Pessoal, estou impossibilitado de responder a cada um dos comments. Peço sua compreensão. Obrigado.

Oi Rayol, esta tendo problemas com o blogger??

seu fugitivo!!!
eu fujo dos clichês.
fujo da mesmice, da mediocridade, da solidão.

Somos dois


sombrio, mas marcante
gostei

Sombrio mesmo as vezes até ue me surpreendo rs


ECA,ECA,ECA.............

Vai me verrrrrrrrrrrrrrr

Vou sim querida


Ai,que nojo,Ricardo!!hehe
Vai se limpar,homi!

bjs

ahahahaha


Olá! Tudo bem? Gostei do poema, mas achei-o sombrio. rs Passando para desejar uma ótima semana!

Sombrio e soturno rs


Imensamente profundo...

Beijito

Obrigado pela visita


Fugir ou enfrentar os problemas? A primeira opção é ilusoriamente mais fácil, pois cedo ou tarde acabamos por encarar a segunda.

Beijos de chuva.

A covardia não é uma opção pelo visto


Fugir de si mesmo?
Beijo, querido.

Talvez


Fujo sempre que posso...

Eu não tenho essa janela


Não me canso de passar por aqui. Sempre muito bom.
Maurizio

Obrigado


Nossa...está densa a coisa por aquí.
Boa semana, Rayol.
Bj

Denso como fog londrino na hora do Jack


Nesses momentos de lua pequena nos permitimos usar palavras fortes, poderosas, que muitas vezes não ousamos proferi-las em dias de sol. Mas assim, meio bem e meio mal, somos nós, e acho bacana mostrar isso assim, de coração aberto.

BeijUivoooooooooooosssssss da Loba

Faço o que posso obrigado pela visita querida


expulsa lindo,expulsa através de palavras,esse é um ótimo caminho para nos sentirmos em paz!

saudade amigo!

obrigado pela visita, estou me organizando pois tive problemas com o micro de casa que me atrasaram as visitas. Já arrumei o link do teu blog.


Fugir das amarras, e com o verter do sangue que circula, encontrar-se na essência, que é o viver por inteiro, com e apesar dos defeitos.

Amém pelas palavras e obrigado pela visita


Boa tarde
Aqui Belo domingo

Poema denso ,rico e profundo.Pude sentir a náusea provinda de ti,

Sucesso

Aqui um belo domingo também. |Obrigado querida


É inegável a qualidade dos versos, mas achei muito sinistro este poema.

Faltam-me palavras com dimensão suficiente para comentá-lo.

Um elo perdido entre a vida e a morte -talvez.

Nem tão perdido assim




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Commenting by HaloScan