Intervenções Gerais

Ora nem mais: que os gestos criadores de esperança desdigam as teorias do desconserto do mundo.

Nem sei porquê, , lembrei-me daquele homem que caminhava ao longo da praia, para cuja areia a maré tinha atirado milhares de moluscos (nem sei quais) que iam morrer secos ao sol. Ele ia avançando e atirando moluscos para o mar, quando alguém lhe perguntou: "para que serve isso? que diferença faz mais um ou menos um?"
Enquanto atirava mais um de volta à água, respondeu:
"Para este, faz diferença."


Tens toda a razão. Só com a promoção da diferença se pode lutar contra a indiferença.
Manuel António


Optimo trabalho com este blog


Gravatar O parágrafo sobre a IBM parece-me um mito. A IBM tinha lados negros mas o uso de cartões perfurados em grande escala começou nos E.U.A., conforme se pode constatar aqui "http://www.pattonhq.com/ibm.html" e aqui "http://en.wikipedia.org/wiki/Punched_card". Talvez tenha servido também para catalogar judeus na Alemanha mas não foi por aí que se tornaram numa grande companhia.


Gravatar Da IBM pouco sei - trabalhei para a concorrência...
Mas quando vivia nos EUA falou-se muito no escândalo do papel dessa empresa na organização de Auschwitz. Inclusivamente mandaram para lá técnicos, para reparar as máquinas.
(o que me custa a crer, diga-se de passagem)

Emboramente... conheci uma vez uma americana cujo pai fazia a manutenção de carros de luxo blindados. Dava a volta ao mundo a consertar carros para reis do petróleo, ditadores, barões da droga. A filha contava, e ria-se dos detalhes daquelas viagens tão rodeadas de secretismo. Mas era toda pró-guerra do Iraque, porque queria tornar o mundo melhor.
Uma mão lava a outra...




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