( Comentarios )
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belo texto.
lugares na nossa infância nos recordam o passado, essas mobilias velhas lembra sempre a casa dos nossos avós.
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Obrigado, Ludmila. É verdade: a mobília é parte da história de qualquer família. Daí o apego por ela, muitas vezes mal compreendido por quem é de fora, e que leva a situações como a que tentei descrever. É mais
um passo para que o dia a dia se torne cada vez mais impessoal, né?
Bjs.
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ludmila |
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04.28.08 - 11:48 am | #
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adorei!! ;)
quero ver o livro!
bjs bjs!
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Nem me fale, Bia... também quero! rs
Obrigado, beijos!
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Bia |
04.28.08 - 12:42 am | #
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Eu pude imaginar com detalhes a construção. Impressionante.
Beijo!
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Que bom, Nathália. Pelo menos a casa ainda pôde receber a sua visita antes de vir ao chão...
Beijos.
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Nathália |
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04.27.08 - 9:19 pm | #
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Gostei da forma como descreve o ambiente, a sensação de vazio nessa casa é o cuco que fica ecoando depois do conto terminar.
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Pois é. No final, esse cuco é a única testemunha que vai restar de tanto o que se viveu nesse lugar; mesmo quando, nele, estiverem as grifes e lanchonetes. Só que ninguém mais vai ouvir.
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Cineasta 81 |
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04.26.08 - 10:03 pm | #
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É como eu sempre digo, seu futuro promissor de diretor se reflete em que escreve...
B.E.I.J.O.S ...
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Confesso que gostaria, antes, de estar no palco. E, pretensiosamente, de estar nele e também no banco de onde se concebe o espetáculo...
Obrigado, menina. :: Beijos ::.
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Bianca Feijó |
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04.26.08 - 2:57 pm | #
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Adorei isso: "Nas paredes, histórias esquecidas eram contadas em imponentes painéis, ainda que o valor de cada um deles, hoje, estivesse na assinatura dos seus autores, e não mais naqueles que retratavam." Muito lindo mesmo!!
Esse texto me lembrou um pouco o livor "A Casa" de Natércia Campos. Só que a história é contada pela própria casa.
Tem uma "resenha" sobre ela: http://
submundodasenior.blogspot...secular_16.html
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Bem-vindo de volta, Danilo. E muito obrigado pelo que disse e por apresentar-nos a Natércia. A hora de conhecê-la é já! Abração.
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Danilo Maia |
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04.26.08 - 2:56 pm | #
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Lindo texto! Viajei aqui, e percebi o quanto eu ainda tenho que praticar esse desapego material.
Sabe Renato, eu sempre gostei de guardar coisas e de alguma forma estar deixando algo como se fosse minha história, até ler um pensamento de chaplin:
"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é por que cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha,e não nos deixa só,por que deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela, responsabilidade da vida é a prova de que as pessoas não se encontram por acaso. "
Hoje, procuro fazer exatamente isso, deixar minha história de coisas boas para as pessoas, mais para isso é necessário a gente colher essas coisas primeiro, acho que por isso sou um altiniano fanático! hehe
Um super abraço Talento Alt!
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Oi, Tiago. Eu confesso que ainda mantenho muitas coisas que poderia descartar, porque o significado delas está presente na memória e não nelas próprias; mas, como disse, penso que de alguma forma funcionam como um álbum de fotografias, daí a dificuldade em deixá-las partir. Fico muito feliz por saber que o Aperte é um lugar onde você considera ter o que colher, e espero poder plantar sempre algo de novo para as suas visitas! Abração.
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Tiago |
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04.26.08 - 1:41 pm | #
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
*Fernando Pessoa*
Vale sempre a pena andar aqui por perto!
Doces Beijos
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Essa poesia é uma das minhas prediletas, alçada à posição no instante em que o ponto final se fez ouvir. Obrigado por vir e trazer Pessoa contigo. Espero que se torne um hábito.
Beijos.
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Rosi |
04.25.08 - 7:56 pm | #
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parece q existe sempre início, meio e fim... o tempo passa, ñ para. o cuco sabe.
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O cuco sabe e no final será a única testemunha. Se alguém vai estar pronto a ouvir, é outra história...
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fausto |
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04.25.08 - 6:33 am | #
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A dor e a nostalgia do que antes se enchia de vida, foi o que me passou pela cabeça.
beijo
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Pois é, Jana. Infelizmente, não são muitos os que podem contar as histórias que se passaram em cada lugar. Para quem vê de fora, é apenas um amontoado de cimentos e tijolos...
Beijos...
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Jana |
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04.24.08 - 4:48 pm | #
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querido Renato não podia ser mais apropriado para o momento que estamos vivendo(familia) ;desapego..fostes muito usado por Deus neste texto..como sempre ..soberbo..
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Que bom saber disso, Cleci. São aquelas famosas "coincidências", né?
Fazia tempo que você não aparecia, seja bem-vinda de volta!
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CLECI |
04.24.08 - 3:27 pm | #
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Desapego... aprendi essa palavra quando vim para cá. Sempre guardava TUDO, as coisas mais bonitas para que UM DIA pudesse usar, registrava as palavras para que um dia pudesse usar e, no final de tudo enxerguei um mundo completamente diferente. Andei sumida, porque quero me desapegar do serviço, mas não dá hehe..
Kisu!
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Desapegar-se é um exercício que confesso também não praticar muito. Volta e meia redescubro coisas que nem ao menos lembrava estarem guardadas ou porque o foram, mas sei que na ocasião tive os melhores argumentos. É meio como ver um álbum de fotografias, penso eu...
Bem-vinda de volta!
Kisu
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:: Bah :: |
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04.24.08 - 11:10 am | #
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Pois é, eu não lembro o nome do filme...
=(
Ainda perguntei ao meu pai - q assistiu cmg - mas ele tb não lembrou. Deve ser esse mesmo q vc citou. Sei q o cara se apaixonava pela dona do restaurante local e aquele lugar voltava a fazer sentido pra ele.
... era bem bonito o filme, pena q eu esqueci o nome!
Ah... acho q te encontrei no orkut. Vc se importa q eu te add lá?!
bj
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É esse sim, com o Russel Crowe. :-)
Já está adicionada!
Beijos.
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Rackel |
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04.23.08 - 5:18 pm | #
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Confesso q tenho certo problema em me desapegar de algumas coisas, principalmente se fosse o q um dia considerei meu cantinho...
Vi um filme com essa mesma temática não faz mto tempo. Era a historia de um cara q ganhava umas vinhas do tio e queria vender a propriedade, mas no final ele se arrepende...
Vc se supera!!!
Amo teus textos, Renato
bjs e bom feriado!
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Obrigado, Rackel! O filme ao qual você se refere é "Um Bom Ano", não é? Também o vi. Para quem é "de fora" fica difícil entender o valor emocional que as coisas adquirem, né? Conheço o sentimento...
Beijão!
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Rackel |
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04.23.08 - 4:06 pm | #
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Pow, me bateu uma nostalgia,
belo texto, bem arranjado as palavras
flw
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Obrigado, Dourado. Confesso que também me bateu ao escrever... Abs...
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Dourado |
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04.23.08 - 1:45 am | #
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Nossa, Renato, amei! Mal nasceu e já é meu preferido! E tem tantos momentos aperteoaltinianos que vou escolher um porque é praxe: "cantando as horas, incansável, para ninguém".
E, olha que curioso, subi o post de hoje sem ter lido sobre sua boneca chinesa.
O mundo conspira. Ui!
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Nossa, Carol! Estamos em sintonia mesmo, hein? Tou achando que já já vamos precisar escrever alguma coisa juntos! ;-) Mas espero que este texto seja o seu preferido só até segunda que vem! Beijos! Estavas fazendo falta!
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Carol Costa |
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04.22.08 - 8:57 pm | #
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Mais um texto para viajar... Quando vem o livro?
;)
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Fernanda, nem me fale. Estou tentando parir esse livro há mais tempo do que você pode imaginar... Mas, virá, virá... rs
Beijos...
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Fernanda Valentim |
04.22.08 - 1:35 pm | #
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Renato, novamente seus textos me levam a lugares praticamente físicos contudo inimaginavies na correria do dia-a-dia... muito bom mesmo! Obrigado pela viagem..
abraços,
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Oi, Marcos. Sou eu quem tem que lhe agradecer, por ter vindo conhecer a casa dessa senhora antes que a modernidade a destruísse...
Muito obrigado pela visita e por suas palavras. Espero que volte sempre...
Abraços!
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Marcos |
04.22.08 - 2:34 am | #
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os dólares na conta...
no final de td quem dá valor mesmo são as aranhas que enfeitam a estufa com suas teias; os ácaros que suspendem no ar; e o cuco que já cantou horas saudosas no que agora virá a ser apenas mais alguns dólares na conta...
;)
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Perfeito, Jow. Você apresentou as diferentes visões a respeito de um mesmo cenário de uma forma linda. A poesia está presente em tudo, desde que nós estejamos dispostos a enxergá-la.
Obrigado por suas palavras.
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Jow |
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04.21.08 - 7:39 pm | #
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E mais uma vez você está de parabéns!!!
Seus textos estão ótimos!
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Muito obrigado, Taruãn! Espero sempre fazer por merecer um comentário como o seu. Abração!
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Taruãn da Silva SIqueira |
04.21.08 - 5:55 pm | #
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me lembrou a casa da minha bisavo na Gerais,o foi bem assim ,os filhos nao so venderam para multiplicar a conta,como a colocaram num asilo.Nos tb nos tornamos obsoletos depois dos 65 anos ,eu estou na idade do invisivel...Acho tudo uma falta de consideraçao por quem em geral esteve sempre la para a familia ,mas é difcil qdo nao acontece.Nao fico triste mais ,so muito indignada.Voce como sempre captou bem esse estado de almas..bjs
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Sem dúvida coisas como essa acontecem muito mais do que pensamos ou do que gostaríamos. Argumentos para qualquer atitude sempre existem. Perto de onde moro havia uma casa não tão imponente quanto a que descrevi, mas que sempre me fazia pensar nas histórias que comportava, quando passava em frente. Hoje, é um prédio sem qualquer personalidade: traço cada vez mais presente, infelizmente.
Beijos.
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Nine |
04.21.08 - 4:36 pm | #
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