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A outros a alegria de ler mais um texto seu :p
Vítor |
11.10.09 - 9:55 am | #
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Não aprendi grego. Não fui a tempo disso. O meu pai que faleceu no outro dia, ensinava-me o alfabeto grego que ainda aprendeu, assim como algumas palavras.
Julgo essencial voltar a essa aprendizagem das raízes, para se voltar o que importa: o entendimento das palavras.
José |
11.10.09 - 12:12 pm | #
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oxímoro... deve ter a ver com o facto de cristo não ser judeu, ou a falta de concernência dos cristão com o Deus de Israel... ou até, que Cristo não era preocupado com o Deus, o povo e a terra de Israel... ou ainda dizer pouco mais do que ele era um judeu menor, um discípulo dos fariseus, um essênio, um zeloto, um místico, um humanista.
... enfim, uma oportunidade minha para o sarcasmo, sem colera nem rancor.
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 1:28 pm | #
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Excelente, Dragão.
Claro que é uma grande treta essa da matriz judaico-cristã da nossa civilização.
E o RB não percebeu. A herança religiosa é cristã, a cultural é greco-latina.
zazie |
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11.10.09 - 2:08 pm | #
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Sempre se chamou "translatio cultura". E nunca essa cultura teve algo a ver com a judaica.
Não é por acaso que o Renascimento vai voltar à translatio de Atenas para Florença.
zazie |
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11.10.09 - 2:10 pm | #
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Mas o grego é difícil. Eu só tive dois anos de grego e outros dois de latim. Mas tive a sorte de ter tido aulas com a Helena Buescu e essa sim, lia e traduzia grego como quem traduz francês ou inglês.
Mas, para isso é preciso muito estudo e muito treino.
Agora para se ficar com uma noção do étimo das palavras, sim, é possível e vale bem a pena.
zazie |
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11.10.09 - 2:15 pm | #
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percebi, mas tenho uma propensão natural para intuir duplos-sentidos às coisas... ou subliminares comparações, que hei-de fazer?
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 2:46 pm | #
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Porque é que o caro Riciardi não vai discutir todas essas belas questões com a rapaziada da sinagoga? Eles até O crucificaram, depois de bem cuspido, (coisa que vêm prolongando e ritualizando pelos séculos afora) por causa de todas essas excelentes afinidades que, pelos vistos, a si tanto o derrancam e titilam, quando não esfalfam. Das meninges.
Em que planeta é que você vive?
Dragão |
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11.10.09 - 3:04 pm | #
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Já só tenho a pia-máter é natural que titile de vez em quando... mas não me esfalfa quem quer.
Normalmente vivo no planeta Terra, mas às vezes dou comigo a pensar se não estarei perdido na nublosa de 'ksenos'... meia palavra e lida assim para os menos habeis com a lingua helenica.
Titilo sim, a pensar quem são 'Eles'... fico sempre com a pia-mater aos pulos a dizer para lhe dizer que foram os Romanos.
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 3:54 pm | #
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caro dragão, julgo que a tradução dessa coisa baril da kleronomia para 'possuir' em vez de 'herdar' teve a ver com os problemas com os impostos.
antónio |
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11.10.09 - 4:47 pm | #
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ahahahhahahaha
zazie |
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11.10.09 - 4:49 pm | #
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Caro Riciardi, já agora leve o revisionismo às últimas consequências: saltite ainda mais e diga que foram os alemães.
Caro António,
plausível, a sua tese. Embora pobre. A palavra "possuir" exala vapores bem mais libidorreicos do que propriamente económicos. Admira-me até o seu pudor intempestivo.
Dragão |
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11.10.09 - 5:40 pm | #
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Greco-Latino o tanas. Grego e ponto final, que essa latinagem que anda para aí não fez foi nada de novo!
Compraram já feito. Nem com aqueles doentes mentais lá da turra pró-metida conseguiram lidar como deve ser.
Agora já nem latinos são, mas antes latrinos, pois até já se confundem (e até a eles próprios) com semitas e mestiçoides.
AH |
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11.10.09 - 5:46 pm | #
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A atenção para mais um caso da "liberdade de expressão" que grassa neste oacidente "democrático":
http://www.correiomanha.pt/notic...00-
000000000021
Não pude de deixar de notar no entanto no que aparece em "background": "Um povo de estúpidos" ... Loool , nem mais!
Não é srs. e sra.?
AH |
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11.10.09 - 6:00 pm | #
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Saltitemos então... afinal de contas, consta que 'eles' foram um instrumento d'Ele.
RB
Ricciardi |
11.10.09 - 6:14 pm | #
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dragão, concedo na libidorreidade do vapor exalado, mas já não na intempestividade do meu pudor. Todo o pudor é uma acto do mais puro calculismo, inclusivamente quando toca à analise da escrita do esforçado Mateus.
antónio |
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11.10.09 - 6:22 pm | #
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«saltite ainda mais e diga que foram os alemães»
ahahahahahah
zazie |
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11.10.09 - 6:27 pm | #
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Por um estranho fenómeno telepático apenas vagamente descrito nos Evangelhos, andei eu precisamente por estes últimos dias preocupado com a virtude da mansidão sem saber que se aproximava um post com este tema.
Tão preocupado andava que decidi fazer uma pequena alteração ao meu auto-exame de consciência diária (que efectuo sob recomendação da seita).
Enquanto até aqui apenas verificava se o meu comportamento tinha tentado aproximar-se das virtudes da humildade e da serenidade (entre outras) cheguei à conclusão que também o deveria analisar à luz da mansidão pois esta virtude, embora se assemelhe às duas citadas, tem uma forma e um conteúdo diferentes e igualmente ricos.
timshel |
11.11.09 - 7:30 am | #
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Já agora, chegaram à conclusão que foi escrito em grego, em hebraico ou em aramaico?
zazie |
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11.11.09 - 8:15 am | #
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É que, tem piada mas eu também andei às voltas com isto, a propósito da tradição órfica de Cristo Bom Pastor.
Até encontrei a passagem de Clemente de Alexandria:
«Outro é o cantor que vos proponho: ele não tarda, depressa virá, a quebrar a escravatura amarga imposta pela tirania dos demónios e, colocando-nos sob o doce e humano jugo da piedade, lembrando aos Céus aqueles que tinham sido precipitados sobre a Terra.
Só ele, na verdade, amansou os animais mais difíceis, os homens: aves como os frívolos, serpentes como os mentirosos, leões como os violentos, porcos como os voluptuosos, lobos como os rapaces»
Clemente de Alexandria, Protréptico, II, 17, 2; 18, 2. (150-215 dC.)
Assim sendo, o termo mansidão faz todo o sentido- é a ideia de kenosis- a mais antiga.
zazie |
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11.11.09 - 8:38 am | #
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Esta ideia de mansidão é neoplatónica e até vai ter ligação com o budismo.
Não sei é se Mateus a repete, neste sentido.
Mas ia jurar que sim.
zazie |
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11.11.09 - 8:45 am | #
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"Vinde a mim, todos vós fatigados e sobrecarregados e eu vos aliviarei: tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis o repouso para vossas almas, pois meu jugo é suave e meu peso leve".
zazie |
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11.11.09 - 8:51 am | #
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ahahaha epá, o Lexicon da Septuaginta esclarece:
"inheritance (in secular sense)"; inheritance (of Israel).
É como "Chacina" - o conceito vai mudando de acordo com a geografia.
Mas levantas um problema muito interessante, o da possibilidade ou impossibilidade de ler o Novo Testamento com o candeeiro do Velho apagado. Bom, logo se vê.
Anonymous |
11.11.09 - 10:50 am | #
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Esqueci-me de assinar a imbecilidade.
Pedro |
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11.11.09 - 10:51 am | #
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já agora, - de mansinho e como ninguém diz nada...- a 'mansidão' está perfeitamente consignada na doutrina católica (catecismo, ui ui), tal como a própria ira (pecado, ui ui)
antónio |
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11.11.09 - 12:27 pm | #
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ehehe
zazie |
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11.11.09 - 12:37 pm | #
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Não duvido, em modo ou tempo algum, que a mansidão esteja consignada na doutrina católica. Será até indispensável, e não apenas à doutrina católica como a todas as doutrinas. Sem mansos para ruminar a palha, que seria da palha?
Dragão |
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11.11.09 - 12:39 pm | #
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julgo que também se possa ruminar aos coices...
(penso que o chamado 'sermão da montanha' deve ser analisado no seu conjunto...isoladamente cada 'item' pode parecer-se de facto a uma espécie de trunfo retórico, mas o seu conjunto reflete antes de tudo a tal Revelação de um Deus, digamos, desconhecido; é apenas uma simples, e pobre, suposição minha)
antónio |
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11.11.09 - 4:17 pm | #
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Aprecio muito o Sermão da Montanha, porque reflecte sabedoria. Dispenso efeitos especiais. Sou eu e o Dostoievski.
Dragão |
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11.11.09 - 5:39 pm | #
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ok, mas..., Dragão, dispensa como? a imagem de fundo deste blog tb é um 'efeito especial', ou não? O 'sermão' do grande inquisidor do dostoievski também é um efeito especial, ou não? toda a 'encenação' sobre a amizade no Séneca tb é um efeito especial, ou não? toda a harmonia de espirito do Montaigne também é efeito espcial, ou não?
O mundo é um efeito especial, Dragão, então!?
antónio |
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11.11.09 - 5:59 pm | #
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Não. Excepto o fundo deste blogue.
Dragão |
Homepage |
11.11.09 - 7:07 pm | #
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ruminar aos coices perturba a digestão e o fígado
se Marx tiver razão, isto é, se a infraestrutura determinar a superestrutura ("Contribuição à crítica da economia política") (embora pessoalmente prefira a formulação do Stalin em "Sobre o Materialismo Dialético e o Materialismo Histórico"), quando se rumina aos coices, as ideias traduzirão as perturbações digestivas e biliares resultantes da agitação motora
timshel |
11.12.09 - 2:18 am | #
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razão razão, tinha Socrates, aquele que comia sopas de vinho pela manha, quando procurava a virtude entre poetas e escritores, debalde...
RB
Ricciardi |
11.12.09 - 3:40 am | #
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A virtude não se procura: exerce-se. O que se procura é a sabedoria.
Embora seja certo que as pessoas prefiram praticar ao contrário: procurar a virtude e exercer a verdade. Aí, de resto, e usualmente, o meu principal choque com elas. E delas comigo.
Dragão |
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11.12.09 - 4:25 am | #
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apenas para q não fique no ar qualquer equívoco (desagradável), a minha frase sobre ruminâncias e coices queria dizer: tanto são dados a ruminar palha os mansos como os que vivem aos coices.
antónio |
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11.12.09 - 5:03 pm | #
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Por acaso,sempre vi os burros aos coices quando ruminam palha, para afastarem as moscas
eheheh
zazie |
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11.12.09 - 5:28 pm | #
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Já que tanto insistem, sempre digo que a haver diferença entre ambos, e decerto haverá, ela traduz-se talvez na distância que medeia entre o estábulo e o prado. Ou mais especificamente, entre a manjedoura e o pasto natural. Uns contentam-se com o que lhes dão, os donos; os outros, mais afortunados, sempre procuram, entre a multiplicidade verdejante que Deus lhes proporcionou, aqui e ali, um ou outro cardo mais apetitoso.
Haverá delícia maior que ruminar cardos contemplando os lírios?
Isto, aproveito para esclarecer, não intenta ser uma alegoria das pessoas: apenas da consciência das mesmas.
Dragão |
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11.12.09 - 6:51 pm | #
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Há aqui demasiadas tretas a irritarem-me mas, como não tenho tempo para todas, aqui vai o essencial. 1. As versões a que o eclesiástico draconiano se refere são traduçãos da vulgata clementina que diz beati mites, quoniam ipsi possidebunt terram; por isso versões mais 'católicas' não pode haver. Em todo o caso a Bíblia de Jerusalémfaz-lhe a vontade pela metade, traduz por herdarão e para praeis dá a acepção de humildes recolhida do Saltério. 2. Dos sinópticos, Marcos e Lucas foram compostos em grego, mas Mateus escreveu em aramaico. 3. Judaico-cristão não é um oximoro (sem acento, porra!). Haja respeito pelo apóstolo das gentes. O primeiro cristão foi um fervoroso judeu. O que não tira a S. Paulo a cidadania romana nem o domínio do grego e da cultura helénica (muitas citações de Menandro e o discurso do Areópago comprovam-no).
hajapachorra |
11.13.09 - 9:11 pm | #
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