My Guide to your Galaxy
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Concordo com a ideia em geral, ainda que pense que se deve bastante à pouca tendência que os portugueses têm para causas folclóricas. Muita gente pensa como esses 600 mas não se ia pôr a gritar frases de ordem em frente da embaixada, em conjunto com os representantes do PCP e do BE.
dos ∫antos |
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08.01.06 - 3:14 am | #
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Apenas 600 pessoas porque em geral os portugueses, apesar de em média com pouca instrução e muitíssimo mal informados, sempre têm alguma lucidez e não se colocam imediatamente ao lado "pacirroristas".
mário |
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07.31.06 - 10:54 am | #
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Pocos manifestantes......
Çamorano |
07.31.06 - 7:16 am | #
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600 pessoas.
dos ∫antos |
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07.31.06 - 1:02 am | #
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Las palabras de Olmert recuerdan las de Reagan: Podeis correr, pero no os podreis esconder......
Çamorano |
07.30.06 - 4:43 pm | #
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¿Cuántas personas se manifestaron el dia 26 ante la Embajada de Israel en Lisboa?
Çamorano |
07.30.06 - 4:38 pm | #
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Sim, essa técnica resulta especialmente bem quando ninguém faz as perguntas certas e as ideias fáceis e imediatas são deixadas para ser aborvidas pelo pensamento de grupo acéfalo.
1) Pede-se o cessar fogo. O que acontece ao Hezbollah? Desintegra-se automaticamente por artes mágicas? Ou o Hezbollah não constitui um problema?...
2) A reacção de Israel é desproporcional. Qual é a proporcionalidade certa? Como deveria Israel reagir, então? Sucídio colectivo não vale... [Esta pergunta tem sido repetidamente colocada no Bloguítica]
3) Se não se deve potenciar o fundamentalismo islâmico dando-lhe mais razões para odiar o ocidente (como se eles precisassem), que se deve fazer em relação ao terrorismo? Seguir a técnica da avestruz?
4) Melhores mesmo são os fanáticos seguidores da ONU. Nunca se lembram da resolução 1559 e de que Israel saiu do sul do Líbano em 2000 sob a condição de que o Hezbollah seria desarmado pelo estado libanês, coisa que não se verificou, obviamente, porque o Hezbollah detém o controlo de facto sobre a totalidade da zona.
5) Se tivessem de escolher um dos lados (aquela opção de aceitar que a guerra existe para lá das intenções pacifistas), qual seria? O do grupo terrorista cujo único objectivo é matar por matar ou do estado democrático (regime que a maior parte das pessoas defende) que está a tentar garantir a sua sobrevivência?
Da pouca cobertura televisiva que (felizmente) tenho visto, não parece que os comentadores, repórteres ou jornalistas estejam interesados em colocar estas questões, limitando-se apenas a usar o sentimentalismo do "civil inocente libanês" morto pela cruel ofensiva israelita cuja única intenção é aniquilar civis.
Desfazer estas percepções é um trabalho árduo quando os meios de comunicação fazem o possível e mais algum para que as pessoas não tirem as suas próprias conclusões. Excluindo aqueles que definem as suas ideias de acordo com a política externa americana, claro. Esses não têm emenda.
Mas que importa isto à maioria dos especialistas em política externa e relações internacionais que Portugal aparenta ter? Quando confrontados com as perguntas cruciais, desviam o assunto ou continuam, efectivamente, a tradicional fuga para a frente.
dos ∫antos |
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07.29.06 - 2:46 am | #
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Para se perceber a coerência destas pessoas há que perceber quais os seus objectivos essenciais.
Os movimentos reactivos são apelativos como terapias rápidas. A lógica é ir sempre fazendo a fuga para a frente à procura do "shot" seguinte.
Mário |
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07.28.06 - 10:25 pm | #
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E o que fazer quando aqueles que supostamente deveriam ver o rídiculo fazem parte dele?
dos ∫antos |
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07.28.06 - 6:01 pm | #
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É aquilo a que se chama cair no ridículo. Deixá-los...
Gonçalinho |
07.27.06 - 8:08 pm | #
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Commenting by HaloScan
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