( Comentarios )
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O laço sanguíneo é tão frágil quando não há uma ligação afetiva. Muitas vezes, parentes são iguais a desconhecidos com quem não simpatizamos, a diferença é que somos obrigados a conviver com eles porque são família, "unidos" pelo sangue e pelo sobrenome...
Bjs
Ps.: Já viu que estou tirando o atraso dos comentários, né? rs
•••R: Pois é, mas essa ausência de ligação afetiva, penso eu, não deveria ser encarada com o drama com que geralmente é. Enfim...
Reparei sim! hehehe
Bjs!
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Mônica |
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11.18.09 - 12:01 am | #
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Renato, entendo perfeitamente o que você diz. Passo por todas essas situações que você citou, e realmente são desagradáveis. Repito há anos isso para minha mãe: descendência genética não é nada mais do que uma infelicidade do nosso irônico destino, e ela, sempre repete que as coisas não podem ser vistas dessa forma. Sou criticada e pela primeira vez eu encontro alguém que vê que essa convivência forçada é venenosa para a vida conjunta. É um alívio para alma ler suas palavras. Vou continuar seguindo seu blog, mto bom.
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R: Comentei ainda agora que venho descobrindo o quanto isso é comum, e que incompreensão é a palavra que mais ecoa dentro dessa situação. Afinal, como você disse, não há qualquer tipo de problema de convivência (até mesmo pelo contrário), mas não há como forçar afinidade; as pessoas são como são, gostam do que gostam, e é assim. Por isso somos amigos de uns e não de outros. Mas a equação parece insolúvel para muitas pessoas, e, desnecessariamente (mesmo!) acaba gerando mágoa e desentendimento, quando poderia haver a mais pacífica e cordial das convivências. Enfim... entre os que concordam e discordam, contento-me com o respeito pela posição.
Espero você aqui, hein?
Beijos.
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Fernanda |
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11.06.09 - 3:46 pm | #
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como diria Fernanda Young em algum dos seus romances, "sangue não é cola".
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R: Pois é... por que será que é tão complicado para algumas pessoas entender isso? Bjs!
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marília |
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11.05.09 - 3:28 pm | #
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Hmm, apesar de não ter rusgas com nenhum familiar, achei o texto muito apropriado para inúmeras pessoas que apesar de amar os seus, não suporta conviver com alguns.
Grande beijo!
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R: É surpreendente perceber o quanto isso é comum. E às vezes nem é rusga, é só questão de afinidade mesmo...
Beijos!
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Gabi |
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11.05.09 - 10:53 am | #
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Ola passando para uma visita, muito bom seu espaço, aguardo a sua ,,,
Um grande abraço
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R: Obrigado e seja bem-vindo sempre, Rodrigo.
Abraços.
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Rodrigo |
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11.03.09 - 4:59 pm | #
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"Família" não é, necessariamente, sinônimo de "afinidade", não é mesmo?
Ótimo texto, e ótima argumentação!
Adorei, Renato!
Um beijo!
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R: Pois é. Mas em alguns casos parece que essa idéia é inadmissível, né? Estranho...
Obrigado, menina!
Beijos!
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Juliana Rímoli |
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11.03.09 - 3:08 pm | #
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Commenting by HaloScan
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