My Guide to your Galaxy

@ Saboteur ¿Aún con excusas? Por supuesto, claro que no.. no es Corea del Norte, no es Albania, no es la China de Mao, no es Alemania Democrática, no es Cuba, no es Camboya... (lista sin fin, y todos y cada uno de ellos defendido a muerte por los comunistas) no es en ningún sitio, es solo infierno en cada sitio.

Un par de comentarios que proceden:

"The difference being that Leftists groups operate by advocating the manipulation of society to get some as yet unachieved "worker's" shangri la. Like the perfect happy republic of North Korea. Or the Nazi's perfect socialist society of superior Aryan supermen. Or the muslim idea of One PerfectWorld Under Allah and muslim supremacy. And just like the elitist leftist Russians had their private holiday villas and there elitist shopping jaunts at Gums Department Store, their proposed perfect societies are just a cover for the party elite to enjoy the power and the fruits of the slave labour of the perpetual poor."

"The confusion, and this is something deliberately disseminated by Leftists, is that the Left stand for workers' rights, whereas anyone who opposes them intends to or actively enslaves and exploits workers.

In fact every Leftist state that has ever existed has enslaved and exploited their workforce. Leftists stand for an ideological system of secular feudalism, with themselves as an aristocracy, and struggle to impose such a system on workers as soon as the opportunity presents itself.

This is why Nazism, Bolshevism and Maoism are all Leftist ideological systems. And, as Islamic fundamentalists strive to use Islam in the same cynical manner that Leftists use socialism, i.e. as a means of atrocity justification and an excuse for mass enslavement, both groups find themselves in agreement on a great number of issues."


http://www.explicacoes.com/php_n...rticle& sid=1274


»Nota: Os estados que se afirmam do comunismo são de facto uma pedra no sapato para os comunistas do mundo inteiro (uma espécie de pinochet e outras ditaduras sul-americanas loucamente barbaras, para direita) para a direita). »

O que importa saber é se se julga que eles eram estados comunistas. E se não eram comunistas, quais foram os regimes comunistas que já existiram? E por que razão tantos comunistas de todo o mundo apoiaram esses regimes e continuam a fazê-lo? (de socialistas libertários e anarco-sindicalistas a comunistas da linha ortodoxa estalinista). Pinochet pode ter sido um ditador mas o que o faz ser de “direita”? O facto de ter tido a necessidade imperativa de liberalizar a economia? Deng Xiaoping teve de fazer o mesmo e era comunista (para evitar tantas mortes aos milhões).

«Curiosamente, se formos exactos são os amigos chineses que se intitulam insistentemente do comunismo. Na coreia é mais o kim il sung e a ideia zuk. Assim, nem os comunistas mais estalinistas - tipo PCP - são capazes de defender a coreia do norte.»

Reitero a pergunta anterior.Se a China não é/era comunista, a Coreia do Norte não é comunista (e ambos os regimes apoiados por Estaline), quais foram os países que já existiram no mundo e por que razão apoiaram os comunistas estados que não eram comunistas?

«Nota 2: Desculpa lá, mas já li bastantes coisas do teu blog, (que tendencia para a vitimização!). »

?

»como deves compreender não posso ler e comentar tudo, muito menos algum do lixo que por a se encontra... um gajo tem de ter as suas prioridades.»

Compreendo perfeitamente. Aliás, eu sigo o mesmo critério.


»A questão da formação é perceber se num debate de ideias damos o mesmo significado aos conceitos utilizados, o que claramente não é o caso.»

Uma formação académica em economia não é garantia de homogeneidade de conceitos nem uma não-formação é uma garantia de heterogeneidade de conceitos, porque muitos destes encontram-se fora desse âmbito. A discussão seria relevante se não houvesse distinção entre bens designados por públicos (na verdade, deviam ser chamados de bens estatais) e o “bem comum” que é um termo de significado mais filosófico que não significa necessariamente nada de material. Claro que se quiser, pode chamar bens comuns aos bens públicos, para mim é igual. Mas o sentido usado na resposta do Spectrum era de fundamento ético e não económico. [«E é claro que essas formas têm passado sempre, através dos tempos, de forma mais ou menos vincada, pelo contributo de todos (através de um planeador central Estado, Igreja, Rei), para o bem-comum (incluindo desde há muito tempo, o auxilio aos mais fracos).»]

E, já agora, não há só neoclássicos em economia. Assim que excluir todas as aproximações que não sejam nem marxistas, keynesianas ou neoclássicas, como a teoria dos jogos, a escola austríaca, “behavourial economics”, “evolutionary economics”, etc parece um bocadinho precepitado.

«Mistura-se a necessidade de planificação central em certas àreas da vida com comunismo; mistura-se comunismo com coreia do norte; mistura-se um gajo qualquer inglês do respect (não foi aquele que foi ao big brother?) com comunismo; fala-se em bens comuns e recebe-se a resposta categórica que isso não existe... Assim não vamos a lado nenhum.

É isso que é o planeamento central.


O ponto extremo de planeamento central é o comunismo, se bem que joga um papel importante em qualquer regime socialista/fascista ou mesmo naqueles em que o estado controla a política monetária através de bancos centrais (que acontece ser a maioria dos países). A maioria das economias actuais é mista (meio livre) e não planeada. Nem sequer nas planeadas é possível que isto aconteça a 100% porque onde não há um mercado livre, há um mercado negro. Mas por falar nisso, quais são as áreas da vida em que o planeamento central é necessário? Eu não me sinto na necessidade de que ninguém planeie a minha vida.

«Ainda assim: aproveitando "a concessão" que me fazes do bem público e da internet, o que digo é que exactamente bens públicos como a net não existiriam sem Estado, isto é um planificador central.»

Como é possível saber isso? Como sabemos que se o Estado americano não existisse ou não fosse tão abrangente, a Internet não teria também nascido e possivelmente muito antes? E, além disso, como sabemos que os recursos usados coercivamente para criar a net não eram mais necessários noutros locais na altura em que esta foi criada, por exemplo, a alimentação de muita gente?


A questão da formação é perceber se num debate de ideias damos o mesmo significado aos conceitos utilizados, o que claramente não é o caso.

Mistura-se a necessidade de planificação central em certas àreas da vida com comunismo; mistura-se comunismo com coreia do norte; mistura-se um gajo qualquer inglês do respect (não foi aquele que foi ao big brother?) com comunismo; fala-se em bens comuns e recebe-se a resposta categórica que isso não existe... Assim não vamos a lado nenhum.

Ainda assim: aproveitando "a concessão" que me fazes do bem público e da internet, o que digo é que exactamente bens públicos como a net não existiriam sem Estado, isto é um planificador central.

Nota: Os estados que se afirmam do comunismo são de facto uma pedra no sapato para os comunistas do mundo inteiro (uma espécie de pinochet e outras ditaduras sul-americanas loucamente barbaras, para direita) para a direita). Curiosamente, se formos exactos são os amigos chineses que se intitulam insistentemente do comunismo. Na coreia é mais o kim il sung e a ideia zuk. Assim, nem os comunistas mais estalinistas - tipo PCP - são capazes de defender a coreia do norte.

Nota 2: Desculpa lá, mas já li bastantes coisas do teu blog, (que tendencia para a vitimização!). como deves compreender não posso ler e comentar tudo, muito menos algum do lixo que por a se encontra... um gajo tem de ter as suas prioridades.

Nota 3: Podes-me tratar por tu


O planeamento central causou devastação? Mais preconceito (e pouca habilidade na precepção dos conceitos). Outro lugar comum? A Internet foi criada e inicialmente desenvolvida com dinheiros públicos.

Diga-me uma ditadura comunista que não tenha colapsado ou ido à ruína. O que tem a Internet a ver com isto? O governo americano nunca foi comunista. E se a internet foi criada pelo governo, nunca seria como a conhecemos hoje se não fosse delegada às pessoas.

»5. Obviamente que é reconhecido que a Irlanda é um país evoluído. Provavelmente se fossemos falando encontrariamos afinal muitos pontos em que estamos de acordo. Mas quais as causas do seu desenvolvimento? Foi a liberalização total da sua economia como aponta o teu artigo? Já lá foste? Sabes a exorbitância que todos os turistas pagam ao estado irlandês para visitar os monumentos, museus, reservas naturais (São bens-comuns, já agora)? As opiniões divergem, mas, tal com»

O artigo não aponta a liberalização total da Irlanda (pare com essas falácias do espantalho repetitivas). O que explica, se não a sua liberalização, o boom económico da Irlanda nos anos 90? Por acaso leu os artigos que coloquei aqui ou não está interessado nos factos? Ao dizer que os turistas têm de pagar ao Estado só está a reforçar o meu ponto. E a provar que não leu o que eu disse acerca da IRlanda e a razão principal pela qual a mencionei no que refere a Portugal. E não, não são "bens-comuns". A mim e a muitos irlandeses certamente não dirá nada, assim que não há nada de comum no bem que eles representam.


«2 e 3. Parece-me que estás demasiado abstraido da realidade e sobretudo pouco disponivel para ouvir: Claro que todos precisamos de fazer algo para sobreviver, o que digo é que naturalmente tem toda a lógica que a comunidade crie regras para a actuação de todos, coopere entre si, crie redes e sistemas de protecção para os mais fracos, etc. etc. O exemplo que dei - da fome - pode ser um lugar comum mas é bem ilustrativo do que eu quero dizer. »

Eu também acho que tem lógica que a comunidade coopere entre si, crie redes, etc. Mas isso são coisas que brotam espontaneamente por necessidade dos elementos da sociedade ou não haveria razão para que todos os Estados do mundo tentassem obter o monopólio dessas áreas, se não existisse procura. Ao colocar o elemento de "obrigação" nisto, deixa de haver qualquer "cooperação" para haver coerção. É o mesmo que eufemisticamente chamar solidariedade aos impostos cobrados. A solidariedade só pode existir quando é voluntária e não quando a opção oposta é ser preso.

«Há milhentos outros como a implementação da escolaridade obrigatória, complementada com um sistema de ensino público gratuito e de qualidade (ver ponto 5).»

Diga-me um país onde a educação é gratuita e a forma de medir um valor subjectivo como a qualidade de acordo com parâmetros objectivos. A educação em Portugal pode ser espectacular para alguém que veio do Gana mas para quem está nos EUA ou em Inglaterra talvez seja demasiado má.

»4.Dizer o que disseste sobre bem-comum é um disparate. A Barragem onde estive a banhos é um bem comum. Era proibido usar sabão na barragem para não estragar esse bem para as gerações vindouras e havia bombeiros que não permitiam as pessoas afastarem-se demasiado nos seus colchões insuflaveis. Se um desses irresponsáveis morresse seria uma grande perda para ele mas para toda a comunidade ali de férias. Algo que poderia pôr em risco a continuação daquele festival como é feito. Mais uma vez os problemas ambientais e de segurança são lugares comuns, mas é que se tem de utilizar os exemplos mais básicos quando se explicam as coisas apartir do zero.»

Nada disso é um bem comum. Quando muito, a barragem é um bem público (ou seja, possuído e gerido pelo Estado). Não vejo qual a diferença que faria do ponto de vista da qualidade da água se fosse gerida por uma entidade privada. Para além de reverter os custos para as pessoas que a usam e não para todo o país, a empresa privada teria de prestar contas pelos seus gastos e competir em regime concorrencial pela gestão da barragem. A mim a barragem não diz nada. Como pode ser um bem comum quando não assumem significado para muita gente? É um conceito vago e abstracto que não corresponde à realidade.

Ninguém disse que os problemas ambientes ou de segurança eram lugares-comuns. O que é um lugar-comum é justificar o socialismo pela existência da fome e pobreza. E que tal o dia em que se começam a pensar nas consequências da alegada solução que se propõe em vez do que diz resolver?


«Só a repetição de argumentos tipo coreia do norte o estaline são suficientes para perceber que - infelizmente - o teu preconceito é tanto que nem vale a pena trocarmos mais ideias. »

Qual é o seu tipo de luta de classes então? Existiu algum país comunista na história?

»Não viste o meu post e o da Joystick. Tu que tens tanta leitura não notaste que a esmagadora maioria dos comunistas do mundo são os primeiros a criticar o regime norte coreano? E já agora os amiguinhos chineses? E já agora os amiguinhos arabes? (o regime iraniano mas também o regime iraquiano e talban quando ainda eram amiguinhos e os amiguinhos sauditas, etc, etc.). Não precebeste logo à primeira que te mandaste para fora de pé?»

Li os vossos comentários por inteiro mas quanto às suas alegações, só pode estar a brincar comigo. São tantas a notícias de apoio a regimes comunistas como Cuba, Coreia do Norte, a ex-URSS e outros que é difícil saber por onde começar (e aqui nem dá para por muitos links). Venha cá ler de vez em quando, ainda ontem pus um video sobre George Galloway em que ele dizia que Castro e Chavez eram os verdadeiros líderes do povo árabe. Coisas semelhantes costumam acontecer com líderes islâmicos, incluindo Ahmadinejad, basta ir lendo as notícias.

«Um conselho amigo, porque já trocámos umas mensagens e sei que dás importancia a estas coisas: Atacar os comunistas com a Coreia do Norte já não se usa "lá fora". »

É-me completamente irrelevante o que se usa "lá fora". O regime norte-coreano é assumidamente comunista. O regime norte-americano é assumidamente não-liberal. E ainda assim, um deles é uma ditadura onde não há direitos e outro uma democracia com direitos básicos constitucionalmente protegidos. Quem será que está fora de pé e a fazer acusações sem sentido desde o início?

«Sobre os pontos:

1. Ao contrario do que afirmas parece-me claro no teu artigo (e em outras opiniões no teu blog) que toda a argumentação e demonstração se baseia na escola neo-classica. OPorque dizes que não? julguei que a tua formação fosse economia... Fico agora na dúvida.»


Qual é a relevância da minha formação? Aumenta ou diminui a validade do que foi descrito? Se de todas as características apontadas pela sua critica nenhuma delas estava presente no artigo ou sequer implícita, o que o leva a crer que a opinião se baseia no modelo neo-clássico?


Só a repetição de argumentos tipo coreia do norte o estaline são suficientes para perceber que - infelizmente - o teu preconceito é tanto que nem vale a pena trocarmos mais ideias. Não viste o meu post e o da Joystick. Tu que tens tanta leitura não notaste que a esmagadora maioria dos comunistas do mundo são os primeiros a criticar o regime norte coreano? E já agora os amiguinhos chineses? E já agora os amiguinhos arabes? (o regime iraniano mas também o regime iraquiano e talban quando ainda eram amiguinhos e os amiguinhos sauditas, etc, etc.). Não precebeste logo à primeira que te mandaste para fora de pé? Um conselho amigo, porque já trocámos umas mensagens e sei que dás importancia a estas coisas: Atacar os comunistas com a Coreia do Norte já não se usa "lá fora".

Sobre os pontos:

1. Ao contrario do que afirmas parece-me claro no teu artigo (e em outras opiniões no teu blog) que toda a argumentação e demonstração se baseia na escola neo-classica. OPorque dizes que não? julguei que a tua formação fosse economia... Fico agora na dúvida.

2 e 3. Parece-me que estás demasiado abstraido da realidade e sobretudo pouco disponivel para ouvir: Claro que todos precisamos de fazer algo para sobreviver, o que digo é que naturalmente tem toda a lógica que a comunidade crie regras para a actuação de todos, coopere entre si, crie redes e sistemas de protecção para os mais fracos, etc. etc. O exemplo que dei - da fome - pode ser um lugar comum mas é bem ilustrativo do que eu quero dizer. Há milhentos outros como a implementação da escolaridade obrigatória, complementada com um sistema de ensino público gratuito e de qualidade (ver ponto 5).

4.Dizer o que disseste sobre bem-comum é um disparate. A Barragem onde estive a banhos é um bem comum. Era proibido usar sabão na barragem para não estragar esse bem para as gerações vindouras e havia bombeiros que não permitiam as pessoas afastarem-se demasiado nos seus colchões insuflaveis. Se um desses irresponsáveis morresse seria uma grande perda para ele mas para toda a comunidade ali de férias. Algo que poderia pôr em risco a continuação daquele festival como é feito. Mais uma vez os problemas ambientais e de segurança são lugares comuns, mas é que se tem de utilizar os exemplos mais básicos quando se explicam as coisas apartir do zero.

O planeamento central causou devastação? Mais preconceito (e pouca habilidade na precepção dos conceitos). Outro lugar comum? A Internet foi criada e inicialmente desenvolvida com dinheiros públicos.

5. Obviamente que é reconhecido que a Irlanda é um país evoluído. Provavelmente se fossemos falando encontrariamos afinal muitos pontos em que estamos de acordo. Mas quais as causas do seu desenvolvimento? Foi a liberalização total da sua economia como aponta o teu artigo? Já lá foste? Sabes a exorbitância que todos os turistas pagam ao estado irlandês para visitar os monumentos, museus, reservas naturais (São bens-comuns, já agora)? As opiniões divergem, mas, tal com


Obrigado Elise, passou directamente para o blog. Grande parte é arrepiante.


Gravatar O vídeo deixa qualquer um sem palavras. Mas alguns calam-se por outras razões.


Gravatar "Faço votos para que não seja uma coisa nova e refrescante do género "nenhum deles, porque não foi bem aplicado""

A K7 habitual.

http://video.google.com/ videopla...629397402742053




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