( Comentarios )
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Adorei o zoológico na prateleira, mas esse seria um momento guindastiniano e não aperteoaltiniano como este: "deixava escapar um olhar da sua revista em quadrinhos para aquele esboço de andarilho".
:-)
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Hehehe... ah, mas é um prazer ver detectado um momento Guindastiniano aqui no Aperte! Afinal, sou um guindasteiro de plantão! :-)
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Carol Costa |
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05.16.08 - 7:32 pm | #
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Rapaz!
Muito bom.
Lembrou a parábola bíblica do Filho Pródigo.
Excelente.
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Hoje tem texto novo nas terras altas de Ozzy.
Ave!
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Tem razão, Ozzy. Realmente tem uma semelhança, né? Pena que, desta vez, o pai não estava à espera...
Abração.
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Ozzy, the Wizard |
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05.12.08 - 11:17 am | #
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Esse texto me faz lembrar muitas coisas, muitas mesmo!
Abraços, tudo de bom!
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Lembrar é viver de novo, né?
Abração, obrigado.
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Wesley |
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05.11.08 - 8:07 pm | #
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Sinto falta de Sampa, do caos das avenidas, dos bate-papos com os amigos na esfiharia da Dom Pedro, do odor fétido das Marginais. Amo tudo isso que muitos odeiam porque sou nostálgica. Não ao ponto de querer voltar no tempo e fazer tudo de novo, mas por tudo que fiz e passei. Adoro lembrar de cada detalhe que me faz sentir saudades. E das pessoas, e de colo da mamãe e de comidinha feita e de ser aquela que hoje não se arrepende de cada minuto. Mas quero voltar com os outros olhos e lembrar disso também.
Semana corrida, mas passando cedo ou tarde, como diria o povo da zona sul "É nóis mano na fita!" hehe
Kisu!
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Penso que o que nos consola deve ser que, fizéssemos o que fizéssemos, sempre acharemos que poderíamos ou deveríamos ter feito diferente. Ontem assisti a uma peça que carrega um pensamento que agora adotei: se eu tivesse feito qualquer outra coisa na vida eu não estaria aqui, agora, onde estou; e se gosto de estar onde estou, então acertei.
Kisu.
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:: Bah :: |
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05.10.08 - 5:34 pm | #
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Saudades do tempo que já foi... hoje em dia as lembranças são guardadas somente na memória, e olhe lá!
beijos pra vc!!!
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E olhe lá mesmo! Aos poucos noto que a gente vai ocupando esse espaço da memória com coisas mais práticas, mais "úteis". Frases tristes aparecem, como "quem vive de passado é museu"... enfim...
Beijos.
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thais |
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05.09.08 - 12:28 pm | #
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oi Renato...
tem um prêmio pra vc lá no blog, vai dar uma olhada...
e teu texto... lindo - como sempre!
beijos,
alê
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Oba! Obrigado em dobro, Alê! Vou lá agora receber!
Beijos!
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alê |
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05.08.08 - 8:48 am | #
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Oi, Alt,
Fiquei aqui pensando (ou sentindo) como o tempo é implacável! Nem as coisas boas nem as ruins resistem a ele... e a gente fica assim saudosista de vez em quando, querendo, talvez, encontrar explicações naquilo que ficou pra atrás.
Beijos.
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Verdade, Grazi. Engraçado que, às vezes, eu sinto saudade até dessas coisas "ruins". Como, por exemplo, quando atravessa a madrugada de domingo para segunda dentro do ônibus do Rio rumo a São Paulo, todo santo final de semana durante quase tres anos, porque já na manhã precisava estar lá. Ou de quando quase congelei indo para búzios num bugre sem capota...rs.
Tudo é parte da história... nossa história, né?
Beijos...
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Graziele |
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05.07.08 - 6:28 pm | #
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ééé, é o progresso :)
(sim, eu não tenho nada de legal pra comentar. Comentei apenas pra dar um oi)
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E precisa ter? Só de saber da sua presença aqui, já fico satisfeito. E, na verdade, essa sua frase sobre o progresso resume muuuuuita coisa...
Abração.
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Lucas Lunardi |
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05.07.08 - 2:43 am | #
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gosto por demais.
do jeito q vc oculta o q acontece.
como vc mostra esse lado q ninguem ve.
e particularmente adorei as descricoes... em especial dos animais que fazem propagandas a tudo...
mas o jeito misterioso... o misterio q so se desenrola em uma parte da historia... é bom demais.
deixando-me engolir pelo texto
rs
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E o mais impressionante é que eu nem tive que pensar pra que esses animais todos aparecessem na hora de escrever... o poder da propaganda... Muito bom saber de você absorvido pelo texto. Oxalá consiga sempre isso! ;-)
Abração.
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abc
jow |
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05.06.08 - 6:56 pm | #
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Excelente. O tempo passa, as coisas mudam...
É engraçado como as coisas tradicionais dão lugar às coisas automatizadas, maiores, mais 'acessíveis'.
A tradição não tem valor nenhum em moeda, apenas em nossas mentes e memórias. Parabéns pelo texto, excelente!
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Reflexo dos tempos, Thiago. Um dos efeitos colaterais da era da informação, do imediatismo. Por enquanto, ainda há aqueles que preocupam-se em manter a história viva, como você disse, na memória; mas no ritmo em que seguem nossos dias, em breve todos preferirão ocupar-se de outras coisas...
Obrigado! Abraços!
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Thiago |
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05.06.08 - 3:21 am | #
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Certamente!
rsrs
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Loucos sempre são os outros... ;-)
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Rackel |
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05.06.08 - 1:22 am | #
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Como é q vc consegue fazer de um (super)mercado uma coisa interessante, heim?! rsrsrs
Mais um q entra pra lista dos meus favoritos... é incrível o q sentimos ao vermos lugares da nossa memória com tons, cores, aromas, formas e DONOS diferentes, não é mesmo?!
Viva a Nostalgia!
bjs e boa semana
(to torcendo pelo seu Ibest)
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Sem dúvida, Rackel. No Natal tive a oportunidade de me hospedar em um apartamento em frente à antiga casa dos meus bisavós (conheci ambos). Hoje, ela já não existe. Confesso que me senti invadido, tive vontade de pedir a quem estava lá que respeitasse o lugar. Mas eu seria um louco se o fizesse, né?
Beijos...
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Rackel |
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05.06.08 - 12:53 am | #
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O texto, ótimo com todos, me remeteu a uma imaginação de como seria essa casa e o porque desse "descuido" dos antigos donos que deixaram chegar a necessidade de vendê-la. Enfim bem melancôlico porem bem bolado, um texto pra fazer refletir.
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Assim como você, Taruãn, sempre me pergunto o que levou ao fim de uma casa. Fico feliz quando consigo descobrir alguma coisa, sinto como se um elo com o passado fosse parcialmente restaurado. Perto de onde moro havia uma casa imensa, que acabou vendida porque os herdeiros alegaram não ter como mantê-la. Hoje, é um prédio. Acho que a dinâmica dos nossos dias cada vez menos dá espaço às histórias, né?
Abraços e obrigado.
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Taruãn da Silva SIqueira |
05.06.08 - 12:26 am | #
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oi renato esqueci do Bi no superficiabilidade hahaha,logo aqui no Aperte que tem um dono tao cuidadoso com o portugues ,erro imperdoavel..abs
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Nine, como você se corrigiu a tempo, vou perdoar. Mas só desta vez. Afinal, acho inadmissíveis erros de português!
Um abrasso.
;-)
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Nine |
05.05.08 - 6:34 pm | #
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oi renato,muito melancolico o texto ...essa falta de atençao com o passado das familias ,das pessoas é muito triste ,as vezes sinto como se vivesse no seculo errado ,tanta brevidade...tanta superficialidade.tantas pessoas 'mosquitos" ,so surfando na superficie ,nada de profundidade!E Schopenhauer é pouco para nossa sociedade atual.Estou admirada com a sua sensibilidade com tao pouca idade.Hoje estou muito "Baudelaire spleen" de sao paulo seu texto veio a calhar.bjs
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Sempre que vejo uma casa abandonada, ou um carro esquecido tomado pelo mato, fico pensando o que os levou àquela condição. Alguém dirigiu aquele carro até onde ele ficou... mas não veio buscá-lo; várias pessoas moraram na casa, mas ninguém a reclamou pra si... E os espigões e lojas e supermercados apropriam-se desses terrenos tão carregados de história com suas toneladas de concreto e de indiferença. É triste, realmente.
Obrigado por suas palavras e por seu "tão pouca idade"! ;-)
Beijos.
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Nine |
05.05.08 - 4:01 pm | #
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Commenting by HaloScan
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