Gravatar Eu gosto do jeito que a "Ana" escreve...
ahhhhhhhh mas eu gostava da Ana tb...
:-(

Bjo


Gravatar ...há v árias teorias e outras tantas tentativas de teorização sobre a morte, mas a que está aqui, nessa carta, parece-me uma das mais lúcidas: morremos aos poucos porque é assim que tem de ser. Não é uma escolha. São fatos, são pessoas, sentimentos que brotam às vezes de outro, por outrem, e que nos atingem de maneira crucial. Que enorme a responsabilidade de compartilhar segredos, pois que intimidades se desnudam e as fronteiras entre o mais privado de nós e a ameaça do público por vezes se performatizam em tentativas de crimes. Contra quem? Não importa, e nem mesmo a intenção...

abraço do alex...


Gravatar Olhe, a Ana respondeu lindamente e acho que ela soube interpretar Pedro.

Bjm Rafa-rouxinol


Gravatar Ih, não sei não... essa Ana passa medo. Impossível não lembrar da "Ana Palindrômica" do conto do Rubens Fonseca "O cobrador".
Adorei!

Bjo


Gravatar Morrer nem sempre é ruim.
Já morri um pouco, quando meu avô faleceu.
O cachorro pelo menos morreu de uma vez só.

'Ana' escreve lindamente.

Rafa, mesmo enrolado, gosto muito de tu!
BeijOs meus


Gravatar Estranhamente vivos...

Acho que é de onde vem aquela sensação de as vezes ser tão estranho em ser você.
Tudo seria mais fácil se fôssemos aquela pessoa que achamos sorridentemente irritante que está sentado numa mesa de cheia de amigos sorridentes. Porque quando não se vai bem, as pessoas que se mostram felizes fere as expectativas depositadas, incomoda, futuca.

Mas não sabemos quantas vezes aquela pessoa precisou morrer? Entende o que eu digo? É como se às vezes, precisássemos que fosse arrancado um pedaço de nós, que morrêssemos aos poquinhos pra quem sabe sermos realmente felizes; ou não.

Mas vai saber se isso não é mais uma das minhas teses de liquidificador e talvez eu não tenha noção ou não faça sentido nada do que eu acho que sei.
Vai saber...


Um cheiro =*


Gravatar Ela interpretou lindamente as letras de Pedro. A escrita é deliciosa, li duas vezes.

Continuo a achar curtas, as cartas.

¬¬

Beijo, Rafaiéuuuuuuuuu!


Gravatar Nossa... e eu já conheci uma ana que não tive muita empatia! xD

A Clara escreve muito bem, parabéns... Realmente gostei das reflexões dessa carta acerca da morte!

O nome Ana foi bem escolhido e a explicação acerca do nome me fez lembrar Nietzsche e o seu Eterno Retorno... o símbolo do infinito e associar a uma pessoa que não é limitada.

E palavras tem esse poder de nos matar um pouco... não só as palavras... enfim. E morrer um pouco é como a possibilidade de renovar-se apesar da estranheza que é morrer e ainda sim continuar vivo.

O final "Com os cumprimentos de uma pessoa que respira" me deixou a pensar... o que se passa na vida de Ana nesse momento?


Tenho adorado esse capítulos *-*
Beijos Rafaaaaaammmm!!! o/


Gravatar Ana talvez e justamente por seu nome não ter começo nem fim,soube deixar Pedro ele próprio ser esse todo que só ela conseguiu enxergar.(e que olhos de sentir teve ela não!)

Incrível como tem gente que nos "enxerga"!.

Fiquei triste,nem sei porque.

meu carinho

De


Gravatar Estou sem palavras.
Li a história desde o primeiro capítulo, ri em algumas partes, chorei em outras. sim, eu chorei e digo isso sem medo. E agora, estranhamente, eu sinto vontade de ler mais e mais capítulos dessa história tão envolvente e onde estão?
Estou esperando com muita ânsia os outros capítulos!

Abraços!


Gravatar "Eu andava naquela fase patético-contemplativa de quem acaba de levar um pé na bunda e não sabe se bebe, se ri ou se chora."
ah sim como esqueci de comentar isso. Finalmente consegui descrever como me sinto!

um novo ah.. beber nao é o mesmo que chorar? Ao menos pra mim o conteúdo do copo que coloco para dentro são as lágrimas que nao rolam pela face..

Elo!


Gravatar R. valeu a espera! Que carta!Palma para Clara.
Ana tb te surpreendeu, talvez seja uma chance de fazer as pazes com aquela porção que morreu um pouco, afinal, somos isso, a soma do que vive, do que morre, do que sobrevive. E sobrevive para contar. Esperemos por Pedro.
beijos da janela


Gravatar morrer, de vez em quando, é a única coisa que acalma.

to adorando os capítulos!


Gravatar Foi tão estranho ler, porque eu sou a Anna e também a Clara.

Bonito.


Gravatar não sei como me encontrou por aqui, pois estou um pouco tímida ainda e sem muitas divulgações.. mas confesso que fiquei realmente feliz com isso, pois assim pude conhecer os seus textos, suas histórias, relatos.. seus escritos!
gostei muito de tudo o que lí, embora ainda não tenha lido nem a metade de tudo o que pode se encontrar por aqui..
te coloquei entre os meus blogs favoritos.
beijos!



ps: tinha razão, devia ser plutão mesmo.
agora está tudo bem e indolor novamente


Gravatar Você ( s ) também escreve em capítulos ?
Hummmmm............
Nome é uma coisa bem interessante. Marcante. Nome é destino. Forte.
E morrer, dependendo da morte, não é tão mal assim. ( risos
Pior é estar morto em vida...enfim...
Gostei da carta.
Obrigada pela sua visita ao meu blog.
Continue.


Gravatar Pior do que ser obrigado a resignar-se, é perceber que foi por tão pouco que você se anulou.
E uma sensação de impotência começa a apontar lá no final do corredor. Se à algo tão insignificante, você se fez indiferente, talvez você seja um tanto covarde. Então, uma voz lá no final do corredor, diz o que você teme a ouvir: "Você é fraco!".

Não! Você sabe que não! Não foi bem assim. Foi obrigado a resignar-se; não teve, não deram-lhe escolhas.
Oh Céus! Estava em mais um de seus devaneios. O cheiro do café te convida a despersar essas nuvens. "Droga! Acabaram os copos descartáveis...preciso buscar"



P.S.: Adorei, muito, o seu trecho lá.


Gravatar Está sendo ótimo acompanhar isso aqui! (hehe).

(Ana tem escrita é levemente densa. Pedro, lucidamente inconsciente!)


Gravatar Eu e Ana estamos esperando também.


Gravatar Olha, deixa eu falar uma coisa q foi um tapa na cara nesse post?

joga no google
Ana e Pedro
de Vivina de Assis Viana e Ronald Claver.

é um livro. e ele começou meio assim. um escreveu uma carta pro outro, sem traçar roteiro. Ana e Pedro. e, sem roteiro, de carta em carta, virou livro. 'nunca te vi, sempre te amei'.

sério.
mto sério.
eu tenho ele.
e é lindo.

Ana e Pedro.


Gravatar Bom, eu juro que volto aqui com mais tempo e leio todos os cápitulos.

Abraço Sócio(pata) rs


Gravatar Tô rindo de Will, aqui em cima. Kkkkk.

Ô, Rafa! Sério que você já teve uma Dulce? Adorei adorei. E também tenho pena de Leo. Muita.

Vim aqui ticontá que não pode espalhar a história do gato. ¬¬ E que a OABFDP, não deu pra mim dessa vez. Ou seja, vou me enfiar na pós e no concurso, e em agosto, lá estarei novamente.

A verdade é que vim MESMO atrás de carta. Mas... nem adianta pedir. Você é enrolado. :D

Beijomeliga.


Gravatar continua... continua...


Gravatar R. me desculpe utilizar seu espaço, mas hoje queria falar com o Pedro. Como vcs compartilham esse espaço, imaginei que não haveria problema...

Pedro, me diga o que achou de Ana? Que carta, hein? Olha, mulher não gosta de ficar esperando, temos a imaginação muito fértil e já começamos a elaborar muitas teorias para sua demora. Desculpe por me meter ... não resisti ... (risos)

beijos, de uma leitora da janela




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