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Uma minha familiar trabalhou num escitório de advogados (nome sonante desses que defendem o Não), era estagiária exemplar e um dos elementos mais produtivos da firma. Depois do estágio foi convidada a permanecer na dita firma, uma das mais importantes da nossa praça. Engravidou e imediatamente começou a ser criticada, ao fim do segundo mês teve que ficar em casa durante duas semanas devido a hemorragias. Quando voltou foi despedida.
É este género de compreensão e colaboração e apoio de que está a falar no seu texto? Que existe também em instituições bancárias próximas do Não (daquelas que discriminavam as mulheres no recrutamento)?
Diga-me por favor, se pretende uma discussão séria, o que é que podemos chamar a este tipo de atitude relativamente às mulheres? Talvez pressão abortiva? Acha que uma sociedade que trata as suas mulheres desta forma tem moral para lhes impôr uma criminalização?
Vasco Trigo |
02.01.07 - 4:19 pm | #
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Manifestamente que a história que conta é de lamentar e não deveria ocorrer. No entanto, a lei protege as funcionárias nestes casos que devem recorrer aos tribunais. De qualquer maneira tenho alguma dificuldade em compreender essa tentativa de diabolização dos defensores do não. E situações como a que descreveu não podem e não devem configurar a moral de uma sociedade. Se por acaso tal ocorre, há que fazer evoluir os valores sociais e não o contrário.
Carlos Osório |
02.02.07 - 8:36 pm | #
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Commenting by HaloScan
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