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O laço sanguíneo é tão frágil quando não há uma ligação afetiva. Muitas vezes, parentes são iguais a desconhecidos com quem não simpatizamos, a diferença é que somos obrigados a conviver com eles porque são família, "unidos" pelo sangue e pelo sobrenome...

Bjs

Ps.: Já viu que estou tirando o atraso dos comentários, né? rs

•••R: Pois é, mas essa ausência de ligação afetiva, penso eu, não deveria ser encarada com o drama com que geralmente é. Enfim...
Reparei sim! hehehe
Bjs!
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Gravatar Renato, entendo perfeitamente o que você diz. Passo por todas essas situações que você citou, e realmente são desagradáveis. Repito há anos isso para minha mãe: descendência genética não é nada mais do que uma infelicidade do nosso irônico destino, e ela, sempre repete que as coisas não podem ser vistas dessa forma. Sou criticada e pela primeira vez eu encontro alguém que vê que essa convivência forçada é venenosa para a vida conjunta. É um alívio para alma ler suas palavras. Vou continuar seguindo seu blog, mto bom.

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R: Comentei ainda agora que venho descobrindo o quanto isso é comum, e que incompreensão é a palavra que mais ecoa dentro dessa situação. Afinal, como você disse, não há qualquer tipo de problema de convivência (até mesmo pelo contrário), mas não há como forçar afinidade; as pessoas são como são, gostam do que gostam, e é assim. Por isso somos amigos de uns e não de outros. Mas a equação parece insolúvel para muitas pessoas, e, desnecessariamente (mesmo!) acaba gerando mágoa e desentendimento, quando poderia haver a mais pacífica e cordial das convivências. Enfim... entre os que concordam e discordam, contento-me com o respeito pela posição.

Espero você aqui, hein?
Beijos.


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Gravatar como diria Fernanda Young em algum dos seus romances, "sangue não é cola".

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R: Pois é... por que será que é tão complicado para algumas pessoas entender isso? Bjs!

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Gravatar Hmm, apesar de não ter rusgas com nenhum familiar, achei o texto muito apropriado para inúmeras pessoas que apesar de amar os seus, não suporta conviver com alguns.

Grande beijo!

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R: É surpreendente perceber o quanto isso é comum. E às vezes nem é rusga, é só questão de afinidade mesmo...
Beijos!


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Gravatar Ola passando para uma visita, muito bom seu espaço, aguardo a sua ,,,


Um grande abraço

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R: Obrigado e seja bem-vindo sempre, Rodrigo.
Abraços.


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Gravatar "Família" não é, necessariamente, sinônimo de "afinidade", não é mesmo?

Ótimo texto, e ótima argumentação!

Adorei, Renato!

Um beijo!

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R: Pois é. Mas em alguns casos parece que essa idéia é inadmissível, né? Estranho...
Obrigado, menina!
Beijos!


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Commenting by HaloScan