e eu, que nem borboleta vomito mais.


Gravatar Eu li tudinho e confirmo o final: não se pode viver sem amor.
Um beijo!


Gravatar quase uma hora com a janela aberta e eu ainda não sei o que comentar! pura poesia na forma de prosa, no mínimo... adorei, mesmo mesmo.

obrigada! ;*


Gravatar Nossa eu até vi o azul do azulejo, a persiana aberta clareando o quarto...parabéns é tão raro acontecer assim, não?!
bjoo


Gravatar Apenas um sonho, será?


Bom dia R!rs...


Gravatar Cara, me leva que eu vou! Até mato o cursinho! rs! Mas... deixa de ser sensível! Abrasssssssss pèr Traseriè!


Gravatar me empresta um livro do julio cortazar?
e escreve um livro pra mim por favor?


Gravatar Não vomito mais nem mosquinhas...
Quem dirá borboletas.

:*


Gravatar muito bom texto, e perfeita a referência a Cortázar..
talvez nossos devaneios sejam "realmente" muito parecidos.
rsrsrs


Gravatar nossa realizei agora que senti saudades daqui... visceral como sempre querido...


Gravatar Uma vez ganhei o Jogo da Amarelinha, edição antiga, de sebo, excelente tradução. Ganhei só por causa de um capítulo, era uma capítulo curto. Nem sei quantas vezes reli aquele texto. Infelizmente, perdi o livro. Talvez essa seja a "maldição do Cortazar" (risos!)


Gravatar Ah! Já ia me esquecendo ... e as borboletas continuam voando pelo quarto ... colorindo com seus asas a manhã que chegava. (risos!) Final feliz!


Gravatar Será um sonho?
bjuxxx


Gravatar não consigo me livrar das que tenho aqui por dentro. e nem quero, : ))

ps. não consigo ir adiante com 'o jogo da amarelinha' também. se você já conseguiu, me ensina o segredo?


Gravatar Queria vomitar borboletas...

beijos


Gravatar Talvez você deva viver de letras .
Escreve demais, ótima descrição.
Sabe, eu queria as borboletas !
Gostei do blog, poético ^^!




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