Gravatar Uma minha familiar trabalhou num escitório de advogados (nome sonante desses que defendem o Não), era estagiária exemplar e um dos elementos mais produtivos da firma. Depois do estágio foi convidada a permanecer na dita firma, uma das mais importantes da nossa praça. Engravidou e imediatamente começou a ser criticada, ao fim do segundo mês teve que ficar em casa durante duas semanas devido a hemorragias. Quando voltou foi despedida.
É este género de compreensão e colaboração e apoio de que está a falar no seu texto? Que existe também em instituições bancárias próximas do Não (daquelas que discriminavam as mulheres no recrutamento)?
Diga-me por favor, se pretende uma discussão séria, o que é que podemos chamar a este tipo de atitude relativamente às mulheres? Talvez pressão abortiva? Acha que uma sociedade que trata as suas mulheres desta forma tem moral para lhes impôr uma criminalização?


Gravatar Manifestamente que a história que conta é de lamentar e não deveria ocorrer. No entanto, a lei protege as funcionárias nestes casos que devem recorrer aos tribunais. De qualquer maneira tenho alguma dificuldade em compreender essa tentativa de diabolização dos defensores do não. E situações como a que descreveu não podem e não devem configurar a moral de uma sociedade. Se por acaso tal ocorre, há que fazer evoluir os valores sociais e não o contrário.




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