( Comentarios )
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Eu também não sei...
Bjs
•••R: Ficamos com as reticências...
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Mônica |
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11.18.09 - 12:26 am | #
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Perfeito para meu momento!
Beijo!
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R: Que bom que vestiu bem! :-) Beijos.
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Gabi |
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11.05.09 - 10:41 am | #
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Muito legal meu irmão, gostei demais do blog. To comecando um também, com algumas besteiras que escrevo rs, se puder contar com sua força, críticas, sugestões, esteja a vontade (www.sonetosmodernos.blogspot.com) ... abração e já to te seguindo...
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R: Valeu, meu velho, e já sabe: a casa é sua. Aberta às mesmas críticas e sugestões. ;-)
Abração.
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Orazal Catanduva |
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11.03.09 - 11:46 pm | #
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Amei..
Aliás, isso acontece sempre que venho aqui.. o meu momento é sempre detalhado, espelhado, em algum lugar..
Beijos,
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R: Que bom ler isso, Chris... Lembre sempre que a casa é sua! ;-)
Beijos.
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Chris |
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10.30.09 - 3:17 pm | #
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Ohhh que belo texto! E é assim, chega uma hora que não adianta mais dizer nada...
penso que quando nos damos conta que nada mais existe,que não temos um futuro juntos são poucas ou nenhumas ou até mesmo desnecessárias as palavras que usamos.
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R: Concordo, Belah. Chega uma hora em que nenhuma palavra mais tem objeto, sentido, razão de ser. É o esgotamento total e absoluto, e apenas duas coisas podem acontecer a partir daí: conformismo ou rompimento; mas haja coragem para assumir que o melhor é esse último.
Beijos.
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Belah |
10.29.09 - 9:22 am | #
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Maravilhoso, renato!
Lindo, exato. Mesmo que subjetivo!
Adorei. Acho que esse é um dos meus preferidos dentre os textos seus que eu li.
Parabéns!
Um grande beijo
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R: Poxa, obrigado, Juliana. Acredita que este texto estava pronto há muito tempo (mesmo!) e eu sempre vinha relutando em postá-lo por achar que soaria pessoal demais para um blog (pretensamente) literário? Aí vem você dizer que é um dos seus preferidos! :) Isso é o que eu mais gosto na dinâmica do site: as reações tantas vezes inesperadas.
Valeu!
Beijão.
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Juliana Rímoli |
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10.29.09 - 12:36 am | #
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Quem dera a vida fosse como uma novela, com uma sinopse da semana previamente publicada no domingo. Saberíamos, pelo menos, em quais dias não devemos sair da cama. Mas fica a dúvida: teria graça?
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R: É mesmo coisa a se pensar. E tendo a crer que, no final das contas, não, não teria graça. E vivamos nós essa dicotomia...
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Vic |
10.28.09 - 9:01 pm | #
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no fundo, no fundo... a nossa indecisão proveniente de nossas próprias indagações.
ou seja, ser-humano-como-todo-humano-deve-ser :)
essa é a graça!
beijos,
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R: Verdade. :)
Beijos!
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nágila |
10.28.09 - 12:07 am | #
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Renato, em 24 hs se passam tantos sentimentos ,tantos desesperos ,tantas esperanças e planos malogrados...mas no proximo circadiano tem sempre mais para ser dito,esperado,sonhado e para vc nos escrever rs...bjs
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R: Amém, Nine. E é para esse horizonte que todos nós devemos olhar! ;-)
Beijos.
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Nine de Azevedo |
10.27.09 - 8:43 am | #
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Certa vez me deparei com essas indagações... e a única coisa que eu soube dizer foi:
"Tenho medo de sempre ter que pensar em algo para falar, enquanto tem tanto o que se falar por aí. Não queria nem de mais, nem de menos. Queria apenas. queria agora. queria sempre isso mesmo que você me dava."
mas já era tarde demais. ninguém mais sabia o que esperar, porque talvez já tinha sido.
bonito texto!
beijos
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R: Essa é a grande questão, não é, Nágila? Saber o que já foi dito, e que a repetição simplesmente condena as palavras a tornarem-se vazias, desprovidas de objeto. Seu "queria apenas" define com perfeição o desejo pela razão das coisas, simples como pode(ria) ser. O que será que torna tudo, então, complicado como é?
Beijos.
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nágila |
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10.27.09 - 12:48 am | #
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Que texto bem escrito.
Que saudade de passar por aqui.
beijão :*
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R: Que bom lhe ver aqui, Juliana. Espero que você passe a ser figura constante por aqui! ;-)
Beijos.
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Juliana Almeida |
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10.26.09 - 8:03 pm | #
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(Desde a semana passada tenho refletido sobre isso que o seu texto traz, essa falta de resposta às perguntas, Rêzito.)
Não sei...
A falta de concretude da verbaliz-Ação é o alimento para os questionamentos que, pensamos, dormem nas lacunas oferecidas por uma caricatura do real (a simulação). Dormem? Há um certo descuido em pensar assim.
Talvez a simulação seja, justamente, o espaço mais apropriado para acomodação de dúvidas. E, em sendo esse o terreno - o dos simulacros -, nem tudo é o que parece. Pode ser que ainda haja o que ser dito. É bem possível que existam gestos não feitos, caminhos não percorridos, sonhos não realizados (ou sequer sonhados). Sempre há entrelinhas, principalmente no não-dito.
[ Há, nesse texto, mais tempo que o tempo compatível com a palavra que o indica. ]
Como disse, não sei...
beijO, muitOs!
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R: Talvez haja. Mas nem sempre a disposição do tempo (no sentido de o ter) é o que basta para que todo o resto aconteça; a maneira como se chegou ao ponto onde se está é que acaba sendo determinante do que vem adiante. As reações e vivências passadas podem esvaziar qualquer possibilidade que ele, o tempo, pudesse até mesmo oferecer. Ele já não se basta.
BeijOs.
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Susanna |
10.26.09 - 2:35 pm | #
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Ahhh, o desespero rs. Desculpe-me a ignorância, mas qual o significado para circadiano?
Kisu!
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R: "(...)designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano."
Não é uma aplicação literal da palavra, claro. ;-)
Kisu!
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Bah |
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10.26.09 - 2:25 pm | #
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Commenting by HaloScan
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