JÁ QUE CAIU, GRITE!

Gravatar brilhante entrevista! Um conservador que busca na tradição o equilíbrio natural das coisas. concordo que estamos permitindo a criação de um povo sem fibra moral, onde a busca pelas facilidades, substituiu a luta pelo desenvolvimento pessoal. O campo está fértil para culturas exóticas...


Gravatar *É um dever de consciência lutar contra o Estado Total*
Essa frase valeu por toda entrevista, uma luta que o Congresso teria por obrigação travar e que vergonhosamente os políticos que lá estão só pensam no corporativismo.


Gravatar muito bom, muito bom mesmo! claro, objetivo e sem meias palavras.
sabe perfeitamente que em 2010 é lulla lá de novo e de novo e de novo.
A esperança que ele menciona, no caso FHC e Serra, o primeiro já publicou artigo no estadão onde defende um casamento com o PT, lamentavelmente e, o segundo por acreditar que o apedeuta irá apoiá-lo está com o fiofó piscando!


Gravatar Nivaldo, na minha opiniâo, os 'erros' da comunalha (resposta à pergunta nº 4) têm sido em número mais que suficiente para que houvesse um impeachment, claro, se estivéssemos na vigência de um pleno estado democrático de direito e não convivendo com um estado policial travestido (resposta à pergunta nº 2). E, posso estar fazendo uma grande confusão, mas entendo que:

1. o governo do estado de São Paulo têm à sua frente José Serra, cujo viés autoritário sempre foi patente bem como seu histórico 'ódio' às Forças Armadas;(ref à resposta da pergunta nº 2)

2. O Senado deixou de ter uma 'minoria' que antes connseguia barrar algumas medidas que sufocavam ainda mais a democracia representativa por 2 vias principais: a 'adesão' de senadores à base governista que ocorreu recentemente (e ainda ocorre) e o fato do antigo PFL ter modificado o discurso, abraçando a bandeira do igualitarismo socialista; (ref. à resposta da pergunta nº 2).

3. É inegável que as Forças Armadas ainda conservam boa dose de civismo (ref. à resposta da pergunta nº 6), mas encontram-se divididas. O Brigadeiro Ferolla, por exemplo já aderiu ao BRPP - Bloco Regional de Poder Popular (um braço estratégico do Foro de São Paulo) e muitos oficiais genarais aderiram aos tais "círculos bolivarianos". Somado à isso, boa parte do oficialato preocupa-se mais com um pseudo aumento de salário do que com a Pátria, propriamente dita. Correm o risco de tornarem-se "vassalos dos revolucionários" como ocorreu na Alemanha de Hitler já que como você bem observou, também não vejo ninguém no meio civil que tenha condições de atuar como ponte segura entre civis e militares. (ref. à resposta da pergunta nº 6)


Gravatar Boa entrevista. Nivaldo é sem súvida um lutador. Mas há um artigo dele desacando Weber, sobretudo no que respeita a uma de suas obras mais conhecidas, "A ética protestante e o espírito do capitalismo". Creio que Nivaldo não entendeu Weber. Trata-se de um dos filósofos (além de sociólogo e jurista) mais difíceis de entender e são poucos que mergulharam na sua obra. Para começo de conversa, sem entender o conceito de "afinidade eletiva" não dá para compreender a obra em questão. Esta minha observação não tem nada de pessoal e não se destina a desqualificar Nivaldo, mas contribuir para um debate fundamental no que se refere a uma análise sobre a modernidade. Max Weber continua sendo um clássico atualíssimo e um dos maiores críticos e analistas da modernidade.


Gravatar Aluizio, com certeza a contribuição Weber é essencial para que se possa analisar a modernidade. E é a esta sua postura o que eu chamo de debate qualificado.


Gravatar Parabéns Suzy!!!

Muito boa a entrevista do Jos é Nivaldo Cordeiro. Ou melhor não foi uma "entrevista" e sim uma "aula" de honestidade, inteligência e coerência.

Bootlead


Gravatar Ótima entrevista. É bom saber que existe pessoas que acreditam que a justiça prevaleça e não se deixam intimidar por essas forças antidemocráticas que querem impor um estado totalitário aos moldes cubanos mascarado de "democrático”. As palavras do Nivaldo são luzes nessa escuridão que se abateu nessa pátria.

É preciso que se propague a voz desses guerreiros que não se venderam e não se corromperam às forças obscuras que querem destruir a verdadeira democracia (aquela que protege os direitos individuais dos cidadãos, aquela que defende a todo custo o direito de discordar, aquela que protege o direito de defesa de seus cidadãos, aquela que protege a propriedade privada e pública e conseqüentemente a pátria) que, diga-se de passagem, há muito tempo vêm sendo atacadas por essas mesmas forças.

Nós não podemos nos render, precisamos lutar, pois o que está em jogo é o futuro das nossas famílias e a liberdade dos nossos filhos.O imediatismo e conformismo que se abateu sobre parte da população é o que tem dado força a essa gente mal intencionadas que querem transformar o Brasil em uma casa da mãe Joana (com todo respeito às mães Joanas).

O ComunoPTismo representa o que há de mais execrável nessa república e é o nosso dever como cidadãos livres , mostrar a verdade para que exista a opção de escolha e não sejamos reféns de um sistema de cartas marcadas , que é o que eles querem impor.

DiretoaopontoX


Gravatar Suzy e Roça,
Suas entrevistas de certa forma está nos ajudando na lapidação da pedra bruta que existe em nós.Quando vemos pessoas fazendo colocações muito bem embasadas, dão-nos a esperança de que nem tudo está perdido e podemos reverter este quadro de letargia instalado em nosso país.
Parabéns mais uma vez.


Gravatar ah! essas coisas que dão em jeffersons perez, mas não dão em lulas da silva!....


Gravatar Sempre que passo por aqui fico com sentimento de que é preciso fazer o que não sei, mas que é preciso fazer é.
Cadinho RoCo


Gravatar Parece que quanto mais a entrevista centra o principal problema da Banânia ao entrevistado, mais o brasileiro se omite.Creio estarmos realmente condenados a viver o o sonho vermelho de meia dúzia be bandidos que conseguiu o poder neste país?
Parece que o brasileiro não consegue sair do transe hipnótico da mídia omissa, vendida e cúmplice do avanço rumo ao fundo do poço?


Gravatar roça & suzy,

sinto no ar um clima de derrota, principalmente pelo último comentário do roça aí em cima. parece-me um erro subestimar os sentimentos dos seus leitores.

absolutamente, não é omissão... é, sim, uma frustrante sensação de impotência e uma enorme decepção pela confirmação da dura realidade que nos cerca, o que só é aliviado pelo conforto de saber que não estamos sós, mesmo que sejamos poucos.

voces acharam uma fórmula sensacional de não deixar que nossos pensamentos se dissipem num vão da história. as entrevistas têm sido irrepreensíveis. os seus entrevistados dizem tudo aquilo que está preso com um nó na nossa garganta, nos nossos dedos, na nossa alma... se são poucos os comentários aqui, isso se deve ao bom nível das perguntas e das respostas.

não esmoreçam! não se desesperem! omissos existem, mas não são os seus leitores...

do fundo desse abismo, o seu leitor assíduo, admirador constante e incentivador permanente...


Gravatar Valeu pela força, Gil!




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