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Compadre,
fusca não lembro se o meu pai teve ou não, só lembro de uma variant "verde metálica" coisa de louco, e de detalhes como meu pai precisava de um espaço de caminhão para estacionar, o que deixava minha mãe desesperada, pois quase tínhamos que pegar um táxi para chegarmos ao destino, de tão longe ele estacionava...rs
Beijos motorizados.
Beti |
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05.10.09 - 4:41 pm | #
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Fubica, era assim o nome do fusca do meu pai, que arrebentei o portão da garagem querendo dirigi-lo com meus doze anos... peguei um safanão, castigo... mas valeu a pena, aos 14 anos, ele me colocou numa rural (lembra?) e aprendi a dirigir na marra.
Valeu a pena minha insistência!
Abraço, querido!
Crys |
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05.06.09 - 1:55 pm | #
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Acho, cumpadi, que todos nós que não somos assim tão jovens começamos com um Fusca. Também tive um, dois três. Mas a diferença é que foram comprados novos.
Lino |
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05.05.09 - 8:38 pm | #
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Poxa...
Me inscrevi na autescola, mas ainda não comecei as aulas práticas (torci o pé), estou tão ansiosa...
Miguel, obrigada pelo selo...
Só vi agora.
Adorei!
Obrigada pelo carinho!
Beijo Grande!
Cecília |
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05.05.09 - 4:10 pm | #
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Pô, camarada Miguel, nunca aprendi a dirigir. Tentei uma vez, aos 15 anos. Por milímetros não enfiei a cara do fusca em um poste, juntamente com mais dos amigos. Além do prejuízo para consertar o carro (28 cruzeiros! Eu ganhava 80 por mês), fiquei com trauma do volante. Nunca mais ousei sentar atrás de um. Por sorte, a lei das compensações entrou em vigor, ou seja, passei e adolescência e boa parte da vida adulta fazendo festa e barbaridades em veículos de quatro rodas (ou duas, eventualmente), graças a solidariedade motorizada de amigos e namoradas. Teu texto me fez recordar do Carro do Diabo, um fusca verde, e da Viúva Negra, uma moto 350. Bons tempos.
Um abraço.
Jens |
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05.03.09 - 12:57 pm | #
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Olá, amor!
Gosto muito de carros.
Os carros mais antigos eram mais robustos, mais resistentes. Com mecânica mais simples encostavam menos vezes na oficina.
Ao ler seu texto, lembrei-me dos carros da família, em meus tempos de criança. Os de meu avô e, tb, os de meu pai.
Não lembro de termos enfrentado esta sua situação, a da falta de combustível. Ao menos, naquela época. Já na adolescência, sim...O primeiro carrinho de meu irmão, uma variant velha que, algumas vezes, tivemos de empurrar para "pegar no tranco".
Tive alguns carros velhos também que nos causaram grandes problemas mecânicos, muitas paradas forçadas em ruas e estradas. Deus me livre, nem quero lembrar. Embora também tivéssemos um amigo mecânico com os mesmos ouvidos de tuberculoso, não queríamos ter de passar estes problemas.
Mas, valeu suas memórias, aqui, que nos proporcionou algumas lembranças também.
Muita paz! Beijossssssssss
Sonia |
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05.03.09 - 11:33 am | #
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Oi, Miguel. Também tive meu "fusca". E era azul...rs Foi meu primeiro carro. E tenho saudades dele. Mas, dessas "confusões" aí, de acabar gasolina e andar atrás de posto, e outras coisinhas mais...não fiz, infelizmente! Aliás, o meu fusca não era assim tão antigo!! rs
E de mistura com o carro, você já emenda a lembrança saborosa dos irmãos e amigos, com um deles sendo mecânico de "ouvido de tuberculoso"...e por aí afora, eita memória!
Gostei.
Sou saudosista, sim. Tenho esse rótulo.
Beijos, caro amigo.
Dora
Dora |
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05.03.09 - 12:25 am | #
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Oi, Miguel,
O fusca e suas histórias, hein? Sabe que eu sempre achei o fusca um charme? Aliás, os fuscas e as kombis rsrs.
Bjos,
Paulinha
Paula |
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05.02.09 - 7:39 pm | #
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Se meu fusca falasse, né, Miguel! Que história boa de recordar! Aqui em São Luís o povo adora usar essa expressão "ouvido de tuberculoso". Quando escuto sempre penso porque os tuberculosos escutam tão bem! =) hehehehe
Um beijo!
=*
gisele amaral |
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05.02.09 - 5:10 pm | #
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Commenting by HaloScan
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