Pessoal, estou impossibilitado de responder a cada um dos comments. Peço sua compreensão. Obrigado.
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Ricardo
Situação difícil do nosso país!
Eu como educadora faço minha parte educando adultos voluntariamente numa comunidade.
beijos!
É isso aí querida.
elisabetecunha |
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04.20.08 - 2:36 pm | #
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Não fiz um artigo sobre o analfabetismo pois me sinto um analfabeto para opinar sobre soluções sobre um problema que vem se alastrando a anos. E não é só no Brasil.
Abraço.
Então obrigado pela visita
Paulo R Diesel |
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04.19.08 - 9:48 pm | #
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O analfabetismo funcional é a maior forma de exclusão social, deixando a maior parte dos cidadãos brasileiros alheios a tudo o que diz respeito a sua vida, sem poder sequer batalhar pela melhoria de sua própria condição de vida, ficando submetidos ao que a vida apresenta como possibilidade.
Quando nasceu a pólis, era o governo dos cidadãos sobre a cidade. O poder era exercido igualmente pelos cidadãos e recaía sobre a forma de organizar a vida em comum. O sentido do que é público está relacionado a esta origem grega da pólis.
Com o domínio crescente do que é privado e a valorização da propriedade em detrimento da coletividade o poder passou a ser exercido sobre outros homens, não mais sobre a cidade, que deixou de ser um lugar da vida em coletividade para ser um lugar da vida privada.
O isolamento enfraquece as pessoas.
A ignorância isola as pessoas.
E as limita.
Pensar é a forma mais potente de criar novas conexões neuronais. Quando nos limitamos ao aqui e agora, não almejamos um futuro melhor, não elaboramos o passado em busca de aprendizados.
O que seria de nossas vidas sem metas, alvos a serem atingidos? Como poderíamos chegar "lá" sem criar estratégias e, para isso, antecipar os acontecimentos em nossa fantasia, prevendo o futuro com base no vivido?
Minha dica para inciar um processo de alfabetização que faça sentido (baseado em muitas experiências com alfabetização junto a crianças em vulnerabilidade social):
trabalhar com o hip-hop.
O rap - ritmo e poesia, permite brincar com as rimas e com as idéias de modo musical, chamando o break, que é street dance e pode assumir várias linguagens.
O mais potente método alternativo que pude observar até hoje foi o grafitti. As crianças e adolescentes começam a se interessar pelas letras a partir da estética que elas imprimem, passando a querer saber o que os outros escreveram, num jogo de esconde-esconde, pois todo bom grafiteiro busca uma linguagem própria quase hermética. Essa é a graça.
De quebra, tornam-se autores da própria vida.
Um abraço apertado,
Denise.
Gostei imenso de sua abordagem. Achei a sugestão muito curiosa.
Denise Mendes Gomes |
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04.19.08 - 5:33 pm | #
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Ricardo
Como diz vc, "mandou bem" no seu post.
Boa ideia, vamos mesmo dia 8 de Setembro, saber, se o que fizemos e o que os demais fizeram vingou.
Beijinhos e bom final de semana.
Obrigado pela visita querida. Vamos ver esse dia 8 de setembro como fica
Luci Lacey |
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04.19.08 - 12:50 am | #
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Educação é teoria, infelizmente.
Quanto mais complicado melhor, pois facilita a vida daqueles que precisam dificultar a aquisição de conhecimento, pois conhecimento provoca perda de eleitores de "cérebros vazios".
Eu também penso em conselhos municipais. Mas, como funcionar sem interferências políticas?
Exatamente, mas pode-se criar mecanismos para que não haja esse tipo de interferência apesar que sou meio cético.
Luiz Ramos |
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04.18.08 - 9:22 pm | #
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Os professores cansaram de ir às ruas e nada! Depois vieram as greves e o governo conseguiu se safar, revertendo a culpa.
Ricardo, eu só não entendi a segunda parte dessa frase: "A única saída que vejo é a participação nos conselhos de educação locais. Mas é exigir muito do cidadão que, ao pagar impostos, acha que isso basta"
Não acha que, em um país que tem um dos mais altos impostos o governo deveria dar recursos para que os educadores tivessem condições de ministrar corretamente sua profissão, sem que tivesse a população, geralmente despreparada, ter que fazer papel do professor?
Beijus
Luma quando digo conselho de educação não é transformar o cidadão comum em professor e sim que ele tenha acesso à administração correta dos programas e investimentos em suas áreas. Por exemplo, professores são despreparados para administrar.
Luma |
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04.18.08 - 9:06 pm | #
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olha Ricardo, a última coisa que os políticos querem é que se alfabetize os seus votos de cabresto ... Então a gente vive esta realidade triste na educação brasileira. Fazer o que? Não votar nestes fdp's ... E tenho dito!!
Essa blogagem tá ótima, já visitei outros tb.

Estou de niver, depois apareça.
Ah não posso perder essa.
sarah k |
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04.18.08 - 3:34 pm | #
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O tema é importantíssimo e eu aprendi muito lendo os vários posts desta blogagem coletiva. Chama-me a atenção o foco na 'alfabetização formal', que é, realmente, QUASE essencial. Entretanto, há muita gente alfabetizada que não sabe ler, nem escrever, nem olhar o mundo de forma criativa. Não concordo com o exemplo do "presidente semi-analfabeto". Acho que a crítica repetitiva mantém o estereótipo de que só os muito cultos podem fazer algo pelo país como um todo. A História demonstra que os piores males, as maiores maldades e as duradouras ditaduras são perpretadas por pessoas muito bem alfabetizadas. É necessário "alfabetizar" mentes e corações, inclusive dos letrados. Isto não significa, de maneira nenhuma, que advogo vantagens para o analfabetismo, muito menos que negue a validade da alfabetização formal, etc.... Sou "analfabeto", mas nem tanto!
Hitler era semi-analfabeto. Fidel Castro é formado. São os extremos. O exemplo do presidente semi-analfabeto diz respeito ao orgulho que ele tem disso. Quase um estímulo a que outros pensem igual, que não ter estudo faz sentido. Obrigado pela visita
Cláudio Costa |
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04.18.08 - 1:42 pm | #
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Parabéns por abraçar a causa...Bju 
Obrigado pela visita. Parabens a Georgia. E não abraço causas, abraço mulheres rs.
Adri |
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04.18.08 - 1:33 pm | #
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Ricardo, esperar alguma coisa dos politicos? Ta dificil hein?
Obrigada por aceitar nosso convite,
Um abraço,
Meire
Meire |
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04.18.08 - 12:38 pm | #
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Eu ouvi de algumas pessoas conhecidas que seus filhos passaram a falar assim: Prá que que eu vou estudar se o presidente nem estudou e ocupa a maior cadeira no Brasil.
Prá você ver como a decadência escolar no Brasil caiu.
Esperar o quê da educacao?
Entao, temos mesmo é que nos unirmos aqui na blogesfera e gritarmos mesmo que a Educacao pede SOCORRO e nao Help. Pois brasileiro fala é Português.
Tá anotado dia 8 de setembro vamos fazer o próximo movimento e vc vai encabecar a lista, heheheheheh.
Valeu Rayol.
Beijao
Obrigado pela visita querida
georgia aegerter |
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04.18.08 - 11:12 am | #
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Fecho com voce!!!
Bjo...
Obrigado 
Tamara |
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04.18.08 - 11:11 am | #
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É verdade.
Se todos aqueles palermas que foram para as ruas protestar contra o George W.Bush e queimar a bandeira americana pedissem melhores condições de ensino, o Brasil estaria melhor.
Mas é sempre melhor para esses toupeiras agirem como babacas e acharem que os problemas do mundo não são responsabilidade deles também.
Exatamente meu amigo
Fabio Max |
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04.18.08 - 10:21 am | #
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Commenting by HaloScan
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