Samba, conforme notícias veiculadas pela Imprensa - não desfilaram pela Sapucaí. A decisão de não apresentar esses temas foi resultado antes da proibição estabelecida pela Justiça do Rio de Janeiro,na quarta e quinta-feira desta semana, do que da boa-vontade da Escola de Samba carioca. A Escola de Samba havia recebido diversos apelos para que o absurdo não ocorresse, contudo, parece que tinham sido em vão. Restava recorrer à Justiça. A liminar favorável concedida pela juíza Juliana Kalichszteim, plantonista da Justiça estadual, à Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj)constitui uma decisão justa e sábia frente ao imperativo de se tratar de maneira respeitosa à memória das vítimas, heróis e sobreviventes do Holocausto judaico - mais de seis milhões de pessoas. Também constitui um imperativo de respeito às famílias judaicas que, de alguma forma, carregam o trauma da Segunda Guerra Mundial. E, por fim, imperativo de respeito face às vítimas, heróis e sobreviventes de outras origens religiosas e nacionalidades que vivenciaram aquela tragédia humana. A figura do ditador Adolf Hitler provoca a mais profunda repugnância de toda a Humanidade e não deve estar presente em manifestações carnavalhescas. Parece que a Escola Viradouro, embora tenha acatado à decisão da Justiça do RJ, não entendeu e colocou no lugar um carro alegórico descontextualizado, com atores de branco e tarja na boca, e uma faixa "Não se contrói o futuro enterrando a História". Deveriam ter colocado uma outra faixa "Não se contrói o futuro banalizando a História". Parabéns à FIERJ, liderada pela figura atuante e carismática de Sérgio Niskier, ao Centro Simon Wiesenthal e à Justiça do Estado do RJ. Shalom!
Marcelo Vieira Walsh |
04.02.08 - 6:19 pm | #
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Estimados Amigos do PLETZ.COM
SHALOM.
O jornalista ADRIANO SILVA, no seu artigo ¨NINGUÉM DEVE CENSURAR O CARNAVAL¨, editado na REVISTA ÉPOCA, deveria na realidade voltar aos bancos escolares e estudar a verdadeira história que ocasionou a chegada ao poder do regime mais asqueroso que a humanidade conheceu e o HOLOCAUSTO que seguiu na morte de milhões de seres humanos. Talvez o senhor ADRIANO SILVA não conheça esta palavra, pois, ao fazer pouco caso da morte de SEIS MILHÕES DE JUDEUS, além de outros grupos étnicos e os opositores deste regime político facínora, o mesmo pede na prática a reedição deste facto histórico que infelicita até nos dias atuais a todos nós e causa-nos repugnância.
Penso que a própria direção da REVISTA ÉPOCA deveria ser chamada a realidade para definir na sua linha de trabalho jornalístico, que DEMOCRACIA É ACIMA DE TUDO, RESPEITO A DIGNIDADE HUMANA, e isto falta no posicionamento do senhor ADRIANO SILVA.
Antonio da Silva Ortega |
29.01.08 - 11:14 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Na qualidade de amigo da comunidade judaica do Brasil e do Povo de Israel, venho nesse espaço privilegiado tratar sobre um artigo publicado na Revista Época, e que despertou em mim forte indignação. Tive a feliz oportunidade de visitar, em 2005, o Yad Vashem, em Israel, no contexto da missão de professores universitários, a convite da Confederação Israelita do Brasil e do Governo de Israel, e onde fui prestar minha profunda e silenciosa reverência às vítimas e heróis do Holocausto Judaico (Shoah). Foi uma experiência marcante em minha alma. No último número de "Notícias da Rua Judaica" (Dia 27.01), li, com profunda indignação e ogeriza, a reprodução integral do artigo do Sr. Adriano Silva, publicado originalmente na Revista Época, no mesmo dia, acerca da polêmica em torno de um provável carro alegórico da Escola Viradouro que retrataria a tragédia do Holocausto Judeu (Shoah). Independentemente do que venha, de fato, ocorrer, gostaria de manifestar o meu entendimento a respeito. Intitulado "Ninguém deve censurar o Carnaval", o Sr. Adriano Silva afirma, com estranha naturalidade: "Quem tem de decidir se o Holocausto pode ser tema de desfile são os carnavalhesco, não a Federação Israelita". Essa frase absurda está carregada de um profundo senso relativista. Foi exatamente o senso de Relativismo, e a perda dos valores morais baseados na tradição judaico-cristã, que propiciaram o surgimento e desenvolvimento de tiranias como as do Nazismo, Fascismo, Stalisnismo, Maoísmo, etc., no século XX. A consciência do certo e do errado não deve ser banalizada. O Sr. Adriano Silva deve entender que, em sã consciência, ninguém é contra as manifestações de alegria sadia do Carnaval, que também acontecem em outros países, além do Brasil. Mas a verdadeira alegria convive com o profundo respeito à dignidade humana, à moral e aos sentimentos religiosos. E é exatamente essa questão que o Sr. Adriano Silva não entende. Primeiramente, não se devem misturar sentimentos religiosos com o Carnaval, independentemente da religião, como, por exemplo, o desejo de apresentar a figura do Cristo Redentor num carro alegórico. Outra questão é de que momentos trágicos da História da Humanidade - os abusos da Inquisição na Idade Média; o massacre de mais de um milhão de cristãos armênios por forças do Império Turco-Otomano; o Holocausto de mais de seis milhões de judeus; os Gulags de Stalin; o genocídio de Ruanda; as vítimas do 11 de setembro de 2001; o massacre contra os católicos no Sudão; etc - não devem, em hipótese alguma (e o bom senso nos ensina), serem banalizados por manifestações carnavalescas. A reta consciência nos impõe, acima de tudo, respeito! Também gostaria de expressar a minha total solidariedade para com a estimada Federação Israelita do Rio de Janeiro), mencionada no artigo, implicitamente, e para com toda a Confederação Israelita do Brasil, pela frase acima exposta do mencionado artigo, e que parece desprestigiar o posicioname
Marcelo Vieira Walsh |
28.01.08 - 10:28 pm | #
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Estimado Amigo
Marcelo Vieira Walsh
SHALOM.
Quanto a morte do líder terrorista da FPLP, GEORGE HABASH, esta não contribui em nada para os demagógicos discursos pela paz da AL FATAH, muito pelo contrário, farão deste criminoso um novo herói de uma causa que sabem estar perdida, pois a paz que tanto almejamos esta será construída com gestos e ações, que eliminem o terrorismo e não a sua continuidade, como o que está neste momento ocorrendo em RAFAH, cujo Presidente egípcio nada faz para barrar o avanço de armas para a FAIXA DE GAZA, que com toda certeza, em dias próximos, aumentarão seus ataques contra o ESTADO DE ISRAEL.
Antonio da Silva Ortega |
28.01.08 - 12:00 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Shalom! A mídia internacional anunciou, no último sábado, a morte de George Habash, o fundador da Frente Popular para a Libertação Palestina (FPLP), neste sábado na Jordânia, aos 80 anos. A organização terrorista adotou uma doutrina totalitária baseada nos princípios do marxismo-leninismo e no nacionalismo árabe fanático. Essa entidade foi responsável por um rastro de sequestros, terror e mortes de civis e autoridades israelenses, dentre os quais o sequestro do avião da Air France, para Entebe (Uganda), nos anos 1970 e o assassinato do ministro do turismo israelense Rehavam Zeevi, em 17 de outubro de 2001. Além de ter sido considerada como a segunda força política entre os árabes da Cisjordânia (pelo menos até a ascenção de outras organizações terroristas, como o Hamas), após a Al Fatah (do falecido Yasser Arafat), desde de suas origens em 1967 e mesmo na vigência do processo de Paz inaugurado em Oslo, em 1993, opôs-se terminantemente à existência do Estado de Israel (Medinat Israel). Dito isso, cabe uma reflexão pertinente. A imprensa internacional tem engendrado uma falsa oposição ideológica entre George Hadash e Yasser Arafat, considerando-os, respectivamente, como radical e moderado, em função da sua não-aceitação ou concordância com os Acordos de Oslo de 1993. Na verdade, a oposição entre os dois era apenas por razões de poder e diferenças quanto à parte operacional e ao discurso radical contundente ou camuflado. Yasser Arafat foi tão ou mais radical do que o terrorista George Habash, da obscura FLDP. Diante da mídia mundial, Arafat dizia, em Inglês: "Peace, peace, peace"; no entanto, para a impresa árabe, no idioma Árabe, pregava a destruição de Israel, a conquista usurpadora de Jerusalém e a violência terrorista contra israelenses. Basta pesquisar vídeos no Youtube para comprová-lo. O mundo, e, em especial, o Oriente Próximo, necessitam de uma autêntica paz baseada no compromisso com os princípios de uma ética internacional e dos valores democráticos e os preceitos e normas dos Direitos Humanos e do Direito Internacional. Solidariedade ao querido Povo e Estado de Israel!
Marcelo Vieira Walsh |
28.01.08 - 9:50 am | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Shavua tov! A Organização das Nações Unidas (ONU), em 2005, aprovou a oportuna e importantíssima resolução, com o co-padrocínio da diplomacia do Brasil, e a qual estabeleceu o dia 27 de janeiro como o "Dia Internacional de Recordação das Vítimas do Holocausto". Essa data lembra-nos da libertação histórica dos campos de extermínio de Auchiwitz e Birkenau. Mais de seis milhões de judeus foram mortos no decorrer da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), conforme a sistemática do terror contida na doutrina do e posta em prática pelo regime nazista. A lição da data trágica nos remete a sentimentos diversos. Primeiramente, de lembrança comovente das vítimas e heróis judeus tombados, dentre os quais do Levante do Gueto de Varsóvia. Segundo, de profunda indignação frente a um regime visceralmente intolerante e racista, cujo exército de algozes perpetrou gravíssimos crimes contra a humanidade. Mas, e não podemos esquecer, nos estimula a estarmos vigilantes e ativos em relação às novas manifestações de ódio, terror e intolerância dos dias atuais. Novos seguidores da filosofia obscura do tirano Adolf Hitler, estão sempre aparecendo. Mahmoud Ahmadinejad, Presidente do Irã, que negou a existência histórica do Holocausto judeu e ameaçou varrer o democrático e legítimo Estado de Israel (Medinat Israel), é, sem dúvuda, uma das novas bestas do "Apocalipse". Ele sustenta a máquina do terror no Líbano, Síria e na Faxa de Gaza. Que o Mundo esteja atento e saiba dar uma resposta adequada, à luz do Direito Internacional, aos braços da Hydra da intolerância! A data do dia 27 de janeiro também evoca o dever moral de toda a Humanidade com os Direitos Humanos e com os valores da democracia. Solidariedade ao querido Povo de Israel e a todos judeus da Diáspora!
Marcelo Vieira Walsh
Marcelo Viera Walsh |
27.01.08 - 9:30 pm | #
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Estimados Amigos do Pletz,
Gostaria de manifestar o meu apoio ao posicionamento do Sr. Antonio da Silva Ortega. De fato, na Organização das Nações Unidas, o lobby dos países árabe-islâmicos, alguns deles detentores de petróleo, fazem vistas grossas às atividades terroristas dos grupos terroristas Hamas, Hezbolah, "mártires de Al Aqsa", e outros praticam atos
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